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Anticoncepcional realmente diminui a cólica?

A cólica geralmente é a principal queixa das mulheres no período menstrual. Ela é provocada pela contração do útero ao liberar o endométrio, causando ondas de dor na região abdominal. A pílula anticoncepcional, além de prevenir a gravidez, pode ser uma grande aliada das mulheres no tratamento de diversos sintomas do período menstrual.

 

Pílula anticoncepcional ajuda a reduzir a cólica!

 

Segundo o ginecologista Alexandre Scapinelli, o anticoncepcional tem benefícios que vão além da contracepção, como a melhora da acne e oleosidade da pele, melhora da enxaqueca pré-menstrual, regularização do ciclo menstrual e, inclusive, o alívio das cólicas. “Lembrando que toda cólica forte merece ser investigada, pensando em endometriose”, alerta o médico.

 

Os anticoncepcionais de uso oral conseguem diminuir a produção de prostaglandina, substância que faz nosso útero contrair para liberar o endométrio (camada interna do útero) e gera as temidas cólicas.

 

Como a pílula deve ser usada para diminuir as cólicas?

 

Se você sofre com cólicas fortes todo mês, o primeiro passo é marcar uma consulta com seu ginecologista. Dessa forma, ele poderá avaliar possíveis causas para esse problema e, se não houver relação com algo mais sério, ele poderá indicar a pílula anticoncepcional ideal para ajudar a reduzir suas cólicas. É importante lembrar: usar pílula por conta própria, ou seja, sem recomendação médica, pode trazer prejuízos para a saúde. Lembrando que para surtir os efeitos esperados, a pílula deve ser administrada rigorosamente todos os dias no mesmo horário

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) - CRM:112810-SP

Saúde ginecológica: veja a importância de secar bem a região íntima após o banho

Quando falamos de cuidados com nós mesmas, todo mulher já sabe de cor todos os segredinhos de make, cabelo, pele… Entretanto, é comum perceber que muitas ainda possuem dúvidas ou talvez não saibam lidar bem com os cuidados íntimos. Você se enquadra nesse grupo? Conhecer seu corpo e as necessidades dele é essencial para saber a melhor forma de cuidá-lo. Batemos um papo com a ginecologista Carolina Ambrogini sobre higiene feminina e ela comentou a importância de secar bem a região íntima após o banho. Talvez você nunca parou para pensar na importância disso, né? Te contamos tudo agora.


 

Como realizar uma boa higiene íntima?

 

Precisamos ter muita atenção quando o assunto são os cuidados com a higiene íntima. Primeiramente, esse hábito deve fazer parte da sua rotina,  pois o equilíbrio da flora vaginal faz com que nosso corpo fique super protegido de microrganismos que podem ser prejudiciais à saúde.

 

Algumas são as práticas que podem ajudar você nessa tarefa, entre elas temos: evitar usar roupas muito justas, usar sabonete neutro, sempre preferir as calcinhas de algodão, já que elas deixam a região íntima mais arejada facilitando a circulação de ar. Além disso, é aconselhado  usar o papel higiênico do sentido anterior para o posterior, pois isso ajuda a proteger a vulva de ser contaminada com as possíveis bactérias vindas do ânus.

 

Por que secar bem a região vaginal?

 

Não é apenas com a realização de uma boa higiene íntima que garantimos a saúde da vulva. A ginecologista faz um alerta para a importância dos cuidados que precisamos ter após tomarmos banho. “ É importante secar bem a região porque ela possui muitas dobras de pele, sulcos e pêlos, além da secreção vaginal que naturalmente já deixa a região mais úmida”, comenta.  

 

E por ser bastante úmida, a região vaginal fica mais exposta àr proliferação de algumas doenças e infecções. Carolina acrescenta. “Esse cuidado evita que a paciente seja infectada por fungos que adoram locais úmidos, como a candidíase e as micoses nas virilhas”, diz.
 

Outros cuidados importantes com a higiene íntima
 

É importante que essa paciente realize a sua higiene com sabonetes íntimos com um pH apropriado ou até mesmo neutro. Já para as meninas que possuem tendências em contrair doenças ginecológicas, a profissional faz um alerta: “Para essas pacientes, além de ser indicado que usem tecidos que absorvam o suor com mais facilidade, é aconselhado que elas durmam sem calcinha”, finaliza.

 

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista

CRM: 102706-SP

Vida sexual ativa aumenta os riscos de infecção urinária. Mito ou verdade?

