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Mitos e verdades sobre o exame preventivo

O exame preventivo é feito para investigar a saúde vaginal da mulher! Ele é o mais pedido pelos ginecologistas por conta de sua facilidade - pode ser feito pelo profissional no próprio consultório. Também chamado de papanicolau, o preventivo recolhe um pouco das secreções produzidas pela vagina para, assim, examinar se está tudo bem com a saúde dela. Se você nunca o fez, não tem com o que se assustar! Com um médico de confiança, ele pode ser tranquilo. Mas, para você não estar despreparada nesse momento, perguntamos para a ginecologista Fernanda Mauro quais são as dúvidas mais comuns nesse momento. Afinal, o que é senso comum e o que é verdade?


É preciso fazer xixi antes do preventivo

 

Mito. A ginecologista explica que não há necessidade de fazer o exame com a bexiga vazia, já que isso não compromete a realização do preventivo ou de seus resultados. Apesar disso, pode ser sim recomendável que a menina o faça para não sentir qualquer incômodo na hora do papanicolau. “O espéculo vaginal, conhecido como bico de pato, pode gerar um desconforto maior caso a paciente esteja de bexiga cheia”, alerta ela.

 

‘Preciso limpar a vagina antes do exame’

 

Mito. Na verdade, uma das recomendações dos profissionais é não lavar a vagina antes do exame e evitar principalmente as duchas vaginais, aquelas com o chuveirinho. Acontece que esse tipo de limpeza acaba tirando a proteção natural da vagina. E esse é exatamente o material que os ginecologistas precisam recolher para fazer o exame.

 

O preventivo não pode ser feito durante a menstruação

 

Verdade. O sangramento pode comprometer o material recolhido pelos profissionais. Por isso, se você marcou a consulta e o sangramento está perto de descer, é melhor remarcá-la para daqui a uns 14 dias. “A época ideal é longe do período menstrual para não ter risco de sangramento, sendo o meio do ciclo é a melhor fase”, recomenda ela.

 

Para fazer presentivo é preciso estar depilada

 

Mito. Esse é provavelmente o que as pessoas mais falam. Não há problema algum em estar com os pelos pubianos na área. “O material é coletado na mucosa da vagina e do colo uterino, por isso, não há relação com a região em que a depilação é feita”, comenta a especialista. É importante lembrar que os profissionais ginecologistas lidam com isso diariamente, e eles não estão preocupados com sua depilação, e sim com sua saúde íntima.

 

A menina não pode ter relações sexuais antes do papanicolau

 

Verdade. A orientação é que relações sexuais sejam evitadas por mais ou menos 3 dias antes do preventivo. “É importante evitá-las principalmente pelo sêmen dificultar a avaliação do material coletado e a penetração gerar uma descamação celular que também prejudica o exame”, alerta a ginecologista.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

CAREFREE® Proteção retém pequenos escapes e fluxos leves, como início e fim da menstruação. Veja como usar!

Escapes são sangramentos leves fora da menstruação e pode ocorrer por diversos motivos. Mas não confunda com fluxos leves comuns no início e fim do período menstrual, quando o fluxo é apenas um borrão e acaba manchando a sua calcinha. Para evitar que as duas situações sejam incômodas para você, CAREFREE® desenvolveu uma versão do protetor diário com uma película protetora ideal para reter esses pequenos sangramentos, sem a necessidade de usar um absorvente, mas que te mantém tão segura e confortável quanto. Saiba mais sobre os benefícios deste produto!

 

Conheça os benefícios de CAREFREE® Proteção

 

Você já ouviu falar em CAREFREE® Proteção? É um protetor diário que retém pequenos escapes e fluxos leves, como aquele comecinho e finalzinho da menstruação, quando geralmente só vem um borrão. Além disso, ele ajuda a neutralizar possíveis odores da área íntima. Por ter uma película protetora - diferente da versão respirável - ele mantém a calcinha limpa e seca, te deixando mais confortável e segura.

 

CAREFREE® Proteção: como e quando devo usar?

