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Por que a ventilação na região íntima é tão importante?

A região íntima da mulher é uma área que requer cuidados diários. Entre eles, a higiene adequada, a escolha de produtos, o uso do preservativo nas relações sexuais, o tipo de calcinha e a roupa do dia a dia. Quando essas precauções não são atendidas, pode acontecer um desequilíbrio dos microrganismos que vivem na flora vaginal e, consequentemente, surgirem infecções frequentes. Um fator muito importante para a manter a saúde íntima equilibrada é a circulação de ar nessa região, o que chamamos de ventilação. Roupas muito apertadas, como o jeans, e lingeries de tecidos sintéticos tendem a abafar a área vulvovaginal e isso pode ser prejudicial. Entenda!

 

Fungos e bactérias proliferam em ambientes úmidos e quentes

 

De acordo com o ginecologista Marcos Wengrover, os fungos se desenvolvem em ambientes úmidos, escuros e com temperatura próxima à temperatura normal do corpo humano. Sendo assim, a falta de ventilação, principalmente em mulheres que transpiram mais na região genital, podem manter uma umidade superior ao normal e estabelecer um ambiente mais propício ao desenvolvimento de fungos.

 

Normalmente essa região fica coberta (no escuro) e com a temperatura corporal maior, causando excesso de umidade. Também devemos considerar que os fungos provenientes do intestino estão presentes através das fezes, o que é uma situação propícia a candidíase”, explica o médico.

 

O que a ventilação da região íntima pode causar?

 

Segundo o médico, o principal problema seria o desenvolvimento de vulvovaginite pelo fungo Cândida: “A vagina permanece fechada o tempo todo, portanto a ventilação não tem influência alguma. Já a vulva (parte externa) pode sofrer um aumento do risco de desenvolver candidíase se não adequadamente ventilada ou estiver excessivamente coberta”, explica. A candidíase é uma infecção que afeta a vulva e a vagina da mulher, causando corrimento, coceira, mau cheiro, vermelhidão e ardência ao urinar.

 

O tratamento da candidíase é simples e normalmente é feito com aplicação de pomadas no local, com comprimidos vaginas ou via oral. No entanto, o primeiro passo antes de recorrer a um medicamento é consultar um ginecologista para que ele possa avaliar a origem da infecção, indicar o remédio correto e orientar sobre cuidados para prevenir uma repetição do problema.

 

O que fazer para para deixar a região íntima mais ventilada

 

“O uso de saias e vestidos em dias alternados com calças apertadas (jeans) é um bom começo, assim como o uso de roupas íntimas de algodão, tecido que absorve parte da umidade excessiva”, recomenda. Não deixe de procurar um profissional ao notar qualquer sintoma característico de problemas vaginais. Seu ginecologista é o mais indicado para te ajudar no tratamento e dar dicas de prevenção.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Marcos Wengrover Rosa, MD, PhD.
Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Moinhos de Vento
CRM 12346

Você usa protetor diário? Veja o que é, para que serve e como ele pode ser seu aliado no dia a dia

As conquistas da mulher independente deram um “boom” na rotina feminina e suas necessidades. Com uma semana mais intensa e grande parte do dia fora de casa, elas mudaram seus hábitos de higiene e passaram a ter incômodos que não eram pensados no passado. A umidade da área íntima é uma dessas queixas! Afinal, toda mulher tem secreções vaginais que são naturais e variam em quantidade ao longo do mês. Mas, isso não quer dizer que você precisa aceitar isso e se sentir desconfortável com a umidade da sua calcinha, sabia? É por isso que vamos te apresentar CAREFREE®, o primeiro protetor diário que chegou no Brasil.


 

O que é um protetor diário e para que serve?

 

O protetor diário é um item de higiene íntima aliado às mulheres em vários momentos do mês, por isso, existem dois tipos: o proteção e o respirável. O primeiro é indicado para o comecinho e final da menstruação, quando o fluxo é apenas aquele borrão na calcinha e não tem necessidade de usar um absorvente externo para isso.