Quando a mulher inicia sua vida sexual, é comum que uma série de dúvidas surjam sobre o assunto. E não há nada de errado com isso, o importante é questionar e entender sobre todos os aspectos do seu corpo e de uma vida sexual, para que a mulher possa se cuidar e prevenir de qualquer problema. Uma questão muito discutida é sobre as relações sexuais estarem associadas ao maior risco de infecção urinária. Para entendermos mais sobre esse assunto, conversamos com quem mais entende do assunto. Veja o que o ginecologista Élvio Floresti fala sobre a prevenção e os cuidados especiais nesse momento.


 

Quais são os cuidados que devemos ter quando iniciamos a nossa vida sexual?

 

Primeiramente, o uso de preservativos é indispensável, pois eles previnem que você contraia alguma doença sexualmente transmissível. Além disso, é necessário que os cuidados com a higiene íntima sejam mantidos como lavar a região da vagina no banho com pouco sabão, de preferência o neutro e líquido, e  evitar usar roupas apertadas. O ginecologista completa que um outro método contraceptivo são as pílulas anticoncepcionais que ajudam a prevenir a gravidez indesejada.

 

A vida sexual ativa pode aumentar os riscos de infecção urinária

 

A uretra feminina é bem pequena, com cerca de apenas 4 cm de comprimento.  No momento das relações sexuais ela acaba sofrendo muito atrito, o que pode aumentar a incidência de infecções urinárias. O profissional faz uma recomendação: “Orientamos sempre que a mulher urine antes e logo após a relação sexual, justamente para diminuir as infecções urinárias. A intensidade, quantidade e duração das relações também aumentam os riscos”, completa.

 

Como prevenir esse quadro?  

 

O ideal é que, após as relações sexuais, a mulher vá ao banheiro urinar. Isso é indicado porque a uretra, que é o canal que liga a nossa bexiga com a parte externa da vagina, é mais estreita que a masculina e possui mais riscos de contrair algum tipo de infecção. Quando vamos ao banheiro, estamos eliminando, além da urina, bactérias que possam ter entrado em nosso organismo no momento do sexo.

 

É preciso ter atenção para outras situações que podem ajudar a diminuir os riscos de infecções em nosso organismo. Em conjunto com o Dr.Élvio separamos uma lista de cuidados que precisam ser tomados para evitar o desenvolvimento de uma infecção urinária.


 

- Preliminares mais demoradas são importantes. “Elas fazem com que exista uma melhor lubrificação vaginal, diminuindo o atrito vagial e uretral”, comenta;

 

- Higiene adequada antes da relação para diminuir a flora vaginal;

 

- Evitar relações muito demoradas e mais fortes. “Mesmo com preservativos, o atrito das relações sexuais e a própria flora vaginal que penetram na uretra feminina são, muitas vezes, os responsáveis pelas infecções urinárias”, finaliza.



 

Dr. Élvio Floresti Jr. - Ginecologista e Obstetra

CRM: 50402

Endometriose: 5 coisas que você precisa saber sobre esse distúrbio

Endometriose: você já ouviu falar dessa doença? Ela ocorre quando o endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, cresce em outras regiões do corpo. Quem vive o problema sabe que o principal sintoma são fortes cólicas. Por mais que essa doença seja bastante comum entre as brasileiras, suas causas, sintomas e tratamentos ainda são desconhecidos para muitas pessoas. Para te ajudar a entender mais sobre isso, separamos 5 coisas que você deve saber sobre a endometriose para ficar atenta!


 

A endometriose pode causar infertilidade?

 

A endometriose é uma doença mais comum do que parece, cerca de 6 milhões de brasileiras são acometidas por esse problema que se não tratado de forma correta pode progredir com o tempo. A profissional alerta que é preciso atenção no momento do tratamento e que, infelizmente, mulheres que sofrem com esse problema podem ter infertilidade: “ De  30 a 50% das pacientes com endometriose podem ter dificuldade para engravidar,” comenta a profissional.

 

O diagnóstico tardio pode dificultar o tratamento

 

Um dos principais sintomas que está diretamente ligado com a endometriose são as fortes cólicas menstruais. É de extrema importância que prestemos atenção ao nosso ciclo menstrual para notar qualquer sintoma diferente que possa surgir. Quanto mais cedo o problema for resolvido, melhor serão as respostas de tratamento para a paciente. “Com o diagnóstico tardio, as trompas e os hormônios podem ser comprometidos e o sistema imunológico alterados, dificultando a gravidez”, comenta.

