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O corrimento vaginal pode estar sendo causado pela pílula anticoncepcional. Saiba como se cuidar nesse momento

Toda mulher em idade reprodutiva (após a menarca) passa a produzir secreções naturais que escoam pelo canal vaginal. Esse fluido saudável é responsável por deixar a vagina lubrificada e pode variar em quantidade e textura ao longo do mês, especialmente durante o período fértil. Para mulheres que utilizam pílulas anticoncepcionais, as características da secreção também podem mudar. Saiba mais!


A pílula anticoncepcional altera a secreção vaginal

 

Segundo a ginecologista Camila Ramos, a pílula anticoncepcional pode causar algumas mudanças na secreção vaginal fisiológica: “A pílula a torna mais espessa e, às vezes, pode aumentar também em quantidade”, diz a médica. Porém, essas novas características que a secreção assume não representam um corrimento infeccioso, sintoma de infecções vaginais causadas por microrganismos.

 

A secreção natural para quem não faz uso de hormônios geralmente é mais fluida e transparente, podendo variar a coloração para um tom amarelado antes e depois do período menstrual.

 

Fique de olho nas alterações da secreção vaginal  

 

De acordo com a médica, se a secreção estiver com cheiro desagradável ou causando coceira, pode se tratar de uma infecção vaginal. Corrimento amarelado ou esverdeado são fortes indicadores de doença, então é preciso ficar de olho. É importante ficar atenta também a outros sintomas que podem acompanhar a infecção além do corrimento, como a vermelhidão, irritação e ardência ao urinar. Caso perceba esses sinais, marque uma consulta com a sua ginecologista para que ela possa coletar uma amostra do corrimento e avaliar.

 

O corrimento pode ser sintoma de candidíase, uma infecção causada por vírus, assim como também pode representar uma vaginose bacteriana, tricomoníase (infecção transmitida durante o sexo), entre outras. O tratamento para essas complicações geralmente envolvem antibióticos ou pomadas locais. Consulte seu ginecologista para saber o mais indicado para você.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Camila Ramos - Ginecologista e obstetra da Policlínica Granato

CRM: 5295691-0

Que tal mudar o visual? Cabelo cresce e você pode ajudar alguém. Saiba como fazer doações de cabelo

Outubro se tornou o mês da mobilização mundial para dar atenção às pacientes de câncer de mama. Outubro Rosa, como ficou conhecido, é repleto de eventos de conscientização e prevenção da doença. Se você sempre se sentiu solidária à causa e fica pensando como pode ajudar, vamos te apresentar 3 relatos de meninas que fizeram uma simples ação: doação de cabelo. Com essa iniciativa uma peruca é confeccionada e, além de mudar o seu visual, você também muda a autoestima de uma mulher e faz uma grande diferença na vida dela. Veja essas histórias!


 

“Poderia ajudar alguém com o novo corte”

 

Raquel Carletto conta que fazia um tempo (foram cinco anos!) que não mudava o visual para um corte curtinho. O estilo despertava muito seu interesse, mas faltava um algo a mais para passar a tesoura. Os cortes mais curtos ganharam vários corações, levando muitas meninas aos salões para picotarem as mechas. “Por fim, o que me garantiu a coragem final foi lembrar que eu poderia ajudar alguém com o novo corte”, explica ela. Não gostar do corte sempre é um receio, mas como seria para um propósito maior, Raquel não voltou atrás.

 

“Avisei ao cabeleireiro para que cortasse sem pena, só queria que tirasse o quanto fosse preciso para a doação”, relata a jovem. Antes do dia do corte, Raquel pesquisou sobre o tamanho mínimo de cabelo, para qual instituição doar e onde entregar as mechas. “Doar meu cabelo me fez olhar um pouquinho pra fora do meu umbigo - e foi ótimo! Meu cabelo sempre foi tão importante pra mim, por que não torná-lo importante pra outra pessoa também?”, incentiva. É ajudar uma mulher com algo tão simples, que faz toda a diferença: um pedaço de você indo para ela.



Foto: Arquivo Pessoal

 

“Gostei bastante, tanto que adotei o cabelo curto por um bom tempo”

 

Para Nicole Venturi, a vontade de cortar o cabelo já era um desejo presente. O calor do Rio de Janeiro fez com que a jovem, durante seus 22 anos, pensasse muito na possibilidade de um novo corte. “Vi a propaganda em uma revista e fui cortar para fazer a doação”, conta ela. O novo visual logo conquistou seu coração, fazendo que adotasse os fios mais curtos por um bom tempo.

