Skip to main content

Header Social Network

SIGA NOSSAS REDES!
Home

Header Right Logoes

INSPIRADO POR:

SE CUIDA!

DESCRIPTION

image_icon_white: 
image_icon_pink: 
image_icon_green: 
image_icon_blue: 

Exame Papanicolau: ginecologista explica mitos e verdades sobre o preventivo

Você já deve ter ouvido falar no exame preventivo, né? Se já iniciou a vida sexual, provavelmente já o fez em alguma consulta com o ginecologista. Conhecido também como Papanicolau, esse exame ginecológico é fundamental para a prevenção do câncer do colo do útero, causado principalmente pelo vírus HPV.

 

O médico começa o exame avaliando visualmente a vagina e o ânus a procura de anormalidades como secreção, pigmentação diferente e lesões na região. Em seguida, o profissional faz uma raspagem das células do colo do útero que serão enviadas para análise em um laboratório. O teste é realizado no consultório do ginecologista e dura menos de dez minutos. Para saber mais, selecionamos alguns mitos e verdades sobre o preventivo.

 

O preventivo é recomendado para identificar DSTs

 

O exame Papanicolau não é indicado exatamente para detectar doenças sexualmente transmissíveis. O objetivo do teste é detectar alterações nas células do colo do útero que possam se transformar em câncer. No entanto, muitas alterações costumam ser causadas pelo HPV, que é a DST mais comum. "Se forem detectadas células anormais, o ginecologista pode pedir exames mais específicos, como a colposcopia, e caso necessário, iniciar o tratamento para evitar que a doença pré-maligna se transforme em maligna, explica o ginecologista Marco Aurélio Oliveira.

 

Precisa ser feito a cada seis meses

 

Mito! Para o médico, o que vai influenciar na frequência de realização do preventivo é a idade da paciente e os resultados dos preventivos anteriores. Contudo, ele diz que o exame pode ser feito uma vez ao ano ou pode ser antecipado em casos de alterações nos anteriores. O mais importante, porém, é dar atenção à recomendação do ginecologista em relação ao melhor intervalo para cada mulher.

 

Não deve ser feito no período menstrual

 

Verdade! Não é recomendado pelos ginecologistas que o exame seja realizado quando a mulher estiver no período menstrual. Além do corpo estar mais sensível, o que pode causar um certo incômodo para a paciente, o fluxo pode provocar alterações no resultado da coleta.

 

Não é recomendado ter relação sexual dias antes do exame

 

Verdade! Segundo o especialista, não é indicado ter relações sexuais nos dois dias anteriores ao exame, nem mesmo com preservativo. Na mesma semana, ele recomenda não usar duchas para limpeza vaginal ou utilizar medicamentos vaginais que possam alterar o pH da vagina. "O exame também não pode ser feito durante a menstruação”, acrescenta o ginecologista.

 

Toda menina precisa fazer preventivo

 

Mito! Segundo o Ministério da Saúde, meninas que ainda não tiverem relações sexuais não precisam realizar a coleta de exame citopatológico de colo de útero. O exame é indicado para mulheres com vida sexual ativa.

 

Para tirar mais dúvidas, marque uma consulta com seu ginecologista e faça suas perguntas antes de realizar o exame.


Esta publicação tem a contribuição do especialista:
Dr. Marco Aurélio Pinho de Oliveira - Ginecologista
CRM: 52.52422-7

Os sintomas da TPM podem variar de um ciclo para o outro?

Mesmo variando para cada mulher, a TPM é uma característica comum a todas no ciclo menstrual. São aqueles dias anteriores ao período menstrual que os sintomas vão desde um desejo gigantesco por doces até à indisposição que toma conta de todo o corpo. Mas, você mesma já pode ter observado que em um mês sua TPM foi diferente do outro. Isso é verdade? O Só Delas foi tirar essa dúvida com a ginecologista Dra. Lívia Migowski.


 

É verdade que os sintomas da TPM podem variar a cada mês?

 

Segundo a especialista, essa mudança dos sintomas da TPM podem sim acontecer. Além das indicações do período pré-menstrual, a intensidade também pode apresentar variações. “Os sintomas de TPM podem ser dor nas mamas, cólica, inchaço nas pernas, irritabilidade, alteração do apetite, tristeza, flutuações do humor, dores de cabeça e etc”, cita ela. Dessa maneira, uma mesma paciente pode ter algum desses sintomas e perceber variações deles de um ciclo para o outro.