 

Você pode recorrer ao Proteção em três situações: quando tiver pequenos escapes é uma delas, o que normalmente está associado ao uso de pílulas ou outros métodos contraceptivos hormonais. E também no início da sua menstruação, quando o fluxo ainda não tomou forma e aparece como borrões escuros de sangue na calcinha, e no finalzinho, quando quase não há mais sangramento e, por isso, não há necessidade de usar um absorvente tradicional. O protetor íntimo consegue absorver esse sangramento leve e evitar que você precise trocar de calcinha ao longo do dia por conta disso.

 

Modo de usar

 

1. Retire a fita adesiva central do protetor íntimo;
2. fixe-o no centro da calcinha;

3. Não esqueça de trocar o protetor ao longo do dia ;)

 

CAREFREE® Proteção com fragrância ou sem

 

Para quem tem pele sensível e uma certa tendência a ter alergias ou irritações na área íntima por causa de produtos perfumados pode contar com a versão sem fragrância do CAREFREE®  Proteção. Para quem não tem restrições, fique à vontade para escolher a sua versão com ou sem fragrância.

 

O produto está disponível em pacotes com 15, 40 ou 60 unidades. 

5 dicas para manter a sua região íntima protegida no verão!

A saúde íntima no verão fica um pouco mais vulnerável, já que a intensa transpiração facilita a proliferação de microrganismos e o surgimento de infecções vaginais. Por isso, todo cuidado é fundamental, da higiene à escolha de roupas, peças íntimas e até o produto que você usa para fazer a higiene na área externa da vagina. Para manter sua região íntima protegida da estação mais quente do ano, o Só Delas separou algumas dicas para aderir na sua rotina.


Evite usar calça jeans todos os dias

 

A calça jeans é um coringa do armário de todas as mulheres. Serve para qualquer ocasião. Mas, em compensação, não é uma boa aliada da região íntima. O tecido jeans aumenta a transpiração e, por ser grosso, impede a circulação do ar. Esse abafamento pode causar a proliferação de microrganismos causadores de infecções vaginais como a candidíase. Para evitar que isso aconteça. a recomendação dos ginecologistas é usar roupas mais frescas e larguinhas durante o verão ou intercalar os dias de usar calça jeans. Todo cuidado com a sua região íntima vale a pena!  

 

Calcinhas de algodão mantém a área mais arejada

 

Escolher a calcinha certa também pode fazer muita diferença para a sua saúde íntima. Os tecidos sintéticos, apesar de serem mais econômicos, provocam maior transpiração e abafamento na região, o que já sabemos que é o ambiente propício para o surgimento de infecções. Para melhorar essa condição, a recomendação dos ginecologistas é dar preferência para calcinhas de algodão, um tecido natural e que permite que a parte externa da vagina fique mais arejada.

 

Protetor diário respirável absorve a umidade da região

 

Sensação de calcinha úmida por causa do suor? Nem pensar! A dica é usar um protetor diário respirável na sua calcinha limpa após o banho. O produto absorvente a umidade e secreções leves e ainda ajuda a neutralizar possíveis odores. Por ser feito com material respirável, a circulação de ar pela região estará segura. Não esqueça de fazer algumas trocas ao longo do dia para ter a sensação de calcinha nova por mais tempo.

 

Pode tomar mais mais de um banho por dia
 

Se o dia estiver muito quente, um banho a mais pode ser necessário para garantir mais conforto, refrescância na região íntima e evitar odores incômodos. É importante lembrar que a higiene da parte externa da vagina deve ser feita com sabonete líquido íntimo, já que o produto tem pH semelhante ao da vagina.

 

Ter cuidado com o uso de biquínis e maiôs

 

Biquíni e maiô são nossas peças preferidas no verão! Mas é preciso usar com cautela. Passar o dia todo com a roupa de banho molhada aumenta o risco de infecções vaginais. A umidade e o calor provocado pelo abafamento criam o ambiente ideal para a proliferação de fungos que dão origem à candidíase vulvovaginal. Para não correr riscos, leve sempre uma calcinha limpa na bolsa de praia e troque antes de ir para a próxima parada, seja um restaurante para almoçar ou um barzinho com os amigos.

