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PRIMEIRA VEZ

PRIMEIRA VEZ

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Coisas que a gente aprende quando se torna adulta

Crescer é um procedimento normal do nosso corpo. O que muitas vezes não sabemos é que existem coisas que só podem realmente ser entendidas quando chegamos à fase adulta. Às vezes achamos que haverá uma ruptura, um espécie de mudança brusca e nítida que nos fará entender que esse momento chegou. O mais engraçado de tudo é que, na verdade, não existe um momento certo para isso, cada pessoa o vive em situações e épocas diferentes, de forma gradual e bem sutil. Separamos uma lista com 5 fatos sobre coisas que realmente aprendemos e passamos a sentir falta quando nos tornamos adultos.

 

A chegada da menstruação

 

Quando chega o momento em que ficamos menstruadas pela primeira vez, a famosa menarca, ligamos um alerta e pensamos: “ Eu estou crescendo e meu corpo está mudando”. Ser mulher é algo singular e participar desse universo que envolve absorventes, cólicas menstruais e TPM tem seus desafios, mas é transformado e um processo de evolução muito legal de se viver, só quem passa por ele consegue entender. Por isso, crescer de forma hormonal é algo tão singular que só aprendemos e entendemos quando realmente nos tornamos adultas.

 

Marcar uma consulta médica sozinha  

 

Desde bebê, você sempre teve suas consultas médicas marcadas pela sua mãe. No dia ela ainda te lembrava e te acompanhava até o consultório, você não precisava se preocupar com absolutamente nada, não é mesmo? Um dos indicadores de que você se tornou adulta é que, agora, você vai passar a marcar essas consultas, anotar na agenda, tomar cuidado para não se esquecer, fora a preocupação com documentos e exames adicionais que devemos levar no dia. Muita coisa, né? Mas relaxa, você dá conta!

 

Criamos mais responsabilidades

 

Aos poucos, com nosso crescimento, além das mudanças hormonais que temos em nosso corpo, acabamos nos modificando de forma comportamental. O término da faculdade e a chegada do primeiro emprego fazem com que amadurecemos muito e que criemos vários tipos de responsabilidades. Passamos a ser enxergados pelos nossos pais como verdadeiros adultos e isso, muitas vezes, implica em deveres como ajudar na hora de pagar as contas, o que faz com que fiquemos atentos aos prazos de pagamento, fazer compras no mercado e até mesmo dar um empréstimo para eles no final do mês.

 

A família se torna primordial

 

Por mais que hoje você ainda tenha que comparecer a certos tipos de compromissos familiares que você muitas vezes não quer, acredite, quando a fase adulta chega, você passa a sentir falta de ficar um tempinho com a sua família. Com o tempo, você descobre que seus pais sempre foram seus melhores amigos e que todos os puxões de orelha que você levou ao longo da sua adolescência serviram para você se tornar um adulto melhor e mais consciente. Não deixe os compromissos diários tirarem esse prazer de você. Sempre que possível, reserve um tempo para estar ao lado deles, seja numa visita rápida durante a semana ou naquele almoço de aniversário aos domingos!
 

Você sabe menos do que achava que sabia
 

Sabe aquele papo de que a vida é uma escola interminável? Acredite, é verdade!! Quando somos adolescentes, achamos que sabemos de tudo e que somos quase donos do mundo. Porém, a realidade é muito diferente. Quando vamos crescendo, vemos que não sabemos quase nada  e que o aprendizado é algo constante na nossa vida, independente da idade que temos. Por isso, mesmo que você não queira, vale a pena parar e escutar aqueles conselhos que a sua mãe quer tanto te dar. Afinal, ela é mais experiente que você e já pode ter enfrentado situações parecidas pelas quais você anda passando.

Crise de ciúmes: como lidar com esse sentimento dentro de um relacionamento?

Ciúme é um dos sentimentos mais comuns em toda relação e que divide opiniões. Enquanto alguns acham que não sentir ciúme demonstra falta de consideração e amor ao parceiro, outros encaram como falta de confiança. É importante lembrar, contudo, que senti-lo está longe de ser algo errado. O que devemos ter em mente é: “como eu lido com isso? Até que ponto ele prejudica a mim e a minha relação?” Se você é uma menina comprovadamente ciumenta e já viu esse sentimento causar alguns danos entre você e o boy, aqui vão algumas dicas para você.