 

Porém, assim como destaca a médica, não é ainda sabido uma explicação exata para esse acontecimento. “Na verdade, acredita-se que a TPM aconteça pela queda dos hormônios sexual, principalmente da progesterona, no período pré-menstruação”, explica. E ainda, outro fator importante é o estresse da rotina, que pode atuar como um potencializador de sintomas da TPM, e vice-versa.

 

Há casos em que os sintomas da TPM devem ser uma preocupação?

 

De acordo com a ginecologista, os sintomas da TPM se tornam preocupantes quando atrapalham as atividades diárias da paciente. Esses quadros apresentam uma impacto real na qualidade de vida, sendo designado como síndrome disfórica. “Nesses casos, é necessário a avaliação por um especialista, para excluir outros problemas psiquiátricos que podem estar mascarados e, avaliar a necessidade de tratamento com antidepressivos”, orienta Dra. Lívia. Por isso, não deixe de relatar seus sentimentos e sensações nas consultas com a ginecologista, pois, se há algo diferente, ela pode encaminhar o tratamento ideal.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Conhecer o próprio corpo é uma tarefa essencial. Assim, você entende o que está acontecendo com você e logo percebe se há alguma alteração. Mas, você sabe o que é o corrimento vaginal e como identificá-lo? Faça o teste e descubra! Fique de olho na saúde vaginal.

 

O.B.® não tira a virgindade. Ginecologista explica por quê!

É muito comum meninas já terem ouvido falar que o absorvente interno pode tirar a virgindade e, por isso, as que ainda são virgens não devem usar. Porém, isso é coisa do passado. Pode deixar essa preocupação de lado e, se você sempre teve curiosidade de experimentar esse tipo de absorvente, a hora é essa! O Só Delas conversou com uma ginecologista para tirar essa dúvida e fazer com que as adolescentes e mulheres adultas tenham mais informação sobre o item de higiene íntima que pode tornar nosso período menstrual muito mais prático.


 

O uso do absorvente interno é seguro para meninas virgens

 

Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a história de que o absorvente interno pode tirar a virgindade da menina não passa de um mito contado por nossas gerações passadas. “Meninas que não tiveram relações podem usar o absorvente interno também, pois a abertura do hímen comporta a passagem do mesmo sem romper”, explica a médica, acrescentando também que o conceito de virgindade hoje está mudando, não sendo mais focado na ruptura do hímen e sim na presença ou não de uma vida sexualmente ativa.

 

Para a médica, o uso do absorvente interno é seguro, desde que sejam respeitadas as instruções de uso, sendo a principal não permanecer com o absorvente por mais de 8 horas por uma questão de saúde. Isso porque existe o risco de infecção devido ao tempo excessivo de contato com o sangue e a umidade, podendo favorecer a proliferação de fungos. Fique ligada!

 

Conheça os benefícios de usar O.B.®

 

Tudo que a gente mais quer durante a menstruação é nos sentirmos protegidas e “esquecer” que estamos nesse período. Com o absorvente interno essa sensação é super possível. Com formato pequeno e que se expande lateralmente adaptando-se ao seu corpo, O.B.® possui canais curvos que direcionam o fluxo menstrual para dentro do absorvente, oferecendo proteção e mais discrição.

 

A linha O.B.® ProComfort também conta com essas características e, sobretudo, conta com a exclusiva tecnologia de cobertura Silk Touch no absorvente interno, para deslizar melhor e facilitar a colocação e retirada do produto.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

Colocando DIU pela primeira vez? Tudo o que você precisa saber sobre esse dispositivo

Está pensando em escolher o DIU como método contraceptivo? Antes da decisão é importante que você saiba tudo sobre o dispositivo intrauterino. Para começar, ele é um pequeno objeto inserido no útero da mulher para impedir a passagem do espermatozoide e, consequentemente, prevenir a gravidez. O contraceptivo pode ser encontrado em duas versões: de cobre (sem hormônio) e de progesterona (hormonal), sendo o não-hormonal mais popular entre as mulheres. O método é considerado eficiente pelos médicos e possui muitas vantagens. Veja quais são!

 

Vantagens e desvantagens do DIU

 

Entre as inúmeras vantagens, o ginecologista Gustavo Pereira destaca a longa duração do método, que pode ser, em média, 10 anos para o DIU não-hormonal e 5 para o hormonal. É importante verificar as especificações contidas na embalagem do DIU utilizado. “O DIU de cobre, por não ter hormônio, não apresenta os riscos e efeitos colaterais do uso de hormônios, a fertilidade retorna imediatamente após sua retirada e ele pode ser inserido imediatamente após o parto”, diz o médico.