Reposição hormonal: o que é e quais os benefícios para o ciclo menstrual?

Você já conhece a reposição hormonal? É uma terapia feita com os principais hormônios sexuais femininos, estrogênio e progesterona. Ela funciona com algumas doses deles, fazendo com que o corpo se adapte a essa nova rotina, deixando de produzi-los. “Os hormônios sexuais irão bloquear a produção normal do ovário, e, com isso, estarão estimulando o endométrio de forma regular”, explica o ginecologista Rogério Leão. É mais comum de encontrar essa terapia em pílulas anticoncepcionais. Mas, ela também pode ser usada em diferentes situações. Perguntamos ao profissional quais são esses casos e qual a importância de realizar o tratamento com um profissional de confiança.

 

Reposição hormonal ajuda ciclos irregulares

 

Quem mais pode sentir os benefícios da reposição hormonal são meninas com ciclo menstrual irregular. Esse pode ser o caso de meninas com uma menstruação durando mais de 7 dias, com grande volume de sangramento ou com o fluxo intenso. “Com a reposição hormonal, conseguimos regularizar os ciclos, diminuir o volume do sangramento, além de cólicas. Se a paciente preferir, pode-se ainda inibir os ciclos menstruais”, comenta o especialista.

 

É muito importante tratar esses casos porque eles dão sinais de problemas futuros no endométrio. Sem a regularização, ele pode não se descamar regularmente, ficando espesso e causando sangramentos intensos e fora do período menstrual. “Elas podem ficar com essa camada muito espessa e aumentar o risco de câncer de endométrio. O tratamento hormonal a protege disso”, alerta ele.

 

Para quem essa terapia é recomendada?

 

A terapia hormonal com os anticoncepcionais pode ser recomendada para praticamente todas as meninas que já tiveram sua primeira menstruação. Mas algumas pacientes podem precisar da reposição. É o caso de mulheres que naturalmente produzem o hormônio masculino, testosterona, mais do que o normal. Essa é a situação das pacientes com ovário policístico. Nelas, é comum ter um aumento de acnes, oleosidade e pelos no corpo, por exemplo. “Com o tratamento hormonal, bloqueamos a produção desses androgênios pelos ovários, havendo melhora significativa da pele e desses sintomas”, indica o médico.

 

Uma outra situação é para as meninas que têm sintomas graves da TPM por conta dos ciclos ovulatórios. Nessa situação, a reposição é feita para bloquear a produção do ovário. “Há menor produção de prostaglandinas, as substâncias responsáveis pelas cólicas menstruais, que podem melhorar com uso de hormônios”, comenta. Além desses, mulheres perto da menopausa também podem fazer o tratamento. Nesses casos, a terapia é feita com doses menores dos hormônios.

 

Reposição hormonal deve ser acompanhada por um profissional

 

Se você já menstrua há algum tempo, deve saber das loucuras que nossos hormônios nos fazem passar, né? Sentimos aquelas alterações de humor durante a TPM por conta deles. E, por isso, tudo que os envolve deve ter uma séria responsabilidade! Realizar a terapia de reposição hormonal sem um médico pode trazer altos riscos à saúde da menina. “Pacientes com  fatores de risco para trombose podem ter eventos trombo embólicos com seu uso, ou seja trombose, acidente vascular cerebral e infarto”, alerta ele. Por isso, não arrisque-se por conta própria até mesmo na hora de comprar a cartela de anticoncepcional. Tudo deve ser conversado com seu ginecologista antes.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

É normal engordar ao começar a usar pílula anticoncepcional?

Pílula anticoncepcional engorda? Essa é uma das perguntas mais comuns que os ginecologistas ouvem de meninas que estão iniciando a vida sexual e recorrem à pílula combinada como método contraceptivo. Não se sabe ao certo se a medição pode realmente provocar esse efeito no corpo da mulher, no entanto, há indicações de que possa causar uma retenção de líquidos que levam ao inchaço abdominal, que não necessariamente representa um aumento da gordura corpórea. Conversamos com a ginecologista Mariana Conforto para entender por que isso acontece e como lidar com esses efeitos colaterais.