 

No dia de cortar, Nicole foi até um salão novo e explicou seu objetivo para mudar o visual. “Meu cabelo não estava tão longo, então o cabeleireiro me mostrou opções de corte. A jovem ressalta como foi uma ótima experiência fazer a doação, em especial, por saber que estaria levando alegria, esperança e um sorriso para outra mulher. “Após cortar e doar, eu curti a página no Facebook da instituição que recebeu o cabelo e vi uma foto das pessoas recebendo as perucas, foi muito gratificante”, relata. E aí, animou?



Foto: Arquivo Pessoal

 

“Decidi deixar crescer para poder fazer a doação”

 

Bruna Gullo fez um pouco diferente, mas com o mesmo propósito. Quando surgiu a vontade de doar, ela ainda não tinha um cabelão, mas esperou os fios crescerem para fazer a doação. “O cabelo é algo que mexe com a autoestima das mulheres, e ter a oportunidade de fazer uma diferença positiva em suas vidas foi o que mais me motivou”, compartilha. A jovem ficou encantada com a ideia e tomou sua decisão. Assim que chegou ao cabeleireiro, avisou que ia fazer o corte para a doação. O profissional já havia atendido diversos mulheres que foram até o salão com o mesmo objetivo. Dessa maneira, ele sabia toda a forma de fazer o procedimento, como a separação por mechas e depois juntá-las.

 

“Se com esse pequeno ato de cortar o cabelo temos a chance de minimizar, nem que seja um pouco, a dificuldade das mulheres nessa luta, espero que mais pessoas se solidarizem sempre”, destaca Bruna. Para ela, doar o cabelo foi uma sensação maravilhosa. Com uma pequena ação, ela sabia que estava fazendo uma outra mulher se sentir melhor consigo mesma. Além de seu orgulho pela própria iniciativa, a jovem conta como também fica grata ao ver outras garotas seguindo a mesma ideia.



Foto: Arquivo Pessoal

Cultura vaginal: o que é e quando devo fazer?

Cultura vaginal pode parecer um termo novo, mas provavelmente muitas mulheres já passaram por essa avaliação na consulta com o ginecologista. “É um exame em coletamos uma pequena quantidade de secreção vaginal com o objetivo de avaliar quais microorganismos estão presentes ali”, explica a ginecologista Bárbara Murayama. Esse teste busca identificar a presença de agentes na flora vaginal que possam estar causando sintomas de infecções ou DSTs. Saiba mais!

 

Quando é preciso fazer esse exame?

 

A cultura vaginal ajuda a esclarecer complicações quando o ginecologista ainda não conseguiu fechar um diagnóstico definitivo para o problema. Mas, afinal, quando ele deve ser feito? “Quando há necessidade de esclarecimento sobre quais microorganismos estão presentes na secreção vaginal, causando sintomas como corrimentos de repetição que não melhoram com tratamentos convencionais”, responde a médica. Portanto, a cultura vaginal não é um exame de rotina. O diagnóstico de grande parte das infecções vaginais pode ser realizado apenas pela história clínica e exame físico.

 

Como é feito a cultura vaginal?

 

O exame é feito durante a consulta com o ginecologista. O médico vai coletar a secreção vaginal introduzindo um tipo de cotonete próprio na vagina, girando suavemente durante alguns segundos. O procedimento não demora mais do que dois minutos, geralmente. Depois é feita uma bacterioscopia da secreção para identificar os microrganismos causadores dos sintomas que a paciente relatou.

 

O preparo para fazer a cultura vaginal é semelhante ao do preventivo. Não é recomendado ter relações sexuais com ou sem preservativo 48 horas antes do exame, não se deve usar cremes ou duchas vaginais, assim como também é indicado evitar fazer o exame no período menstrual e, sobretudo, se estiver tomando algum tipo de antibiótico.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Se eu tiver uma relação sexual sem camisinha no intervalo da pílula, corro o risco de engravidar?

Apesar de ser um método popular, a pílula anticoncepcional ainda gera muitas dúvidas. Para quem começou a utilizar o contraceptivo recentemente, uma dúvida comum é se a pessoa corre risco de engravidar se houver uma relação sexual sem camisinha na pausa da pílula, ou seja, os sete dias após finalizar a cartela. Para esclarecer essa dúvida de uma vez por todas, conversamos com a ginecologista Bárbara Murayama sobre o tema.


