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A voz da mulher pode mudar ao longo do ciclo menstrual?

Alguma vez você já ouviu dizer que nossa voz pode mudar ao longo do ciclo menstrual? Mais alta, mais baixa, mais aguda ou mais fina, alguns estudos alegam que as mudanças hormonais que ocorrem no nosso corpo podem causar pequenas alterações no nosso timbre em cada fase do ciclo. Para você, isso é mito ou verdade? Conversamos com um ginecologista para saber!


 

Oscilações hormonais alteram a voz ao longo do mês

 

A explicação do ginecologista Alessandro Scapinelli é bem simples: “A flutuação hormonal observada em um ciclo menstrual pode ser responsável por mudanças na voz. Porém, essas alterações são muito sutis e imperceptíveis na maioria das mulheres”. Podemos dizer até que tal alteração só seja observada por mulheres que trabalham com música e, por precisar trabalhar a voz de diversas maneiras consiga conhecê-la ao ponto de saber que algo está diferente.  

 

A voz pode ficar mais alta antes e depois do período ovulatório

 

Segundo o ginecologista, a voz pode ficar mais alta antes e depois do período ovulatório: “Isso acontece porque de 24h a 36h antes da ovulação ocorre um pico da produção do estradiol. Tal hormônio é responsável pela qualidade e manutenção da frequência fundamental da voz”, explica. Portanto, neste período a mulher atinge seu verdadeiro potencial e timbre vocal.

 

Também é comum a voz ficar mais áspera e rouca

 

De acordo com o médico, sete dias antes da menstruação ocorre o pico da progesterona, hormônio que contribui para a retenção de líquido. Portanto, observamos em certas mulheres: edema e refluxo gastroesofágico. “Neste cenário as cordas vocais podem reter líquido e apresentar certo grau de inflamação”, diz o ginecologista. Algumas das consequência são rouquidão, voz cansada e mais grave pode aparecer de 4 a 5 dias antes da menstruação, com diminuição dos sintomas entre 24h a 48h do início do sangramento menstrual.

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

Seu fluxo é intenso o dia todo? Então conheça SEMPRE LIVRE® Adapt Plus Noite e Dia e aumente sua proteção

A maioria das mulheres têm o fluxo menstrual intenso nos dois primeiros dias da menstruação. Enquanto isso, uma parte das mulheres também se queixam que passam por isso o período inteiro e, ainda por cima, nunca encontram um absorvente confortável e com boa absorção para lidar com essa situação. Se seu fluxo também é intenso todos os dias, nós temos algumas dicas que podem fazer a diferença no seu mês. Aumente sua proteção e aprenda a lidar com essa característica do seu ciclo.


 

Características comuns de um fluxo menstrual intenso

 

O fluxo menstrual pode ser leve, intenso, regular ou irregular. Quando é intenso, Normalmente é causado por alguma doença ou irregularidade hormonal e acompanhado de sintomas como cansaço e mal-estar, podendo até levar à anemia. A cor do fluxo costuma ser um vermelho vivo e com coágulos, que nada mais são do que pedacinhos ou a descamação da parede uterina (endométrio).

 

Em alguns casos o fluxo intenso não tem origem em nenhuma doença detectada, então é possível que seja um sangramento uterino disfuncional, o que é muito comum na pré-adolescência (quando a menina menstrua pela primeira vez) e um pouco antes da mulher chegar à menopausa.

 

Como lidar com o fluxo intenso?

 

Antes de aprender a lidar com o fluxo intenso, o ideal é consultar sua ginecologista para saber o que está ocasionando isso. Além disso, a dica é aumentar a frequência de trocas do seu absorvente e buscar opções com maior capacidade absorvente. Assim você evita ser pega de surpresa por um vazamento.Tenha também sempre unidades extras na bolsa. Estar prevenida é fundamental! ;)

 

SEMPRE LIVRE® Adapt Plus Noite e Dia: o absorvente com alta absorção para quem tem fluxo intenso

 

Ainda não encontrou um absorvente que seja confortável e ainda te ajude a se sentir segura durante o dia? SEMPRE LIVRE® chegou com a solução que estava faltando: Adapt Plus Noite e Dia é o absorvente com alta absorção - assim como um produto noturno - que foi desenvolvido para te proteger em qualquer horário do dia com muito conforto (e também pode ser usado durante a noite). Ele possui o dobro de cápsulas de gel na absorção comparado com o produto SEMPRE LIVRE® Adapt e o formato exclusivo foi criado para se adaptar às curvas do seu corpo e não sair do lugar. Vale a pena experimentar!

