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Tomar anticoncepcional pode causar varizes?

As varizes são vasos sanguíneos que ficam mais retorcidos e dilatados, principalmente nas pernas, justamente porque a gravidade dificulta que o sangue suba em direção ao coração, dilatando algumas veias. Ficar muito tempo em pé e sedentarismo são algumas das causas desses vasinhos aparentes. Além disso, muitas mulheres acreditam que uma das causas das varizes é o uso do anticoncepcional. Para você, isto é mito ou verdade? Convidamos a ginecologista Lívia Migowski para falar sobre o tema.

 

Quais fatores pode causar varizes?

 

Ficar muito tempo em pé ou sentado pode causar varizes, assim como o sedentarismo, obesidade, musculação com uso de carga alta, antecedente de trombose, envelhecimento e tabagismo. “Esses fatores favorecem o enfraquecimento da parede dos vasos sanguíneos ou dificultam o retorno do sangue dos membros para os vasos de grande calibre”, explica a médica. Como resultado, aparecem os vasinhos escuros em diversas áreas.

 

Tomar anticoncepcional pode causar varizes?

 

De acordo com a ginecologista, o estrogênio das pílulas anticoncepcionais pode enfraquecer a parede dos vasos sanguíneos e a progesterona pode dificultar o retorno de sangue dos membros, por deixar o vaso mais dilatado. Entretanto, não existem estudos comprovando a relação causal entre as pílulas e as varizes. “Mesmo porque, mulheres que não usam pílula também irão produzir tais hormônios e até mesmo em quantidades maiores”, diz a especialista.

 

Algumas mulheres nascem com predisposição genética para o aparecimento das varizes, o que pode variar muito de um indivíduo para o outro. Em casos raros, a ginecologista afirma que as veias dilatadas podem ocorrer por malformações dos vasos sanguíneos e aparecer bem precoces, como na infância e adolescência.

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal

CRM: 52.90682-4

4 DSTs mais comuns nas mulheres. Veja como se prevenir e buscar ajuda!

Para quem iniciou a vida sexual, diversas recomendações acompanham esse momento para preservar sua saúde e bem-estar. Uma das principais é o uso de preservativos, como a camisinha. Isso porque o contato íntimo pode trazer problemas para a sua saúde: as chamadas DST’s. Existem algumas mais comum em mulheres e, para que você conheça um pouco mais sobre elas e como se prevenir, reunimos uma série e informações com profissionais e a ajuda de um infográfico para te manter atualizado sobre o assunto. Entenda tudo agora e previna-se sempre!




 

Você conhece o HPV?

 

Assim como explica o Dr. Waldemar Pereira de Carvalho, a sigla é uma abreviação para papiloma vírus humano. “É um vírus, que tem como principal característica gostar de pele e mucosas, principalmente da região genital humana”, comenta ele. É interessante ressaltar que é possível ter o vírus sem apresentar nenhum sintoma. Contudo, quando eles se apresentam podem ser em forma de coceira ou verrugas.

 

Existem diversos tipos, sendo os mais comuns o 6 e 11, que são as verrugas, e o 16 e 18, que são relacionados ao câncer. “O maior fator de risco é o contato sexual desprotegido, principalmente quando tem múltiplos parceiros (as)”, alerta o médico. Nos Estados Unidos, por exemplo, é estimado que 79 milhões de pessoas sejam portadoras do vírus. Por isso, o uso de preservativo é fundamental para se prevenir. Além disso, há também a vacina.

 

Saiba sobre a Tricomoníase

 

A Tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. “Nas mulheres, ela pode variar desde assintomática até uma doença inflamatória severa e aguda, mas, normalmente, manifesta-se como uma secreção vaginal abundante, bolhosa, de coloração amarelo-esverdeada e com odor fétido”, explica a Dra. Andréia Gozzi. A manifestação da doença costuma acontecer após o período menstrual, por conta da mudança do pH vaginal.

 

Quando há o diagnóstico, é importante investigar a presença de outras DST’s, pois o organismo fica mais suscetível. “Deve-se sempre tratar também o parceiro sexual e manter abstinência sexual durante todo o tratamento para prevenir uma reinfecção”, diz ela. Assim como as demais doenças sexuais, a melhor prevenção é através do uso de preservativos em todas as relações e durante todo o ato sexual. “Procure um ginecologista ao notar alterações no trato genitourinário, mantenha uma boa higiene íntima e seus exames ginecológicos em dia”, completa a médica.