 

Enquanto o segundo tipo é recomendado para todos os dias do seu ciclo em que você não esteja menstruada. O produto vai absorver a umidade da região íntima provocada pela transpiração e também por secreções vaginais naturais, proporcionando uma sensação de frescor o dia inteiro. Vale lembrar que a o protetor respirável permite a circulação do ar na região íntima e ainda ajuda a neutralizar possíveis odores que são comuns à área íntima.

 

Para qual momento o CAREFREE® é indicado?

 

CAREFREE® conta com três tipos de protetor íntimo. O Proteção é indicado para reter fluxos leves, como o comecinho e final da menstruação, e pequenos escapes. Já o CAREFREE® TodoDia é recomendado para uso diário, exceto os dias da menstruação. Toda mulher produz secreções vaginais diariamente, especialmente no período fértil, quando é comum aumentar. Esses fluidos fisiológicos costumam deixar a calcinha úmida e causar uma sensação incômoda ao longo do dia. É aí que entra o protetor diário respirável. Ele ajuda a absorver a umidade e mantém você sequinha e fresca em qualquer horário, além de amenizar os odores comuns a essa região que, depois de algumas horas, podem se tornar desagradáveis na sua calcinha.

 

O terceiro CAREFREE® é o TodoDia Flexi, uma versão mais fina e flexível do TodoDia. Ele tem bordas mais finas e dobráveis que se adaptam facilmente a todo tipo de calcinha. É importante lembrar que esse protetor também não abafa e possui uma camada 3x mais respirável comparado com CAREFREE® Proteção.

 

Veja como usar CAREFREE® e tornar sua rotina mais prática

 

1) Retire a fita adesiva central do protetor íntimo;

2) Fixe-o no centro da calcinha.

3) Se você escolher o CAREFREE® TodoDia Flexi, dobre as bordas para baixo da calcinha.

4) Não esqueça de fazer algumas trocas ao longo do dia! Isso vai garantir a sensação de frescor e a higiene da sua calcinha.

Pílula anticoncepcional pode aumentar ou diminuir o fluxo menstrual?

A pílula anticoncepcional é um método oral em que a mulher deve ingerir a medicação todos os dias, sempre no mesmo horário até o final da cartela. O objetivo é bloquear a ovulação e, consequentemente, prevenir a gravidez. O tipo mais popular é a pílula combinada, que é composta por dois tipos de hormônios: o estrogênio e a progesterona. Além da prevenção, a pílula pode trazer benefícios para a pele, melhora da TPM e regularização do ciclo menstrual. Mas, afinal, a pílula anticoncepcional pode diminuir o fluxo da menstruação? Perguntamos à ginecologista Márcia Heloísa Fogaça!


 

Pílula anticoncepcional combinada ajuda a reduzir o fluxo menstrual

 

Existem diversos tratamentos que podem ajudar a diminuir o fluxo menstrual intenso. Entre eles, podemos citar a pílula anticoncepcional combinada como o mais popular e fácil de administrar. “O anticoncepcional age bloqueando a ovulação e diminuindo a espessura da camada interna do útero, portanto, isso diminui o fluxo menstrual na maioria dos casos”, explica a ginecologista.

 

Segundo a médica, se o uso hormonal tiver o objetivo de reduzir o sangramento mensal é necessário ter acompanhamento de um ginecologista, pois existem respostas diferentes do organismo aos tipos de hormônios. “É sempre importante relatar ao seu ginecologista as reações ocorridas para que possam ser feitas avaliações com exames complementares adequados para cada caso”, acrescenta. É importante lembrar que algumas mulheres possuem restrição ao uso de pílulas com estrogênio.

 

Tratamentos para fluxos muito intensos

 

Existem diversos tratamentos para reduzir fluxos menstruais abundantes, desde medicamentos hormonais a cirurgias. O anticoncepcional geralmente é a primeira escolha do ginecologista para a paciente, por ser um medicamento de fácil acesso e administração, além do baixo custo. Também é possível buscar outras opções como a injeção de estrogênio, estrogênio oral e medicamentos antifibrinolíticos, que ajudam a conter hemorragias em caso de fluxo aumentado devido a alguma complicação como endometriose e tumores.

