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Verrugas genitais: causas, riscos e como tratar

A verruga genital é um dos tipos mais comuns de infecções sexualmente transmissíveis. Elas são causadas pelo papilomavírus humano (HPV) e normalmente surgem nas áreas úmidas da região genital, podendo aparecer tanto na parte externa (na vulva) quanto internamente (na vagina). Elas possuem uma aparência variável, que pode ser representada por pequenos caroços ou feridas semelhantes à uma couve-flor. Estudos comprovam que mulheres estão mais propensas a desenvolver verrugas no órgão genital do que os homens.


 

Quais são os riscos dessas verrugas?

 

De acordo com a ginecologista Adriana Goés, elas são transmissíveis e, por isso, necessitam ser tratadas. “Elas podem coexistir com os vírus que causam câncer de colo uterino, então precisam ser tratadas, além de evitar o contato sexual para que as verrugas não sejam transmitidas para o parceiro”, diz. Quando não tratada, a tendência é aumentar a quantidade de verrugas pela região íntima.

 

Qual é o tratamento adequado para verrugas genitais?

 

Segundo a médica, o tratamento dessas verrugas é feito com ácido ou com um gel que vai estimular a imunidade local. Na presença de verrugas mais extensas é preciso uma retirada cirúrgica. “Após esse procedimento, é feito um controle clínico após os seis meses para acompanhar e garantir que não vai voltar. A relação sexual precisa ser feita com o uso de preservativo para evitar novo contágio. Normalmente as pacientes contaminadas com HPV eliminam esse vírus ao longo de dois anos”, alerta.

 

Na presença de verrugas, a recomendação da ginecologista é procurar assistência médica com urgência, pois na fase inicial é possível fazer o tratamento ambulatorial sem necessidade de qualquer intervenção cirúrgica.

 

Dra. Adriana de Góes - Especialista em Reprodução Humana Assistida, Ginecologia e Obstetrícia. CRM: 96001

É verdade que o DIU pode não se adaptar ao meu corpo?

O DIU é um excelente método contraceptivo de barreira, pois é introduzido no útero para impedir a chegada do espermatozóide ao óvulo. Ele pode ser encontrado em duas versões: com ou sem hormônio, o que pode atender à necessidades individuais das mulheres. Seu tempo de adaptação pode ser imediato ou levar algumas semanas. No entanto, há chances do útero expulsar o dispositivo em alguns casos. Conversamos com uma ginecologista para entender por que isso acontece.


 

O DIU ideal para cada mulher

 

O DIU sem hormônio eventualmente pode levar ao aumento do fluxo menstrual e de cólicas, mas por não ter hormônio nenhum, ele não interfere na ovulação. “É um método exclusivamente de barreira, que impede o contato do espermatozóide com o óvulo. É como se fosse um guarda-chuva dentro do útero impedindo o contato entre os dois gametas” explica a ginecologista Adriana de Goés.

 

Já o DIU que tem a progesterona na sua haste, além de servir de método de barreira, ele libera o hormônio na parede uterina e evita que o endométrio (camada interna do útero) aumente sua espessura para que o embrião se implante. “Se o endométrio não cresce, ele também não vai ter o que ser descamado, então as pacientes usuárias de DIU com hormônio também tendem a ter o fluxo menstrual reduzido ou não menstruar”, afirma a médica.  

 

É verdade que o DIU pode não se adaptar ao corpo?

 

Segundo a médica, algumas mulheres apresentam contração uterina e expulsam o DIU após a colocação, mas isso é um evento raro. Outra situação que pode levar a expulsão do DIU é quando a paciente é submetida a uma anestesia nas costas, pois nesse procedimento há um relaxamento da musculatura do colo, em que favorece a descida do DIU.

 

Quais são os cuidados prévios e após colocar o DIU?

 

Os cuidados antes à colocação do DIU é rotina ginecológica completa. “Exames de papanicolau, verificar se não tem nenhuma infecção vigente, fazer um ultrassom para saber a posição e tamanho do útero”, conta a médica. Após a colocação, os cuidados estão principalmente relacionados ao controle com o ultrassom a cada seis meses durante todo o período de uso do dispositivo.