 

A pílula anticoncepcional pode fazer a mulher engordar?
 

Se a pílula anticoncepcional não possui gordura ou carboidratos, ela pode realmente engordar? Segundo a médica, alguns tipos de pílula anticoncepcional em (algumas) mulheres pode aumentar retenção de líquidos, ou seja, deixar a paciente mais inchada. “Na maioria das vezes este efeito é transitório e com o tempo e a adaptação do remédio passa”, afirma. Cada anticoncepcional reage de um jeito diferente em cada organismo: “Portanto, os anticoncepcionais não fazem a mulher engordar, de fato, e sim, podem aumentar o edema (acúmulo de líquidos no organismo)”, explica Lívia.

 

Como combater o inchaço corporal causados pela pílula?

 

Para lidar com o aumento do peso e o inchaço provocado pelo método hormonal você pode recorrer a exercícios físicos, beber bastante líquidos para aumentar a frequência de micção e, em alguns casos, medicações diuréticas indicadas por um especialista. De acordo com a profissional, se a retenção de líquidos estiver atrapalhando as atividades do dia a dia, é importante reportar ao ginecologista para verificar a possibilidade de trocar o contraceptivo. Isso é recomendado principalmente depois de três meses, que é o tempo considerado de adaptação ao método em que é considerado normal haver efeitos colaterais.

 

Dor nas mamas e ressecamento vaginal também podem ser efeitos colaterais do anticoncepcional hormonal

 

“Os anticoncepcionais podem causar dores nas mamas mais frequentemente, ressecamento vaginal e até mesmo queda na libido”, diz a médica. Porém, estes efeitos muitas vezes são transitórios e podem estar sendo causados por outros motivadores. A libido, por exemplo, é multifatorial, ela também está ligada a fatores psíquicos e relacionais, podendo a mulher estar passando por algum momento difícil na vida pessoal que está afetando seu desejo sexual.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 5296454-9

Ultrassonografia transvaginal: o que é e quando deve ser feita

Ultrassonografia transvaginal ou endovaginal é um exame de rotina para as mulheres, geralmente recomendado pelo ginecologista. Através do ultrassom é possível analisar os órgãos pélvicos, como útero e ovários, além de também ajudar a identificar diversas doenças. O exame é indolor e, em algumas mulheres, é possível causar apenas um desconforto, já que o instrumento para análise é inserido na vagina. Conversamos com a ginecologista Lívia Migowski para saber mais detalhes sobre o exame ginecológico, quando a transvaginal deve ser feita e a preparação adequada.

 

O que é a transvaginal e como o exame é realizado?
 

De acordo com a médica, a ultrassonografia transvaginal é um exame não invasivo, que não utiliza radiação, e um dos mais importantes para a saúde íntima feminina. É capaz de estudar com bastante definição os órgãos pélvicos, como útero e ovários. É um exame de ultrassom no qual o instrumento é inserido na vagina. Dessa forma é possível examinar as estruturas pélvicas e ter maior nitidez nas imagens obtidas. “A ultrassonografia transvaginal é o exame de imagem de escolha para a maioria das patologias ginecológicas e na gravidez inicial”, explica Lívia.

 

Quando é necessário fazer a ultrassonografia transvaginal?
 

A ultrassonografia transvaginal é fundamental na gestação durante o primeiro trimestre. “É um ótimo exame para calcular o tempo de gestação, saber se o embrião se implantou adequadamente e avaliar o número de embriões, em caso de gestação gemelar”, esclarece a ginecologista.

 

Outra indicação do transvaginal é nos casos de sangramento uterino anormal, onde o exame será capaz de diagnosticar pólipos na cavidade uterina ou miomas. O ginecologista também pode solicitar uma ultrassonografia transvaginal em pacientes com fatores de risco para câncer de ovário e câncer de endométrio, além de pacientes com suspeita de malformações uterinas. Seus exames ginecológicos estão em dia? Aproveite para marcar uma consulta com a sua médica e agendá-los

 

Como devo me preparar para o exame transvaginal?
 