 

DIU que aumenta o fluxo e DIU que ajuda a reduzir

 

O DIU é um dispositivo inserido no útero da mulher para prevenir a gravidez. No Brasil há dois tipos disponíveis, o de cobre e o hormonal. O de cobre não possui liberação de hormônios e pode causar um aumento do fluxo menstrual e da duração da menstruação, portanto, não é o método mais indicado para quem deseja reduzir o sangramento. Já o DIU hormonal é capaz de atuar reduzindo o fluxo e diminuindo as cólicas.  

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:
Dra. Márcia Heloísa Fogaça de Aguiar César - Ginecologista do Hospital Santa Clara
CRM: 22082

Seu corpo dá sinais quando precisa de uma consulta com o ginecologista. Veja quais são!

As visitas ao ginecologista seguem a recomendação da frequência anual. Nesses casos, a consulta é feita para a realização de exames de rotina, como o preventivo. Em casos completamente diferentes, o próprio organismo sinaliza à mulher que há algo de errado com a saúde íntima. É como se o corpo usasse de alguns sintomas para mostrar isso. Nessas situações, a visita ao ginecologista deve ser imediata para que o profissional consiga entender o que pode estar causando esses sinais.

 

A coceira, por exemplo, é um dos sintomas mais comuns da candidíase. Causada pelo fungo Candida, a infecção causa também inflamação e corrimento branco e espesso. O diagnóstico só pode ser feitos com especialistas, mas essas alterações do comportamento da vagina já alertam a mulher para a presença do fungo. A ginecologista Carolina Ambrogini explica que sinais, além desses, podem indicar complicações!

 

Quais sinais indicam a visita imediata ao ginecologista?

 

Carolina indica que está na hora de marcar uma consulta no ginecologista sempre que a mulher sinta que algo não vai bem com a saúde genital.  “Pode ser por um corrimento, menstruação com cólicas, intensa ou irregular, TPM descontrolada, sintomas de menopausa, aconselhamento de contracepção ou se preparar para uma gravidez”, explica ela. Dores abdominais fortes, o fluxo da menstruação aumentado e desregulado, odor forte, dor na hora de urinar e coceira também podem estar nessa lista.

 

Entretanto, existem sinais que podem estar dentro da normalidade. A secreção vaginal, por exemplo, é um sinal de que tudo está dentro da normalidade. Cores diferentes no ínicio e no fim da menstruação também são casos comuns. Apenas os profissionais podem indicar se o caso é preocupante ou não.

 

Por que é tão importante se consultar?

 

Ginecologistas são especialistas quando o assunto é saúde feminina! “Eles avaliam a saúde da mulher como um todo e fazem diversas orientações de prevenção de doenças e bem-estar”, comenta a Dr. Carolina. É importante fazer as consultas regulares para estar com a saúde totalmente checada. Visitá-los é a única forma de ter certeza de que tudo está correndo bem e saudável. “Muitas doenças como o câncer de mama ou o câncer de colo uterino são assintomáticas, só se descobre ao realizar exames preventivos”, explica ela.

 

Da adolescência à terceira idade a mulher vive momentos diferentes em relação à saúde. Em todas essas fases, os cuidados se diferenciam e as recomendações são outras. Somente o ginecologista, de preferência um que acompanhe a mulher em todos esses estágios, pode analisar o funcionamento corporal e fazer as melhores indicações.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

Se proteger da candidíase pode ser mais simples do que você imagina. Saiba como!

A candidíase é uma infecção vaginal causada por uma desequilíbrio dos microrganismos que vivem na flora vaginal, especificamente o fungo Cândida. Essa condição causa sintomas como corrimento esbranquiçado, coceira e vermelhidão local. Apesar de ter um tratamento fácil, normalmente feito com pomadas ou comprimidos, os cuidados íntimos são fundamentais na prevenção da repetição desse problema. Conversamos com um ginecologista para saber quais são as precauções necessárias desde a higiene a mudanças de hábitos na rotina.