 

Dra. Adriana de Góes - Especialista em Reprodução Humana Assistida, Ginecologia e Obstetrícia. CRM: 96001

Pílula anticoncepcional aumenta os seios?

A pílula anticoncepcional pode causar diversos efeitos colaterais ao corpo, principalmente no período de adaptação, ou seja, nos seus três primeiros meses de uso. Acredita-se, inclusive, que o anticoncepcional hormonal pode causar um aumento no volume dos seios. Consultamos uma ginecologista para descobrir se essa alteração é verdadeira e se pode ser prejudicial para a mulher.


 

O inchaço das mamas pode ser causado pela pílula

 

Segundo a ginecologista Adriana de Goés, o estímulo hormonal da pílula pode causar um inchaço do tecido mamário, mas isso não irá aumentar a glândula, somente uma exuberância no tecido. “Algumas pílulas causam isso com maior ou menor intensidade. Isso é um efeito colateral da pílula, o objetivo é que isso não aconteça e que o  organismo sofra o mínimo possível de alterações”, afirma a médica. Para ela, quando a mulher tem esse aumento do volume mamário, ela também tem dor nas mamas, e esse desconforto pode levar à descontinuação do método.

 

Outras mudanças podem acontecer no corpo da mulher após iniciar a pílula

 

As mulheres que utilizam pílula apresentam modificações secundárias ao bloqueio da ovulação (principal função da pílula). “Como elas não ovulam mais, eventualmente isso pode ocasionar a queda da libido”, pontua a médica, acrescentando também que podem surgir alterações estéticas como celulite por conta da retenção de líquidos e risco de varizes.

 

Após iniciar a pílula, a secreção vaginal também ganha uma textura mais encorpada e esbranquiçada, que é o próprio mecanismo de ação da pílula para evitar a subida dos espermatozóides até o útero.

 

Pílulas combinadas aumentam o risco de trombose

 

Outro efeito destacado pela ginecologista é em relação à trombose, que é a formação de coágulo sanguíneo em uma veia, geralmente nas pernas. “A associação de estrógeno e progesterona comum nas pílulas convencionais podem aumentar o risco de trombose, e esse é o principal fator preocupante para as usuárias de pílula”, explica.

 

Para a especialista, pacientes jovens normalmente não correm esse risco, mas as mulheres acima dos 35 anos devem avaliar com cuidado junto ao ginecologista antes de optar por esse método hormonal para utilizar.

 

Vale destacar que é absolutamente contraindicado usar pílula anticoncepcional e fumar, pois esse risco de trombose aumenta bastante. E o mais importante: nunca escolha um método anticoncepcional sem consultar seu ginecologista!

 

Dra. Adriana de Góes - Especialista em Reprodução Humana Assistida, Ginecologia e Obstetrícia. CRM: 96001

Corrimento amarelo significa algum problema de saúde? Veja como tratar

Corrimentos vaginais com cor amarelada ou esverdeada geralmente estão ligados à infecções, sejam elas causadas por desequilíbrio da flora vaginal ou transmitidas sexualmente. Por isso, quando você notar mudança na coloração da sua secreção vaginal, a recomendação é procurar seu ginecologista para uma avaliação. Conversamos com uma ginecologista para entender quais são os riscos deste corrimento e tratamento mais adequado.


 

O corrimento amarelo pode indicar que tipos de complicações?

 

Para a ginecologista Lívia Migowski, o corrimento vaginal amarelado pode estar associado à infecções sexualmente transmissíveis, como gonococo, clamídia e tricomoníase, além de infecções por fungo, como a candidíase e,  até mesmo, por um desequilíbrio das bactérias que habitam a vagina, como a vaginose bacteriana.

 

“Para diferenciar essas causas o ginecologista irá buscar sintomas associados, como febre, presença de vermelhidão e coceira, além de dor abdominal e dor na relação sexual, e fazer o exame a fresco”, diz a médica. O exame a fresco consiste em pegar uma pequena amostra do corrimento e analisar no microscópio no próprio consultório, buscando o diagnóstico de certeza.
 