Se a pílula é tomada corretamente, não há perigo

 

Para a ginecologista, se a mulher está tomando adequadamente a pílula de uso cíclico, ou seja, as que têm pausa, o risco de engravidar durante o sangramento é o mesmo do risco durante o uso, ou seja, baixíssimo! No entanto, fique atenta às recomendações da sua ginecologista e leia as informações de uso do fabricante na bula do remédio. As pílulas devem ser ingeridas diariamente até terminar a cartela, sempre no mesmo horário. O mau uso da pílula anticoncepcional pode comprometer a eficácia em bloquear a ovulação.

 

É preciso tomar a pílula do dia seguinte?

 

De acordo com a médica, se a mulher faz uso da pílula anticoncepcional corretamente, ela não irá engravidar na pausa da medicação, portanto, não é necessário tomar pílula do dia seguinte após a relação sexual desprotegida. A pílula do dia seguinte só é indicada se a paciente não utiliza nenhum tipo de método contraceptivo e teve uma relação sem proteção, correndo o risco de engravidar. Também pode ser uma saída em situações em que a camisinha furou ou em casos de falhas constantes no uso do anticoncepcional como, por exemplo, esquecer de tomar a pílula vários dias.

 

O uso correto da pílula do dia seguinte

 

Apesar de muitas mulheres acreditarem que a pílula do dia seguinte é uma solução prática, os ginecologistas explicam que ela é um método de emergência. Deve ser utilizada somente em situações com risco de engravidar, como citamos anteriormente. Para ter eficácia, a pílula de emergência deve ser ingerida até 72 horas depois da relação desprotegida. Além disso, é importante saber que ela não é uma opção para rotina. Seu uso constante compromete quase pela metade a eficácia do método.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Síndrome de ovários policísticos pode causar infertilidade?

A síndrome de ovários policísticos é um distúrbio hormonal que afeta o ciclo menstrual da mulher, podendo causar irregularidade e ausência de ovulação. Devido à anovulação crônica causada pela SOP, muitas mulheres passam a ter dificuldades para engravidar. Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a síndrome causa infertilidade em até 40% das pacientes. Entenda por que isso acontece e qual solução buscar!


 

Como saber se tenho síndrome de ovários policísticos?

 

De acordo com a ginecologista Bárbara Murayama, para diagnosticar a síndrome dos ovários policísticos pode-se observar primeiro se há sintomas comuns ao problema e, em seguida, ir ao ginecologista para que ele possa pedir exames laboratoriais. As principais evidências do problema são ausência de ovulação (anovulação), que causa irregularidade menstrual, hiperandrogenismo e ovários com pequenos cistos que podem ser vistos através da ultrassonografia.

 

Antes do diagnóstico final, a médica destaca que deve-se confirmar a exclusão de doença da tireoide, hiperprolactinemia (prolactina) e da glândula adrenal, especialmente em quem está sem menstruar há mais de três meses, pois os sintomas podem ser confundidos com os da SOP.  “A avaliação sempre deve ser individualizada. Então, se a menina ou mulher tem algum sintoma, deve procurar a ginecologista”, afirma Dra. Bárbara.

 

Quais mudanças esse quadro provoca no corpo feminino?

 

As alterações mais comuns a quem tem ovários policísticos é a irregularidade menstrual e os sinais de hiperandrogenismo, que é o aumento de hormônios masculinos que causam oleosidade de pele e cabelos, acne, queda de cabelos e aumento de pelos em áreas geralmente mais comuns em homens. Além disso, também pode ocorrer o ganho de peso ou dificuldade para emagrecer.  

 

É verdade que o SOP pode causar infertilidade?

 

A causa da síndrome de ovários policísticos ainda é um caso de estudo para a ciência, portanto, ainda não existe uma cura definitiva. No entanto, os sintomas podem ser tratados separadamente. No caso da infertilidade, que pode ser explicada pela ausência de ovulação adequada, o ginecologista pode indicar a indução da ovulação, o que normalmente tem um bom resultado em mulheres com distúrbios ovulatórios. Outra alternativa seria a fertilização in vitro.

