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Protetor diário não abafa! Experimente a versão respirável de CAREFREE® TodoDia

Após a menarca, toda mulher começa a aprender sobre a sua menstruação, como é seu fluxo e qual o melhor absorvente para esses momentos. Com esses aprendizados é possível levar os dias de menstruação de forma mais tranquila. Entretanto, quando a menstruação acaba os cuidados continuam, mas de forma diferente. E existe uma super ajuda para todos os demais dias do mês. O protetor diário é um item essencial na necessaire, pois não abafa e não faz mal à saúde íntima. O Só Delas veio te contar mais sobre o CAREFREE® TodoDia. Tenha uma rotina tranquila com a calcinha limpa o dia inteiro!

 

Protetor diário não é um mini absorvente

 

O protetor diário foi desenvolvido para ajudar na correria do dia a dia, deixando sua região íntima protegida. Com ele, o suor e secreções vaginais são absorvidos ao longo do dia, deixando sua calcinha limpa. Isto porque o produto é capaz de absorver a umidade do local, impedindo que a roupa íntima fique úmida. Além disso, ele não abafa e a região vai respirar tranquilamente! #superfresca.

 

Não confunda-o com um mini absorvente. Para esses casos você pode contar com CAREFREE® Proteção, indicado para usar no início e fim da menstruação, quando o fluxo, geralmente, está apenas um borrão.

 

Conheça outras vantagens do CAREFREE® TodoDia

 

O protetor diário pode ser um dos seus melhores companheiros na rotina. Com CAREFREE® TodoDia, sua região íntima vai ficar protegida e respirável, com a sensação de que você está usando somente a calcinha. O produto é 10x mais respirável comparado com CAREFREE® Proteção, e a transpiração diária é absorvida por inteiro, assim como os leves corrimentos, basta lembrar de fazer trocas ao longo do dia. Para completar, além de não abafar, CAREFREE® TodoDia é capaz de neutralizar possíveis odores da região. O item não sai do lugar, podendo ser usado em qualquer modelo de calcinha. Pode fazer suas tarefas tranquila porque sua região íntima está sendo cuidada ;).

Corrimento, coceira e mau odor: veja os principais sintomas de uma infecção vaginal

A vagina é repleta de microorganismos, como bactérias e fungos. A infecção vaginal acontece quando há um desequilíbrio na proporção entre esses microorganismos por diversos fatores ou quando ocorre contaminação por um agente infeccioso, transmitido durante a relação sexual sem preservativo. O resultado disso são incômodos como corrimento, ardência, coceira e mau odor na região íntima. Conversamos com a ginecologista Lívia Migowski para saber mais sobre esses sintomas e o que pode influenciar o surgimento desse quadro.


 

Quais fatores podem influenciar o aparecimento de infecções vaginais?

 

Segundo a médica, nas infecções causadas pelo desequilíbrio da microbiota (conjunto de microorganismos) saudável da vagina podemos citar como fatores de risco o tabagismo e a mudança no pH vaginal, que pode ocorrer com o excesso de menstruação ou uso de duchas vaginais, por exemplo. “As bactérias que estão em menor número passam a dominar o ambiente vaginal, levando à famosa vaginose bacteriana, onde a mulher apresenta corrimento com odor fétido e coceira”, esclarece.

 

A candidíase vaginal também pode ocorrer como fruto de um desbalanço entre esses microrganismos, explica a especialista: “A cândida é um fungo que é encontrado na flora vaginal e pode proliferar quando usamos antibióticos de largo espectro (por exemplo, para tratar uma sinusite), uso de roupas molhadas em contato com a região íntima, baixa imunidade, estresse e diabetes”, afirma.

 

Já nas infecções pelas doenças sexualmente transmissíveis, a ginecologista explica que a contaminação ocorre necessariamente por um contato íntimo (com ou sem penetração vaginal) com um indivíduo contaminado, se a relação não for protegida com o preservativo. Como infecções vaginais sexualmente transmissíveis podemos citar tricomoníase, gonorreia e clamídia.

 

Quais são os principais sintomas de uma infecção vaginal?