Não sinta-se culpada em sentir ciúme. A maneira que agimos sobre isso é o que faz a diferença

 

Isso acontece porque os seres humanos possuem influências sociais e modelos comportamentais diferentes. Além disso, as situações pelas quais passamos na vida fazem com que moldemos a forma de enxergarmos o mundo. Ou seja, no final, tudo vai depender das situações que passamos e de como tivemos que lidar com elas. Você não precisa se sentir mal por ser ciumenta, você só tem que aprender a controlar esse sentimento, ok?!
 

Aprendendo a lidar com o ciúmes
 

Muitas vezes, ter ciúmes é uma forma de expressar algum tipo de insegurança que sentimos, seja em relação a acontecimentos do passado - e que não queremos passar por ele novamente, ou em relação a acontecimentos do presente que tem mexido com o emocional de forma considerável. De todo modo, é preciso entender se seu ciúme, de fato, tem fundamento. Não que isso invalide o que você sente, mas entender de onde vem esses pensamentos ajuda muito a maneira de lidar com a situação e resolvê-la.

 

Portanto, se você é uma pessoa ciumenta, a primeira coisa que você deve fazer é questionar seus pensamentos e suas ações. Se você entender que não passa de coisa da sua cabeça, você deve começar a trabalhar dia após dia para eliminar esses sentimentos de dentro de você. É um esforço, sim, mas que vale a pena. Se seu ciúme é motivado por algo concreto, vale agir sobre isso. Mas atenção: não significa descarregar todas as suas emoções em cima do boy! Assim não se resolve nada. O ideal é sentar pra conversar, expor o que te incomoda e, juntos, encontrarem a melhor saída.
 

Confie no seu Boy!  

 

A base de qualquer relacionamento, da amizade até o namoro, é sempre construída em cima da confiança mútua. Um relacionamento sadio é aquele em que ambos incentivam seus parceiros a buscar novos horizontes e a cumprir suas metas, sejam elas grandes ou até pequenininhas. Por isso, confiar no seu namorado é essencial para que vocês possam caminhar juntos. Converse sempre! Não guarde nada por medo da reação do outro ou de se expor, sem transparência fica difícil alinhar expectativas e ideais de vida. E sendo um casal, vocês precisam estar bem alinhadinhos, certo?
 

Seja sincera com você mesma!  

 

Se você está repensando algumas das suas atitudes e percebeu que deu uma vacilada com o seu namorado, nada de pânico! Primeiramente, errar é humano e seus relacionamentos amorosos sempre vão ser uma grande fonte de aprendizado. Segundo, se você realmente acredita que está errada, o certo a ser fazer é não ser orgulhosa e pedir desculpas. Se houver uma forma de reparar o erro, então, não pense duas vezes.
 

Mas e quando o ciumento é ele?
 

Se o seu parceiro for o lado ciumento da relação, basicamente é o mesmo caminho de forma inversa. Chame-o para conversar, pergunte o que ele pensa, quais são seus medos e o que o faz ser tão inseguro sobre você dois. Além disso, no seu dia a dia, é importante agir de forma a demonstrar para a outra pessoa o quanto ela pode confiar em você. Pode parecer bobo ou você achar que não tem que ficar provando nada, mas para pessoas ciumentas é extremamente importante esse cuidado e mostra para elas o quanto nos preocupamos.

É normal sentir dor muscular depois da primeira vez?

A adolescência é o momento importante de transição na vida das meninas. Nela, passamos pelas principais transformações sejam sociais ou hormonais que nos levam a entrar pouco a pouco na vida adulta. Muitos mitos surgem em torno da primeira vez de uma menina, e é comum acreditar que perder a virgindade pode ser um momento doloroso e que causa diversos incômodos musculares em várias regiões do nosso corpo. Mas será que isso é realmente verdade? Conversamos com a Psicóloga e sexóloga Dra.Camila Cecarello que explica mais sobre a primeira vez, e dá dicas para você relaxar nesse momento tão importante na vida de qualquer garota.


 

É normal sentir dor muscular depois da primeira vez?

 

Sim, essa situação pode acontecer principalmente para as meninas que ficam mais tensas no momento da primeira penetração. “Por estarem nervosas, elas podem contrair bastante a musculatura, principalmente na região pélvica”, explica a profissional. Além disso, Carla adverte que o nervosismo muitas vezes pode estar associado ao lado psicológico da situação, por conta de pressões sociais ou preconceitos que temos sobre a nossa primeira vez.