 

De acordo com a ginecologista, quando a mulher deseja engravidar e não consegue, seja por ausência da menstruação ou outro motivo, o indicado é avaliar de forma individualizada: “É preciso corrigir questões metabólicas que, por ventura, estejam alteradas e talvez seja necessário algum tipo de tratamento de reprodução assistida”, explica.  

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Mulheres com imunidade baixa estão mais suscetíveis a infecções vaginais. Veja dicas para se proteger

A imunidade é um mecanismo de defesa do nosso corpo, logo, quando ela não está em equilíbrio, o organismo fica mais vulnerável a doenças e infecções. Com a saúde íntima não seria diferente. A imunidade baixa influencia a saúde da mulher, desde um simples resfriado a uma infecção urinária ou corrimentos diversos. Quando o corpo está bem nutrido e saudável nossas defesas estão seguras. Com isso, conseguimos evitamos muitas doenças ou, mesmo se adoecemos, fica muito mais fácil nos recuperarmos.

 

Mulheres com imunidade baixa estão mais suscetíveis a infecções vaginais

 

De acordo com a ginecologista Bárbara Murayama, podemos dizer que existem dois tipos de imunidade: a geral e a local. A geral representa estar saudável como um todo, se alimentando bem, praticando atividade física regular, controlando o estresse e dormindo bem. Já a local diz respeito a como mantemos a flora vaginal saudável, que envolvem os cuidados com a alimentação e o corpo, além de higiene íntima adequada e visitas ao ginecologista sempre que for necessário. Quando não respeitamos esses requisitos para a manter uma boa saúde, pode haver uma queda da imunidade, o que faz com que a gente fique doente com mais facilidade.

 

Como evitar imunidade baixa e se proteger de infecções vaginais?

Alimentação

 

Para a imunidade geral, a médica indica ter uma alimentação saudável, rica em fibras, verduras, legumes e proteínas de qualidade. Dessa forma, é recomendável evitar o excesso de gordura, carboidratos ruins e comidas industrializadas. A profissional destaca que a hidratação adequada também é muito importante, assim como evitar segurar o xixi, o que pode causar infecção urinária.
 

Higiene íntima

 

A ginecologista também alerta a importância da higiene íntima adequada, sem excessos e sem falta: “Deve-se evitar duchas vaginais e lenços umedecidos, ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano e sempre que estiver com algum sintoma ou dúvida”, diz. O único produto recomendado é o sabonete íntimo na hora do banho, pois ele possui um pH compatível com o da vagina. Por fim, é importante lembrar que o sexo seguro, ou seja, com uso de preservativo é indispensável para evitar infecções vaginais.

 

Para quem pratica atividades físicas, ela recomenda não permanecer com a roupa suada por muito tempo, assim como também não é bom usar o biquíni ou maiô molhado por períodos longos. O ambiente úmido e quente da região íntima favorece a proliferação de fungos e bactérias. No dia a dia, preferir roupas leves que permitam que a região íntima seja arejada também é uma boa medida.
 

Corpo e mente
 

“Praticar atividades que ajudem a administrar o estresse da rotina, como meditação, hobbies, estar com amigos e a família” é a dica da médica para manter a mente equilibrada. Além disso, dormir bem, desligar-se de eletrônicos pelo menos 2 horas antes do seu horário de dormir e evitar o excesso de álcool e cigarros também podem contribuir para o melhor funcionamento do corpo.  

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

O fluxo pode aumentar depois de fazer o exame preventivo?

Conhecido também como Papanicolau, o preventivo é o exame que ajuda a prevenir o câncer do colo de útero, muitas vezes causados pelo papilomavírus humano (HPV). Esse é o principal exame ginecológico que as mulheres devem realizar para garantir que a saúde está em dia e evitar possíveis complicações. É indicado principalmente para as que são sexual ativas, visto que o vírus do HPV é transmitido no ato sexual. O procedimento é realizado pelo ginecologista, no consultório, e o conteúdo coletado do muco do colo do útero é enviado para análise em laboratório.

 

Como o preventivo é feito

 

O exame é realizado no consultório do ginecologista. Primeiro o médico vai fazer uma análise visual da vagina e ânus para identificar possíveis secreções ou pigmentações anormais e verrugas. Em seguida, ele irá introduzir o espéculo (instrumento conhecido popularmente como “bico de pato”) na vagina para visualizar as parede internas da vagina e colo do útero. Para finalizar, o profissional irá coletar uma amostra das células do colo e colocar em uma lâmina para enviar ao laboratório.