 

A cirurgia pode ser uma solução para a endometriose?

 

Diversos podem ser os tratamentos para conter a endometriose, eles vão desde a reposição hormonal, feita por anticoncepcionais, até  procedimentos cirúrgicos que são recomendados em casos específicos. A ginecologista explica mais. “A cirurgia pode ser uma opção terapêutica quando o tratamento clínico não foi efetivo, pois na cirurgia são retirados os focos de endometriose”, diz Camila.  


 

Endometriose pode causar dor durante a relação sexual

 

Além das fortes cólicas nos períodos de menstruação, um outro sintoma bem comum da endometriose são as dores ou incômodos no momento das relações sexuais. Então, caso você ande sentindo algum tipo de incômodo nesse momento, ligue o alerta vermelho e  procure um profissional especializado na área para avaliar seu quadro.

 

Alterações urinárias e intestinais também podem ser percebidas

 

É importante que você saiba que a endometriose é uma doença que não atinge só os órgãos da pélvis, em casos mais extremos ela pode acabar se espalhando pelo corpo e chegando até mesmo na bexiga. “Quando há focos de  endometriose na bexiga ou no intestino, a paciente terá também alterações urinárias e intestinais, respectivamente”, finaliza.


 

Camila Ramos, ginecologista e obstetra da Policlínica Granato

CRM: 5295691-0

Meu fluxo menstrual aumentou, isso pode ser sinal de endometriose?

Cada mulher possui seu ciclo menstrual com fases e características bem definidas. Contudo, muitas vezes, ainda somos pegas de surpresa com algo fora do normal. Por conta de diversos fatores externos que acontecem ao longo do mês, é comum que aconteça variações em nosso período menstrual. Sejam elas mudanças de humor até mesmo aumentos consideráveis em nosso fluxo. Porém, será que o aumento contínuo desse fluxo pode significar algum problema mais sério? Conversamos com a ginecologista Fernanda Mauro que explica mais sobre o assunto.

 

Fatores que  podem aumentar o fluxo menstrual

 

Alguns fatores podem ser cruciais para influenciar na volumetria do nosso fluxo. “O aumento do fluxo menstrual de uma mulher pode estar relacionado com distúrbios hormonais e distúrbios da coagulação, que é a capacidade de conter o sangramento. Além disso, o uso de medicação ou doenças estruturais como mioma, pólipo e endometrite também podem ser indicadores desse quadro”, comenta a profissional.  

 

Como saber que o fluxo intenso é um sinal de problema?

 

A primeira coisa que devemos fazer é conhecer nosso corpo, então caso você perceba alguma espécie de alteração no padrão do seu fluxo menstrual é importante acender a luz vermelha e procurar um profissional especializado na área. A ginecologista comenta: “A alteração no padrão do fluxo menstrual é a informação mais importante para suspeitar de um problema. Um exemplo seria quando a paciente nota necessidade de aumentar o número de trocas de absorvente comparado aos ciclos anteriores”, comenta.  

 

A endometriose e seus principais sintomas  

 

A endometriose é uma doença que se caracteriza pelo crescimento do endométrio, que é o tecido que reveste o interior do nosso útero, fora da cavidade uterina, ou seja, quando ele começa a crescer em outras partes do nosso corpo, como nos ovários, nas trompas, e até mesmo em nosso intestino e bexiga, dá pra acreditar?

 

Geralmente, o aparecimento dessa doença acontece quando as mulheres chegam entre a fase dos 25 e 35 anos. Porém, caso essa mulher seja portadora da doença, assim que ela tiver a sua primeira menstruação, esse problema já começa a se desenvolver.  Os principais sintomas da endometriose estão associados com uma forte dor pélvica que acontece de forma crônica. Além disso, também é possível notar dor durante as relações sexuais, fadiga crônica e exaustão; e alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação.

 

 

O aumento do fluxo pode ser sinal de endometriose?

 

Por mais que muitas meninas acreditem que o aumento de fluxo menstrual possa estar associado com essa doença, Fernanda faz uma ressalva: “A endometriose é uma doença que causa dor pélvica crônica, porém o aumento do fluxo menstrual não é um sintoma comum e esperado. Pacientes que possuem a doença costumam sentir uma cólica menstrual com piora progressiva”, diz.  

 

Como esse quadro pode ser solucionado?  

