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Diu, camisinha, pílula anticoncepcional: conheça os tipos de métodos contraceptivos que existem

Não existe só pílula anticoncepcional e camisinha para evitar a gravidez, sabia? Encontramos no mercado diversos métodos contraceptivos para quem tem a vida sexual ativa e não quer saber de bebês tão cedo. Na lista do Só Delas falamos da injeção, do adesivo e até do implante para você levar ao seu ginecologista e ele dizer o que funciona para o seu estilo de vida. Confira!

 

1) Pílula anticoncepcional
 

O método que faz parte da vida da maioria das mulheres, a pílula oral tem tantas composições e dosagens, que deve ser indicava especificamente de acordo com a saúde de cada mulher. No dia a dia, o uso é bem simples: deve-se ingerir uma pílula por dia, sempre no mesmo horário, durante 21 dias. No intervalo de uma semana entre uma cartela e outra é que a sua menstruação vai chegar, mesmo dia em que você volta com a nova cartela da medicação.

 

2) Injeção de anticoncepcional mensal ou trimestral
 

A versão do anticoncepcional em injeção age da mesma forma que as pílulas, mas sua formulação é mais potente. É por isso que existem as doses que protegem de uma concepção por um mês ou três meses. Conheça as diferenças:

 

Mensal: tem as mesmas vantagens da pílula, mas é uma dose única de injeção, que vale por 21 dias e deve ser reaplicada quando a menstruação descer;

 

Trimestral: indicada para mulheres com problemas cardiovasculares, já que não contém estrogênio. Apesar disso, pode causar ganho de peso e dificuldade de engravidar durante alguns meses após parar o tratamento. Pode levar cerca de 9 meses até que a fertilidade volte ao normal.

 

3) DIU E SIU
 

Dispositivos de “barreira”, ambos são colocados dentro da vagina e impedem que os espermatozóides se encontrem com o óvulo. No entanto, existe uma diferença entre eles:
 

DIU (Dispositivo Intra-uterino): é feito de cobre e não possui nenhuma taxa hormonal.
 

SIU (Sistema Intra-uterino): parece um plástico maleável e, diferente do DIU, libera doses contínuas de hormônio no útero da mulher, ajudando também a reduzir o fluxo menstrual.

 

4) Adesivo transdérmico
 

O adesivo transdérmico não tem mistério: quando aplicado na pele, ele passa a transferir doses de hormônios. A troca é feita toda semana, durante três semanas. Na quarta, basta parar de usá-lo para deixar a menstruação descer e o ciclo recomeçar. Esse método contraceptivo é ideal para mulheres com intolerância à pílula.

 

5) Anel vaginal
 

Menos popular que os outros, só o nome já costuma causar um sustinho em quem não conhece, né? Apesar disso, é um método muito tranquilo, pois só precisa ser aplicado uma vez ao mês e é fácil de ser colocado: basta introduzi-lo na vagina, empurrando com o dedo - como se fosse um absorvente interno. Ele libera hormônios que entram na corrente sanguínea, inibindo a ovulação. Após 3 semanas é só retirá-lo, dar um espaço de 7 dias e voltar a utilizá-lo.

 

6) Minipílula
 

Por conter menor variedade de hormônios, as chamadas minipílulas são indicadas para mulheres intolerantes ao estrogênio, como as que têm histórico de tromboses, problemas cardiovasculares, fumantes com mais de 35 anos e mães que estão amamentando. O uso é similar ao da pílula normal: deve-se ingerir uma por dia, durante os 28 dias da cartela. A diferença é que, neste caso, não deve-se fazer um intervalo entre uma cartela e outra. A menstruação desce de acordo com o seu ciclo normal, que pode ser de 21 a 35 dias.

 

7) Implante subdérmico
 

Ao contrário dos outros métodos, o implante subcutâneo é colocado por um médico ginecologista sob a pele da paciente e tem duração de até três anos. Por ter apenas progesterona em sua formulação, diminui riscos de tromboses, além de reduzir o fluxo menstrual, evitar os sintomas da TPM e as cólicas menstruais. A maior desvantagem é que a mulher fica um bom tempo sem poder engravidar e requer um investimento financeiro mais alto no momento da aplicação.