O ultrassom transvaginal não precisa de preparo rebuscado. O mais importante é fazer logo após a menstruação, evitando fazer o exame próximo da menstruação seguinte: “Antes da menstruação o endométrio está espessado, o que dificulta identificar algumas estruturas”, explica Lívia. Imediatamente antes do exame é indicado que a mulher esvazie a bexiga, para facilitar e diminuir o desconforto.

 

A transvaginal pode ser realizada durante a menstruação?
 

Segundo a médica, não existe contraindicação para fazer o exame menstruada. “Isso é um mito. Há mulheres que sangram quase todos os dias, sendo justamente este exame o indicado para diagnosticar a causa do sangramento”, diz.

 

Meninas que ainda não iniciaram a vida sexual podem fazer a transvaginal?
 

Essa é a única contraindicação ao método. Esse exame se torna muito desconfortável em mulheres que ainda não tiveram relação sexual com penetração vaginal. Nesses casos, os ginecologistas dão preferência pelo exame feito pela parede abdominal, chamado de ultrassonografia pélvica.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Lívia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Saiba quais são os primeiros sintomas de DST na mulher e como se prevenir

As DSTs são problemas de saúde que podem ser transmitidos pelo contato sexual. As mais comuns são: HPV, herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase e AIDS. Para cada uma delas existe um tipo de manifestação que ajuda a identificar o problema, por isso é muito importante saber quais são eles para, assim, avaliar o caso e procurar ajuda médica! Procuramos a ginecologista Cláudia Navarro para saber como identificar esse sintomas e como se prevenir!


Como se pega a DST?

 

Às vezes, é possível sim contrair uma DST apenas pelo beijo! Isso pode acontecer quando há alguma ferida na boca de seu parceiro. Assim, se o contato envolver sangue, doenças como sífilis e gonorreia podem ser transmitidas. Mas a forma mais comum de acontecer a transmissão dessas doenças é por meio do contato sexual. A maioria desses problemas também podem ter contágio por meio de seringas, como aquelas usadas na hora de fazer uma tatuagem ou piercing.

 

Os primeiros sintomas das doenças

 

As DSTs podem demorar um pouco para aparecer no organismo, mas notando qualquer alteração ou mudança, já é possível ficar alerta. Para identificar uma DST, fique de olho na sua região íntima. A ginecologista separou alguns dos sintomas mais comuns. “Corrimento vaginal, ardência, coceira, mau cheiro, dor no contato íntimo, feridas e lesões”, indica. É importante lembrar que o diagnóstico só pode ser feito após a consulta de um especialista. “Apenas um profissional habilitado poderá diagnosticar de maneira correta e indicar o melhor tratamento”, alerta ela. Por isso, procure um médico o quanto antes!

 

DSTs: prevenção e tratamento

 

A melhor prevenção das DSTs será sempre a camisinha! Além de impedir a gravidez, o preservativo é o método mais indicado para evitar a propagação das doenças. Também é válido sempre ficar de olho nas seringas utilizadas quando for tirar sangue ou fazer uma tatuagem, por exemplo. “Para prevenir qualquer tipo de DST é imprescindível que a mulher sempre esteja em dia com seus exames ginecológicos, faça uso de preservativos e evite relações sexuais com parceiros diferentes”, aconselha a especialista. Uma outra dica é se vacinar contra hepatite B e o vírus da HPV ;)

 

Já o tratamento é mais difícil de definir e podem variar dependendo do diagnóstico do problema. “Os tratamentos são feitos de forma individualizada, ou seja, irão depender do diagnóstico de cada paciente”, explica ela. Algumas doenças, como a clamídia e a gonorreia, podem ser tratadas com o uso de antibióticos. A AIDS, por outro lado, é um dos problemas mais sérios por não ter cura. No geral, elas têm tratamento. Mas o profissional deve ser procurado imediatamente. Não ter o devido acompanhamento médico pode trazer mais complicações, como câncer no útero e infertilidade.

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:

Cláudia Navarro - ginecologista, especialista em reprodução assistida e diretora clínica da Life Search.