 

A primeira coisa que precisamos fazer é investigar a causa do problema. “Exames de sangue e de imagem, como a ultrassonografia ginecológica, podem auxiliar no diagnóstico”, comenta a profissional. O tratamento da endometriose será feito baseado na causa do aumento do fluxo, ou seja, controle hormonal e tratamento com medicação.
 

Dra. Fernanda Mauro, ginecologista e obstetra da Perinatal.  

CRM: 52-995185

Prisão de ventre pode ter relação com o período menstrual? Veja o que dizem especialistas

Muitas mulheres se queixam de sentirem mudanças no funcionamento intestinal durante o período menstrual. A prisão de ventre, também conhecida como constipação intestinal, é a mais comum, mas há também situações em que o intestino fica “solto” demais, causando diarréia. Para entender por que isso acontece, o Só Delas conversou com uma ginecologista.

 

O que é a constipação intestinal?
 

A constipação intestinal é um problema que consiste na dificuldade de manter um hábito intestinal regular. Esse problema é conhecido popularmente como prisão de ventre e faz com que a pessoa evacue uma vez a cada três ou quatro dias sobre grande esforço. “Esse problema leva a um acúmulo de fezes no intestino grosso que ficam ressecadas e difíceis de serem eliminadas”, esclarece a médica.

O que faz as mulheres terem constipação intestinal no período menstrual?

 

No período menstrual nosso intestino sofre grande ação de substâncias como as prostaglandinas, que agem como hormônios e em parte são liberadas pelo endométrio. Elas fazem com que haja o aumento da frequência de contrações uterinas, o que provoca cólicas e aumenta também a frequência de evacuações e mudanças na consistência das fezes logo no início do ciclo.

 

A constipação intestinal não acontece com todas as mulheres. Tudo irá depender do organismo da pessoa. Se ela já tiver um grau de prisão de ventre, pode ser que seja intensificado. Mas, como dissemos, isso não é uma regra. Enquanto para algumas a prisão de ventre costuma aparecer perto do período menstrual, para outras, o funcionamento do intestino fica mais solto e mais frequente. “Isto não é uma regra, aliás, no período menstrual, as substâncias inflamatórias liberadas pelo útero podem gerar cólicas intestinais e até diarreia’’, comenta a médica.

 

O que fazer para solucionar esse problema?

 

Para que esse problema seja solucionado, existem alguns hábitos que você pode mudar no dia a dia para contribuir com o funcionamento regular do intestino. A ginecologista aconselha:

   
  • Comer muitos alimentos ricos em fibras (legumes, verduras, grãos);

 
  • Não segurar as fezes. Deu vontade? Tem que ir ao banheiro;

 

 

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

É verdade que o fluxo menstrual aumenta depois de fazer exercícios físicos?

Levar uma vida mais saudável é de extrema importância não só para manter nosso corpo saudável, mas para também combater alguns sintomas da TPM. Algumas meninas, mesmo sabendo da importância dos exercícios físicos, se questionam se algumas atividades podem aumentar o fluxo menstrual e gerar certo desconforto. Para evitar que isso aconteça, preferem abrir mão da atividade nesse período. Mas, afinal, isso é mito ou verdade? Para tirar a dúvida, conversamos com um ginecologista e uma personal trainer.

 

O fluxo menstrual aumenta após realizar uma atividade física

 

Se você faz muito esforço durante uma atividade física, não se assuste se seu fluxo menstrual der uma leve aumentada nesse dia. De acordo com o ginecologista Alessandro Scapinelli, isso é normal. “Uma vez que há o aumento de pressão sanguínea na pelve e no útero, ele se refletirá em uma maior exteriorização do sangue no período menstrual”, explica.

Sabendo disso, a dica é colocar um absorvente com maior capacidade de absorção para ficar mais protegida e não precisar se preocupar com possíveis vazamentos na roupa. ;)

 

Exercícios físicos ajudam a combater sintomas da TPM

 

A atividade física é uma grande aliada da TPM. Durante o momento em que estamos praticando algum exercício, nosso cérebro libera muitos neurotransmissores e neuroesteróides, que são substâncias super importantes para o controle da ansiedade e do nosso bem-estar.

De acordo com o médico, além disso, há aumento da circulação pélvica, contribuindo para a chegada de substâncias anti-inflamatórias que podem melhorar a cólica. É importante ressaltar que alguns sintomas da TPM não serão tão aliviados quantos outros pelas atividades físicas, como a enxaquecas pré-menstrual, por exemplo.