 

O que pode ter acontecido?

 

O principal fator envolvido, como já citado, é o nervosismo. Muitas vezes, as meninas perguntam para as amigas como foi a primeira experiência sexual delas para terem uma ideia de como será as suas. O que esquecemos é que cada menina sente e lida de forma diferente, então, certamente a experiência de terceiros não pode servir como base para nós. “Além dessa menina já estar nervosa por achar que a relação pode causar dor, ela ainda fica super constrangida com o momento. Na primeira vez ela não sabe muito sobre sexo, então ela fica desconfortável sobre o que seria certo, ou errado nesse momento”, explica a médica.

 

Partes do corpo mais afetadas pós-sexo

 

A contração excessiva da musculatura faz com que estimulemos algumas partes do corpo mais do que outras. A parte interna da coxa, a região pélvica da entrada da vagina até o ânus são as mais afetadas por essa dorzinha muscular que costuma surgir de 24 até 48 horas depois do ato sexual. “As meninas precisam entender que a nossa vagina é elástica e ela está preparada para receber qualquer tamanho de pênis. A mistura de nervosismo e com o pensamento de que a primeira vez será dolorida fazem com que os músculos sejam mais contraídos e, consequentemente, causem dor no pós-sexo”, comenta.

 

Formas de contornar a dor muscular

 

Por mais que possa soar esquisito, a melhor forma de contornar as possíveis dores musculares que podemos  ter é através da informação. Sim! Saber sobre sexo, ler bastante, conversar com a sua ginecologista e tirar todas as dúvidas que você possa ter sobre o assunto, faz com que você entenda que a sua primeira vez está longe de ser um bicho de sete cabeças. “Se essa menina que está se preparando para perder a virgindade souber direito como as coisas acontecem, ela pode minimizar os nervosismos da primeira vez”, finaliza Carla. É sempre importante lembrar que, no momento em que estamos tendo relações sexuais, independente de ser ou não a nossa primeira vez, precisamos usar preservativos para nos protegermos dos diversos tipos de doenças sexualmente transmissíveis, ok?!


 

Dra. Carla Cecarello - Psicóloga e sexóloga
CRP-06/35.812-0

A primeira vez que usei absorvente interno: 3 meninas contam como foram suas experiências

Muitas vezes a menstruação chega sem avisar e justamente em momentos que planejamos algum passeio ou uma viagem especial. Para muitas meninas, ficar menstruada ainda é sinônimo de abrir mão de certos planos. Mas, esse pensamento já pode ficar no passado! O absorvente interno é a solução para curtir todos os momentos mesmo durante o período menstrual. Porém, ainda é muito comum as dúvidas sobre o uso desse produto e a experiência de usá-lo pela primeira vez pode render risadas. Conversamos com 3 meninas que fizeram uso do absorvente interno para entender como foi esse momento.

 

A praia de 10 minutos
 


 

A primeira vez que a estudante de Jornalismo Jhade Marinho decidiu usar o absorvente interno foi quando um de seus crushes resolveu chamá-la para a praia. Por estar muito empolgada para sair com esse menino, ela decidiu comprar o absorvente interno. Como ainda era virgem, teve vergonha de perguntar para sua mãe como se usava o absorvente, então o fez por conta própria. "Como eu não vi o papel que vinha na caixinha e estava super atrasada, e com vergonha, claro, eu coloquei o O.B® de qualquer jeito e fui”, comenta Jhade.
 

Após alguns minutos na praia, o absorvente incomodou tanto que ela não aguentou passar mais de 10 minutos com o menino e com os seus amigos. Jhade foi obrigada a voltar correndo pra casa e explicar para mãe toda a situação. “Como eu coloquei sozinha, eu devo ter feito algo tão errado que eu não consegui ficar nem 10 minutos com ele, depois que eu finalmente aprendi a usar eu só optava por O.B® em vez dos absorventes comuns” explica. Com a experiência da jovem, podemos reforçar o quão importante é ler as instruções antes de usar o absorvente interno para você não se machucar e não ter grandes incômodos. Sua mãe é sua melhor amiga, e não existe nada melhor do que uma ajudinha de alguém mais experiente nessas horas né?!
 