 

A higiene íntima correta faz toda diferença na prevenção 

 

De acordo com o ginecologista Marcos Wengrover Rosa, a higiene íntima diária reduz a quantidade de bactérias e fungos na região genital e deve ser feita com sabonete neutro. “O uso de sabonetes líquidos para higiene íntima (que não contenham substâncias bactericidas ou fungicidas, que não são necessários e podem alterar a flora vaginal normal) são os mais adequados”, afirma.
 

Sempre que possível, o médico indica fazer a higiene íntima com água morna e sabonete neutro, especialmente após o esvaziamento do intestino. Além disso, ele alerta que nunca devemos fazer duchas internas: “Isso remove as bactérias protetoras e aumenta muito o risco de desenvolvimento de germes oportunistas, entre os quais a Cândida e a Gardnerella”, diz.
 

Quando não for possível lavar a região íntima, Dr. Marcos Wengrover recomenda o uso de lenços umedecidos em casos de emergência: “Após o esvaziamento do intestino, a higiene com papel e ou lenço umedecido deve no sentido da vulva em direção ao ânus e nunca ao contrário”, explica.

 

Mudança de hábitos também podem ajudar

 

Especialmente no verão, mudanças de hábito como usar roupas mais larguinhas e tecidos que permitem maior ventilação na área externa podem ajudar a prevenir a proliferação de fungos. Quando for à praia ou piscina, também é bom ter cuidado com o tempo que você irá passar com a peça íntima molhada, pois o contato da vulva, que é um ambiente quente, com a umidade do biquíni pode ser um facilitador para os fungos. 

 

Calcinhas de algodão também são mais adequadas para quem quer evitar infecções vaginais. O tecido natural ajuda a manter a circulação de ar na área e evita o abafamento prejudicial. Além disso, se você tem o hábito de ir à academia ou praticar outras atividades físicas, não esqueça de fazer a higiene íntima assim que chegar em casa, já que o suor produzido nessa região também pode causar prejuízos à sua saúde íntima. 

 


Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Marcos Wengrover Rosa, MD, PhD.
Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Moinhos de Vento
CRM 12346

Camisinha feminina: entenda como esse produto te protege de DSTs

Os métodos contraceptivos como pílula anticoncepcional, DIU de cobre ou hormonal, implante, entre outros, podem prevenir uma gestação indesejável, mas apenas a camisinha pode proteger a menina e seu parceiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), muitas delas ainda sem cura e com graves sequelas para a vida de ambos. “As estatísticas demonstram que as DSTs não escolhem sexo, raça ou classe econômica e mesmo nos relacionamentos estáveis e de longo prazo as camisinhas são recomendadas”, alerta a ginecologista Paula Bortolai.

 

Como a camisinha protege você de DST’s

 

A camisinha atua como um método de barreira impedindo o contato da secreção vaginal com o pênis e vice-versa. “A camisinha feminina, por apresentar uma maior superfície, protege a mulher ainda mais, pois além da vagina ela cria uma barreira nos pequenos e grandes lábios, dificultando, por exemplo, o herpes vírus. Já o HPV pode ser transmitido pelo contato da mucosa com o escroto contaminado. É importante lembrar que a camisinha feminina nunca deve ser usada em conjunto com a masculina, pois o atrito pode causar rompimento de uma delas", comenta.

 

A camisinha masculina e a feminina protegem igualmente?

 

“Se usadas de maneira correta, se tornam o método mais seguro para prevenção de DST”, afirma a ginecologista, que alerta também para a importância da realização de exames periódicos para verificar se está tudo bem com a saúde íntima, consultas ginecologistas, cuidados com a higiene diária e hábitos de vida saudáveis.

 

Aprenda a colocar a camisinha feminina

 

A camisinha feminina, por incrível que pareça, ainda não é tão conhecida pelas mulheres, porém, oferece proteção e lubrificação como a masculina. “O preservativo feminino é uma bolsa cilíndrica feita de plástico fino (poliuretano), transparente e suave, do mesmo comprimento que o preservativo masculino, porém com dois anéis flexíveis, um em cada extremidade, sendo uma delas oclusa por uma membrana”, explica o ginecologista Gustavo Pereira.