 

De acordo com a Dra. Lívia, o principal sintoma é o corrimento vaginal. No entanto, também podem haver sintomas associados como ardência, coceira, inchaço dos pequenos lábios, dor na relação sexual, ardência para urinar ou dor abdominal. Para evitar o problema, a recomendação é fazer uma higiene correta com sabonete íntima e nunca usar a ducha para fazer a higienização vaginal, evitar usar biquínis e maiôs úmidos por muito tempo e dar preferências por calcinhas de algodão, que abafam menos a região.  

 

Como é feito o tratamento?

 

Ao perceber os sintomas, a recomendação é procurar seu ginecologista para fazer uma avaliação. O profissional irá colher uma amostra do corrimento para análise no microscópio. Com o diagnóstico correto, o tratamento deverá ser direcionado para o tipo de infecção. Pode ser feito com cremes vaginais, comprimidos orais ou injeção, vai depender de cada caso. Por isso, a avaliação médica é fundamental para descobrir o melhor caminho.  

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Benefícios da pílula anticoncepcional de uso contínuo. Veja indicações e cuidados

A pílula é um dos métodos anticoncepcionais muito utilizados pelas mulheres, e deve ser sempre recomendado por um ginecologista. Normalmente, ela deve ser tomada por 21 ou 28 dias, parando para 7 ou 4 dias de pausa, que é o momento em que a mulher menstrua. Mas esse tipo de anticoncepcional também pode ser usado de forma contínua, e isso pode trazer benefícios principalmente em alguns casos específicos. Entenda como funciona esse tipo de pílula e quais são suas indicações e cuidados necessários!


 

O que é a pílula anticoncepcional de uso contínuo?

 

A pílula anticoncepcional de uso contínuo é quando ela é usada diariamente, emendando uma cartela na outra, sem pausa. “Portanto, com ela não haverá aqueles 7 ou 4 dias de pausa, onde normalmente ocorre o sangramento menstrual”, explica a ginecologista e obstetra Livia Migowski.

 

Benefícios do uso da pílula anticoncepcional de forma contínua

 

Segundo Livia, o uso da pílula no modo contínuo pode apresentar benefícios para algumas mulheres, como aquelas que apresentam sintomas pré-menstruais, entre dores de cabeça, dor nas mamas, irritabilidade e cólica. “Por fim, quando usamos a pílula diariamente e nos esquecemos de tomar algum comprimido da cartela, a chance do método falhar, ou seja, a chance de engravidar é menor”, afirma ela.

 

Pílula de uso contínuo e seus riscos

 

A profissional afirma que todas as pacientes que podem fazer uso de pílula também podem escolher usá-la de forma contínua. “Isso serve para os outros métodos hormonais com estrogênio e progesterona, como anel vaginal e adesivo”, diz ela. Não existe até o momento nenhuma comprovação de efeitos adversos com o uso contínuo da pílula. “A princípio o risco de trombose e de câncer de mama é o mesmo comparado ao uso da pílula com intervalo de 7 dias”, esclarece.

 

Conheça os principais cuidados a serem tomados nesse caso

 

As mulheres que optam por não menstruar por meio do uso desse tipo de pílula devem ter os mesmos cuidados que aquelas que usam o método com os dias de pausa. “Antes de iniciar qualquer método é importante uma avaliação global da mulher pelo ginecologista”, recomenda ela. Nesse momento o médico deverá conferir se existe alguma contraindicação para aquele método para a paciente, ensinar como usar e tirar todas as suas dúvidas.  

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal

CRM: 52.90682-4

De quanto em quanto tempo deve-se trocar o anel vaginal? Ele só pode ser colocado por um ginecologista?

A pílula é o método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres. Porém, ela não é a única opção de anticoncepcional. Além do DIU, existem outras opções que também são inseridas na região íntima da mulher, como o anel vaginal. “É um dispositivo anticoncepcional hormonal, em forma de anel flexível, contendo estrogênio e progesterona”, caracteriza a ginecologista Dra. Bárbara Muyarama. Para entender mais sobre o dispositivo, conversamos com a médica e tiramos algumas dúvidas.

 

Qualquer paciente pode usar anel vaginal?