 

Sobre o DIU hormonal, ele recomenda como opção para mulheres que querem diminuir o fluxo menstrual, pois ele tende a levar o ciclo à amenorréia (ausência de menstruação). “Pode ser usado no tratamento de metrorragia (menstruação excessiva) e dismenorréia (menstruação dolorosa)”, acrescenta o especialista.

 

Outras vantagens do método intrauterino:

 

  • Alta eficácia anticoncepcional;

  • Não interfere nas relações sexuais;

  • Não interfere na amamentação;

  • Não diminui o apetite sexual nem o prazer;

  • Pode ser usado até a menopausa;

  • Não interage com outra medicação;

  • Pode prevenir a gravidez ectópica (fora do útero).

 

Como o DIU é inserido no útero?

 

Segundo a ginecologista Fernanda Mauro, o procedimento de inserção do dispositivo no útero da mulher é bem simples: “A paciente fica na mesma posição da coleta do preventivo e é introduzido o espéculo vaginal (bico de pato)”, diz, acrescentando também que alguns médicos optam por realizar um anestesia local no colo do útero. Primeiro é feita a medição do tamanho do útero e depois introduzido o DIU. O procedimento pode ser feito no consultório ou internada sob sedação.  

 

Sobre a dor durante o procedimento, a médica diz que é relativa para cada paciente, mas pode ser comparada à cólica menstrual. “O uso de anti-inflamatórios ou analgésicos podem trazer um maior conforto para a paciente. Além disso, se o procedimento for realizado no período menstrual, momento em que o colo do útero está mais dilatado, pode facilitar”, acrescenta.

 

Quando o DIU começa a fazer efeito?

 

Os dois tipos de DIU possuem a ação mecânica de prevenir a gestação, logo, seu funcionamento começa a partir da introdução. No entanto, a ginecologista explica que alguns médicos preferem aguardar 15 dias ou o primeiro ciclo menstrual para avaliar a adaptação do corpo da mulher com o DIU e ter certeza que ele manteve a posição correta. O DIU de progesterona também tem a ação hormonal trazendo outra forma de proteção contra gestação.

 

Há risco do meu corpo não se adaptar e expulsar o DIU?

 

Para a médica, o risco de rejeição é baixo, mas existe. “A expulsão do DIU costuma ser acompanhada por cólica intensa e prolongada. Mas vale lembrar que após o procedimento a cólica é um sintoma normal e costuma melhorar com uso de medicação”, esclarece.

 

Vou precisar fazer manutenção? Quando devo trocar o dispositivo?

 

A manutenção do contraceptivo é a verificação da posição do dispositivo intrauterino. A primeira costuma ser feita após o primeiro ciclo menstrual e depois a cada 6 meses nas consultas de rotina com o ginecologista. Quanto à duração, o DIU hormonal deve ser trocado a cada 5 anos e o DIU de cobre a cada 10 anos.

 

Vou sentir o DIU durante a relação sexual? Pode espetar?

 

De acordo com a médica, não é comum sentir o DIU durante a relação sexual. “O dispositivo fica dentro do útero e um fio de segurança se estende até o colo do útero, ficando uma pequena parte (mais ou menos 1,5 cm) na vagina”, diz. Caso sinta espetar, procure seu ginecologista! Normalmente basta diminuir a parte que se encontra na vagina para não ter mais esse desconforto.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:
 

Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

 

Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

Protetor diário e absorvente são a mesma coisa? Entenda as diferenças e saiba quando usar cada produto

O protetor diário e o absorvente externo são dois produtos que acompanham as mulheres durante muitos anos, levando em conta que durante toda a idade fértil (da primeira menstruação até a menopausa), a mulher menstrua e produz secreções vaginais. Por isso, muitas vezes é possível que haja uma confusão sobre suas funções. Para não restar mais dúvidas, o Só Delas preparou um guia de como usar cada item durante o mês. Acompanhe a gente!

 

O protetor diário não é um mini-absorvente! Entenda a função dele na sua rotina

 

É importante lembrar, primeiramente, que o protetor diário não é um mini absorvente externo. Além de ser bem menor do que um absorvente tradicional, ele não possui capacidade de absorver o fluxo ativo do dia mais intenso da sua menstruação. No entanto, há um tipo de protetor recomendado para o comecinho e finalzinho do período, quando o sangramento é resumido a um borrão. Essa versão possui uma película protetora, que retém leves fluxos e pequenos escapes.