 

Fique esperta!
 

Vale lembrar que não existe nenhum método de prevenção 100% eficaz, por isso, não deixe de usar camisinha ao se relacionar - não só para evitar a gravidez, como também doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Ah! A escolha do que funciona para você deve ser feita sob orientação médica, após uma discussão e avaliação das suas necessidades, condições de saúde e preferências.

Primeira menstruação: as principais dúvidas que toda menina tem sobre o ciclo menstrual

Quando a menina menstrua pela primeira vez, tudo é novidade. O fluxo, a cólica, o inchaço, as mudanças de humor… Além disso, nesse primeiro momento, sempre rolam aquelas dúvidas sobre menstruação atrasada, pedaços de sangue no absorvente, as mudanças no corpo e as alterações causadas pela TPM. Para acabar com aquela pulguinha que está atrás da sua orelha, o Só Delas selecionou as 8 principais perguntas que as adolescentes costumam ter sobre a menarca e conversou com o ginecologista Carlos Moraes, que vai nos explicar tudinho. Confira o nosso papo!

 

1) O que é a menstruação?
 

Uma vez por mês o corpo feminino se prepara para uma gestação. Porém, quando a fecundação não acontece, as paredes que revestem a parte interna do útero se “descolam” e liberam um fluxo de sangue – este fluxo é a chamada menstruação.

 

2) É normal a menstruação atrasar?
 

Antes de qualquer coisa é preciso entender que o ciclo menstrual varia de mulher para mulher. Então existe o ciclo considerado normal, que é o de 28 dias, isto é, a cada 28 dias a mulher fica menstruada; ciclos mais curtos - 24 dias - e os mais longos, que vão até 30 dias, em média.

 

Sendo assim, atrasos de 1 a 10 dias que não sejam frequentes são considerados normais. Caso os dias se estendam ou a frequência dos atrasos aumente, sinal vermelho! É hora de procurar ajuda médica.

 

3) O fluxo do sangramento é igual todos os meses?
 

Não, até certo ponto. Nos primeiros ciclos menstruais o fluxo sanguíneo é desregulado, intenso. Com o passar do tempo ele se normaliza e a mulher passa a ter, inclusive, noção do quanto de sangue “perderá” em cada um dos dias.  

 

4) Agora que menstruei, preciso começar a tomar anticoncepcional?
 

Não é o ideal, pois o organismo ainda não está preparado o suficiente. O ideal é esperar de dois a três anos para começar a tomá-lo. O uso precoce e, consequentemente errado, atrapalha o desenvolvimento hormonal.

 

5) O que vai mudar no crescimento do meu corpo?
 

O desenvolvimento do corpo começa antes mesmo da menarca (primeira menstruação). Depois que ela acontece, este processo basicamente acelera – os seios tomam forma, o quadril alarga, a cintura afina, os pêlos pubianos surgem, o útero amadurece, entre outras mudanças.

 

6) O que é TPM e como a menina deve lidar com ela?
 

A tensão pré-menstrual é a junção de sintomas físicos e psicológicos que antecedem o período menstrual. Um dos mais comum é a alteração no humor, mas existem outros, como inchaço, dores nas pernas, na cabeça e nas costas, além dos sentimentos ficarem à flor da pele. A primeira coisa para lidar com a TPM é saber que é algo passageiro. Mudança de hábitos alimentares e prática de exercícios físicos são boas alternativas para amenizar este período também.

 

7) É normal sairem “pedaços” de sangue na menstruação?
 

Os “pedaços”, na verdade, são coágulos. Na maioria dos casos, eles são causados devido a um desequilíbrio hormonal, mas isso é considerado normal. Mesmo assim, é preciso ficar atenta. Existem casos onde os coágulos representam o surgimento de doenças como a endometriose, anemia ou miomatose - formação benigna de nódulos que podem crescer em vários locais do útero, raramente se transformando num tumor maligno.

 

8) Quando devo ir ao ginecologista?
 