 

De acordo com a profissional, o método contraceptivo não é indicado para todas as mulheres. Para quem já tem uma vida sexual ativa pode ser avaliada para iniciar o uso do anel vaginal. “Mas é preciso avaliação individualizada para verificar se a mulher tem alguma contraindicação absoluta ou relativa para uso de método”, destaca ela. Hipertensão e antecedentes de trombose são alguns fatores investigados. Outra questão a ser levada em consideração, como ressalta Dra. Bárbara, é a dificuldade de algumas pacientes em manusear o dispositivo.

 

É verdade que o anel vaginal só pode ser colocado pelo ginecologista?

 

Diferente do DIU, que é um método contraceptivo inserido no útero da mulher e necessita de um procedimento em consultório, o anel vaginal não precisa ser colocado pelo profissional. Como afirma Dra. Bárbara, a tarefa é bastante simples e a paciente deve aprender a realizar sozinha a troca. “A ginecologista pode e deve orientá-la quando prescrever a medicação e esclarecer suas dúvidas”, esclarece. Durante a consulta, é o momento de entender tudo sobre o método, desde os efeitos colaterais até a maneira adequada de colocação.

 

Fique atenta ao período de troca do anel vaginal

 

O anel vaginal deve ser trocado uma vez ao mês. A indicação é retirar o método contraceptivo após três semanas de uso. Caso a paciente queira fazer a pausa para menstruar, é preciso ter atenção ao tempo correto. “A mulher ficará até 7 dias sem o anel, quando deverá colocar um novo dispositivo”, explica a médica. O cuidado com a data correta de troca do método, de acordo com as orientações do profissional, é essencial para a eficácia do mesmo.

 

Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista

CRM: 112527

Da boxer à tanga, CAREFREE® TodoDia Flexi se adapta a todos os tipos de calcinha!

Cada ocasião pede um estilo de roupa diferente que se adeque à situação. Mais arrumada ou confortável, sóbria ou lacradora... Mas tem uma peça de roupa que nós nunca deixamos de lado: a calcinha. Nossa fiel companheira nos acompanha durante todos os dias, e existem alguns cuidados especiais que podemos ter por ela. Lavar com um sabão adequado, secar em local arejado e usar um protetor diário estão entre eles. Para dar um plus nesses cuidados, CAREFREE® TodoDia Flexi é ideal para essa tarefa, e pode ser usado com qualquer um dos modelos dessa peça. Saiba mais!

 

CAREFREE® TodoDia Flexi se adapta a qualquer tipo de calcinha

 

Esse item que está presente no armário de todas as mulheres e existe em diferentes tipos de modelos e tecidos. A clássica tanga, nem muito grande nem tão pequena, a boxer, um pouco maiorzinha para quem busca conforto, o fio dental para ocasiões especiais e até a do tipo modeladora são algumas das opções disponíveis. Além disso, elas podem ser de diversos tipos de tecido como seda, renda e algodão. Esta última sendo a mais recomendada pelos ginecologistas, pois mantém a região arejada. Não importa qual seja a escolhida por você, o CAREFREE® TodoDia Flexi se adapta perfeitamente, até às mais fininhas. Isso acontece porque ele é mais fino e flexível, com bordas dobráveis para facilitar o ajuste, ficando no lugar certo e te deixando perfeitamente confortável.

 

Use CAREFREE® TodoDia Flexi e proteja a sua calcinha evitando contato com a umidade

 

Na correria da rotina, muitas vezes passamos o dia inteiro na rua. A calcinha tem o papel de proteger nossa região íntima durante todo esse tempo. A umidade nessa região é normal e está presente em todas as mulheres, podendo ser composta por secreções naturais do ciclo ou pela própria transpiração. CAREFREE® TodoDia Flexi evita o contato dessa umidade não somente com você, mas também com a calcinha, preservando mais a sua peça íntima. Dessa forma, ele traz uma sensação de conforto e frescor durante todo o dia, mantendo sua calcinha limpa e seca, e você, mais confortável e segura.