 

O herpes genital é uma DST, sim!

 

Esse quadro é causado pelo vírus herpes simples. Ele é capaz de provocar lesões na pele e mucosa genital. Pode ser caracterizado como tipo 1 ou tipo 2, sendo que, a grande maioria com herpes genital está relacionada ao tipo 2. Segundo a Dra. Lara Somma, a manifestação pode ser clínica primária ou recorrente. “O quadro clássico de primoinfecção herpética é frequentemente precedido por febre, cefaléia, mialgia e adinamia”, esclarece.

Além disso, pode haver ardência ao urinar e dor nas lesões. Já na recorrente é uma infecção menos grave, devido os anticorpos criados. “A melhor maneira de prevenir o herpes genital é usar preservativo nas relações sexuais e evitar múltiplos parceiros”, alerta a ginecologista. E ainda, não compartilhe objetos pessoais, como toalhas e roupas íntimas.

 

Fique atento às Hepatites B e C

 

Outras doenças sexualmente transmissíveis estão relacionadas a dois tipos de hepatite, B e C. Elas são caracterizadas como virais que podem ser assintomática ou sintomática. “Os sintomas podem ser náuseas, vômitos, dor abdominal, febre”, cita a Dra. Roberta Negri. Além da transmissão através do contato íntimo desprotegido, como a relação sexual sem preservativo, a contaminação dessas doenças pode acontecer através de agulhas contaminadas, transfusão de sangue, doação de sêmen e órgãos, ou de mãe para o filho, seja durante a gravidez, parto ou amamentação. Uma maneira eficaz de ficar imune a hepatite B é por meio da vacinação.

 

Dr. Waldemar Pereira de Carvalho, especialista em Endoscopia Ginecológica e Hipeplasia Endometrial na Clínica Endogenics.
CRM: 86113

 

Dra. Andréia Gozzi, Ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

 

Dra. Lara Somma, Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: 52-809730

 

Dra. Roberta Negri, Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM-RJ 85455-7

Sinto ardência após toda relação sexual, mas depois passa. Devo me preocupar?

Toda menina sabe que deve tomar cuidados para ter uma vida sexual saudável. Além de manter as visitas regulares ao ginecologista e tirar dúvidas sobre o assunto, é essencial ter a ajuda dos métodos contraceptivos, especialmente a camisinha, para evitar gravidez indesejada e possíveis doenças. No entanto, após a relação, há meninas que sentem uma ardência na região vaginal. Mesmo que esse incômodo passe depois, será que é preciso procurar ajuda profissional? Para entender o que está acontecendo, veja as explicações da ginecologista Dra. Mariana Conforto. Entenda seu corpo e cuide-se!
 

Preciso me preocupar com a ardência depois da relação sexual?

 

Segundo o médico, sentir ardência depois da relação sexual não é normal. “Sempre deve ser examinada para descartar infecções. Pode ser o caso de algum ressecamento”, destaca a especialista. São diversas as infecções que podem acometer a região íntima da mulher, podendo ser resultado de desequilíbrio de fungos na área, como a candidíase, ou também ter início por conta de uma doença sexualmente transmissível. Por isso, em todas as relações sexuais, não abra mão da camisinha.

 

Nesses casos, é importante procurar o ginecologista?

 

A ardência após a relação sexual, assim como destacado acima, pode estar relacionado ao ressecamento da área ou a presença de um infecção. Por isso, a ida ao ginecologista é muito importante. De acordo com Dra. Mariana, é uma maneira para examinar a paciente para que sejam descartadas as eventuais infecções. Além disso, na consulta é o momento de você tirar todas suas dúvidas sobre sua região íntima e a vida sexual. Para completar, o cuidado de manter as visitas regulares é essencial, pois o profissional pode acompanhar o seu quadro e indicar os tratamentos ideais.

 

Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: 5296454-9

O período de ovulação apresenta sintomas? Veja como identificá-lo

Conhecer as diferentes fases do nosso ciclo menstrual é importante para aprendermos a lidar melhor com ele. O período de ovulação é a fase fértil da mulher, quando a testosterona e o estrogênio estão em níveis altos. Esse momento, assim como os outros dois do ciclo, apresenta alguns sintomas que podem ajudar na hora de identificá-lo. Isso pode ser muito útil, por exemplo, para quem está tentando engravidar, mas também simplesmente para entender porque seu corpo está se comportando de certa maneira. Saiba quais são esses sintomas e descubra como você pode identificá-los!