 

Dicas para treinar menstruada

 

Para as meninas que não querem deixar de treinar por estar menstruada, a personal trainer Sara Dambroso tem algumas dicas:

 

Fase Menstrual: Não deixe de treinar, apenas reduza a intensidade e pegue mais leve;

 

Fase folicular: É comum ficar mais motivada, o que melhora o rendimento. É a melhor momento para intensificar os treinos, pegar mais pesado e dar o seu máximo;

 

Fase ovulatória:  Pode manter o mesmo ritmo da fase anterior;

 

Fase lútea: Geralmente, o rendimento cai devido a redução de força, velocidade e resistência. Pegue leve mas não deixe de fazer. Praticar exercícios aumenta os níveis dos hormônios de bem-estar

 

Sara Dambroso - personal trainer

CREF: 016869-G/SC

 

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista

CRM:112810-SP

Dor durante a relação sexual também pode ser sintoma de vulvovaginite?

Muitas mulheres se queixam de sentir dor durante a relação sexual ou após. O que muitas meninas não sabem é que isso pode estar associado a alguma infecção, como a vulvovaginite. Para entender mais sobre essa doença, conversamos com a ginecologista Camila Ramos, que explica qual a possível relação da inflamação da vagina com as dores no momento das relações sexuais.

 

O que é a vulvovaginite?

 

A vulvovaginite é uma doença que acomete a vulva como uma espécie de irritação local. Segundo a médica, essa inflamação pode ser causada pela presença de fungos e bactérias que causam corrimento. A irritação local é o principal sintoma, além do corrimento, vermelhidão, dor acentuada no momento de uma penetração mais profunda e sensação de queimação na região íntima.  

 

Caso você tenha sentindo alguns desses sintomas, é importante ficar atenta. Se o sexo deixa de ser algo prazeroso e a dor passa a atrapalhar o andamento da relação sexual, é necessário que você consulte seu ginecologista para exames mais completos para que assim investiguem esse quadro juntos.  

 

O que pode provocar dor durante a relação sexual?

 

Normalmente, o sexo não deve ser um ato que nos provoca dores ou qualquer tipo de desconforto, por isso, se você sentir um incômodo recorrente durante o sexo é importante que consultar um ginecologista, para que ele possa investigar mais seu caso e chegar a um diagnóstico preciso.  

 

A ginecologista explica que alguns problemas relacionados à região vaginal podem provocar dores durante a relação sexual. Alguns deles são vaginismo, vulvovaginites, doença inflamatória pélvica, endometriose, lesões no trato genital, medicamentos que diminuem a lubrificação, entre outras.  

 

Vale ressaltar que a dor durante a transa também pode estar ligada à falta de lubrificação, ao nervosismo ou falta de relaxamento da musculatura. Esses são os primeiros pontos que você deve avaliar.  

 

Qual é o tratamento indicado para a vulvovaginite?

 

Antes de qualquer coisa, a médica afirma que é preciso consultar seu ginecologista para que ele avalie seu caso. Feito isso, ele poderá identificar a causa da vulvovaginite. “Como existem uma grande variedade de tratamentos, desde medicações orais, cremes vaginais e até mudanças de comportamento, o mais indicado é entender o problema primeiro para depois tratá-lo”, esclarece a especialista.  

 

Confira algumas dicas de como prevenir esse quadro  

 

Para que você possa prevenir a vulvovaginite, aqui vão algumas dicas:   

 

  • Evitar usar calças jeans muito apertadas na região íntima todos os dias;   

  • Evitar duchas vaginais  pois elas tiram a camada protetora da mucosa vaginal;

  • Papel higiênico e produtos íntimos perfumados;

  • Usar camisinha durante as relações sexuais;

  • Manter uma higiene diária usando um sabonete líquido específico para o cuidado íntimo.

 

Camila Ramos, ginecologista e obstetra da Policlínica Granato, CRM: 5295691-

Pílula anticoncepcional também é indicada mesmo para quem não tem vida sexual ativa?

Sabemos que a pílula anticoncepcional é uma maneira simples e eficaz de prevenir a gravidez, quando é usada corretamente. Porém, mesmo sendo uma velha conhecida nossa, o medicamento ainda gera diversas dúvidas. Uma das questões mais abordadas é se mulheres que não possuem vida sexual ativa precisam tomar a pílula. Conversamos com o ginecologista Alessandro Scapinelli, que explica sobre o uso do método contraceptivo e quando é indicado.

 

Em quais casos é indicado o uso de pílulas?