Perguntar é sempre a melhor saída
 


 

A experiência de Isabela Henriques, de 24 anos, com o O.B® foi tanto engraçada quanto constrangedora. A primeira vez em que ela foi usar o absorvente foi há pouco tempo, já com 24 anos. “Nessa idade eu estava pensando ‘Não deve ser tão difícil, acho que é só empurrar’ e foi exatamente isso que eu fiz, mas o negócio não parecia estar certo, eu ficava sentindo aquilo ali dentro e estava bastante incômodo”, confessa a jovem. No dia, sua mãe não estava em casa e ela não achava que a sua avó saberia como usar um absorvente desses. Ah, e vale ressaltar que toda a cena era presenciada pelo seu namorado, que não parava de rir.
 

Depois de muito tentar, Isa decidiu mandar uma mensagem para sua melhor amiga falando que estava com muitas dificuldades e que era impossível esse tipo de absorvente incomodar tanto! “Ela me disse que deveria ter amassado e que era melhor trocar, tentei de novo e nada. Minha amiga falou que tinha que empurrar com o dedo indicador. Bateu o desespero: Se eu empurrar mais, ele vai ficar preso e eu nunca mais vou conseguir tirar e aí vou ter que ir na emergência passar vergonha", conta.
 

Foi aí que, pegando mais um O.B® dentro da caixinha, ela achou o papel de instruções que mandava abrir um pouco a pontinha do produto. Depois que ela fez como as instruções mandavam, aí sim deu tudo certo! Moral da história: não tentem fazer nada pela primeira vez achando que você já sabe como funciona, não tenha vergonha de pedir ajuda! “Agora que deu tudo certo, vou à praia com ele e amo, não sinto nada e ele segura super bem o meu fluxo!” finaliza.

 

As dicas de mãe são as melhores!

 


 

Assim que menstruou pela primeira vez, quando tinha 12 anos, a estudante de História Larissa de Mello, hoje com 22, já foi usando o absorvente interno logo de cara. Ela tinha planejado curtir as férias na casa do seu padrasto onde queria aproveitar ao máximo o verão, a praia e a piscina. “Como planejei tudo durante semanas, minha mãe achou melhor me apresentar ao O.B® mini. Como na época eu ainda era virgem, ela me ensinou a usar o absorvente direitinho sem que eu me machucasse”, comenta a estudante.

 

Larissa conta que desde sua primeira menstruação aderiu ao absorvente interno e o usou até seus 19 anos quando decidiu colocar o DIU. “Usar O.B® nunca me incomodou e eu até esquecia que estava menstruada, pra mim foi a melhor opção que se adequou ao meu corpo”, finaliza. Tá vendo como dicas de mãe são as melhores?  

 

Conte com O.B.® em todos os momentos

 

O.B® está disponível em três tamanhos: Mini, Médio e Super, para você escolher o ideal de acordo com a intensidade do seu fluxo menstrual. A linha ProComfort ainda oferece exclusiva cobertura Silk Touch, que permite que o absorvente deslize melhor para uma colocação mais fácil. A tecnologia de canais curvos, que absorvem bem o fluxo, proporciona mais proteção contra vazamentos.

Não senti prazer na minha primeira vez. O que há de errado comigo?

Só de pensar na primeira relação sexual pode já causar uma tensão. Para a maioria das meninas, esse momento deve ser especial e com aquela pessoa certa. E, acima de tudo, a decisão deve partir de você. Por isso, acaba que a situação é bem fantasiada e planejada na imaginação de cada uma. Entretanto, algum acontecimento pode não sair como o esperado. Não sentiu prazer na primeira vez? Fique tranquila, a psicóloga especializada em sexologia, Dra. Carla Cecarello, veio mostrar que não há nada de errado com você.


 

Por que eu não senti prazer na primeira vez?

 

A primeira vez é um momento rodeado de dúvidas. Além disso, há o grande sentimento de que tudo seja como você pensava (e até melhor). Entretanto, pode acontecer de você não sentir prazer. Assim como explica a médica, isto está diretamente ligado à insegurança. “A menina pode ter tido inclusive muitas informações a respeito da primeira vez. Mas, mesmo assim, estando lá no momento é muito diferente da teoria”, ressalta ela.

 

E então, diversos pensamentos e dúvidas começam a passar pela cabeça e você não consegue se soltar. Como resultado, a musculatura da região íntima fica tensa e provoca o incômodo, algo bem distante do prazer. “Para ter prazer é necessário que haja uma entrega, um relaxamento, que geralmente não acontece na primeira vez”, comenta a psicóloga.