 

CAREFREE® TodoDia Flexi pode ser usado todos os dias

 

Além de servir para todas as calcinhas,  CAREFREE® TodoDia Flexi também pode ser usado todos os dias. Ele é feito com esse propósito, por isso possui uma camada 3x mais respirável do que o CAREFREE® Proteção, que é recomendado para início e finzinho de menstruação. Portanto, ao contrário do que se possa pensar, ele não abafa, já que é feito de material respirável. Esse protetor neutraliza os odores naturais da região íntima e absorve a umidade, podendo ser usado sem nenhuma preocupação. Só não se esqueça de trocá-lo algumas vezes durante o dia!

3 motivos que explicam por que o protetor diário traz mais confiança e conforto para o seu dia

Acordar cedo, sair para trabalhar ou estudar, e voltar tarde para casa. Essa é a realidade de grande parte das mulheres nos dias de hoje. A correria, na maioria das vezes, já faz parte da nossa rotina, e no meio disso tudo se torna cada vez mais difícil tirar um tempo para cuidar do nosso corpo e bem-estar. No meio desse dia a dia agitado, as secreções e odores vaginais, comuns do corpo feminino, podem acabar gerando uma sensação de desconforto. Nesse momento, o protetor diário é um item valioso que pode te ajudar a seguir com muito mais confiança! Veja 3 motivos que explicam os benefícios trazidos por ele.

 

1) Evita contato com secreções

 

É normal para toda mulher ter uma secreção natural, que vai variar de acordo com a fase do ciclo menstrual em que ela se encontra. Após a menstruação, essa secreção pode ser transparente ou ainda um pouco amarelada por ainda ter algum resquício de sangue. Já no período fértil, ela é mais fluida, com uma textura gelatinosa. Depois do período fértil, ela se torna branca e mais espessa. Até mesmo as mulheres que usam pílula podem apresentar secreção, que costuma ser desse último tipo. O protetor diário a absorve, fazendo com que você se sinta bem mais limpa durante todo o dia. Ele ter protege ainda do contato com a transpiração, fazendo com que fique muito mais confortável.

 

2) Mantém a região arejada

 

O protetor diário não deixa a região íntima abafada. Pelo contrário, ele é feito com material respirável, que permite a ventilação dessa região, por isso é recomendado para ser usado todos os dias. Além disso, ao te proteger do contato com secreções e umidade, a sensação de frescor com ele vai ser ainda maior. Só é preciso ter atenção, porque o mesmo protetor não deve ser usado o dia inteiro, então não esqueça de trocá-lo!

 

3) Ajuda a neutralizar odores

 

Os odores vaginais são características naturais no corpo da mulher, e não significam um problema. Existe um certo tabu sobre isso, e muitas meninas sentem vergonha desse cheiro. Não existe motivo para se sentir incomodada! Toda vagina tem um odor característico, e ele só vai significar algum problema caso fique diferente do normal, ou seja, acompanhado de outro sintoma. Geralmente ele vai ser pouco perceptível. No entanto, se você vai passar muito tempo fora de casa, se estiver usando roupas muito justas ou de tecidos que não permitem transpiração, e nos dias quentes ele pode se tornar mais forte. Por isso o protetor diário é ideal para ajudar a neutralizar esses odores, evitando que se tornem um incômodo.

Não me adaptei ao anticoncepcional. O que devo fazer?

Atualmente, existem diversas opções de métodos anticoncepcionais, especialmente para o uso feminino. Vale lembrar que a camisinha é indispensável em qualquer relação sexual, pois é a única que protege você das DST’s. É importante conversar com seu ginecologista e então avaliar qual é a opção de anticoncepcional mais indicada para seu caso. Mas, pode acontecer da paciente não se adaptar ao método. Para entender o que fazer nesses casos, veja as orientações da ginecologista Dra. Bárbara Muyarama.


 

Há sintomas que indicam a não adaptação ao anticoncepcional

 

Da mesma maneira como acontece com qualquer outro remédio ou tratamento, há um período de adaptação do corpo com o novo composto, e o mesmo acontece com o anticoncepcional. Segundo a médica, esse tempo é em torno de três a quatro meses para a maioria dos métodos hormonais. No entanto, o corpo também dá sinais quando a pílula não está cumprindo com a proteção esperada.