 

Há também o protetor respirável, indicado para as mulheres usarem durante os 21 dias do ciclo em que não há menstruação. Seu uso é recomendado para absorver a transpiração da região íntima e secreções vaginais que deixam a calcinha úmida e causam incômodo ao longo do dia. A versão diária é feita com material respirável e permite a circulação do ar na região íntima.

 

O absorvente externo deve ser usado somente nos dias de menstruação

 

Não confunda seu absorvente tradicional com um protetor diário! O item de higiene íntima foi desenvolvido com maior capacidade de absorção para receber o fluxo menstrual nos dias mais intensos. O absorvente  é maior do que o protetor, tem um formato ideal para se adaptar ao corpo da mulher e maior espessura para entregar maior proteção. Além disso, conta com tecnologias que ajudam a espalhar mais rapidamente o fluxo pelo produto e ajudam a manter o sangue longe da região íntima da mulher. Abas para ajustar e melhorar a fixação do produto à calcinha e opções de cobertura seca e suave são mais algumas das características que diferenciam os benefícios de ambos.  

 

Com essas informações que você leu até aqui ficou fácil acertar no conforto e higiene íntima, né? Para não esquecer: protetor diário com película protetora para o primeiro dia e finalzinho da menstruação, absorvente externo (ou interno, se você preferir) para os dias de fluxo mais intenso e protetor diário respirável para os 21 dias do ciclo em que você não irá menstruar. ;)

Vomitar após tomar pílula anticoncepcional pode anular seu efeito?

Há dias em que a gente não está se sentindo muito bem e o estômago fica embrulhado, podendo causar náuseas e vômito. Para quem faz uso de pílulas anticoncepcionais, é preciso ficar atenta ao horário que você tomou a pílula neste dia, pois ao vomitar, a medicação pode perder a eficácia. Conversamos com uma ginecologista para saber o que fazer caso você tenha esse sintoma pouco tempo depois de ingerir o medicamento. Para meninas que estão iniciando a pílula ou mudando o anticoncepcional hormonal, vale lembrar que sintomas como náuseas, vômito e enjoos são comuns no processo de adaptação, que pode ser rápido ou levar até três meses, dependendo de cada organismo. Se os sintomas não melhorarem, converse com sua ginecologista, pois pode ser necessário trocar o método contraceptivo.


Vômitos, diarreia e até doenças gastrointestinais podem cortar o efeito da pílula


Segundo a ginecologista Paula Bortolai, vários fatores podem interferir na absorção da pílula anticoncepcional no organismo da mulher: “Uso de medicamentos como antibióticos, anticonvulsivantes e antidepressivos, além vômitos e diarreia, doenças gastrointestinais, uso de drogas e uso incorreto da pílula”, diz. Para que o anticoncepcional seja eficaz é necessário tomar todos os dias no mesmo horário até finalizar a cartela. Em caso de raro esquecimento, tome a pílula assim que lembrar e use o preservativo se for ter relação sexual.
 

Vomitar após tomá-la pode anular o efeito?

 

De acordo com a médica, isto pode reduzir o efeito da pílula anticoncepcional: “Por ter vomitado, a pílula pode não ter sido absorvida corretamente, principalmente se os vômitos ocorreram em até quatro horas após a ingestão”, explica. Se for um único episódio de vômito, a médica recomenda ingerir um novo comprimido. “Mas se a paciente estiver com um quadro de diarreia e vômitos constantes, recomenda-se a utilização de um método contraceptivo complementar (camisinha principalmente) até o término do ciclo”, recomenda a especialista. Vale também consultar um profissional para investigar a causa correta do vômito para tratar o quanto antes.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Paula Bortolai Martins Araujo - Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

Um guia completo sobre pílula anticoncepcional. Tire todas as suas dúvidas

Não é uma novidade que a pílula anticoncepcional é um dos métodos mais populares. Desde seu lançamento, ela atraiu diversas mulheres com suas qualidades e eficácia. No entanto, é preciso conversar com seu ginecologista para encontrar a melhor opção para o seu caso e ficar atenta ao uso. “O erro mais comum nas usuárias de pílula é não seguir a tomada a cada 24 horas sem atrasos ou esquecimentos”, destaca a Dra. Zsuzsanna Ilona. Para dar uma ajuda nesse assunto, o Só Delas veio te apresentar os tipos de pílula anticoncepcional e suas características.





 

Quando começar a tomar pílula anticoncepcional?