É importante ter consultas de rotina, além de visitar seu médico sempre que houver alguma dúvida, fluxo de sangramento muito intenso, atrasos frequentes ou suspeita de doenças.

 

Ainda ficou com alguma dúvida? Conta para a gente! E não deixe de se consultar com seu médico ginecologista, beleza? :D

 

Dr. Carlos Moraes
Ginecologista
CRM-SP - 72068

Você sabe qual é a diferença entre CAREFREE® TodoDia Flexi e CAREFREE® Proteção? Descubra e use os produtos da forma certa!

Atualmente é comum passarmos o dia todo fora, mas do trabalho até a volta para casa muita coisa pode rolar. Por isso, não há motivos para se sentir incomodada com alguma sensação úmida na peça íntima ou odores fortes. Para amenizar a transpiração, o protetor diário é perfeito para mulheres que procuram alternativas que proporcionem ao seu corpo o bem-estar e sensação de frescor necessários ao longo do dia. CAREFREE® possui três versões para facilitar sua rotina: CAREFREE® TodoDia, TodoDia Flexi e CAREFREE® Proteção.

 

“As mulheres ainda não conversam entre si sobre corrimento e umidade na região íntima. É comum elas trocarem dicas sobre produtos de beleza, por exemplo, mas raramente falam sobre o tipo de protetor diário que preferem”, explicou a ginecologista Carolina Ambrogini. Por isso, vamos explicar as diferenças entre eles e por que você precisa ter os dois no seu nécessaire!

 

CAREFREE® TodoDia é perfeito para o dia a dia

 

Transpiração e odores vaginais são características perfeitamente naturais do corpo feminino, mas não é por isso que você precisa ficar trocando de calcinha ao longo do dia! CAREFREE® TodoDia foi idealizado para uso diário, garantindo conforto e praticidade à sua rotina.

 

Embora exista um mito popular de que usá-lo todos os dias pode abafar a vagina e causar problemas, isso não é verdade, pois  o protetor diário é feito com material respirável, que permite a circulação de ar na região íntima. Logo, pode ser utilizado diariamente sem preocupações, já que ele vai absorver a transpiração e neutralizar os odores naturais da área íntima. Além disso, seu uso não altera a flora e o pH vaginal. Fica tranquila. ;)

 

CAREFREE® TodoDia Flexi se adapta a todos os tipos de calcinha
 

CAREFREE® TodoDia Flexi também é respirável, mas seu formato é diferenciado. Mais fino e com bordas dobráveis, esse protetor se ajusta facilmente a todo tipo de calcinha, até aquela mais fininha. É ideal para quem gosta de esportes, de malhar ou até mesmo dançar, já que esse modelo é mais adaptável.

 

CAREFREE® Proteção é ideal para o início ou fim da menstruação
 

Sabe quando a menstruação está começando a chegar e, por isso, o fluxo ainda não é o suficiente para precisar de uma absorção potente? Esse é o momento em que você pode usar um CAREFREE® Proteção. Apesar de não ser um absorvente, o protetor conta com uma película plástica que tem capacidade de reter fluxos leves, diferente de CAREFREE® TodoDia e CAREFREE® TodoDia Flexi, que têm uma película respirável.  
 

Já sabe agora o que está faltando no seu nécessaire? Esteja sempre seca e fresca!

 

Marcou consulta com o ginecologista? Listamos 6 coisas que você deve saber antes de ir!

Uma coisa é certa: ir ao ginecologista pelo menos duas vezes ao ano é fundamental para a saúde íntima da mulher. E quando o dia da consulta se aproxima, sempre batem aquelas dúvidas clássicas: será que preciso me depilar? E se minha calcinha estiver com um mau odor? Posso ir menstruada? Para esclarecer suas dúvidas, selecionamos 6 coisas que você pode fazer e outras que devem ser evitadas um dia antes de ir ao médico. Confira!

 

1) Agende sua consulta uma semana após a menstruação
 

O ideal é marcar a consulta entre cinco a sete dias após a menstruação. Antes disso, o fluido menstrual pode atrapalhar a coleta do preventivo ou gerar desconforto no exames de mamas, já que elas ficam mais sensíveis e inchadas no período menstrual.