Posso ir ao ginecologista sozinha sendo menor de idade?

Não há idade certa para a primeira consulta ginecológica. O mais indicado é que aconteça logo após a primeira menstruação (conhecida como menarca), que é mais comum entre 11 e 14 anos. Porém, nada impede que meninas que estão entrando na puberdade de se consultarem também. Pelo contrário, é um ótimo momento já que surgem várias dúvidas sobre as novidades do desenvolvimento do corpo nessa época. Com a mãe, tia, pai ou a melhor amiga, não importa! O importante é não deixar de ir ao ginecologista para entender as transformações do seu corpo daqui para frente.


 

Posso ir ao ginecologista sozinha mesmo sendo menor de idade?

 

Segundo a médica, a decisão de ir à consulta sozinha ou ir acompanhada pela mãe ou outro familiar cabe à paciente e deve ser respeitada. “Isso é importante para que a paciente se sinta mais tranquila e não fique constrangida”, diz.

 

É importante também dizer que o que for conversado durante a consulta é sigiloso, ou seja, o médico não contará aos pais, dessa forma haverá uma relação de confiança entre médico e paciente. “O sigilo só poderá ser quebrado se houver uma situação em que coloque a vida da paciente em risco, como alguma doença grave, por exemplo”, explica a ginecologista.

 

Como dizer à minha mãe que não quero que ela entre na consulta?

 

Se você achar que não vai ficar à vontade com sua mãe participando da consulta, a recomendação da profissional é que você converse com sua mãe antes de entrarem no consultório para evitar constrangimentos. A relação de amizade entre mãe e filha é muito importante!  “Cabe à mãe saber que sua filha provavelmente estará constrangida na primeira consulta ginecológica, e deve respeitar o desejo dela, sem forçá-la a confissões ou constrangê-la”, destaca a especialista. Nada impede que a mãe entre na consulta, participe e depois saia para dar mais liberdade à filha. Não há regras, o essencial é respeitar a sua vontade. ;)
 

Dra. Nicole Fieri Amado, ginecologista da Clínica Megamed

Não se assuste! Veja efeitos colaterais mais comuns da pílula anticoncepcional

As pílulas anticoncepcionais são compostas por hormônios estrogênio e progestágenos, hormônios femininos. De acordo com o tipo e concentração hormonal, elas podem trazer mais ou menos efeitos colaterais para quem está iniciando o método. Dor de cabeça, enjoo e dor nas pernas são os sintomas mais comuns que as mulheres se queixam e normalmente aparecem somente no tempo de adaptação. Porém, em muitas mulheres os sintomas podem continuar depois de três meses. O que fazer nesse caso? Conversamos com um ginecologista para saber.

 

Efeitos colaterais comuns da pílula anticoncepcional

 

A ação contraceptiva da pílula já ocorre a partir do primeiro mês. Mas, não é recomendável mudar muitas vezes a pílula, porque segundo o ginecologista Élvio Floresti, a adaptação vai se tornar mais difícil. “Geralmente nos primeiros três meses já temos a definição se a pílula é ou não adequada para a mulher. Ou melhor, quem decidirá será a própria mulher, pois ela quem terá os sintomas”, diz.

 

Os efeitos colaterais mais frequentes da pílula anticoncepcional são dor de cabeça (principalmente pré-menstrual), retenção de líquidos, inchaço, enjoos, alteração do ciclo menstrual, diminuição libido, dores nas pernas, variação de peso e outros sintomas que variam para cada mulher.