Qual é o tratamento mais adequado?
 

Segundo a médica, o tratamento irá depender da causa, por isso, é muito importante o ginecologista usar de todas as ferramentas para descobrir o que ocasionou o corrimento. “Quando descobrimos a causa correta, podemos orientar melhor a paciente e também podemos avaliar a necessidade ou não de tratar o parceiro”, acrescenta a ginecologista. No geral, o tratamento é feito com cremes vaginais para a candidíase e vaginose bacteriana. Já no caso de doenças sexualmente transmissíveis o tratamento é via oral ou intramuscular.
 

Não é recomendado ter relações sexuais durante o tratamento destas patologias. “O ideal é voltar as relações sexuais após o fim do tratamento. Até mesmo para evitar uma nova contaminação do parceiro nos casos de doença sexualmente transmissível”, afirma a médica.
 

Que medidas a mulher pode tomar para se prevenir em seguida?
 

Quando se trata de candidíase, a orientação da ginecologista é dar preferência por calcinhas de algodão, evitar permanecer com o biquíni molhado, preferir roupas mais largas, como saia e vestidos. Tudo isso para evitar o abafamento da região íntima, ambiente propício para a proliferação de fungos.

 

Já para as doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, gonococo e tricomoníase, além de tratar o parceiro para evitar nova contaminação, é indispensável o uso de camisinha para proteção dessas e de outras DST’S. “Orientar sobre higiene íntima também é importante em todos os casos. A principal causa de corrimento vaginal em crianças é justamente uma higiene inadequada”, finaliza a médica.
 

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal

CRM: 52.90682-4

É possível sentir o DIU durante a relação sexual?

O DIU é um método contraceptivo eficiente, de longa duração e muito prático, já quem diferente da pílula anticoncepcional, não é necessário se preocupar com o horário de tomar para prevenir a gravidez. Ele é um pequeno dispositivo feito de cobre ou plástico, em formato de um T, que é inserido no útero para impedir a chegada do espermatozóide até o óvulo. Entretanto, algumas mulheres já relataram que seus parceiros sentiram algum desconforto na hora do sexo ou que ele interfere inferir na libido da mulher. Conversamos com uma ginecologista para entender mais sobre o assunto.


 

Dá para sentir o DIU durante o sexo?

 

De acordo com a ginecologista Mariana Conforto, uma vez que o DIU é inserido na cavidade uterina não é possível sentir ou ver, nem mesmo durante a relação sexual. Assim como também não é comum sentir dor durante o sexo por conta do dispositivo: “O DIU na posição correta dentro do útero não causa dor. Se houver alguma dor ou sangramento, deve-se procurar uma ginecologista para avaliar o que pode ter acontecido”, diz.

 

Apesar de ser raro, algumas mulheres relatam que o parceiro já sentiu as hastes do DIU incomodarem durante a penetração. Mas isto não é comum, pois hoje em dia os fios são bem finos. Sendo assim, pode ter ocorrido uma má colocação. Converse com o seu ginecologista sobre essa percepção.

 

DIU x libido

 

Existem dois tipos de DIU mais conhecidos, o de cobre e o hormonal. Segundo a médica, o de cobre (não-hormonal) não interfere na libido da mulher. “O DIU hormonal tem o efeito dentro do útero apenas. Mas, como o útero tem vasos sanguíneos pode-se absorver uma parte da progesterona e isso influencia o ciclo e, consequentemente, a libido”, diz. Porém, deve-se lembrar que a libido é multifatorial e é interferida por diversos fatores não apenas com a escolha do método contraceptivo.

 

Como é feita a colocação do DIU?

 

A colocação do DIU normalmente é realizada no consultório médico e dura no máximo 30 minutos. “O procedimento é feito por um ginecologista e pode gerar algum incômodo, mas na maioria das vezes é uma dor suportável”, finaliza a médica.

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Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal.
CRM: 5296454-9

Método contraceptivo de tabelinha funciona? Saiba como usar!