 

Segundo a ginecologista Bárbara Murayama, não há uma idade precisa para iniciar o uso da pílula anticoncepcional. “A pílula é uma medicação hormonal que pode ser indicada como método anticoncepcional e/ou pode ser usada como parte do tratamento de algumas doenças ginecológicas”, explica ela. Alguns exemplos desses quadros são a síndrome dos ovários policísticos e endometriose. Além disso, o método é de fácil uso pela paciente. “O mais importante é que a menina seja acompanhada por uma ginecologista desde a puberdade para que seu desenvolvimento seja observado e ela possa ser orientada”, completa ela.

 

A pílula pode conter progesterona e estrogênio

 

Assim como esclarece a Dra. Luciana Cima, as pílulas combinadas, que contém hormônios femininos sintéticos de estrogênio e progesterona, são as mais usadas. “Existem várias apresentações, contendo tipos diferentes de cada um dos hormônios, em doses diferenciadas”, comenta ela. O uso dessa opção tem como objetivo ter um controle maior do ciclo menstrual, capaz de diminuir o fluxo, as cólicas e até a TPM, dependendo da quantidade de cada hormônio. “Qual pílula é mais adequada para cada paciente deve ser determinada pelo seu médico ginecologista”, orienta a médica.

 

Você conhece a minipílula?

 

Também conhecida como a pílula de progesterona, a minipílula não deve ser utilizada por mulheres que possuem intolerância ou não poder usar progestogênios. “É um medicamento diário que contém somente um hormônio. Elas podem ser prescritas se a paciente apresentar efeitos colaterais com outros tipos de pílulas contraceptivas”, explica Dr. José Carlos. E ainda, para as pacientes que já apresentam tendência, o uso do método pode aumentar a acne. Por isso, não deixe de conversar com o seu médico. Além disso, esse tipo é indicado para quem está amamentando.

 

Com pausa ou sem pausa?

 

Começar a utilizar a pílula anticoncepcional por conta própria apresenta diversos riscos. “Com prejuízos no desequilíbrio hormonal e comprometimento da segurança do método”, diz Dra. Paula Bortolai. Dessa maneira, a consulta com o ginecologista é de suma importância, para avaliar o seu quadro e indicar a melhor opção. Uma dessas questões avaliadas é o uso da pílula com ou sem pausa.

 

De acordo com a Dra. Claúdia Navarro, as minipílulas são indicadas para quem não deseja menstruar, pois devem ser utilizadas continuamente. Fique de olho para sempre tomá-la no mesmo horário. Por outro lado, as pílulas combinadas já não são de uso contínuo, sendo necessário respeitar seu tempo de pausa de cada uma. “A indicação final do tipo ideal de pílula para cada paciente deve ser feita individualmente, após uma consulta médica”, destaca ela.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:


Dra. Zsuzsanna Ilona Katalin de Jármy Di Bella - Ginecologista
CRM: 72289 - SP


Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527


Dra. Luciana Cima - Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: CRM 52-81684-1


Dr. José Carlos Torres- Ginecologista do Hospital Moriah
CRM 71.192


Dra.Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101


Dra. Cláudia Navarro - Ginecologista, especialista em reprodução assistida
CRM-MG: 21198

O DIU precisa de uma manutenção após inserido no útero?

Você já sabe que a camisinha é indispensável para as relações sexuais, especialmente por ser o método que protege contra a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis, as DST’s. Além dela, a maioria das pacientes optam por outro anticoncepcional também. O DIU é do tipo de inserção, já que fica dentro do útero, e usado por muitas. Mas, por estar dentro do corpo, é preciso fazer uma manutenção? Entenda sobre os cuidados com o DIU com as explicações da ginecologista Dra. Camila Ramos.

 

Após inserido, é preciso fazer uma manutenção do DIU?

 

O DIU é um método anticoncepcional escolhido por muitas pacientes. Como destaca a médica, qualquer mulher pode usá-la, até as pacientes que nunca tiveram filho. A inserção do DIU é feita no consultório, e o ginecologista o introduz no útero. Sobre a manutenção, Dra. Camila afirma que é preciso ser feita sim. “A paciente deve fazer visitas anuais ao ginecologista para exame ginecológico e ultrassonografia”, recomenda ela.

 

Você sabe quais são os cuidados principais para quem usa DIU?

 

Após ter a primeira menstruação e dar início à vida sexual, a garota começa a entender que seus cuidados com o corpo devem mudar um pouco. Para completar, ela agora precisa manter regulares as visitas ao ginecologista para checar sua saúde íntima. Quando coloca o DIU, a mulher também precisa ficar atenta a alguns cuidados. A profissional alerta para a necessidade de exames periódicos para avaliar a posição do DIU.

