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Só é possível tratar síndrome de ovários policísticos com pílula anticoncepcional?

A síndrome de ovários policísticos é um distúrbio hormonal que pode afetar as mulheres de diversas maneiras. Irregularidade menstrual, ausência de ovulação, excesso de pelos no corpo e acne são os principais efeitos provocados pela intensa produção de hormônios andrógenos na mulher. O tratamento para a síndrome é resumido a administração dos sintomas e complicações de maior expressão em cada mulher. Normalmente a pílula anticoncepcional é a solução indicada pelos ginecologistas.


 

Como devem ser tratados os sintomas da síndrome?

 

Mulheres com ovários policísticos costumam apresentar irregularidade menstrual por falta de ovulação, hirsutismo (aumento de pelos) e acne, além de correrem o risco de ter dificuldades para engravidar devido a ausência de ovulação. De acordo com o ginecologista Rogério Leão, a melhor maneira de tratar o problema ainda é o uso da pílula anticoncepcional: “Ela regulariza o ciclo e equilibra os hormônios, diminuindo a produção de hormônios androgênicos, que causam o hirsutismo”, explica.

 

Entre os anticoncepcionais, o médico destaca aos que possuem ciproterona na composição, que têm efeito antiandrogênico. “Se o hirsutismo for intenso, pode-se associar medicamentos antiandrogênicos também”, acrescenta. Se a principal queixa da paciente for a infertilidade (devido à falta de ovulação), o ginecologista pode recomendar uma medicação para induzir a ovulação, como o citrato de clomifeno.

 

Só é possível tratar a síndrome com hormônios?

 

No caso de pacientes obesas ou com sobrepeso, o médico diz que perder 10% do peso corporal já pode levar a melhora importante dos sintomas: “Retomando as ovulações é possível regularizar a menstruação e aumentar a chance de gravidez”, explica. Por isso, dieta e exercícios são essenciais no tratamento da síndrome de ovários policísticos. Além disso, mulheres que têm resistência à insulina, algo comum nesta síndrome, podem ser beneficiadas com medicações que reduzem a insulina, como metformina e mio-inositol.

 

“Além dessas medidas, para mulheres que não querem engravidar no momento, a pílula é a melhor opção. Caso queira engravidar, o melhor são indutores da ovulação”, conclui o ginecologista.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

Colocar DIU pode causar aumento da cólica?

O Dispositivo Intrauterino (DIU) é muito conhecido pela eficácia e longa duração. Ele tem formato de um T e é inserido no útero da mulher principalmente para prevenir a gravidez, mas também pode ser utilizado para reduzir o fluxo menstrual e a cólica intensa. No entanto, existem dois tipos de dispositivo, o de cobre que não possui hormônios e o hormonal. Apenas um deles consegue reduzir a cólica e o outro pode provocar até um aumento desse incômodo. Saiba qual é!

 

Efeitos do DIU: será que pode aumentar a cólica?

 

As reações do DIU no corpo da mulher podem variar de acordo com o tipo de dispositivo escolhido. De acordo com o ginecologista Rogério Leão, os principais efeitos que podem surgir devido ao uso do DIU de cobre são leve aumento do fluxo menstrual e cólicas. “Em geral, isto acontece somente nos primeiros ciclos após a colocação”, pontua o médico. Já o DIU com hormônio (ou SIU, sistema intrauterino) leva à diminuição do fluxo e da cólica menstrual e, em muitos casos, pode levar à amenorréia (ausência de menstruação).

 

Para mulheres que já apresentam episódios de cólicas intensas, o ginecologista diz que não é aconselhável colocar o DIU de cobre, pois as cólicas permanecerão e até poderão aumentar. “Já o DIU com hormônio é uma excelente opção”, acrescenta.

 

O DIU é indicado para todas as mulheres?

 

O DIU de cobre pode ser uma excelente opção para pacientes que não podem tomar hormônios por conta de antecedente de câncer de mama ou risco de trombose. Também é ótimo para aquelas têm o ciclo menstrual regular e não sentem muita cólica e, por isso, não querem ingerir mais hormônios.