 

Não há nada de errado com você

 

Diferente de como você tão planejou ou imaginou, a primeira vez pode não acontecer como os planos. A falta de prazer nesse primeiro envolvimento é mais comum do que você pensa. Por isso, não aumente os questionamentos na sua cabeça perguntando-se (ou culpando-se) sobre não ter sentido prazer. Não fique encanada! “Isso pode acontecer e vir se repetir outras vezes, até porque, é um aprendizado”, explica Dra. Carla.

 

Pensando nisso, você deve fazer perguntas a si mesma, sobre o seu comportamento e como se sentiu nesse momento íntimo. “Então, ela fazendo esses questionamentos poderá melhorar para as relações futuras, mas não só na primeira vez”, completa a sexóloga. No entanto, caso essa situação de desconforto e falta de prazer permaneça, a ajuda de um profissional é importante para descobrir o que está acontecendo.

 

Dra. Carla Cecarello - Psicóloga e sexóloga

CRP-06/35.812-0

Primeiro namoro: tudo o que você precisa saber para a relação ser incrível

Muitas meninas já sonharam em viver dentro de um conto de fadas, principalmente por causa do príncipe encantado. Mesmo que a gente já saiba que aquilo tudo não é real, o primeiro namoro desperta alguns sentimentos como aqueles descritos pelas princesas. Estar com o boy é uma mistura de magia no ar com o coração batendo forte. E por estar nessa aventura pela primeira vez, vale a pena conferir umas dicas para entrar no relacionamento com expectativas reais, para evitar frustrações depois. Veja como viver uma história incrível ao lado daquele boy!! Aposto que é tudo que você mais deseja!


Não entre em uma relação sem estar bem consigo mesma

 

Primeiro de tudo vem o mais importante: amor-próprio. Sim, essas duas palavrinhas fazem toda a diferença na sua vida. Você tem que olhar para si e gostar, por dentro e por fora. Quando esse seu lado está um pouco em desequilíbrio, todo o restante é influenciado, principalmente o relacionamento. Por isso, para que tudo permanece incrível ao lado do boy, coloque seu amor em primeiro lugar e jamais deixe que ninguém te faça duvidar do poder que você tem!



 

Até o príncipe encantado tem defeitos

 

Sim, para você, o boy pode ser o mais perfeito no mundo. Entretanto, não deixe os pés fora do chão. Quando a convivência começa, você enxerga a realidade. Assim como você e todo o mundo seu namorado também tem defeitos. E, como parceira dele, você deve conhecê-los, e ele os seus. Seja sempre você mesma e converse nos momentos em que algo está incomodando. Mas é importante lembrar: não tente a todo custo corrigir os defeitos que você observar nele, a mudança tem que partir da própria pessoa. Em vez disso, busque aceitá-lo da forma como ele é e focar em todas as coisas boas que ele também tem - e que fez você se apaixonar quando o conheceu.

 

Cada um deve ter seu espaço

 

Início de namoro, e em especial quando é o primeiro, desperta o sentimento de querer estar sempre juntos. Não há nada de errado nisso, mas é bom entender que há limites. A individualidade de cada um não deve se perder. Nada de encher o boy de mensagens o dia todo ou ligar várias vezes seguidas. É importante dar espaço para ele, e você também ter o seu. Aproveite esse tempo para si mesma! Além disso, é um ponto mais para dar aquela saudade gostosa.

 

Não deixe de fazer o que você gosta

 

Seus hábitos e gostos não devem mudar ou acabar só porque você está em um namoro. Estar namorando não te impede de continuar com suas atividades e programas favoritos ao lado de seus amigos ou família. E melhor ainda, você e o boy podem começar a descobrir o que gostam de fazer juntos. Não esqueça de respeitar a opinião do outro, se você ama algo não significa que ele também vá cair de amores, faz parte =).


 

Confiança é tudo!

 

Sabe aquela pulga atrás da orelha? Ou então a vontade de conferir o celular dele escondido? Pois é, nunca deixe chegar a esse ponto. Atitudes ou pensamentos desse tipo estão longe de acontecer em um relacionamento saudável. Por isso, não deixe a confiança ser abalada. Sempre seja aberta e converse sobre a relação. Assim, os laços do casal só ficam mais fortes. Quando a confiança se mantém, todo o restante é influenciado positivamente.