 

O que é o período de ovulação?
 

O ciclo menstrual costuma durar, em média, 28 dias, mas para algumas mulheres sua duração é de 25 até 35 dias. Ele tem diferentes fases, que acontecem de acordo com as alterações hormonais do nosso corpo. São elas: folicular, ovulatória e lútea.

 

A fase ovulatória, conhecida também como período fértil, é quando os óvulos são liberados, e assim como as outras, ocorre uma vez por mês. “O período de ovulação é aquele em que o óvulo é liberado pelo ovário para ser capturado pela trompa e encontrar com o espermatozóide para uma possível gestação”, esclarece o profissional.

 

Quando ele acontece?

 

Calcular quando o período de ovulação acontece pode ser muito importante tanto para quem está tentando engravidar, quanto para evitar uma possível gravidez, apesar de a tabelinha não ser um método contraceptivo muito confiável, devido às alterações que podem ocorrer. Mas afinal, quando ele acontece? Segundo o ginecologista, o período de ovulação ocorre 14 dias antes da data da próxima menstruação da mulher. “No entanto, é difícil de ser calculado quando a paciente não possui um ciclo menstrual regular”, alerta ele.

 

O período de ovulação apresenta sintomas? Como posso identificá-lo?

 

Normalmente o período de ovulação apresenta sintomas, o que pode ajudar a mulher a saber que está nessa fase fértil. “A paciente pode apresentar secreção vaginal espessa, transparente e sem odor acompanhada ou não de discreto aumento da temperatura corporal”, explica o profissional. Além disso, algumas mulheres também podem apresentar nesse período o aumento da libido, dor pélvica e dores de cabeça.

 

Dr. Ricardo Barbosa Diniz – CRM: 83689| Diretor Clínico do Hospital América de Mauá

| Coordenador do serviço de Ginecologia e Obstetrícia

Se eu usar DIU posso deixar de usar camisinha?

Quando inicia a vida sexual, a mulher é apresentada a diversas opções de anticoncepcionais. O DIU é uma delas, sendo muito popular entre aquelas mais esquecidas ou que não se adaptam à pílula. O dispositivo é inserido no útero, com a ajuda de um profissional confiável. Como não há riscos de esquecer, já que o dispositivo já está colocado, é possível largar o uso de camisinha? Para responder a essa dúvida, o Só Delas conversou com a ginecologista Mariana Conforto.

 

Deixar ou não de usar camisinha?

 

De acordo com as explicações da médica, a camisinha é de extrema importância para se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis. “O DIU não exerce essa função”, ressalta ela. A camisinha um método contraceptivo essencial, pois além de prevenir a gravidez indesejada, é importantíssima por sua função de proteção ao casal. Com o item, a mucosa da região íntima não entra em contato com a outra, sendo a principal maneira de transmissão de doenças, por conta do contato direto. Desta forma, ela continua sendo indicada mesmo para quem faz uso do dispositivo intrauterino.

 

O DIU previne a gravidez indesejada?

 

O DIU é um tipo de método contraceptivo de extrema eficácia. “Portanto, serve para prevenir a gestação indesejada”, comenta a profissional. Existem dois tipos mais populares, que são o de cobre e o hormonal. Através da realização de exames requisitados e avaliação no consultório, o ginecologista indicará o melhor modelo para o seu caso. Dessa maneira,a eficácia do método é mantida. Lembre de manter as visitas regulares para verificar como está sua saúde íntima e também, após determinado período, fazer a troca do DIU.

 

Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: 5296454-9

Você conhece tudo sobre o DIU? Te contamos 5 coisas sobre esse método contraceptivo

Na hora de escolher sobre o melhor método anticoncepcional, é muito importante que se tenha uma consulta com sua ginecologista para que, juntas, vocês cheguem na melhor opção para seu caso. Contudo, muitas mulheres têm optado cada vez mais pelo DIU. “Ele é inserido dentro do útero da paciente pelo médico ginecologista”, define a Dra. Andréia Gozzi. O DIU se apresentar em três tipos: Mirena, DIU de cobre e DIU de cobre+prata. Pensando nisso, o Só Delas te conta agora mais sobre esse método e destacou 5 vantagens.


 

O DIU pode ser usado por qualquer mulher?