 

O Papanicolau é simples e geralmente não causa dor. Pode causar apenas um desconforto se a mulher não estiver relaxada. No entanto, o procedimento é rápido e dura, em média, 10 minutos.

 

Há riscos do fluxo aumentar depois de fazer o preventivo?

 

O preventivo é um exame intravaginal que, apesar de ser bem conhecido, ainda gera dúvidas como, por exemplo, se após o procedimento há risco do fluxo menstrual da mulher aumentar, devido ao contato com o colo do útero. Para a ginecologista, não é possível que isso aconteça: “A coleta do material é realizada no colo do útero, na parte externa - ectocervice, e na interna - endocervice, não há nenhuma interferência na cavidade uterina, portanto não interfere no fluxo menstrual”, esclarece. Portanto, é apenas mais um mito. Fique tranquila!

 

Não é indicado fazer o preventivo no período menstrual

 

Apesar de ser um exame simples, não é recomendado fazer o preventivo no período menstrual. A ginecologista Amanda Alvarez explica que resultado pode ser alterado devido à presença de sangue. Mesmo que a menstruação esteja no final e não haja um fluxo, de fato, somente leves sangramento, ela afirma que não deve ser realizado. “O ideal é fazer entre 10 a 20 dias após a menstruação”, diz. Assim como, para garantir um melhor resultado, a médica recomenda evitar relações sexuais, uso de duchas ou medicamentos vaginais dois dias antes do exame.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Amanda Volpato Alvarez - Medicina Reprodutiva – Ginecologista – Obstetra
Faz parte da equipe médica do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia)
CRM: 122447

Você também pode fazer a diferença! Veja como contribuir em mobilizações sobre o Outubro Rosa

Atualmente com campanhas em todo mundo, o Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos em 1982 como a primeira fundação com foco no câncer de mama. Para fortalecer a ideia, a fundadora organizou uma corrida para a cura, no mês de outubro, e, anos depois no mesmo evento, definiu o laço rosa como símbolo da causa. Com o passar dos anos, diversas fundações surgiram também em prol desse propósito, além do engajamento de marcas para ajudar pacientes, famílias e aumentar a divulgação. Mas, como você pode ajudar ? O Só Delas separou algumas dicas para você fazer a diferença no Outubro Rosa!

 

Que tal começar pelas redes sociais?

 

Hoje em dia é difícil achar alguém que passe um dia sem verificar seus perfis, seja para publicar uma foto nova ou ver o que os amigos andam postando. O poder das redes sociais tem se mostrado cada vez maior, em especial por seu alcance e agilidade. Por isso, esses locais são um bom ponto de partida. Para fazer sua parte no Outubro Rosa, você pode começar por sua foto de perfil, adicionando um laço rosa. Além disso, ainda na sua página, compartilhe dicas, mensagens de incentivo e informações sobre a prevenção do câncer de mamas. Garanto que seus posts vão atingir muitas muitas que nem sabiam o significado do Outubro Rosa.

 

Aposte nos looks e acessórios pink

 

Usar a cor rosa no mês de Outubro já tem um outro significado. Sim, é uma atitude simples, mas faz toda a diferença. Colocar uma blusinha rosa ou um brinco já é uma maneira de mostrar sua preocupação e apoio com a campanha, além de estar tendo empatia com as mulheres nessa luta. Para completar, você pode ajudar as pacientes com sua autoestima na hora de se arrumar. O lenço é um item muito usado por elas, porém é um dos acessórios mais caros no mercado. Muitas possuem apenas um para usar. Então, que tal reunir as amigas para doar alguns? Escolham estampas alegres, coloridas e também algumas lisas, para todos os gostos. É uma maneira simples de despertar um sorriso nessa lutadoras!

 

Procure instituições e doe!

 

Hoje em dia, existem diversas instituições ligadas ao câncer de mama, como o Laço Rosa e o RioAbrace. E muitas dessas fundações necessitam de doações para se manterem abertas e continuarem ajudando tantas mulheres. Pensando nisso, uma atitude é juntar uma graninha e direcionar para um desses lugares. Qualquer quantia já vai estar ajudando, pode der certeza. E também, muitas instituições ainda aceitam doações de roupas e itens de beleza, como maquiagem. Pesquise sobre as fundações na sua cidade e escolha uma. Se cada uma doar um pouquinho, dá para ajudar muito mais pacientes do que você imagina!