Veja as dicas que separamos para quem deseja fazer seu primeiro mochilão

Não existe nada melhor para uma quebra na rotina do que relaxar fazendo uma bela viagem. Além de dar um tempo no trabalho e nos estudos você conhece lugares novos, pessoas e culturas diferentes.E existem diferentes tipos de formas de viajar. Você já pensou em fazer um mochilão? Muitas pessoas sonham com a liberdade de colocar uma mochila nas costas, levar apenas o essencial e sair por aí em busca de uma grande aventura. Porém, por acharem que essa aventura vai acabar se tornando muito difícil de se realizar, muitos acabam desistindo no meio do caminho. Por isso, separamos algumas dicas importantes para incentivar você que sempre sonhou em realizar um mochilão, mas tem medo dos contratempos.

 

Pra onde ir?
 

Ok, você decidiu que está preparada para fazer um mochilão com seus amigos, mas e o destino? O primeiro passo é pensar quais lugares vocês gostariam de ir e de conhecer a cultura - vale ser nacional ou internacional, tudo dependerá do seu orçamento. Além disso, é importante saber qual é o seu perfil, se você é mais natureza ou cidade e, a partir disso, decidir com seus amigos quais os destinos mais acessíveis para vocês. Mas se vocês forem do grupo que curte uma boa aventura, nada os impede de decidirem girar o globo e irem para onde o dedo apontar!

 

Pesquise sobre o destino
 

É extremamente importante que após a escolha do destino, vocês peguem diversas dicas para saber como é o clima do local, qual as principais comidas típicas e, se você estiver pensando em se aventurar em um destino internacional, qual a moeda em questão. É interessante ter um mapa dos principais pontos turísticos que vocês decidiram explorar para preparar a mochila baseada em tudo o que você vai precisar,

 

Mas o que devo de fato levar?
 

Quando pensamos em um mochilão, a ideia é que tenhamos coisas essenciais separadas em nossa mochila, e não uma extensão da nossa casa.  Remédios, carregador para o celular, garrafa de água, protetor solar e capa de chuva são alguns dos itens que não podem faltar nessa aventura. A quantidade de roupa necessária depende muito do destino que foi escolhido e da pessoa em questão. Então, vale você pesquisar bastante sobre o local escolhido para estar preparada para eventuais mudanças climáticas que possam ocorrer.

  

Dinheiro em espécie
 

Para você não ter imprevistos e não passar sufocos relacionados a dinheiro, é recomendado que você leve uma certa quantia em espécie para sua aventura. Tudo bem que a maioria dos lugares hoje em dia aceita cartões de créditos, mas como os principais destinos dos mochileiros, geralmente, são lugares montanhosos, às vezes podem até ser de difícil acesso, não podemos contar que todos aceitam nossos cartões ou até mesmo tenham sinal. É importante separar um local seguro para você deixar seu dinheiro e evitar de perdê-lo na correria e na empolgação do momento por isso. Dica adicional: utilize doleiras para guardar seu dinheiro em um único lugar, e sempre pertinho de você.

Como lidar com a insegurança na primeira vez?

A primeira vez de muitas meninas acontece de surpresa, sem que elas estejam realmente planejadas para esse momento. Não é o mais indicado, mas sabemos que pode acontecer. O mais importante é usar preservativo. Mas, quando a primeira relação sexual é programada, fica muito mais fácil buscar informação, ter orientação ginecológica e se preparar para tudo sair com naturalidade, sem medo dos mitos que ouvimos desde pequenas. A insegurança é muito natural, mas também é a grande inimiga do relaxamento muscular e pode atrapalhar sua primeira experiência. Mas, fique sabendo, toda menina sente isso. Conversamos com a sexóloga Carla Cecarello sobre o assunto e ela deu ótimos conselhos. Veja!


 

As inseguranças que toda menina tem antes da primeira vez

 

Segundo a sexóloga, a insegurança mais comum que toda menina passa é o medo de doer, o que faz ela ficar nervosa. “E dói mesmo na medida em que ela fica tensa. Se ela não soubesse dessa informação a musculatura ficaria mais solta, tranquila e aí não teria motivo para sentir dor. A dor só acontece porque a musculatura enriquece na hora da penetração”, diz a profissional.