CRM-MG: 21198

Cuidados importantes com a higiene íntima no verão

Acabou de chegar de um longo dia de praia? Separe 30 minutinhos para cuidar da sua higiene íntima! É muito importante dar uma atenção extra à saúde dessa região durante os dias quentes. Acontece que o calor é o cenário perfeito de algumas bactérias e fungos que costumam ficar na área. Por isso que as meninas devem contar com a prevenção da higiene íntima diária, que durante o verão deve ser feita com ainda mais atenção! Você sabe quais cuidados deve ter? Separamos 5 dicas para você adotar e acrescentar na sua rotina de cuidados. Fique longe da candidíase com eles ;)


Evite ficar muito tempo de biquíni molhado

 

O clima quente é perfeito para a proliferação de bactérias e fungos na região íntima. Assim, se qualquer outro fator aparecer nesse momento, as chances desses agentes se acumularem por ali fica maior. Por isso, mantenha a área sempre seca evitando passar muito tempo com um biquíni molhado. Se passou a tarde na praia ou na piscina e depois não vai voltar para casa, leve uma calcinha de algodão com você. Depois de aproveitar o mar, é só trocar a peça úmida pela calcinha seca.

 

Troque o absorvente com mais frequência

 

Durante o verão, é normal que a menstruação se intensifique e o fluxo fique mais forte. Então, lembre-se sempre de estar com absorventes ainda mais fresquinhos. Procure na embalagem o tempo indicado da frequência para a troca. Essa atenção deve ser ainda mais especial quando a menina está usando um absorvente interno. Pense que o tempo de troca funciona como uma validade, mesmo que o sangue não tenha usado muito do absorvente. Usar o produto por muito tempo pode ser prejudicial à saúde da menina.

 

Lave a região após a praia ou piscina

 

Assim que voltar, lembre-se de lavar a região com cuidado para tirar qualquer resquício de cloro ou, até mesmo, areia das partes íntimas! Mas, aqui dois fatores são importantes: primeiro, prefira sabonetes líquidos. Eles têm em sua composição um pH ligeiramente ácido, como é o da área íntima. E, portanto, não vão provocar um desequilíbrio da flora vaginal. E a segunda questão é fugir das duchas vaginais, evitando principalmente o chuveirinho. Esse tipo de limpeza agride a camada natural que protege a vagina, deixando-a mais suscetível a contrair infecções.

 

Protetor diário neutraliza odores e mantém a calcinha seca

 

Os protetores diários, diferente dos absorventes, podem ser usados todos os dias! Eles se adaptam a todos os tipos de calcinha e trazem uma sensação de frescor para o dia inteirinho. O bom é que ele não abafa a região, sem impedir a importante circulação de ar. E como no calor ninguém está imune, os protetores diários absorvem a desconfortável e natural transpiração na área íntima, neutralizando qualquer odor. Assim, sempre que você estiver com a sensação desconfortável de umidade, é só trocá-lo.

 

Roupas de algodão são mais apropriadas para evitar o abafamento na região íntima

 

Assim como ficar com o biquíni molhado por muito tempo, alguns outros fatores podem provocar o acúmulo de bactérias e propiciar infecções, como a candidíase. E o tecido das roupas podem intensificar esse problema. Por isso, prefira as roupas mais soltinhas, como saias e vestidos de algodão. Essas peças não deixam a região abafada, permitindo a circulação do ar. Calças skinny, leggings e roupas apertadas são mais prejudiciais durante os dias quentes! Um outro fator para ficar atenta é no tecido da calcinha. A calcinha de algodão é a mais indicada pelos ginecologistas por também permitir que a virilha permaneça arejada.

Fique atenta: sintomas que podem representar uma DST na mulher

Como se contrai a DST? Hoje em dia é comum ouvirmos falar sobre AIDS em uma novela ou sífilis em programas de TV com foco em saúde. Mas será que nós temos informação o suficiente sobre as DSTs mais comuns, como são contraídas e suas formas de prevenção? A falta de conhecimento é um fator preocupante quando falamos de doenças sexualmente transmissíveis. Quando detectada precocemente, a eficácia do tratamento é muito maior, no entanto, quando é descoberta tardiamente pode trazer problemas graves para a saúde feminina, em especial, como o câncer do colo do útero e infertilidade. Por isso, o Só Delas conversou com o ginecologista Luis Renato Mancini de Castro sobre prevenção e os principais sintomas que podem representar uma DST na mulher. Fique atenta!