 

Antes da relação sexual, a mulher precisa inserir a camisinha na vagina pela extremidade fechada, que deve alcançar o fundo, enquanto a aberta fica para fora em contato com a vulva. O especialista preparou um passo a passo para explicar:

- Primeiro escolha uma posição confortável para a inserção (agachada, com uma perna levantada, deitada com a barriga para cima ou sentada);
- Depois aproxime as bordas do anel, do lado fechado, esfregando uma na outra para espalhar o lubrificante. Aperte o anel de forma a torná-lo estreito e longo;
- Com a outra mão, separe os grandes lábios, expondo a superfície vaginal, onde será inserido o anel;
- Empurre cuidadosamente o anel para dentro da vagina, o máximo possível. Colocar um dedo no interior da camisinha para ajudar a empurrar com mais facilidade. E pronto!

Não esqueça de verificar se que o pênis entre dentro do preservativo e não pelo lado, entre o preservativo e a parede vaginal, ok? Após a retirada do pênis, segurar o anel externo, selando a saída dos fluidos e retire cuidadosamente o preservativo da vagina.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:
Dra. Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

 

Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

Uma menina que ainda não menstruou pode usar anticoncepcionais para diminuir a acne?

A pílula anticoncepcional possui benefícios que vão além da prevenção da gravidez. A medicação pode ser utilizada para tratar problemas hormonais e algumas doenças, além de ajudar a reduzir o fluxo menstrual, reduzir as cólicas e outros sintomas da TPM, melhorar a acne e a oleosidade. Mas, para meninas que já entraram na puberdade, mas ainda não menstruaram, a pílula pode ser usada para diminuir a acne? Convidamos uma dermatologista para responder a essa dúvida!


 

Quando a menina deve iniciar a pílula anticoncepcional?

 

A pílula anticoncepcional é um método utilizado para bloquear a ovulação e prevenir a gravidez, portanto, deve ser utilizada por meninas que são ativas sexualmente. Em alguns casos, mesmo que a menina não tenha começado a se relacionar, a ginecologista pode indicar o uso da pílula combinada para tratar problemas hormonais como a Síndrome dos Ovários Policísticos, assim como também pode ser usada por quem deseja reduzir o fluxo menstrual intenso e controlar a cólica forte todo mês. De qualquer modo, o acompanhamento com a ginecologista é muito importante, principalmente nos primeiros anos após a menarca.

 

Quem não menstruou, pode usar a pílula para diminuir a acne?

 

De acordo com a dermatologista Gabriella Albuquerque, não é necessário fazer um tratamento hormonal em paciente que ainda não menstruou. A médica pode indicar outros tipos de tratamento para reduzir a acne, além de ensinar a menina a cuidar da pele com uma rotina simples de higienização, entre outros cuidados.  

 

É verdade que o anticoncepcional pode afetar a pele?

 

“Na maioria dos casos os contraceptivos orais ajudam a melhorar a acne na pele. Porém, alguns contraceptivos, em especial os com maior quantidade de progestágeno, podem piorar a acne”, explica a médica. O acompanhamento da ginecologista na hora de escolher o anticoncepcional ideal para você é fundamental para evitar efeitos colaterais. Se a condição acneica se agravar devido ao uso da pílula pode ser necessário trocar o anticoncepcional. Converse com a sua médica!

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Gabriella Albuquerque - Dermatologista
CRM-RJ: 71503-4

http://gabriellaalbuquerque.com.br/

O produto ideal para cada fase da sua higiene íntima

O ciclo menstrual tem, em média, 28 dias de duração até ser reiniciado na próxima menstruação. Durante esse tempo, nosso corpo passa por três fases (folicular, ovulatória e lútea) que possuem características próprias. É na fase folicular que o ciclo inicia e a menstruação acontece, logo, os absorventes, internos ou externos, serão fundamentais nesses dias.