 

Além de ter relação sexual protegida a fim de evitar infecções vaginais”, completa. Vale avisar que, no dia da inserção do método, é possível que a paciente sinta cólicas. Por isso, Dra. Camila orienta a repousar, colocar bolsa de água quente e, se for preciso, remédios para aliviar o incômodo.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Camila Ramos - Ginecologista e obstetra da Policlínica Granato

CRM: 5295691-0

Cólica muito forte é normal? Saiba quando a dor pode representar alerta de saúde

A cólica que algumas mulheres sentem todo mês quando a menstruação está para chegar é o esforço que o útero faz para expelir o endométrio em forma de fluxo menstrual, causando contrações incômodas. Nessa fase do ciclo são liberadas substâncias inflamatórias, as prostaglandinas, que podem provocar a dor abdominal e atrapalhar a rotina. Somente nos primeiros dois anos após a menarca, pode-se dizer que é comum a menina sentir uma cólica um pouco mais forte, que é classificada como primária. Isso acontece porque o eixo ainda não está maduro, o útero é pequeno e o canal cervical é mais estreito. Portanto, fique alerta: se a cólica persistir e continuar intensa nos anos seguintes, procure seu ginecologista para investigar!


 

Como é possível classificar a intensidade da cólica?

 

A dor é um parâmetro muito individual, mas, para os ginecologistas é possível quantificar a intensidade utilizando escalas de dor: “Pedimos para a paciente dar nota de 0 a 10, no qual 0 significa nenhuma dor e 10 significa a dor mais forte que já sentiu na vida”, explica a ginecologista Paula Bortolai. Outro parâmetro que pode ajudar é observar o quanto a cólica está afetando nas suas atividades diárias (trabalho, estudo e sair de casa no geral), se ela melhora com medicação oral ou se exige que você tenha que ir ao pronto-socorro.  

 

Quando essa dor pode ser um alerta de saúde?

 

Segundo a especialista, ter cólicas muito fortes não é normal e sempre deve ser investigado. Para ela, quando a cólica é muito forte deve-se suspeitar de doenças ginecológicas como endometriose, miomas, doença inflamatória pélvica e hímen imperfurado. “Este diagnóstico é importante para evitar a progressão de muitas doenças que podem levar a complicações futuras, como infertilidade e disfunções sexuais”, destaca.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

Pages

Latest News

  • Posso entrar na água de absorvente interno? Consultamos uma ginecologista para saber!
    Você não precisa deixar de aproveitar seu dia de sol porque está menstruada. A solução da...
  • Com que frequência você troca o sutiã? Veja cuidados importantes durante o verão para...
    Para muitas meninas, o sutiã é uma peça de uso diário. Por mais discreto que seja, ele é...
  • SEMPRE LIVRE® Adapt Plus se adapta ao seu corpo e te deixa mais segura e confortável na...
    Já se foi o tempo em que a menstruação era vista como algo negativo na vida das mulheres...
  • 5 frases de mulheres extraordinárias para inspirar um pouco o seu dia
    Empoderamento feminino, autoestima, sororidade... Esses são alguns dos termos mais...
  • Pílula combinada: saiba mais sobre seus benefícios e quem deve usá-la
    Blim, blim! É 9 horas da noite e toca o alarme: “Hora de tomar a pílula”, pensa a menina...
  • Higiene menstrual pós-praia: dicas para se sair bem em dias de menstruação
    Muitas pessoas acreditam que menstruação e praia não combinam. Mas, com um absorvente...
  • Seu protetor diário é respirável? Entenda o que levar em conta ao comprar esse produto
    Cuidar da saúde deve ser uma prioridade, sempre! Mesmo que na correria do dia, com aula,...
  • "Minhas amigas já perderam a virgindade e eu não". Entenda por que isso não é...
    A primeira vez ainda não rolou? Fique calma, não existe uma idade certa para isso. Então...
  • Queda de cabelo pode ter relação com a TPM? Entenda
    Perder cabelo não é algo normal. Frequentemente essa condição está associada à presença...
  • Você tem sido boa amiga? Dicas legais do que fazer e como agir para manter uma boa amizade
    Amizade é um dos pilares da vida! A gente vive em busca de ter círculos sociais e amigos...
  • A menstruação não é um impedimento para sua rotina de treino. Saiba por quê!
    Se você perguntar para qualquer médico, todos vão dizer que a atividade física é muito...