 

Quais são os riscos de contrair uma DST?

 

Além dos sintomas muitas vezes dolorosos que envolvem uma DST, contraí-las pode apresentar sérios riscos de desenvolver outras complicações: “Câncer de colo uterino, câncer de vulva e vagina, infecções pélvicas graves (a paciente precisará ser operada com risco de perder útero, trompas e ovários), sequelas neurológicas, traumas psicológicos, entre outros”, diz o médico. Para ele, é importante começar o tratamento precoce para diminuir as sequelas e as chances de desenvolver outras doenças oportunas.

 

Sintomas para ficar de olho!

 

O ginecologista cita os principais sinais de doença sexualmente transmissível para ficar de olho:

 

- Corrimento vaginal branco espesso ou amarelado, com ou sem odor;
- Verrugas vulvares e vaginais;
- Coceira;
- Dor pélvica aguda e crônica;
- Sangramento vaginal;
-  Ardor.

 

Conheça mais sobre as DSTs mais comuns

 

De acordo com o ginecologista, as DSTs mais conhecidas são HPV, sífilis, clamídia, tricomoníase, herpes genital, HIV e a gonorreia. Conheça um pouco mais sobre cada uma em nosso pequeno resumo:
 

Tricomoníase
A infecção genital é causada por um parasita e provoca corrimento vaginal, odor desagradável, coceira intensa e dor ao urinar. Sua transmissão ocorre pela relação sexual e o contato com secreções de uma pessoa contaminada, homem ou mulher. O tratamento é feito com antibiótico oral e ambos parceiros devem tomar.
 

HPV
O papiloma vírus humano (HPV) é transmitido tanto pela penetração sem camisinha como pelo sexo oral. Muitas vezes pode ser uma doença assintomática, o que aumenta o risco de contrair a doença sem nenhum sintoma visível. Um dos grandes riscos do HPV é a complicação evoluir para um câncer de colo uterino. Além da camisinha, a vacina também é uma forma de prevenção e o exame preventivo pode ajudar a detectar precocemente a infecção viral, o que facilitará o tratamento.
 

Clamídia
Nas mulheres, os sintomas mais comuns são corrimento vaginal, odor forte e ardor ao urinar. Mas, em alguns casos, a doença pode ter evolução silenciosa, o que torna a disseminação mais perigosa. A clamídia pode causar infertilidade, aborto e, em casos mais graves, até a morte.


Sífilis
Essa doença causa feridas nos genitais e caroços na virilha, aproximadamente, duas semanas após o sexo desprotegido com alguém infectado. Muitas vezes os sintomas passam despercebidos. Na terceira fase da doença, as marcas podem sumir, mas ainda há risco de contaminação.
 

Herpes genital
A doença é causada por vírus e pode afetar homens e mulheres. Ela é transmitida através da relação sexual e pode provocar coceira e pequenas feridas inicialmente e depois evoluir para úlceras e crostas na pele. É possível controlar o problema com medicamentos, no entanto, a herpes permanecerá ativa no corpo e os sintomas podem reaparecer depois de anos.


AIDS
Causada pelo vírus HIV, a doença começa com simples sintomas de gripe ou pode ser assintomática até a evolução do quadro, quando a pessoa começa a ter infecções, perda de peso, fagina, inchaço dos glânglios, vermelhidão na pele, sudorese noturna e febre. Apesar de ainda não existir uma cura, mas a medicação correta pode retardar a evolução da doença e ajudar a controlar infecções.


Gonorréia
Uma infecção bacteriana que tem como sintomas o corrimento anormal, dor ao urinar, febre, menstruação irregular, dor no abdômen e micção frequente. A melhor maneira de evitar a transmissão é usando camisinha, inclusive, no sexo oral. A gonorréia pode provocar inflamatória pélvica, gravidez ectópica (fora do útero) e infertilidade.