 

Já o DIU com progesterona pode ser usado por qualquer mulher que não deseja menstruar. “É muito indicado para aquelas com fluxo aumentado, independente de anticoncepção. Em pacientes com Adenomiose (quando o tecido endometrial se implanta na parede uterina, levando à cólica e sangramento aumentado) este DIU também é indicado”, diz o médico.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

Vaginite e vulvovaginite: entenda o que é cada uma dessas doenças vaginais

As vaginites e vulvovaginites podem parecer nomes um pouco estranhos, mas são mais comuns na vida das mulheres do que se imagina. Ambas representam uma inflamação no órgão genital da mulher e normalmente são causadas por microorganismos que causam infecções como a candidíase, clamídia e tricomoníase, além de alergia a determinado produto. Conversamos com um ginecologista para saber quais são as diferenças entre elas e qual é o tratamento recomendado.


 

Quais as diferenças entre a vaginite e vulvovaginite?

 

Segundo o ginecologista Rogério Leão, a vulvite é uma inflamação da vulva, ou seja, a porção externa do genital. Já a vaginite é inflamação da vagina, canal que une o útero ao orifício genital externo. A vulvovaginite, por sua vez, é a inflamação simultânea da vulva e vagina - normalmente as duas estão associadas.

 

Os sintomas dos três tipos de inflamação são bem parecidos, embora cada uma possua uma causa diferente. Por isso é muito importante a avaliação de um ginecologista para dar o diagnóstico correto. De acordo com o médico, as vulvovaginites costumam causar coceira intensa na vulva (parte externa da vagina). No caso de candidíase, uma infecção causada por vírus, além da coceira também pode haver inchaço na vulva, corrimento esbranquiçado, vermelhidão local e, em alguns casos, até ardência ao urinar. Já na vaginite, pode ter coceira interna e corrimento de diferentes características, dependendo do tipo de vaginite.

 

Como é feito o tratamento dessas doenças ginecológicas?

 

Segundo o médico, o tratamento vai depender do tipo de vulvovaginite diagnosticado. “Pode ser o caso de tratar com antibióticos ou antifúngicos (orais, creme vaginal ou  pomadas para uso externo), além de anti-inflamatórios, ácido bórico ou probióticos”, diz. Após perceber os sintomas citados acima, o mais importante é procurar seu ginecologista para saber qual é o problema e tratá-lo adequadamente.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

Corrimento vaginal: é possível evitá-lo? Veja dicas de um profissional

Toda mulher em idade reprodutiva, ou seja, depois da primeira menstruação (menarca), passa a produzir secreções vaginais. O fluido ajuda na lubrificação da vagina e varia em volume ao longo do ciclo menstrual. No período fértil, por exemplo, é comum notar um aumento significativo. No entanto, muitas mulheres ainda confundem a secreção natural com o corrimento patológico, que normalmente está associado a infecções causadas por vírus, bactérias e protozoários. Por isso é importante saber diferenciar as características das secreções vaginais e, acima de tudo, saber como se prevenir.


Secreção natural x corrimento infeccioso

 

Segundo a ginecologista Lívia Migowski, “a secreção vaginal é o resultado da descamação das células da vagina, da microbiota vaginal, da secreção das glândulas do colo do útero e dos níveis de estrogênio e progesterona”, diz. Essa secreção é fisiológica, ou seja, totalmente natural, e não possui cor ou odor forte. Sua textura pode variar entre fluida ou um pouco gelatinosa, dependendo do período do ciclo menstrual em que a mulher estiver.

 

No entanto, a médica faz um alerta para as mulheres começarem a observar quando a secreção vaginal mudar de coloração, pois essa alteração pode estar relacionada com corrimentos infecciosos causados por vírus, bactérias ou protozoários. Normalmente o corrimento também surge acompanhado de sintomas como coceira, irritação ou vermelhidão, odor desagradável e ardência ao urinar. Vale reforçar que todo corrimento é patológico e necessita de tratamento, por isso, não deixe de fazer a medicação correta indicada pelo seu ginecologista.