 

Outros motivos que costumam intranquilizar as adolescentes são relacionados ao comportamento: “Como ela deve agir, o que ela deve fazer, se ela deve se manter mais na espera e o parceiro fazer todo o trabalho ou se ela é que deve ir primeiro para tentar seduzí-lo. Também pode ter dúvidas se ela precisa tirar toda a roupa ou não, em que momento isso deve acontecer”, conta a psicóloga. Sem contar a preocupação se ela já tem que ir para a primeira relação sexual tomando algum tipo de contraceptivo, se ela deve levar o preservativo ou não. São muitas questões e vemos que todas são bem comuns, apesar de toda informação na internet.

 

Tenha uma conversa aberta com a mãe ou um ginecologista

 

Para a sexóloga, o ideal seria a menina poder trocar ideias com a mãe e perguntar sobre todas as questões. Além disso, conversar com um ginecologista seria muito importante, pois ele dará uma visão orgânica da situação: “O ginecologista poderá orientá-la para não haver uma gravidez indesejada e a importância do preservativo para se proteger de doenças sexualmente transmissíveis, entre outras recomendações”, diz.

 

Cursos de sexualidade para adolescentes

 

Um cuidado muito importante para a primeira transa é buscar informação em vez de se basear na histórias das amigas, pois essa experiência é individual e deve ser vivida de forma prazerosa para a menina. “Hoje em dia existem cursos muito interessantes para adolescentes sobre sexualidade, que ajudam a orientá-los sobre a primeira vez. Também existem livros muito bons, com ilustrações do corpo que facilitam o entendimento. Tudo isso vai ajudar a deixar a menina muito mais preparada para esse momento”, recomenda a psicóloga.

 

Pesquisar sempre é uma forma de ter conhecimento

 

Se um curso com um educador sexual, uma conversa com a mãe ou uma parente que você tenha muita abertura não for possível ou suficiente, a internet é sempre uma ótima fonte para aprender sobre sexualidade, mas é preciso ter orientação: “A menina pode buscar ajuda com uma professora na escola para que ela possa orientar, pesquisar e trazer bons sites, blogs ou até mesmo livros que possam ter na biblioteca da escola para ela ler. O professor pode não saber na hora, mas ele pode pesquisar e trazer boas referências para os alunos”, afirma a especialista em sexologia.

“A primeira vez que subi na prancha foi mágico”, jovem conta sobre momento que começou a surfar aos 8 anos

A relação da estudante Mariana Mascarenhas, de 19 anos, com o surfe começou bem cedo. Como seu pai é técnico de vôlei de praia, as areias sempre foram sua segunda casa. Assistindo aos treinos da equipe dele foi que ela começou a reparar no que estava rolando no mar. Um monte de garotos surfando e poucas meninas, vale dizer. Foi aí que ela viu que aquele também poderia ser o lugar dela.

 

Sem compromisso e só por curiosidade, começou a fazer aulas de surf com 8 anos enquanto esperava o pai trabalhar. A estudante de nutrição do Rio de Janeiro contou para a gente qual foi a emoção de subir primeira vez em uma prancha. Vem conhecer essa história de amor pelo surfe!

 

O surfe começou como passatempo e teve influência do pai

 

“Ele adorou a ideia! Sempre me influenciou muito a fazer esportes, mas eu ainda não tinha achado o meu preferido até conhecer o surfe. Então, ele comprou prancha e passou a me levar para as aulas, até que ele resolveu começar a surfar também. Hoje em dia nós surfamos juntos e é um momento muito especial para a gente. Ajudou a construirmos uma relação muito forte”, conta.

 

‘Subir na prancha pela primeira vez foi totalmente mágico’

 

“A sensação de subir pela primeira vez numa prancha é uma mistura de sentimentos. Você se sente capaz de fazer uma coisa nova e difícil, então é um choque de adrenalina com felicidade, além de que é totalmente mágico estar sobre as ondas e interagir com elas, eu sempre amei muito o mar, então, para mim, surfar é algo mágico até hoje”, conta a estudante de nutrição.

 

 

Achou que fosse fácil? Ela conta quais foram as dificuldades do esporte

 

Segundo Mariana, a aprendizagem do surf é muito mais prática. Na primeira aula ela já treinava na areia e já entrava no mar. Com o professor, é claro. “O que demorou mesmo foi ter confiança para largar o professor e surfar sozinha. Considero o surfe muito difícil e acho que o tempo que eu fiquei “presa” ao professor me atrasou. Eu já surfava bem, mas ficava com medo de ficar sozinha no mar”, relata.