 

Efeitos tendem a melhorar com a adaptação à pílula

 

De acordo com o especialista Élvio, é passageiro. Com o passar dos primeiros meses, esses efeitos incômodos tendem a melhorar com a adaptação ao anticoncepcional. “A necessidade de trocar ou não a pílula vai depender da intensidade e dos tipo dos sintomas que a paciente sentir”, diz o médico.

 

Para ele, uma solução pode ser substituir por uma  pílula de menor dosagem hormonal ou até mesmo apenas com progesterona. “Porém, a interpretação dos sintomas observados deve ser feita com o paciente. Para isso, o acompanhamento médico é fundamental”, alerta o profissional em ginecologia.

 

Dica: Quando começar a tomar a pílula que foi recomendada pelo seu ginecologista, procure anotar os sinais diferentes que você percebeu nos primeiros três meses de uso. Assim você poderá relatar ao seu médico todos os sintomas que iniciaram com o uso do medicamento e avaliar se é a melhor opção de contraceptivo para você. ;)

 

Dr. Élvio Floresti

Ginecologista e obstetra

Quando é o período fértil para quem tem ovário policístico?

O período fértil é o momento em que a mulher está mais apta para engravidar. Para as mulheres que possuem ovários policísticos nem sempre isso é possível. A falta de ovulação é uma das principais características da síndrome. Então, quando é o período fértil de mulheres com SOP? Veja a opinião de um ginecologista sobre o assunto.


 

A maioria das mulheres com SOP não ovulam

 

A maioria das mulheres com síndrome dos ovários policísticos não ovula. Isso acontece por alterações hormonais e metabólicas que impedem o desenvolvimento normal do folículo dominante no ciclo menstrual. Segundo o ginecologista Alessandro Scapinelli “em média 30% das mulheres com essa disfunção podem ovular (mesmo que não exista menstruação) e engravidar”.

 

Para a maioria, no entanto, não é comum existir ovulação. Logo, mulheres com síndrome de ovários policísticos não apresentam período fértil. Mas isso não significa que sejam inférteis, muito pelo contrário: “Quando corrigidas as alterações hormonais e metabólicas ou mesmo quando é dado um indutor de ovulação, essas mulheres respondem super bem, no tocante à ovulação e chances de gravidez”, explica o médico.

 

Sinais de que você está no seu período fértil

 

Para saber quando é seu período fértil é muito simples: você pode usar um aplicativo que mede todas as informações do seu ciclo menstrual, pode fazer tabelinha ou pode simplesmente prestar atenção em algumas mudanças do seu corpo em determinada fase do mês: “Dois dias antes da ovulação a mulher normalmente apresenta um corrimento fluido que parece uma clara de ovo. Além disso também pode existir uma dor na região lateral e baixa da pelve”, ensina o ginecologista.
 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

Saiba o que pode deixar o ciclo menstrual irregular!

A irregularidade do ciclo menstrual, quando não é motivada pela síndrome de ovários policísticos, provavelmente representa que há algo errado com o funcionamento dos seus hormônios. Logo, o atraso ou adiantamento da sua menstruação pode ser provocado por uma série de acontecimentos que, em excesso, alteração a produção hormonal. Estresse, alguns medicamentos e o período de troca do anticoncepcional são alguns dos quais explicamos a seguir.

 

Ganho ou perda de peso em curto tempo

 

Mulheres que perdem muito peso, principalmente, no intervalo curto de tempo podem apresentar atrasos menstruais e, até mesmo, ausência de menstruação. “O estresse gerado para o corpo pode bloquear o estímulo hormonal exercido pelo hipotálamo (estrutura do sistema nervoso central) sobre o ovário”, explica a médica. Por outro lado, a profissional destaca que o excesso de peso está relacionado com o aumento da resistência insulínica, o que aumenta a produção de diversas substâncias pelo fígado e pâncreas que atrapalham a ovulação e, com isso, também podem atrasar as menstruações.