 


Depois que o fluxo termina, começa a fase ovulatória, quando estamos chegando no pico de fertilidade e o corpo começa a produzir maior volume de fluidos vaginais. Para evitar a sensação de calcinha úmida o dia todo contamos com a ajuda dos protetores diários. Preparamos um infográfico para você entender qual produto de higiene íntima deve usar em cada momento, de acordo com as necessidades do seu corpo!

 

CAREFREE® Proteção para o início e finalzinho da menstruação

 

Para o primeiro dia da menstruação e o finalzinho, quando o fluxo é apenas um borrão, você pode usar o CAREFREE® Proteção, o protetor de calcinha que retém leves fluxos e pequenos escapes. Mas, não se engane, ele não é um mini-absorvente e não possui o mesmo tamanho ou capacidade de absorção. Já nos dias de fluxo mais intenso é necessário usar um absorvente externo ou interno, como você preferir. É importante lembrar de trocar o protetor ao longo do dia para manter a higiene íntima sempre fresca.

 

Um absorvente SEMPRE LIVRE® ideal para cada mulher

 

Quando o fluxo chega em seu dia mais intenso é hora de colocar o absorvente externo. Porém, lembre-se: escolher um absorvente que atenda as necessidades do seu fluxo e do seu corpo é muito importante para se sentir protegida e tornar seu período menstrual mais confortável. A linha Adapt Plus, de SEMPRE LIVRE®, tem três tipos de absorvente externo. Todos possuem formato anatômico, que se adapta melhor ao seu corpo, e tecnologias que ajudam a espalhar mais rapidamente o fluxo pelo produto e mantendo o sangue longe da região íntima da mulher.

 

Conheça as características de cada modelo:

 

- SEMPRE LIVRE® Adapt Plus: proporciona conforto e super proteção! Anatômico e seguro, ele absorve até 5x mais do que a mulher precisa por até 8 horas. Indicado para fluxos leves a moderados.

 

- SEMPRE LIVRE® Adapt Plus Noite e Dia: proporciona noites mais tranquilas e dias mais seguros para quem tem fluxo intenso. Com o dobro de cápsulas de gel superabsorventes e agora ainda mais conforto.

 

- SEMPRE LIVRE® Adapt Plus Ultraflexível: com formato ultrafino e ultraflexível, oferece discrição e conforto e com a mesma proteção do formato regular.

 

O.B.® para quem quer proteção discreta e segura naqueles dias

 

Prefere usar absorve interno? Então dá uma olhada nos benefícios de O.B.®! Com canais curvos que direcionam o fluxo menstrual para dentro do absorvente interno, evitando vazamentos, O.B.® se expande lateralmente, adaptando-se ao contorno do seu corpo com máxima proteção. A linha O.B.® ProComfort ainda tem exclusiva cobertura Silk Touch, que desliza para uma melhor colocação do absorvente interno.

 

CAREFREE® TodoDia para os outros 21 dias do ciclo

 

Toda mulher produz secreções vaginais que são naturais e podem variar em quantidade ao longo do ciclo. Além disso, as mulheres também possuem transpiração na região íntima, o que muitas vezes pode causar odores e uma sensação desagradável na calcinha. Para conseguir administrar esse incômodo no dia a dia e se sentir mais fresquinha, você pode contar com o CAREFREE® TodoDia, o protetor diário respirável que absorve a umidade da área íntima e neutraliza possíveis odores. Feito com microporos (material respirável), o protetor permite a circulação do ar e não possui fragrância.

 

Para quem prefere uma versão mais fina e flexível, que se adapta melhor a sua calcinha, o CAREFREE® TodoDia Flexi é uma boa pedida. Essa versão possui uma camada 3x mais respirável comparado com CAREFREE® Proteção.

Secura vaginal: veja as causas e consequências desse quadro

Em algumas fases da vida, a mulher tem uma redução da lubrificação vaginal, podendo levar a problemas na vida sexual e emocional. Em geral, isso acontece na menopausa e no período pós-parto, que são momentos em que ocorre a diminuição da produção de estrogênio, principal hormônio feminino. Com isso, podem aparecer incômodos como queimação e coceira no dia a dia e desconforto na relação sexual. Conversamos com uma ginecologista para saber o que fazer quando surgir esse quadro e como aumentar a lubrificação natural.