 

De acordo com as explicações da profissional, o DIU é inserido pela via vaginal da mulher. Por isso, ela não pode ser mais virgem para fazer uso desse método. Além disso, para tomar a decisão e optar por ele, alguns outros pontos precisam ser avaliados antes. Dra. Andréia destaca que o padrão de sangramento, tamanho uterino e número de parceiros são alguns exemplos. “Mas, de uma maneira geral, a maioria das mulheres podem sim fazer uso, até mesmo as que nunca engravidaram”, completa ela.

 

Você conhece as vantagens do DIU?

 

O DIU é um método contraceptivo que vem sendo uma opção para diversas mulheres. Em especial, é possível destacar as pacientes que esquecem de tomar a pílula ou acabam passando mal por conta dela. E então, as vantagens são inúmeras do método. A ginecologista ressaltou cinco vantagens do DIU: custo-benefício; longa duração; alta eficácia contraceptiva; efeito não depende da própria paciente; e também pode ser usado no tratamentos de algumas patologias uterinas, como a endometriose, com medicamentos em conjunto ao uso.

 

DIU aumenta o fluxo menstrual?

 

Segundo a Dra. Andréia, o DIU de cobre e o de cobre+prata podem aumentar um pouco o fluxo menstrual. Além disso, esses dois tipos podem causar sangramento no meio do ciclo, conhecido como spotting. Por isso, normalmente não é indicado para pacientes que já apresentam um fluxo aumentado. “Cada caso deve ser individualizado para pesar o benefício do método”, explica ela. Enquanto isso, o DIU com hormônio pode, na maioria dos casos, ser capaz de diminuir ou até mesmo cessar o sangramento.

 

Fique atenta ao tempo de troca

 

Diferentemente da pílula anticoncepcional, o DIU é um método que não depende da atenção diária da paciente, já que está dentro do seu corpo atuando. Mas, é preciso fazer a troca do dispositivo de tempos em tempos. “A maioria dos DIU´s com cobre tem duração de 10 anos, mas existem alguns de tamanhos menores com duração de 5 anos”, orienta a profissional. O DIU medicado, conhecido como Mirena, é um dos que precisam ser trocados no período de cinco anos. Por outro lado, há casos de pacientes que apresentam rejeição do organismo a esse método e, então, a troca precisa ser feita antes do tempo.

 

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Conheça aqui os tratamentos para candidíase vaginal

Mesmo o ginecologista ou a mãe tendo avisado diversas vezes, você ainda comete uns deslizes com os cuidados com a região íntima. Ficar muito tempo com o biquíni molhado é um exemplo muito comum. E esses, como outros descuidos, podem influenciar o aparecimento da candidíase vaginal. Esse quadro é recorrente entre as pacientes, por isso, é importante saber como é possível se cuidar e prevenir. A ginecologista Lívia Migowski trouxe explicações sobre os tratamentos para os casos de candidíase vaginal.

 

Entenda mais sobre a candidíase vaginal

 

O quadro de candidíase vaginal é caracterizado como uma síndrome. Os sintomas referentes ao caso são corrimento vaginal grumoso e branco, coceira na vulva, inchaço dos pequenos lábios e ardência para urinar. E ainda, em algumas pacientes, há desconforto na relação sexual. “A candidíase aparece por um desequilíbrio nos microorganismos que habitam a vagina, o que acaba favorecendo o aumento do número de fungos, principalmente a cândida albicans”, esclarece a médica. A cândida habita na vagina, normalmente. No entanto, ela é caracterizada por seu pequeno percentual e, quando há um aumento, torna-se a candidíase. É importante definir que o quadro não é uma doença sexualmente transmissível.

 

Conheça os tratamentos para candidíase vaginal

 

Segundo a profissional, o tratamento da candidíase vaginal tem como base o uso de medicações fungicidas. “A via preferencial é a vaginal, ou seja, através de cremes ou óvulos vaginais”, comenta ela. Além disso, há tipos de fungicidas que são de uso único e outros que são usados por mais tempo, como durante o período de dez dias. Outra opção são os comprimidos fungicidas orais. Esses medicamentos são reservados para as pacientes que apresentam candidíase de repetição ou quando há falhas nos resultados do método via vaginal.