 

Dicas de uma ginecologista para evitar ter corrimento

 

Para evitar o corrimento por infecção é necessário ficar atenta aos seus hábitos de higiene íntima. A ginecologista Bárbara Murayama recomenda evitar usar biquínis ou maiôs molhados por muito tempo, pois o ambiente quente e úmido favorece a proliferação de microrganismos. “Usar roupas frescas, que permitem que a região íntima fique arejada, preferir calcinhas de tecidos não-sintéticos e usar preservativo nas relações sexuais também são boas medidas de prevenção”, acrescenta.

 

Na hora de fazer a higiene, a médica recomenda lavar a região apenas por fora, que é a parte da genitália que chamamos de vulva. “Ficar atenta a todas as dobrinhas que existem nessa parte do corpo e usar preferencialmente sabonete líquido íntimo, sem cor e sem perfume”, completa a especialista. Lenços umedecidos e desodorantes vaginais devem ser evitados.


 

Como identificar se a secreção é um corrimento

 

O primeiro passo é identificar as características principais do corrimento, como coloração amarelada, esbranquiçada e espessa ou esverdeada, acompanhada de outros sintomas incômodos que falamos acima. Em seguida, o ideal é procurar seu ginecologista para que ele possa fazer uma avaliação. Dessa forma, o profissional poderá examinar a região íntima e pegar uma pequena amostra da secreção para fazer um exame a fresco, o que significa que o profissional vai analisar no microscópio no próprio consultório, buscando o diagnóstico correto.


 

Este artigo tem a contribuição das especialistas:

Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

É verdade que minhas roupas podem estar prejudicando a saúde íntima?

Diversos fatores podem causar desequilíbrio na floral vagina, o que faz com que a saúde íntima das mulheres fique vulnerável a possíveis infecções pela proliferação excessiva de microorganismos que vivem na flora. Um dessas causas é o uso de roupas muito apertadas na área íntima ou feitas com tecidos sintéticos, que tendem a provocar maior abafamento e transpiração. Conversamos com uma ginecologista para entender como as peças podem influenciar na saúde da vagina.


 

Tecidos prejudiciais para a região íntima

 

De acordo com a ginecologista Paula Bortolai, os tecidos sintéticos e rendas tendem a causar reações alérgicas com mais frequência e dificultam a passagem do calor e do ar na região íntima, criando um ambiente mais propício para o aumento das secreções vaginais e para infecções causadas pela proliferação de microrganismos.

 

Na hora de comprar calcinhas novas, fique atenta ao conselho da ginecologista: “Algodão e tecidos naturais absorvem melhor a transpiração e são mais indicados para o dia a dia”, recomenda Dra. Paula. Além de também serem bem mais confortáveis por conta da superfície macia e causar menos atrito com a pele.

 

Problemas que podem ser causados para a área íntima

 

Além de alergias, a ginecologista destaca que o uso de peças íntimas apertadas, com pouca ventilação e tecidos sintéticos, também pode estimular o aparecimento do corrimento vaginal por causar maior abafamento. “Pode levar a mais infecções como candidíase, vaginoses e outras”, acrescenta. Esse alerta vale tanto para peças íntimas como para calças jeans ou outros modelos que apertem a região.

 

Qual é a solução?

 

Para a médica, a solução é a mudança de hábitos no dia a dia, o que está relacionado com a melhora em mais de 50% das queixas. Confira algumas dicas:

 

- Sempre lave a calcinha nova antes de usá-la;

- Enxágue bem as roupas íntimas para evitar que fiquem resquícios de sabão;

- Evite deixar as roupas em locais úmidos (por exemplo, secá-las no box, pendurá-las na torneira);

- Evite ficar muito tempo com maiô e biquíni úmidos;

- Por fim, não divida suas roupas íntimas com outra pessoa.

 

Cuidados na lavagem e posteriormente

A lavagem das peças também merece um cuidado especial. Deve-se usar preferencialmente sabão neutro e sem perfume, para evitar possíveis irritações ou alergias. Além disso, os ginecologistas recomendam que as peças íntimas sejam lavadas separadas das outras roupas.