 

Estresse, exercício físico em excesso e mudança de fuso horário

 

Qualquer tipo de estresse para o nosso corpo pode tornar as menstruações menos frequentes, ou seja, os ciclos mais longos. Esse estresse pode ser psicológico, como pressões do trabalho ou no relacionamento, como também estresse físico e por falta de uma noite tranquila de sono. Para a ginecologista, todas essas formas de estresse atrapalham a liberação de um hormônio (GnRH) pelo hipotálamo e, por consequência, dos hormônios da hipófise (FSH e LH) que estimulam o ovário a produzir e a liberar o óvulo. “Sem ovulação o nosso ciclo menstrual perde a periodicidade e as menstruações começam a atrasar”, diz.

 

Medicamentos e hipertiroidismo

 

Segundo a ginecologista, alguns medicamentos como os que induzem o sono, os antidepressivos e alguns para náuseas podem aumentar a liberação de prolactina pela hipófise (glândula presente no sistema nervoso central). “Com o aumento da produção de prolactina na hipófise, ela deixa de produzir os hormônios que tem como função a estimulação ovariana. Portanto, podem alterar o ciclo menstrual”, esclarece.

 

O hipertireoidismo e o hipotireoidismo, de acordo com a médica, também podem estimular o aumento da prolactina, desencadeando a mesma alteração hormonal citada anteriormente.

 

Ovários policísticos

 

A síndrome dos ovários policísticos é marcada pelo atraso menstrual. Nessa síndrome, a alteração do ciclo é explicada tanto pela resistência insulínica como pela mudança do padrão de liberação de GnRH no hipotálamo. Essas alterações favorecem maior liberação de hormônios androgênicos (ex: testosterona), levando aos outros sinais da síndrome, como acne, oleosidade e aumento de pelos. “Com todas essas alterações hormonais, o ovário não consegue terminar de formar os óvulos e, consequentemente, eles não são ovulados, daí o aspecto policístico ao ultrassom”, esclarece a ginecologista.

 

Mudança de anticoncepcional

 

Segundo a médica, alguns anticoncepcionais fazem “depósitos” hormonais no nosso corpo e, portanto, mesmo depois de interrompidos, eles podem permanecer bloqueando a menstruação por alguns meses, como a injeção trimestral: “Nos primeiros 3 meses após troca de um anticoncepcional hormonal esperamos os sangramentos de escape”, diz. Esses escapes são sangramentos fora do período menstrual que tendem a cessar após 3 meses, normalmente sem nenhuma intervenção médica.

 

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Conhecendo seu ciclo: quais são os hormônios femininos e suas funções

O ciclo menstrual é definido por um conjunto de modificações no organismo da mulher, todas mediadas por hormônios que visam a ovulação e preparação para uma futura gravidez. Durante o ciclo dois processos principais acontecem: a maturação dos folículos presentes no ovário para posterior liberação do óvulo e a preparação do útero para receber um embrião. Essas atividades contam com a ajuda de dois principais hormônios, o estrogênio e a progesterona. Saiba mais sobre as funções deles no nosso corpo!


 

Estrogênio
 

O estrogênio e progesterona são os principais hormônios produzidos pelos ovários e atuam nas diferentes fases do ciclo ovariano e ciclo uterino. Segundo a ginecologista Fernanda Mauro, “o estrogênio age indiretamente no ovário desenvolvendo um folículo principal, chamado de folículo dominante, inibindo o desenvolvimento dos restantes e auxiliando na ovulação, além de gerar um espessamento da parede interna do útero, chamada de endométrio”, diz.

 

Durante a puberdade, o estrogênio é responsável por diversas mudanças que acontecem no corpo da menina, desde o crescimento dos seios e quadris até o amadurecimento do aparelho reprodutor feminino.

 

Progesterona
 

Já a progesterona é produzida 12 a 24 horas antes da ovulação. De acordo com a especialista, esse hormônio atua na regulação hormonal durante a idade fértil (assim como o estrogênio) e afina a parede ovariana para expelir o óvulo. Juntamente, completa o desenvolvimento e preparação do endométrio para a implantação do embrião, já iniciada pelo estrogênio na primeira etapa.