 

Saiba como se prevenir das DSTs

 

O principal cuidado para se prevenir de DSTs é o uso do preservativo. Nem mesmo a pílula anticoncepcional é capaz de protegê-la nesse caso. Mulheres que costumam ter relações sexuais com parceiros diferentes estão mais susceptíveis à infecção. Portanto, a camisinha é sua grande aliada na prevenção. Procure seu ginecologista sempre que notar alterações no trato urinário ou feridas, manchas e secreções anormais na região íntima. Além disso, mantenha uma boa higiene íntima e coloque seus exames ginecológicos em dia.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Luis Renato Mancini de Castro - ginecologista do Instituto EndoVitta
CRM: 97755

5 situações em que você pode e deve usar CAREFREE®

Já pensou em ter a sensação de calcinha limpa e fresca o dia todo? Com CAREFREE® você pode! O protetor diário respirável absorve a transpiração natural da área, sem comprometer a circulação de ar.. Usar CAREFREE® é a garantia de conforto e sem preocupação no dia a dia. Super leve e adaptável ao formato da calcinha, o protetor é fino na medida certa. Então, você se sente mais confortável e ele não sai do lugar! Mas, existem algumas situações em que ele cai como uma luva! Para você se inspirar, separamos 4 situações do dia a dia em que isso acontece!




Do trabalho ao happy hour: sensação de calcinha nova o dia todo

 

Às vezes a gente marca um compromisso depois do trabalho ou da faculdade, mas como o dia é corrido, não dá tempo de tomar banho para fazer a higiene da região íntima nesse intervalo. Então, sabe o que você pode fazer? Colocando CAREFREE® TodoDia Flexi, ainda mais fino e adaptável a todos os tipos de calcinhas, você pode ter uma sensação  de mais frescor e limpeza! Sem necessidade de trocar a calcinha ;)

 

No começo e no finalzinho da menstruação

 

Durante o início e o finalzinho da menstruação, quando o sangramento é um pequeno borrão, você pode contar com CAREFREE® Proteção. Essa versão de protetor íntimo tem uma película protetora que ajuda a reter leves fluxos e pequenos escapes.


 

Ideal para o dia que você vai fazer depilação

 

No dia da depilação, toda mulher quer ter um cuidado melhor com a região íntima. Mas, às vezes, pode ser mais difícil marcar a sessão quando você pode tomar um banho antes para deixar a área limpinha. Por isso, CAREFREE® TodoDia Flexi pode ser usado como proteção certa! Se você vai para a escola ou para o trabalho antes de ir ao centro estético, já sabe: coloque o protetor diário e troque algumas vezes, se necessário. Assim, a sensação de limpeza é garantida ;)

 

Absorver a secreção vaginal natural que deixa sua calcinha úmida

 

Você já reparou que, em alguns dias, sua calcinha pode ficar um pouco mais úmida? Acontece que as glândulas do nosso organismo produzem uma secreção clarinha que fica branca ou amarelada e vai direto para sua calcinha. Então, esse incômodo não acontece só com você. Todas as mulheres têm secreções vaginais naturais ao funcionamento do nosso corpo!

 

Já o período fértil acontece bem no meio do ciclo menstrual, marcando a época em que o óvulo está pronto para ser fecundado. Nessa fase do ciclo ocorre um aumento da produção dessas secreções, o que pode deixar a calcinha ainda mais úmida ao longo do dia. Por isso, recomenda-se o uso do protetor diário CAREFREE® TodoDia Flexi especialmente nesses dias para você se sentir mais sequinha e fresca.

 

Você pode ir à academia sem desconforto com a umidade íntima


Quando fazemos exercícios físicos, inevitavelmente transpiramos pelo corpo todo. Uma das áreas que também ocorre intensa transpiração é a região íntima. Nessas horas, CAREFREE® TodoDia é indicado para absorver a umidade provocada e evitar a sensação de calcinha úmida durante os exercícios. O produto absorve a transpiração, neutraliza possíveis odores e permite a circulação de ar na área.

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