 

Se você tem o hábito de lavar as calcinhas, tudo bem, pode continuar. Porém, essa deve ser uma opção somente para pré-lavagem e não definitiva. Portanto, não se esqueça de deixá-las no cesto adequado para que seja higienizada com o produto certo junto a outras peças íntimas. Na hora de secar, procure lugares arejados e próximos ao sol e nunca deixe suas calcinhas secando no box do chuveiro.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

Estou com um corrimento esverdeado: o que pode ser?

O corrimento esverdeado é sempre um sinal de alerta para a saúde íntima da mulher. Ele pode estar ligado a infecções, inflamações e até DST’s e, quanto mais rápido for investigado e tratado, menor é o risco de se tornar algo mais incômodo e grave. Conversamos com uma ginecologista para entender com quais doenças o corrimento com essa coloração pode estar relacionado.


 

Causas para o corrimento esverdeado

 

De acordo com a ginecologista Lívia Migowski, o corrimento esverdeado é um sintoma clássico da tricomoníase, uma infecção vaginal causada pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Além do corrimento com coloração esverdeada, a infecção também causa coceira, dor durante a relação sexual, ardência ao urinar, odor desagradável e aumenta a frequência urinária.

 

Outro problema que pode ter como sintoma o corrimento esverdeado é a vulvovaginite, uma inflamação que acontece ao mesmo tempo na vulva e na vagina, causando incômodos como corrimento, irritação, vermelhidão, sensação de queimação ao urinar, coceira e odor forte. A origem deste problema tem diversas explicações, podendo ser causada por fungo, bactéria, vírus ou outros parasitas, assim como substâncias químicas encontradas em produtos perfumados.

 

O diagnóstico do corrimento esverdeado

 

Como falamos acima, o corrimento esverdeado pode ter muitas explicações. Sendo assim, a médica explica que fazer uma avaliação do corrimento pela cor é muito falha. “Para darmos o diagnóstico específico da causa do corrimento é fundamental analisá-lo no microscópio, o que chamamos de exame a fresco”, diz. Por isso, ao notar esses sintomas reunidos é fundamental procurar seu ginecologista para uma avaliação.

 

Cuidados e tratamentos indicados

 

De acordo com a médica, o tratamento da tricomoníase deve ser tanto na mulher quanto no parceiro. “Como se trata de uma doença sexualmente transmissível, devemos pesquisar outras doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e sífilis e orientar uso de camisinha”, explica a ginecologista. O tratamento é feito com antibiótico via oral. Já para a vulvovaginite é necessário avaliar o que motivou a doença para direcionar a medicação mais adequada, podendo ser feita com remédios antibióticos, antifúngicos ou anti-histamínicos.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Outubro Rosa: Aprenda a técnica do autoexame das mamas com dicas de um ginecologista

O Outubro Rosa é uma campanha pensada para chamar a atenção das mulheres para a prevenção contra o câncer de mama, o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer). Em muitos casos, a descoberta desse quadro acontece quando ele já está avançado, o que torna o tratamento muito mais complicado. Para evitar que isso aconteça, os exames de prevenção são muito importantes, e o autoexame está entre eles. Ele pode ser feito em casa, pela própria mulher, e é super rápido! Saiba mais sobre o assunto com dicas do ginecologista Gustavo de Paula.


 

O autoexame é importante para a mulher conhecer o corpo e deve ser feito mensalmente

 

A importância do autoexame nas mamas está em prevenir a mulher contra possíveis problemas nessa parte do corpo. “Ele tem como principal objetivo ajudar a mulher no conhecimento do próprio corpo e, assim, possibilitar que ela perceba o surgimento de alguma nodulação ou secreção que possam aparecer nas mamas”, explica o profissional. Ele deve ser feito uma vez por mês pelas mulheres que já estão com as mamas formadas, de preferência na semana logo após a menstruação. Já aquelas que não menstruam, devem escolher uma semana específica, e nela realizar o autoexame todos os meses.

 

Como fazer o autoexame em casa?