O método de Ogino-Knaus, o famoso método da tabelinha, nada mais é do que ter conhecimento do seu ciclo menstrual na prática e saber exatamente qual o seu período fértil, o que ocorre normalmente 12 a 16 dias antes da menstruação. No entanto, vale alertar, o método exige responsabilidade e não exclui o uso de camisinha nas relações sexuais, já que o preservativo também é importante para evitar doenças sexualmente transmissíveis. Saiba como utilizar!

 

A tabelinha é um método seguro?

 

A eficácia de um método contraceptivo é calculada pelo índice de Pearl, que é expresso pela taxa de falhas próprias do método em um período de tempo. De acordo com a ginecologista Andreia Gozzi, a tabelinha, quando usada corretamente, é classificada como moderadamente efetiva. “Há uma taxa de falha de 2 a 5 para cada 100 mulheres por ano”, diz. Apenas como comparativo, ela conta que o índice de falha de um anticoncepcional é de 3 para cada 1000 mulheres por ano.

 

Como fazer a tabelinha?

 

Primeiramente a mulher deve observar o seu ciclo menstrual pelo período mínimo de 6 meses. Então, contar a quantidade de dias entre  um ciclo e outro e considerar o primeiro dia da menstruação como o dia 1. “Levando em consideração que o pico da ovulação ocorre no meio do ciclo, mas existe o tempo de vida do espermatozoide (48 horas) e do óvulo (24 horas), é possível calcular o tempo que a mulher deve manter a abstinência sexual”, explica a ginecologista.

 

A exemplo, ela cita uma mulher que anotou seus ciclos durante seis meses. O mais longo foi de 32 dias e o mais curto de 26 dias. Deve-se subtrair 18 do ciclo mais curto (26 -18 = 8) e subtrair 11 do ciclo mais longo (32 - 11 = 21). Resultado: esta mulher deverá abster-se de relações sexuais do 8º ao 21º dia do ciclo, pois este é o período e que ela estará mais apta a engravidar.

 

Quais cuidados são necessários ao escolher esse método?

 

De acordo com a médica, mulheres com ciclos irregulares, com variações de mais de seis dias, não devem usar esse método. “Ele requer uma disciplina rígida e abstinência sexual nos dias de risco” alerta. Além disso, ela reforça que a tabelinha não é um método de barreira, logo, a mulher deve continuar se prevenindo contra as doenças sexualmente transmissíveis com o uso do preservativo.

 

Dra. Andreia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Aproveite suas férias para ir ao ginecologista e colocar os exames em dia

As férias de julho já estão chegando e, além de ser um momento de se divertir, viajar e sair com os amigos, também é tempo de marcar consultas médicas que você está adiando há meses e fazer exames de rotina para se certificar de que a saúde está em dia. Sabemos que essa é a última coisa que você pensou ou quis fazer, mas o tempo livre é muito bom para dar conta desses compromissos que a gente sempre adia durante a rotina. Descansar é muito bom para cuidar da mente, mas cuidar da saúde íntima é tão importante quanto. Fizemos uma lista simplificada desses exames para te ajudar.


 

Exame preventivo

 

O exame preventivo, também conhecido como papanicolau, é uma simples coleta do colo do útero através da introdução de um instrumento - o espéculo - na vagina. Por mais que esta descrição possa parecer assustadora, o exame é rápido e muito tranquilo. Segundo a ginecologista Flávia Fairbanks, o preventivo é muito importante principalmente para as mulheres sexualmente ativas: “Nele é possível diagnosticar câncer de colo uterino, neoplasias intraepiteliais cervicais, e também doenças sexualmente transmissíveis como tricomoníase e gonorréia”, explica.

 

Ultrassonografia pélvica e transvaginal

 

A ultrassonografia pélvica e transvaginal é feita em laboratório, diferente do preventivo, que é feito no consultório médico. Estes exames detectam problemas no ovário, avaliam a parede uterina e ajudam a identificar possíveis alterações no órgão. “É recomendável sempre que houver alguma alteração no exame físico ou na investigação complementar das irregularidades menstruais e disfunções hormonais”, indica a ginecologista.