Com a queda da progesterona e do estrogênio, caso não ocorra a gravidez, há um desprendimento das células do endométrio, provocando o sangramento que conhecemos intimamente: a menstruação.

 

Testosterona
 

A médica cita também o hormônio testosterona, que atua indiretamente nas modificações do ciclo. “Ela é matéria-prima para produção do estrogênio, desencadeador de todos os eventos citados anteriormente. Sua elevação antes da ovulação estimula o aumento da libido e consequentemente frequência das relações sexuais”, explica.

 

Para entender seu ciclo menstrual

 

Para concluir, a médica explica que o ciclo menstrual é um evento complexo que envolve não só os hormônios citados como muitos outros como FSH, LH, inibina A e B, por exemplo. As alterações hormonais de cada fase além de afetarem os ovários e o útero, também geram outras modificações que podem ser percebidas pelas mulheres. “O muco cervical (secreção vaginal) fica mais elástico no início do ciclo pela influência do estrogênio, e o fenômeno deixa de ser observado após a ovulação com aumento da progesterona”, diz a especialista. Nesse período também é comum as mamas ficarem mais volumosas e doloridas por ação desses mesmos hormônios. Lembrando que nos 14 dias prévios à menstruação podemos encontrar mudança de humor, irritabilidade e labilidade emocional.

 

Dra. Fernanda Mauro, ginecologista e obstetra da Perinatal.

CRM: 52-995185

Consumo de bebida alcoólica pode interferir no ciclo menstrual?

Já ouviu falar que o consumo de bebidas alcoólicas pode alterar o ciclo menstrual? Algumas mulheres acreditam que esse hábito pode causar alterações na menstruação e que, em determinada fase do ciclo não é recomendado beber, mesmo em pouca quantidade. Procuramos um ginecologista para saber se essa informação é mito ou verdade. Veja a opinião do Dr. Alessandro Scapinelli!


 

De que forma o álcool pode afetar o ciclo menstrual? 

 

Segundo o médico, o álcool, quando consumido em doses mais elevadas, pode sim afetar o ciclo menstrual: “Ele vai exercer um efeito anticoagulante e pode alterar o padrão de sangramento”, diz. Porém, isso não se aplica a quem gosta de se reunir com os amigos para beber uns drinks ou umas cervejinhas no fim de semana. Os efeitos nocivos para o ciclo menstrual acontecem em casos de abuso ou dependência alcoólica.

 

Em mulheres que usam pílula anticoncepcional ou qualquer outro método hormonal, a situação é um pouco diferente, já que o endométrio tende a ficar mais fino. Para o ginecologista, essa característica unida ao consumo de bebidas pode levar a alguns tipos de sangramento: “Normalmente são observados os famosos escapes ou spottings, caracterizados por sangramento escassos e que mancham a calcinha somente”, explica. Os escapes costumam passar em poucos dias, portanto, não é algo para se preocupar.


Preciso evitar bebidas em alguma fase do ciclo?

 

Segundo o ginecologista, a ingestão de bebidas alcoólicas de maneira responsável e social não interfere de maneira negativa no ciclo hormonal, independente da fase do ciclo. Então, pode ficar despreocupada. Não precisa abrir mão da sua bebidinha preferida, o importante é ter controle! ;)

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

Como é o período fértil de quem toma anticoncepcional?

O período fértil é o momento mais adequado para a mulher engravidar. Para quem toma pílula, naturalmente para prevenir a gravidez, o ciclo menstrual é um pouco diferente. De acordo com o ginecologista Alessandro Scapinelli, a mulher que usa anticoncepcional hormonal e faz uso correto e regular (sem esquecimento e sempre no mesmo horário) não tem período fértil: “A pílula inibe a ovulação e diminui as chances de ocorrer uma gravidez”, explica. Como não há óvulo maduro, o mesmo não será fecundado. Além disso, o especialista também destaca que a pílula altera a motilidade das trompas uterinas e deixa o endométrio impróprio para a implantação do embrião. Isso acontece tanto com o anticoncepcional de 21, 24 ou 28 dias.