 

2) Se depilar ou não: você escolhe
 

Pode parecer estranho, mas não necessariamente você precisa estar depilada nesse dia. Os pelos, além da função de proteção, indicam ao médico a quantidade de hormônios femininos e masculinos, o que pode ajudar na avaliação de doenças como ovário policístico. Se quiser, pode se depilar sem excesso para evitar irritações que atrapalhem no dia seguinte. A escolha, de fato, é sua, então fique à vontade. ;)

 

3) Evite ter relações sexuais um dia antes da consulta
 

Segundo o ginecologista Alfredo Rezende, não é recomendado ter relações sexuais um dia antes à consulta se você for fazer algum exame intravaginal, como o preventivo. “Isso porque o esperma e a camisinha alteram o pH da vagina. Mas se a visita ao médico for somente para trocar a pílula anticoncepcional ou uma conversa para tirar dúvidas, não há problema algum”, explica.

 

4) Lavar a vagina com ducha atrapalha o exame médico
 

Muitas vezes, principalmente quando a menina é mais nova, ela tem a impressão errada de que o médico vai se incomodar com o odor da vagina. Aí, se tiver um banheiro com chuveirinho no consultório é a oportunidade de dar uma ducha com a água forte e fazer uma limpeza completa, né? Não! “Esse hábito não é bom para a saúde vaginal no dia a dia, e no momento do exame então, nem se fala, já que a água pode atrapalhar a coleta do material para o papanicolau (preventivo)”, afirma o médico. Tomar banho no dia da consulta e usar um sabonete com pH baixo ou neutro já é o suficiente.

 

5) Use um protetor diário para se proteger da umidade e odor
 

Você pode usar um protetor diário de calcinha e evitar que a umidade e o odor natural passem para a peça íntima. Como a versão para o dia a dia desse tipo de produto é respirável, ou seja, permite a circulação de ar, você pode usar o dia inteiro - respeitando o horário de troca de 3 horas. Ele vai absorver a transpiração e neutralizar os odores naturais da área íntima, dando sensação de frescor na região.

 

6) Faça xixi antes da consulta
 

Urinar antes de entrar na sala do ginecologista ajuda a te deixar mais confortável na hora de examinar o útero. O motivo é simples: segundo o médico, a bexiga cheia pode causar um certo incômodo na região pélvica durante o preventivo.

 

Drº Alfredo Rezende Santos - Ginecologista e Mastologista 
CRM: 7946 ES

Conheça 6 hábitos que podem causar corrimento vaginal e você nem sabia

Alguns costumes da nossa rotina podem ser os principais causadores de corrimento vaginal, sabia? Higiene inadequada, calça jeans apertada e usar biquíni molhado por horas, por exemplo, são alguns dos erros mais comuns que a gente comete sem saber o quanto faz mal à região íntima. Mas a lista não para por aí… Vamos te contar quais são os 6 hábitos mais prejudiciais para você ficar de olho e tentar evitar. Confira!

 

1) Higiene vaginal incorreta
 

Higienizar a vagina do jeito certo é fundamental para manter a saúde da região íntima. Mas você sabe o que tem que fazer? Segundo a ginecologista Bárbara Murayama, devemos lavar somente a parte externa, conhecida como vulva, e ficar atentas a todas as dobrinhas que existem nessa parte do corpo. “A limpeza em excesso ou de menos da área interna pode causar problemas. É preciso encontrar equilíbrio, lembrando que nossa região íntima tem mecanismos de defesa naturais”, diz.

 

O ginecologista Cláudio Basbaum atenta também para a forma correta de se limpar depois de fazer xixi ou defecar. “O movimento é sempre da frente para trás, para evitar a contaminação eventual dos genitais com a região em torno do ânus”, ensinou.
 