 

Como ocorre o ressecamento vaginal?

 

A secura vaginal é uma alteração comum a mulheres que já estão na menopausa. No entanto, devido a uma queda hormonal brusca também pode acontecer com as mais jovens, principalmente para as que utilizam pílula anticoncepcional. “O ressecamento vaginal ocorre pela baixa produção de estrogênio no organismo”, explica a ginecologista Camila Ramos. O cigarro também pode ser um dos causadores do ressecamento, já que ele prejudica a produção de estrogênio e a circulação de oxigênio no sangue.
 

Como o ressecamento prejudica a vida e a saúde da mulher?

 

Segundo a médica, a diminuição da lubrificação pode tornar as relações sexuais desconfortáveis para a mulher. Além disso, também é comum sentir ardência, coceira e queimação na região íntima no dia a dia. Dessa forma, é importante lembrar que o ressecamento vaginal não é saudável e deve ser investigado junto ao ginecologista para depois escolher o tratamento adequado para cada caso.

 

Saiba como tratar e aumentar a lubrificação feminina

 

“O primeiro passo é avaliar a causa do ressecamento. Pode ser devido à menopausa, gestação ou uso de alguma medicação. Avaliar o motivo é essencial para propor um tratamento”, diz a médica. Terapia de reposição hormonal, quando iniciada na época certa, é bom um método para evitar o ressecamento. A prática sexual regular também aumenta o fluxo sanguíneo na vagina, o que melhora a lubrificação.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Camila Ramos - Ginecologista e obstetra da Policlínica Granato
CRM: 5295691-0

 

 

Mudanças percebidas no corpo ao parar de tomar pílula anticoncepcional. Veja o que ginecologista listou

Depois de um tempo fazendo uso da pílula anticoncepcional, seu corpo fica acostumado a receber certa dose de hormônios durante 21 dias (para as pílulas com pausa) ou continuamente. Quando você decide interromper o anticoncepcional, pode ser que alguns efeitos que já aconteciam na TPM ou durante a menstruação possam voltar a aparecer. Mas, é importante dizer: não estamos dizendo que você não deve parar de tomar o contraceptivo hormonal. Se essa é a sua vontade, avalie a condição com sua ginecologista para saber o que será melhor para o seu corpo. Veja quais sintomas podem acontecer ao parar de ingerir a pílula hormonal.


 

Parar o anticoncepcional pode causar aumento de fluxo menstrual

 

A pílula anticoncepcional é composta por hormônios que inibem a ovulação e, consequentemente, evitam a gravidez. Quando a pílula é interrompida, a mulher volta a ter o ciclo menstrual padrão ao organismo dela. “A secreção vaginal muda (varia de acordo com o ciclo), ciclos menstruais podem ficar irregulares, aumenta o fluxo menstrual, pode aumentar as cólicas menstruais e retorno de acne em pacientes propensas”, explica a ginecologista.   

 

Depois de interromper a pílula combinada é comum a mulher se queixar de um aumento da oleosidade da pele e cabelo e o surgimento de acne no rosto. Isso acontece porque o ovário voltou a produzir hormônios andrógenos naturalmente. Para quem possui ovários policísticos, essa produção pode ser ainda mais intensa. Nesse caso, o acompanhamento de um dermatologista torna-se essencial para ajudar na autoestima da mulher. Além disso, com o ciclo normalizado, a liberação de prostaglandina também volta a acontecer, causando cólicas, dor de cabeça e enjoos durante a TPM e a menstruação.

 

Posso parar de tomar anticoncepcional a qualquer momento?

 

De acordo com a ginecologista Camila Ramos, o ideal é ter o aconselhamento de um ginecologista. De todo modo, a pílula pode ser interrompida a qualquer momento sem problemas. “Tudo vai depender do desejo da paciente. Contudo, hoje não existe mais a necessidade de fazer uma pausa do anticoncepcional para ‘limpar’ o organismo”, explica.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Camila Ramos - Ginecologista e obstetra da Policlínica Granato
CRM: 5295691-0

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