 

Há risco de engravidar mesmo tomando pílula?

 

Os anticoncepcionais atuais são muito eficientes, mas não anulam totalmente o risco de ter uma gestação. Tudo irá depender de como a mulher faz uso correto do medicamento. Esquecer de tomar a pílula diariamente e  não tomar no horário certo todo dia são alguns pontos que podem aumentar o risco de ter falha no método contraceptivo.

 

O uso da pílula pode deixar a mulher infértil a longo prazo?

 

Segundo a ginecologista Bárbara Murayama, não há esse risco. “As pílulas evitam a gravidez enquanto estão sendo usadas. Buscam bloquear a ovulação e tornar o meio ruim para a gravidez, com muco mais espesso, endométrio mais fino, menos mobilidade das tubas”, diz. Após parar de usar pílula anticoncepcional, a fertilidade da mulher voltará ao normal.  

 

Sinais do período fértil para quem não toma pílula

 

Para quem tem o ciclo menstrual de 28 dias, o período fértil acontece no 14° dia. Se o intervalo for de 35 dias, o período será no 21º dia. Se o intervalo for de 24 dias, a ovulação ocorrerá no 10º dia do ciclo. Vai depender de quanto dura o ciclo. A regra é subtrair 14 dias da duração do ciclo. Lembrando que: o primeiro dia de sangramento é considerado o primeiro dia do ciclo menstrual e um ciclo menstrual normal pode variar de 24 a 35 dias.

 

Dois dias antes da ovulação a mulher normalmente apresenta um corrimento fluido que parece uma clara de ovo. Durante a ovulação pode existir uma dor na região lateral e baixa da pelve, popularmente chamada de “dor do meio”, fazendo alusão para aquelas mulheres cujo ciclo é de 28 dias e acabam ovulando no meio do ciclo.

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

 

Dra. Bárbara Murayama
Ginecologista

CRM: 112527

Arrumando a mala para viagem? Não esqueça o protetor diário e mantenha sua região íntima saudável!

Ao arrumar as malas para uma viagem, muitas meninas já entram numa mini-crise porque, ao mesmo tempo que acham que não têm roupa, estão tendo dificuldade de fechar o zíper porque a mala já está lotada e sem espaço para mais nada. Nesse momento é importante considerar o destino e quais roupas e acessórios serão necessários, evitando assim bagagem desnecessária que só faz mais peso. Agora, se tem um item que torna-se essencial para qualquer lugar que você for é o protetor diário para seus cuidados íntimos. Esse sim você não pode esquecer em viagem alguma. Veja por quê!

 

Por que um protetor diário?

 

Seja viagem de férias ou a trabalho, em destinos frios ou quentes, os cuidados com a região íntima precisam ser mantidos. E tudo o que a gente quer é se sentir segura e sequinha para aproveitar cada minuto da viagem sem ter que se preocupar com outras coisas. Isso explica o protetor diário! Como o próprio nome já diz, ele foi desenvolvido para ser usado todos os dias - exceto em dias de menstruação - para proteger sua calcinha da umidade local, que faz parte do funcionamento normal do corpo feminino, além de te manter seca e confortável. Basta fazer algumas trocas ao longo do dia!

 

São muitas vantagens em um único item

 

Sabe o que mais tem de legal em um protetor diário? Além da sensação de calcinha seca e limpa, proporcionando todo conforto que você precisa para seus dias fora de casa, esse produto não oferece riscos de abafamento na região, já que é feito de camadas respiráveis, permitindo que o ar circule. E não se preocupe porque ele também não sairá do lugar conforme você se movimenta, pois existe um adesivo que o deixa fixo na calcinha e, na hora de retirar, é só puxar com as mãos que ele sai tranquilamente, sem danificar o material da sua peça íntima. Bom demais, né? Não deixe esse item fora da sua mala de viagem e garante dias de conforto e proteção aonde você for!

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