 

Fique de olho nos fatores que influenciam nesse quadro

 

A candidíase vaginal pode aparecer quando a paciente apresenta uma deficiência do sistema imunológico. “Como quando estamos doentes, com gripe, estressados ou em casos mais incomuns com doenças como HIV/AIDS ou câncer”, exemplifica Dra. Lívia. Um caso comum do início da candidíase é após o uso de antibióticos. Isto porque, como o medicamento consegue eliminar as bactérias da vagina, ele também favorece o aumento dos fungos. “Algumas doenças como diabetes também aumentam o risco de candidíase”, completa a médica.

 

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Existe cura para a tricomoníase? Entenda sintomas e riscos da doença

A tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível que atinge muitas mulheres. Por ser assintomática em alguns casos, seu diagnóstico pode ser mais complicado. Para evitar dúvidas e possíveis riscos, é essencial manter consultas regulares ao ginecologista, além de ter os exames sempre em dia. Conversamos com a profissional da área Bárbara Murayama, que nos ajudou a entender melhor esse quadro e como pode ser feito seu tratamento.


 

O que é tricomoníase?

 

Existem diferentes tipos de doença que podem afetar a região íntima, por isso devemos ter sempre muito cuidado com a saúde e nos proteger. Entre elas, está a tricomoníase, que pode ocorrer tanto em mulheres quanto em homens. “Essa é uma doença sexualmente transmissível causada pelo protozoário chamado Trichomonas Vaginalis”, explica a profissional.

 

A tricomoníase pode não apresentar sintomas

 

O mais complicado é que muitas das vezes essa doença pode não apresentar nenhum indício. “Muitas mulheres, até metade das que contraem tricomoníase, podem não ter nenhum sintoma”, afirma Bárbara. Por isso é essencial sempre manter os exames atualizados, além das consultas regulares ao ginecologista. Dessa forma, a doença poderá ser identificada, mesmo que não mostre sinais.

 

Segundo a profissional, quando aparece, o sintoma mais comum na mulher é o corrimento, que pode ser esverdeado e mal cheiroso. “Ele pode também ser acompanhado de sintomas urinários como urgência e ardência para urinar”, diz ela. Além disso, dor pélvica, dor na relação sexual, coceira, inchaço e vermelhidão nos genitais também podem ser indicadores desse quadro.

 

Quais são os riscos da tricomoníase?

 

A tricomoníase, como foi dito anteriormente, se trata de uma doença sexualmente transmissível, causando os sintomas descritos e podendo contaminar outras pessoas, com quem se tenha relações sexuais. “Além disso, ela pode causar inflamação do colo do útero e também favorecer a contaminação com outras DSTs”, alerta Bárbara.

 

Existe tratamento para essa doença?

 

A boa notícia é que sim, existem formas de tratar esse quadro! “O tratamento inclui antibióticos por via oral via vaginal”, diz ela. Além disso, não se pode esquecer de tratar também o parceiro, mesmo que ele não apresente nenhum sintoma. Segundo a ginecologista, mesmo sem a manifestação de nenhum sinal, ele ainda pode ter a doença e também transmiti-la, até mesmo de volta para a parceira que já tenha realizado o tratamento.

 

Dra. Bárbara Murayama
Ginecologista

CRM: 112527

Miomas uterinos: causas, sintomas e tratamentos

Principalmente após a primeira menstruação, as visitas ao ginecologista se tornam uma importante tarefa. Dessa maneira, o profissional pode avaliar sua região íntima e ajudar a manter sua saúde em dia. Além disso, as consultas contribuem para o diagnóstico precoce e, assim, dar logo início ao tratamento. Nesses casos, é possível destacar os quadros de miomas uterinos. Entenda o que caracteriza as pacientes com esse problema e como é possível tratar. Veja as explicações do Dr. Ricardo Barbosa Diniz.


Você conhece as causas dos miomas uterinos?

 

O mioma é a designação dada a uma tumoração benigna do útero. Ele também pode ser conhecido como fibroma ou leiomioma. “Atinge cerca de 50% das pacientes em idade entre 30 e 50 anos. Muito raramente estão associados com malignidade”, comenta o médico. Segundo o profissional, não existe um motivo exato para a causa desse quadro. Entretanto, alterações genéticas e fatores hormonais podem contribuir para o aparecimento dele. É possível também destacar a hereditariedade e raça. “Apesar das pesquisas, não existe evidências comprovadas de forma de prevenção”, destaca ele.