 

Exame de sangue e dosagem hormonal

 

O exame de sangue é um clássico, mas a dosagem hormonal também é importante para avaliar se os componentes e nutrientes do sangue estão normais e checar também as alterações hormonais. Isso facilita muito um possível tratamento precoce!

 

De acordo com a médica, os principais são o TSH e T4 livre, que vão identificar alterações nos hormônios tireoidianos. “Outros testes como de glicemia, colesterol total e suas frações, triglicerídeos, creatina (avaliação da função renal), TGO e TGP (avaliação da função hepática) e hemograma completo também devem ser realizados de acordo com o caso da paciente”, diz.

 

Dra. Flávia Fairbanks - Ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare - CRM: 93879/SP

5 causas que explicam a coceira vaginal + dicas de como evitar!

A coceira na vulva ou vagina pode ter causas alérgicas, decorrente de agentes infecciosos (vírus, bactérias, protozoários) ou pode ser um simples arranhão ou queimadura. No entanto, não é normal ter coceiras vaginais e, por isso, é necessário uma avaliação junto ao seu ginecologista. Conheça cinco causas que explicam o prurido nessa região e dicas de como evitar este problema.

 

Candidíase vaginal

 

De acordo com a ginecologista Paula Bortolai, a causa mais comum da coceira vaginal é a candidíase, uma infecção causada por um fungo que se prolifera em ambientes úmidos e em situações de baixa imunidade e alteração do pH vaginal.  O tratamento medicamentoso da candidíase pode ser feito via oral ou com pomadas vaginais. “O tratamento é eficaz, mas se não ocorrer mudança nos hábitos, a candidíase pode ser recorrente”, alerta a médica.

 

Como evitar: A profissional recomenda manter a vagina o mais arejada possível no dia a dia. “Usar lingerie de algodão, evitar calça jeans apertada, dormir sem calcinha, secar bem a região após o banho e evitar duchas vaginas internas, pois tiram a lubrificação vaginal protetora”, diz.

 

Alergia a sabonetes e outros produtos

 

Outra causa de coceira vulvovaginal bem comum são alergias ou reações a sabonetes íntimos, tecidos da roupa íntima, resíduo de sabão em roupas, amaciantes perfumados, lubrificantes e preservativos. Neste caso, a recomendação é tirar estes produtos aos poucos da sua rotina e tentar identificar qual é o agente causador da reação alérgica.

 

Como evitar: Dê preferência por produtos com pH neutro, sem perfumes, enxágue bem as roupas após a lavagem e use peças íntimas de algodão.

 

Doenças que baixam a imunidade

 

O prurido vaginal também pode ser reflexo de doenças sistêmicas como diabetes e outras que deixam a imunidade baixa, favorecendo a proliferação de fungos.

Como evitar: Reforçar a imunidade com suplementos de Zinco, entre outras estratégias que devem ser decididas junto ao seu médico.

 

DSTs

 

Algumas DSTs também apresentam a coceira vaginal como sintoma, mesmo que secundário. Assim como também provocam corrimentos, normalmente amarelo e/ou esverdeado, presenças de úlceras, vesículas, gânglios na região inguinal, sintomas urinários entre outros podem ser sugestivos de DSTs. O tratamento é individualizado para cada tipo de doença e o parceiro obrigatoriamente precisa ser tratado em conjunto.


 

Como evitar: Não abra mão do preservativo em suas relações sexuais e faça exames regularmente.

 

Período menstrual

 

Segundo o ginecologista Alessandro Scapinelli, no período menstrual também pode ocorrer coceira na região íntima. A melhor forma de solucionar este incômodo é encontrar um absorvente com cobertura suave, que normalmente não causa reações à peles sensíveis.

 

Como evitar: testar as coberturas seca e suave e verificar qual se adapta melhor à sua pele.