 

Esse tipo de medicamento pode trazer alguns benefícios que vão além da contracepção. A pílula pode melhorar condições físicas da nossa pele e até mesmo os sintomas da endometriose. Dr. Alessandro listou abaixo quadros em que a pílula anticoncepcional pode ser indicada pelo ginecologista:

 

  • Melhora do hiperandrogenismo clínico, que são a acne e oleosidade da pele;

 

  • Melhora da enxaqueca pré-menstrual;

 

  • Regularização do ciclo menstrual;

 

  • Proteção contra o câncer de ovário e endométrio;

 

  • Tratamento da SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos);

 

  • Melhora das cólicas. Nesse caso, o especialista alerta: “Precisamos lembrar que toda cólica merece ser investigada, pois pode ter relação com a endometriose. Além disso, vale lembrar, a pílula não trata endometriose, apenas melhora os sintomas da doença.”, diz Alessandro Scapinelli.

 

Caso a mulher não possua vida sexual ativa, ela ainda sim precisa tomar a pílula?

 

Como a pílula anticoncepcional é um medicamento versátil, que pode ser utilizado para amenizar os sintomas da TPM, cólicas e ajudar no tratamento de algumas doenças, ele pode ser utilizado sem necessariamente o propósito da contracepção. Segundo o médico, tudo irá depender do caso da paciente em questão: “Se o foco do problema estiver em alguma situação descrita acima ela pode utilizar o medicamento, se não, então ela não precisa deste produto”, finaliza.

 

Tipos de pílula anticoncepcional

 

Existem dois tipos de pílulas que podemos utilizar. A primeira é composta apenas pela progesterona, hormônio sexual que é essencial para a ovulação, já o segundo tipo de pílula é uma combinação de progesterona com estrogênio. Para as mulheres que possuem contraindicação para o uso de estrogênio ou que estejam em período de amamentação, a pílula somente de progesterona, também chamada  de minipílula, é a mais indicada.

 

O início dos efeitos da pílula

 

Ao contrário do que muitas mulheres pensam, os efeitos da pílula não começam de forma imediata, por isso é necessário bastante atenção. Segundo médicos, o medicamento começa a ser eficaz depois de algumas semanas. Mesmo assim, isso não significa que você esteja totalmente protegida de engravidar. É sempre importante lembrarmos de que independentemente de tomarmos pílulas ou não, a camisinha, além de servir como um método contraceptivo, é ideal para prevenir que você contraia doenças sexualmente transmissíveis.

 

Dr. Alessandro Scapinelli 

 Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) - CRM:112810-SP

Calcinha de algodão: entenda por que, no ponto de vista dos ginecologistas, ela é a mais indicada

Entrar em uma loja de lingerie pode ser uma tentação para a maioria das mulheres. Especialmente, a área reservada para as calcinhas. As opções dessa peça de roupa íntima são as mais variadas. Cores, modelos, tecidos e estampas diferentes conseguem agradar a todos os gostos. No entanto, a calcinha de algodão é a mais indicada pelos ginecologistas. Por que será? Para entender melhor sobre esse assunto, o Só Delas conversou com a ginecologista Bárbara Murayama.

 

Porque a gente ama calcinhas sim!

 

Ao abrir a gaveta de roupa íntima de qualquer mulher, logo você vai se deparar com variadas opções de calcinha. Mesmo que não seja visível para todos, a peça consegue aumentar a autoestima mesmo debaixo da roupa. Não é a toa que a calcinha é o xodó do público feminino.

 

Porém, a escolha de qual peça usar pode influenciar diretamente na saúde da região íntima, em especial pelo contato direto com a vulva e o longo período de tempo que passamos usando a mesma. Pensando no equilíbrio vaginal, os ginecologistas recomendam dar preferência por calcinhas de algodão.

 

Veja por que as calcinhas de algodão são as mais indicadas

 

Assim como afirma a Dra. Bárbara Murayama, optar por modelo de calcinha de tecidos não-sintéticos é uma importante cuidado com a higiene íntima. Isto é indicado porque, assim como outras partes do corpo, a região íntima também possui glândulas de suor, ou seja, ela transpira e precisa de ventilação. “Usar roupas frescas permitem que a região íntima fique arejada”, explica a médica.

 

Além de evitar usar calça jeans justa todos os dias, especialmente no período menstrual, escolha as calcinhas de algodão. Esse tecido permite a respiração da vagina, evitando o abafamento facilitador de infecções e alergias na área.

 

Outra dica para se prevenir é manter a higiene íntima de rotina corretamente!

 

Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

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