 

Saiba quais são os sintomas desse quadro

 

Em alguns pacientes o problema é caracterizado como assintomático, ou seja, não se queixam de incômodo algum. Por outro lado, há aqueles que sentem fraqueza, resultado da anemia por sangramentos excessivos. “Podemos ter diferentes localizações para o mioma uterino e esse é um dos motivos que propicia os diferentes sintomas”, esclarece Dr. Ricardo. Veja as classificações:

 

- Mioma submucoso: localiza-se dentro da cavidade uterina. “Costuma ser responsável por sangramentos intensos, em casos extremos pode ser expelido pelo organismo (mioma parido)”, caracteriza ele;
 

- Mioma intramural: quando está no miométrio, a musculatura uterina. Segundo o ginecologista, é o tipo mais frequente e pode ter relação com a sensação de peso, aumento do fluxo e volume uterino;
 

- Mioma subseroso: localizado na porção externa do útero, para dentro da cavidade abdominal. “Pode ser pediculado ou não e não costuma estar relacionado a grandes perdas de sangue”, completa.

 

Como é realizado o tratamento de miomas uterinos?

 

Assim como explica Dr. Ricardo, o diagnóstico é feito através da avaliação do quadro clínico, verificando os sinais, sintomas relatados e exame de ultrassonografia. “Em alguns casos precisa ser realizado complemento diagnóstico com ressonância nuclear magnética e/ou histeroscopia”, diz ele. Dessa maneira, o tratamento vai depender da idade, sintomas, localização e tamanho do mioma. “Pode ser tratado com anticoncepcional (preferencialmente a base de progesterona), DIU de progesterona, anti-inflamatórios, análogos (medicação que simula um quadro de menopausa) e cirurgicamente”, indica. Como nem sempre o útero poderá ser preservado, é importante conversar com a paciente e avaliar seu desejo de engravidar, o que também pode influenciar na escolha de como solucionar o problema.

 

Dr. Ricardo Barbosa Diniz – CRM: 83689| Diretor Clínico do Hospital América de Mauá

| Coordenador do serviço de Ginecologia e Obstetrícia

Desequilíbrio hormonal: quais as consequências desse problema para o organismo feminino

A taxa de hormônios é uma característica importantíssima para o funcionamento do corpo. No caso feminino, por exemplo, sempre que a médica pede um exame de sangue ela dá uma conferida nesses números. O estrogênio e progesterona são os mais conhecidos. Mas, e quando esses níveis estão desequilibrados? Saiba sobre as consequências desse quadro para o organismo com as explicações da ginecologista Andréia Gozzi.


 

Conheça os fatores que podem influenciar o desequilíbrio hormonal

 

Segundo a médica, os principais hormônios femininos são produzidos no cérebro, pelo hipotálamo e hipófise, e nos ovários. “Portanto quando ocorre alguma falha de mecanismo destes órgãos,  pode haver uma produção em excesso ou diminuída dos hormônios, causando o desequilíbrio”, esclarece ela. As alterações geralmente ocorrem nos níveis de progesterona, estrogênio e testosterona. São inúmeros fatores que podem influenciar o desequilíbrio. A profissional destacou alguns exemplos: pílulas anticoncepcionais, certos medicamentos, estresse, alimentação desregrada, sedentarismo, atividade física em excesso, uso de álcool e drogas, alguns tipos de câncer e o avanço da idade.

 

Quais são as consequências do desequilíbrio hormonal para o organismo?

 

É importante destacar que esse quadro pode acontecer em pacientes de qualquer idade. Entretanto, os casos mais comuns acabam ocorrendo após a primeira menstruação até a menopausa. Por isso, é preciso ficar atenta em qualquer momento da vida. “Os efeitos podem ser diversos, como ganho de peso, dificuldade para emagrecer, aumento de acne e pelos corporais, alterações menstruais, ressecamento vaginal, insônia, alterações de humor”, destaca Dra. Andréia.

 

Como são feitos os tratamentos desses casos?

 

Assim como destaca a ginecologista, o tratamento vai depender de uma investigação minuciosa do desequilíbrio. Dessa maneira, a causa vai ser descoberta e solucionada, resultando nos níveis hormonais de volta à sua taxa normal. “Mas nem sempre se descobre a causa, e aí o tratamento é focado em corrigir os sintomas gerados”, comenta a médica. E ainda, há muito casos em que o quadro de desequilíbrio pode ser corrigidos através de terapias hormonais.

 

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

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