 

“Os sintomas desagradáveis podem ser desde  enjoos, vômitos, dores de cabeça, dores nas pernas, questões vasculares como aumento de vasinhos nas pernas, também sintomas relacionados à queda da libido, sangramento irregular”, exemplifica a profissional. Outras possibilidades, dependendo do método, também podem ser acne e oleosidade, tanto do cabelo como da pele. A apresentação dessas características está relacionado diretamente a diversos fatores, como a combinação hormonal do anticoncepcional e estilo de vida.

 

O que deve ser feito se não houve adaptação ao anticoncepcional?

 

De acordo com Dra. Bárbara, quando não acontece a adaptação da paciente ao anticoncepcional indicado, o procedimento é o mesmo de qualquer outra medicação. Ou seja, é preciso que uma consulta seja agendada caso a mulher não esteja se sentindo bem. O ginecologista irá avaliar o quadro e descobrir o que está acontecendo.

 

“Nem sempre é necessário trocar a medicação, pois, frequentemente, orientações e algumas medicações ou outros tratamentos temporários podem ser suficientes”, destaca ela. Por outro lado, há situações em que é preciso sim suspender ou trocar o método. Converse com seu ginecologista para descobrir o melhor caminho.

 

Dra. Bárbara Murayama
Ginecologista

CRM: 112527

Posso ter relação sexual durante o tratamento de alguma infecção vaginal?

As infecções vaginais podem ter diferentes agentes causadores e. consequentemente. diversos sintomas. Corrimento e odor mais forte costumam estar entre eles, por isso é muito importante estarmos sempre atentas à nossa saúde íntima e conversar com o ginecologista no caso de qualquer mudança. Você descobre que está com um tipo de infecção e seu médico recomenda um tratamento adequado para o seu caso. Uma dúvida que pode surgir nesse momento é: preciso evitar relações sexuais durante esse tratamento? A ginecologista Bárbara Murayama conversou com o Só Delas sobre essa questão!


 

Entenda o que são as infecções vaginais

 

As infecções vaginais são doenças que ocorrem na região íntima da mulher e são causadas por microorganismos. “Existem diversas infecções que acontecem os genitais externos que incluem a vulva que é a parte externa, a vagina e o colo do útero”, afirma a profissional. Algumas dessas infecções são sexualmente transmissíveis, são as famosas DST's.

 

Entre as infecções mais comuns, Bárbara destaca a candidíase, que se manifesta geralmente com corrimento e coceira. Ela não é considerada uma DST, apesar de poder ser transmitida por meio do sexo, pois esse não é seu único meio de contágio e por não ser de tão alta gravidade. “Outra bastante frequente é a vaginose bacteriana, que também não é considerada DST e geralmente se manifesta com corrimento e odor fétido”, afirma ela. A tricomoníase também está entre as mais comuns e normalmente provoca um odor forte na região.

 

Posso ter relação sexual durante o tratamento de uma infecção vaginal?

 

A relação sexual durante o tratamento da infecção não é ideal. “Frequentemente faz parte do tratamento não ter relações durante o uso das medicações”, afirma ela. Caso a relação aconteça, o tratamento pode não ser eficaz, e pode até mesmo ocorrer uma piora do quadro. No caso de DSTs, também existe risco de transmissão para os parceiros sexuais. “Além disso, ter relações sexuais em vigência de infecções facilita o contágio com outras DST’s, caso a mulher entre em contato com alguma”, alerta a profissional.


 

Como é possível tratar essas infecções?

 

Cada tipo de infecção tem seus agentes específicos, portanto cada uma delas terá tratamento diferenciado. “Pode envolver cremes vaginais, medicações por via oral, orientações de higiene e de prevenção de DSTs”, lista a ginecologista. Dependendo de qual seja a infecção, pode ser necessário tratar também o parceiro sexual, pois ele pode ter contraído esse quadro e até mesmo passá-lo outra vez para a paciente.


 

Dra. Bárbara Murayama
Ginecologista

CRM: 112527

Higiene íntima após o sexo é muito importante. Entenda por quê!