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) - CRM:112810-SP

Pílula anticoncepcional dá celulite? Consultamos um especialista para saber

A celulite é um acúmulo de gordura, água e toxinas que causa ondulações na pele em diversas áreas do corpo, como barriga, culote, bumbum e flancos. Muitos fatores influenciam no surgimento desses furinhos indesejados. Podemos citar os mais comuns: sobrepeso, alimentação rica em gordura, sedentarismo e alterações hormonais. Ao iniciar o uso da pílula anticoncepcional, também é comum mulheres relatarem que passaram a ter mais celulites. Mas, afinal, o contraceptivo hormonal é um desencadeador da celulite?


 

A pílula hormonal pode causar retenção de líquidos e celulites

 

Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a pílula pode anticoncepcional pode causar mudanças no corpo da mulher, mas não é uma regra. Tudo irá depender da sensibilidade dela em relação aos hormônios e também da composição da pílula escolhida. “Hoje existem cerca de 30 composições diferentes no mercado. A maioria das mulheres não vai notar diferença alguma no corpo. uma pequena parcela, menos de 10%, pode sentir dor e aumento das mamas e retenção de líquido”, explica.

 

No entanto, ainda há um receio por parte das mulheres de que as pílulas hormonais possam causar celulites pelo corpo. De acordo com a ginecologista Flávia Fairbanks, a pílula composta por estrogênio e progesterona pode causar retenção de líquido, o que significa que, em mulheres com tendência a ter celulite (geralmente associada à sensibilidade aos estrogênios), com má alimentação e sedentárias, essa tendência pode ser potencializada.

 

Tratamentos para redução da celulite

 

Hoje em dia é possível encontrar diversos tratamentos para reduzir as celulites. A drenagem linfática é indicada para todos os graus de celulite, pois ajuda a eliminar o acúmulo de líquidos nos tecidos. Além disso, também tem a opção de recorrer à massagem modeladora, que atua nas placas de gordura e também melhora o sistema linfático. Converse com a sua ginecologista e escolha o melhor forma de tratar o seu caso.


 

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

 

Dra. Flávia Fairbanks - Ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare | CRM: 93879/SP

Camisinha masculina e camisinha feminina: entenda as principais diferenças

O uso da camisinha é muito importante em todas as relações sexuais, independente do tempo em que os parceiros estão juntos. Hoje em dia existem diversos tipos de preservativos, alguns com características especiais como aromas e sabores diferentes. Além destas qualidades adicionais, é importante sabermos que existe o preservativo para ser usado no órgão genital masculino e também um para o feminino, que um pouco menos popular. Saiba quais são as diferenças entre eles!

 

Vantagens da camisinha feminina comparada com a masculina

 

A principal vantagem da camisinha feminina está no fato de ser um método sob controle total da mulher, cabendo a ela decidir se usará ou não. Segundo o ginecologista Gustavo de Paula Pereira, a versão feminina do preservativo pode ser inserida até oito horas antes do início da relação sexual e não precisa ser retirada imediatamente após a ejaculação. “Além disso, tem maior área de proteção da região genital, se comparada à camisinha masculina, aumentando a segurança contra herpes e verrugas genitais”, completa.

 

No que diz respeito ao prazer feminino, o especialista destaca que a camisinha feita para mulheres proporciona maior sensibilidade durante a relação, pois é mais fina que a camisinha masculina. “O anel externo ainda estimula o clitóris, aumentando o prazer da mulher”, diz. Outra vantagem é que este produto é feito de poliuretano, com chances muito pequenas de causar alergia, se comparada com a masculina, que é feita de látex. Ela também é mais lubrificada que a camisinha masculina e pode ser usada com qualquer tipo de lubrificante. A masculina, para quem não sabe, só deve ser usada com lubrificantes à base de água.

 

A masculina ainda é o modelo mais popular

 

Por ser uma versão historicamente popular, a principal vantagem da camisinha masculina é a facilidade para comprar. É possível encontrar em farmácias, mercados e até em lojas de conveniência. A praticidade na hora de colocar esta versão também é um ponto que faz com que o preservativo saia na frente.

 

Independente do tipo que você escolher, ambas são muito importantes na prevenção da AIDS e outras DSTs. Então, não deixe a camisinha de lado para não colocar sua saúde em risco. ;)

 

Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

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