2) Usar biquíni ou maiô molhado muito tempo
 

Imagine o cenário: você vai à praia na parte da manhã, volta para casa e fica com preguiça de trocar de roupa. Acontece, né? E muito! Mas esse hábito pode ser um dos responsáveis por aquele corrimento chato que insiste em aparecer. O contato da vagina com o tecido molhado é o ambiente perfeito para a proliferação de fungos, então é bom evitar! Quer uma dica? Quando for à praia ou clube, leve uma calcinha extra na bolsa. Aí você pode correr rapidinho no banheiro e trocar para ir embora. :D

 

3) Deixar a calcinha secando no box
 

De acordo com o ginecologista Cássio Sartório, não tem problema lavar a calcinha no box. O grande erro é deixar a peça secando lá dentro. “O banheiro costuma ser mais quente e úmido, o que facilita o crescimento bacteriano. O ideal é estender em um lugar seco e arejado”, sugeriu. Na hora de lavar, a recomendação dos médicos são os sabões neutros e sem perfume, pois outros tipos podem dar alergia.

 

4) Compartilhar roupas íntimas
 

Na infância e adolescência é muito comum meninas compartilharem peças íntimas. Quem nunca foi para a casa de uma amiga, acabou ficando para dormir e precisou pedir uma calcinha emprestada? Pois é! Mas é bom evitar. E o mesmo vale para a toalha. Como a peça fica em contato direto com a secreção, há mais chance de se contagiar com alguma doença ao usar algo emprestado.

 

5) Fazer sexo sem camisinha
 

Além de prevenir a gravidez, a camisinha também ajuda a proteger você de doenças sexualmente transmissíveis, como a tricomoníase, que causa um corrimento amarelado e com odor forte. É preciso usar preservativo sempre.

 

6) Usar calça jeans todos os dias
 

Não dá para negar que a calça jeans é um curinga no guarda-roupa né? Combina com tudo, a cor é neutra e cai bem para quase todas as ocasiões. O único problema é que usá-la diariamente pode abafar a região íntima, desequilibrar a flora vaginal e, consequentemente, provocar o corrimento.

 

Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista 
CRM: 112527

 

Dr. Cássio Sartório - Ginecologista
CRM: 52.75951-1

 

Dr. Claudio Basbaum - Ginecologista
CRM: 11665

Lavar a calcinha no box é ruim? Confira dicas para cuidar de suas roupas íntimas!

Você costuma lavar a calcinha no box e nem sabe se isso faz mal? Então é bom ficar de olho. A forma como cuidamos de nossas peças íntimas também influencia na saúde vaginal, sabia? Higienizar a roupa do jeito errado pode favorecer o surgimento de fungos, bactérias e desencadear alguns probleminhas. Mas, se você seguir as nossas dicas de como cuidar das suas roupas íntimas, vai ficar tudo bem! Confira!

 

1) Lavar calcinha no box é ruim?
 

Segundo o ginecologista Cássio Sartório, o problema não é lavar a calcinha no box, mas deixá-la secar de forma inapropriada. “O banheiro costuma ser um ambiente quente e úmido, o que facilita o desenvolvimento de bactérias”, disse. Por isso, se você quiser lavar no banho, use sabonetes líquidos neutros e sem perfume. “Depois disso, o ideal é estender a peça íntima em um varal seco e arejado”, completa.

 

2) Como deve ser a lavagem ideal das peças íntimas e que tipo de produto deve ser evitado?
 

De acordo com o médico, não tem problema lavar a roupa íntima à mão ou na máquina. O que deve ser levado em consideração no cuidado com a peça é a escolha do tecido na hora de comprar. As calcinhas de tecidos sintéticos não são recomendadas por ginecologistas, o ideal é investir nas de algodão, que não abafam a região.

 

3) Invista no protetor de calcinha para protegê-la das secreções
 

Lavar a calcinha no chuveiro pode ser uma boa forma de economizar tempo e sabão, mas existem outros jeitos de preservar suas peças íntimas. Já experimentou usar um protetor diário? Então anota essa dica que vai fazer diferença na sua rotina: ele é feito de materiais absorventes e desenvolvido para conter a transpiração, secreções vaginais, neutralizar odores e deixar você sequinha o dia todo. Ah! E fica tranquila, pois seu material é respirável, então você vai ficar muito mais confortável com seu corpo, sentindo-se sempre limpa e fresca. ;)


Dr. Cássio Sartório - Ginecologista
CRM: 52.75951-1

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