 

Para a estudante, essa transição começou devagar, primeiro nos mares menores e nos maiores entrava sempre acompanhada do professor. “Hoje em dia ainda eu não entro em mares muito grandes, mas ja tenho autonomia para  entrar sozinha em qualquer mar e decidir os que eu sou capaz ou não de entrar”, diz.
 

 

Todo mundo tem musas inspiradoras no esporte preferido

 

Como boa apaixonada pelo esporte, Mariana acompanha todos os campeonatos de surfe pela televisão - isso quando não consegue ir ao evento. Apesar disso, ela não pretende levar o esporte como profissão: “Acabaria tornando-o uma obrigação e eu quero que ele seja sempre um passatempo pra esquecer um pouco o resto, como um refúgio”, diz. Fã nata do surf feminino, ela conta que suas surfistas preferidas são as brasileiras Claudinha Gonçalves, Tatiana Weston-Webb e Marina Werneck e a americana Bethany Hamilton, muito conhecida principalmente por ter sido atacada por um tubarão em 2003 e amputado um braço. O que não a impediu de ganhar um campeonato no ano seguinte.

 

Histórias engraçadas do momento de conhecer os pais do boy

Conhecer a família do namorado é sempre um momento tenso, afinal, você está diante dos seus futuros sogros! Geralmente, essas situações são sempre repletas de nervosismos e acabam abrindo precedentes para acontecimentos em que ficamos extremamente atrapalhadas! Confira as histórias de meninas que passaram por momentos curiosos envolvendo a família do Boy.


A “Coroa” do rolê


Algumas situações desconfortáveis podem surgir no momento de conhecer a família do novo namorado. Com Bárbara foi exatamente assim. Por ser mais velha que seu atual, com uma diferença de 9 anos entre os dois, a família do menino ficou um pouco apreensiva em relação ao namoro do casal. “Todos estavam com aquele preconceito grande por isso, do tipo “o que ela quer com ele?”, sempre rolavam esses questionamentos”, comenta.
 

Porém, tudo mudou quando chegou o encontro. A carinha de criança de Barbara acabou amenizando toda a situação e, hoje, eles estão juntos há 3 anos. “Quando eles viram que eu, com 1m47 e com carinha de criança, não tinha nenhuma aparência de uma mulher de 30, na época, foi um baque”, lembra.
 

O início de seu namoro foi cercado por “piadinhas” que ela recebeu dos amigos de Carlos em um de seus aniversários. “Eu estava ouvindo as meninas na festa comentando “cadê a coroa do Carlos?”, aí eu falei “gente, a coroa do Carlos sou eu”. Aí ficou todo mundo olhando espantado por eu não aparentar minha verdadeira idade”, comenta.


Foto: Arquivo pessoal


O dia da ‘bacalhoada”!

 

A situação de Raquel foi um pouco diferente. Ela foi conhecer a família de seu namorado em um almoço especial feito pela sua atual sogra. Que moral, né? Porém, o prato principal era uma das poucas comidas que ela não comia: bacalhau! “Minha sogra perguntou: “Estou fazendo uma bacalhoada especial, você gosta de bacalhau, né?” Pensei rápido no que responder, pois se eu falasse a verdade seria indelicada. Daí disse "eu como!", e aí ela comentou "Comer é diferente de gostar, você gosta?". Fui sincera, mas disse que adoraria experimentar”, conta. Para contornar a situação, Raquel experimentou o bacalhau para não criar um clima desconfortável logo no primeiro encontro com a família.


Foto: Arquivo pessoal

 

Namoro às escondidas  
 

Quando Juliana apresentou seu pai ao seu novo namorado, o casal já estava junto há 4 meses. Todo o namoro estava sendo escondido! E para piorar, o boy já era amigo da família de Ju. “Chegamos juntos na minha casa e falamos para o meu pai que queríamos conversar. Ele já olhou com uma cara de que sabia de toda a situação”, diz.
 

O mais engraçado é que, mesmo tendo fama de brabo pela vizinhança, o pai de Ju aceitou bem a notícia do namoro. Ele só fez uma pequena recomendação ao seu futuro genro. “Você precisa saber que é o primeiro namorado dela, mas não é o primeiro cara com quem ela "ficou", essa menina é muito assanhada”, dizia ele. Juliana ficou extremamente envergonhada, porém seu namorado achou toda aquela situação muito engraçada.  

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