 

Para realizar o autoexame, você pode começar apoiando uma das mãos atrás da cabeça. Ele pode ser feito deitada, ou mesmo em pé. Deslize então os dedos suavemente ao redor do seio, com movimentos circulares. Você também pode sentir a região mais próxima da axila. Além disso, de frente para um espelho, observe as mamas com os braços abaixados, com as mãos atrás da cabeça, e depois com as mãos na cintura, a apertando um pouco. Veja se repara qualquer alteração. Por último, esprema o mamilo com as mãos, bem de leve, e veja se sai alguma secreção. Caso repare algo diferente, não deixe de falar com seu ginecologista!

 

O autoexame é importante, mas não substitui a mamografia

 

“Estudos mostram que o autoexame não tem impacto na redução de mortalidade por câncer de mamas”, explica o ginecologista. Ele faz com que a mulher conheça desde cedo o seu corpo, facilitando que ela repare caso apareçam problemas. No entanto, ele não substitui a necessidade do exame físico pelo médico e a mamografia!

 

A idade recomendada para a mamografia é a partir dos 40 anos

 

As sociedades médicas brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia, Mastologia e Radiologia recomendam que a mamografia anual seja realizada a partir dos 40 anos. Porém, existem casos em que a mulher tem alto risco para o câncer de mama, como quando ela apresenta parentes de 1º grau que tiveram a doença. Nesses casos, pode ser necessário que a realização do exame aconteça mais cedo, o que será determinado pelo médico especialista.

 

Ultrassonografia das mamas e mamografia são exames diferentes

 

Algumas pessoas podem confundir o exame de ultrassom das mamas com a mamografia. No entanto, se tratam de exames diferentes, que não mostram as alterações da mesma forma. “O método diagnóstico de escolha no rastreamento do câncer de mamas é a mamografia e deve ser realizada nas situações apresentadas acima”, explica o profissional. Já a ultrassonografia é um método mais simples, que serve como complemento. “Nas mulheres jovens, é muito comum a realização da ultrassonografia periódica, porém sua realização não é essencial”, afirma ele.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

Coceira nos seios: causas que explicam o incômodo

Sentir uma coceira intensa em determinada área do corpo, além de ser muito incômodo, pode estar relacionada a algum problema que necessita de atenção. Quando a coceira surge nos seios e nas mamas, por exemplo, pode-se considerar um sintoma de alergia causada por fungos ou pelo contato com o tecido sutiã. Por isso é sempre bom ficar de olho na persistência desse problema e procurar ajuda de um dermatologista. Conversamos com uma especialista para entender as principais causas.

 

O que pode causar coceira nos seios?

 

A coceira nos seios pode ser provocada por diversos motivos. Segundo a dermatologista Gabriella Albuquerque, os causas mais comuns são por fungos que habitam a camada externa da epiderme e que se proliferam por conta da umidade do local ou pela alergia ao material do sutiã. “A coceira causada por fungos normalmente acomete apenas um dos mamilos. A provocada pela alergia acomete em geral os dois”, diz a médica.

 

Ressecamento da pele e alergia a determinado sabonete ou sabão em pó utilizado na lavagem também podem ser a explicação para a coceira. Vale lembrar que o suor também facilita a proliferação de fungos e bactérias que podem dar origem a micoses ou furúnculos, por isso, além da higiene corporal, trocar os sutiãs de uso diário com frequência também é uma boa precaução.

 

O que fazer para melhorar o sintoma?

 

Quando a coceira aparece de forma intensa, automaticamente pensamos em lavar o local para aliviar o incômodo. No entanto, a médica alerta que a umidade pode piorar o fungo, além de retirar bactérias benéficas que impedem a proliferação fúngica. Nesse caso, ela sugere trocar o sutiã por um de algodão e cores claras (branco ou bege) para testar se ele não é a origem da coceira. “Se o incômodo continuar vale pedir ajuda ao dermatologista. Até mesmo alguns tumores de mama podem iniciar com um sintoma de alergia em uma das mamas”, atenta a médica.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Gabriella Albuquerque - Dermatologista
CRM-RJ: 71503-4
http://gabriellaalbuquerque.com.br/

Acne em diversas regiões do corpo: o que isso quer dizer?