Ao se iniciar a vida sexual, isso implica também em certas responsabilidades que devemos ter com o nosso corpo e saúde íntima. Entre os cuidados essenciais estão o uso de preservativos, manter consultas regulares com o ginecologista e ter todos os exames em dia. Além disso, uma outra atitude que é bem simples, porém muito importante, é realizar a higiene íntima após o sexo. Você sabia que essa limpeza pode evitar possíveis doenças? Conversamos com a ginecologista Carolina Ambrogini para entender melhor essa relação e saber como ela deve ser feita.


 

Qual a importância da higiene íntima após o sexo?

 

Durante o banho e após ir ao banheiro é essencial fazer uma boa higiene íntima. Mas não é só nesses momentos que ela é importante! Após uma relação sexual, é recomendado que se realize essa limpeza. Isso é importante para evitar infecções que possam ser causadas por bactérias que são transportadas durante sexo.

 

É importante lembrar, no entanto, que essa limpeza após a relação não previne contra doenças sexualmente transmissíveis. “As DSTs só são prevenidas com preservativo e não com higiene”, alerta a profissional.

 

Como deve ser feita a higiene nesse momento?

 

Não basta só saber que essa limpeza deve ser feita, é muito importante que a higiene nesse momento seja realizada da forma adequada. “A mulher deve urinar após o sexo para evitar infecções urinárias, que pode ocorrer quando as bactérias dela própria, de origem intestinal, entram na bexiga por conta da relação sexual”, explica Carolina. Depois disso, se ela se sentir incomodada pode também lavar ou passar um lenço umedecido apenas externamente na vulva. “Banho não é obrigatório e duchas vaginais internas são proibidas”, alerta ela.

 

Cuidado com o chuveirinho!

 

A higiene após o sexo deve ser feita, portanto, com o xixi e a limpeza externa da área. Mas neste momento, nem pensar em usar o chuveirinho! “As duchas internas são proibidas nessa hora por alterarem a flora e por fazerem com que bactérias nocivas que eventualmente foram transmitidas pela relação sexual cheguem até o útero, causando uma infecção mais grave”, explica a ginecologista.

 

Exagerar na hora da higiene também não traz benefícios para sua saúde íntima, sendo possível até mesmo que provoque problemas. “O esperma não é contaminado por bactérias, apenas se o homem tem uma DST, mas lavar-se em abundância não vai prevenir uma doença”, reforça. Lavar demais pode alterar a flora vaginal que esteja normal, podendo então, levar ao surgimento de infecções.


Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

Endometriose pode levar à infertilidade. Ginecologista fala em que faixa etária ela costuma dar sinais e como diagnosticar a doença

Sente forte cólicas? Para muitas meninas, a chegada dos dias próximos à menstruação podem ser acompanhados de muita dor. Isso porque, para elas, o incômodo é ainda maior, acima do considerado normal. Essas pacientes apresentam um quadro de endometriose, doença caracterizada pelo crescimento de tecido endometrial fora do útero. Além dos sintomas indesejáveis, o quadro pode estar relacionado à infertilidade da mulher, você sabia? Veja as explicações da ginecologista Dra. Mariana Conforto sobre o assunto e conheça os sinais do problema.


 

Como a endometriose afeta a fertilidade da mulher?

 

Assim como caracteriza a médica, a endometriose é uma inflamação crônica. A doença apresenta o tecido endometrial, que deveria se manter no endométrio, em outras partes, fora da cavidade uterina. “Portanto, deve ser investigada e diagnosticada corretamente”, comenta. Por esse motivo, e sua localização, a endometriose influencia diretamente na fertilidade da mulher, podendo dificultar a realização da gravidez.

 

Qual é a idade que a endometriose costuma dar sinais?

 

O diagnóstico é um momento crucial para iniciar o tratamento adequado para a endometriose. “Um bom exame físico, anamnese e a ressonância auxiliam muito o diagnóstico e tratamento”, esclarece Dra. Mariana. Os sinais da doença, segundo a ginecologista, usualmente aparecem entre os 25-35 anos. E então, é de suma importância iniciar o tratamento. Para isso, o médico pode indicar o uso de medicamentos e até cirurgia. “Porém, cada caso deve ser visto e decidido individualmente”, completa ela.

 

Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: 5296454-9

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