Os efeitos colaterais são iguais para todos os métodos contraceptivos?

Todo método contraceptivo pode gerar efeitos colaterais. Nos primeiros meses de adaptação podem surgir pequenos incômodos como dor de cabeça, enjoos e retenção de líquidos, mas que tendem a sumir quando o corpo da mulher estiver familiarizado com o contraceptivo escolhido. No entanto, muitas vezes esses sintomas acabam persistindo e, dessa forma, pode ser necessário escolher outro método de prevenção. Conheça os efeitos colaterais dos principais contraceptivos.


 

Efeitos colaterais da pílula combinada e da pílula de progesterona

 

Os efeitos colaterais do método hormonal via oral podem variar de acordo com o tipo de pílula utilizada. Segundo a ginecologista Mariana Conforto, usualmente as pílulas de progesterona causam acne devido ao aumento da oleosidade da pele, aumento da retenção hídrica e queda capilar. Já as pílulas combinadas de estrogênio e progesterona, a médica diz que podem provocar ressecamento vaginal, diminuição da libido e retenção hídrica também.

 

DIU de cobre e DIU hormonal

 

O Dispositivo Intrauterino, o DIU hormonal, é necessariamente de progesterona, por isso, os efeitos colaterais são parecidos com os da pílula de progesterona. Portanto, pode ocorrer um aumento da oleosidade da pele, acne, mudança de humor e retenção hídrica.

 

A injeção anticoncepcional e o anel vaginal também possuem efeitos colaterais

 

De acordo com a médica, todo método hormonal pode vir atrelado a efeitos colaterais, porém os métodos que não são via oral, como a injeção anticoncepcional, tendem a ter menos efeitos colaterais.

 

Já o anel vaginal, segundo a ginecologista, pode aumentar a secreção vaginal e aumentar os episódios de vulvovaginites, que são as infecções fúngicas e bacterianas do canal vaginal.

 

Métodos de barreira, como o diafragma e a camisinha, também possuem efeitos colaterais?

 

Para a especialista, os efeitos colaterais que os métodos de barreira podem gerar são desconfortos como alergias de contato. Mulheres que possuem alergia ao látex, material utilizado na camisinha, devem procurar um preservativo sem este componente ou optar por outro método.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 5296454-9

Conheça seu corpo: ginecologista fala sobre as alterações da secreção vaginal no ciclo menstrual

Ter secreção vaginal natural, além de ser comum para todas as mulheres, pode dizer muito sobre a nossa saúde íntima. E quem confirma essa afirmação é a ginecologista Carolina Ambrogini: “A secreção pode ajudar a identificar um problema ou pode mostrar até em que fase do ciclo menstrual você está”. Logo após a menstruação, a médica explica que o muco vaginal pode ser um pouco amarelado, por conter ainda resquícios de sangue. Antes do período ovulatório ela volta à cor normal (transparente) e fica mais escassa.


 

Durante a ovulação fica mais abundante e fluida, com aspecto de clara de ovo. Nesse período, em que ocorrem também os dias mais férteis do ciclo, o nosso corpo produz mais secreção para melhorar a lubrificação da vagina. Depois da ovulação é normal que a secreção fique branca e com uma consistência mais espessa. Confira o vídeo em que a especialista explica tudo!

 
 

 

Quem usa pílula tem uma secreção mais consistente

 

Segundo a médica, as mulheres que fazem uso de pílula anticoncepcional naturalmente vão ter uma secreção mais espessa constantemente. Isso acontece por influência dos hormônios contidos no medicamento e é um mecanismo para dificultar a passagem dos espermatozóides até o óvulo e evitar a possível fecundação.

 

Em dias mais quentes a umidade aumenta

 

Em dias mais quentes, a especialista fala que é comum aumentar a umidade da região íntima, mas isso não quer dizer que seja um excesso de secreção. A sensação úmida é causada pela transpiração da região íntima, o que pode ser amenizado com ajuda de protetores diários, que absorvem a umidade e ainda neutralizam possíveis odores causados pelo suor. É necessário escolher a versão respirável desse produto, pois ela permite a circulação de ar na área, sem causar abafamento.


Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista 
CRM: 102706-SP

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