A acne é uma condição da pele que, para algumas meninas, começa na adolescência (durante a puberdade) e as acompanha até a vida adulta. De acordo com a dermatologista Gabriella Albuquerque, o surgimento de espinhas pode estar associado a quatro fatores: obstrução dos poros, o aumento da oleosidade, a proliferação de bactérias e a oleosidade em excesso. Elas aparecem, primeiramente, na face, mas podem surgir em outras áreas, como costas e tronco. Entenda a origem da acne no corpo e como lidar com ela.


Hormônios são responsáveis pelo surgimento da acne

 

No início da puberdade, o corpo de toda menina começa a produzir hormônios sexuais (também conhecidos como andrógenos), estes que são produzidos pelos ovários e glândulas suprarrenais e são os principais motivadores da acne e outras alterações que acontecem na pele nessa fase. A acne geralmente acomete as regiões mais oleosas do corpo, como a face, costas e região anterior do tronco. Segundo a médica, ocorre uma ativação na produção de óleos pelo estímulo destes hormônios, fazendo com que a acne surja por outras área.

 

Quais são os tratamentos indicados para minimizar ou dar um fim à acne?

 

De acordo com a médica, os tratamentos para acne devem incluir limpeza diária adequada, com sabonete adstringente à base de ácido salicílico, associada à substâncias que possam atuar nas queixas da paciente. “Deve-se dar atenção em especial à desobstrução dos poros e a redução das bactérias e resposta inflamatória da acne”, diz. Dra. Gabriella destaca tratamentos com peróxido de benzoíla, ácido retinóico, adapaleno e alguns antibióticos como os mais recomendados pelos especialistas. “As substâncias que controlam a oleosidade podem ser úteis, como o enxofre e a resorcina”, acrescenta.

 

Para finalizar, ela reforça que nunca devemos esquecer o uso dos filtros solares que impedem o aumento de pigmentação da acne e contribuem na manutenção do processo inflamatório.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Gabriella Albuquerque - Dermatologista
CRM-RJ: 71503-4

http://gabriellaalbuquerque.com.br/

Secreções vaginais começam a surgir a partir de qual idade?

Após a menarca, primeira menstruação que normalmente acontece entre 12 e 15 anos, o corpo da menina passa por um amadurecimento reprodutivo. Dessa forma, além de menstruar, ela começa a produzir mais hormônios e secreção vaginal natural. Secreção essa que é transparente e possui textura semelhante à clara de ovo, fluida e sem odor. Elas são responsáveis por manter a lubrificação natural da vagina e variam em quantidade de acordo com cada fase do ciclo menstrual.


Quando a secreção ganha características de corrimento

 

De acordo com a ginecologista Mariana Conforto, a secreção fisiológica (natural) não deve ser confundida com o corrimento, que geralmente é consequência de uma infecção. Quando o fluido é transparente semelhante à clara de ovo e não possui odor forte, podemos dizer que natural. Porém, fique atenta se a secreção aparecer com cor amarelada ou esverdeada, cheiro forte e acompanhada de coceira ou irritação na região íntima, pois essas são características clássicas de infecções vaginais como a candidíase e a vaginose. “Por isso a importância do exame físico para saber se é algo que necessita de tratamento”, alerta a médica.  

 

Como o sintoma pode ser tratado nessa idade?

 

Ao perceber que sua secreção vaginal está com uma aparência diferente, procure um ginecologista para que ele possa fazer uma coleta do muco vaginal e avaliar. Se for apenas uma secreção natural, medidas como usar calcinhas de algodão e evitar ficar muito tempo com a calcinha úmida podem ser o suficiente. Se o diagnóstico for uma infecção causada por vírus, bactérias ou protozoários, o médico poderá recomendar o medicamento, oral ou tópico, mais adequado para o seu tratamento.

 

Enquanto isso, lembre-se que a higiene íntima diariamente é fundamental para manter a região equilibrada. No banho, dê preferência por sabonetes líquidos íntimos e evite usar o chuveirinho para fazer a limpeza, pois o jato forte de água pode remover a mucosa natural protetora da vagina.  

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 5296454-9

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