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Projeto Gaveta: dupla cria trabalho de moda consciente

Repensar sobre o uso de produtos e materiais tem sido pauta de muitos círculos de conversa, principalmente por conta da preocupação com o meio ambiente. A moda consciente é uma das correntes que surgiu desses bate papos. Desde então, por todo o mundo, diversos projetos têm como foco mudar e melhorar o uso de peças de roupa. Inspiradas por essas ideias, a dupla Giovanna Nader e Raquel Vitti Lino criou o “Projeto Gaveta”. Conheça mais sobre essa iniciativa inspiradora e faça sua parte.


Tudo começou com o clothing swap

 

A prática do clothing swap está ganhando mais força e cada vez mais adeptos em países europeus, Austrália e nos Estados Unidos. O conceito faz referência à ação de trocar roupas. Ou seja, nada de brechós ou vender, você simplesmente separa as roupas que não usa mais, em bom estado, e a usa como ‘moeda de compra’ com outra pessoa, ganhando uma nova peça e dando um destino para sua antiga. Além de ser uma prática sustentável, seu armário consegue passar por uma renovação de looks, e isso tudo sem gastar suas economias.

 

 

Projeto Gaveta é uma novidade no Brasil

 

Inspiradas pela prática do clothing swap, Giovana e Raquel tiveram a iniciativa de fazer um projeto no Brasil. Assim nasceu o Projeto Gaveta, com o propósito inicial e fundamental de difundir o clothing swap. A ideia é criar uma rede com diversos participantes com a possibilidade de trocar entre si aquelas roupas que não usam mais e ficavam no fundo do armário.

 

Com o caminhar do projeto, a dupla viu mais uma necessidade: ter um espaço maior para incentivar a moda consciente. Então, elas ampliaram e transformaram o projeto em um movimento. Atualmente, o objetivo é conscientizar as pessoas juntamente ao apoio de ter uma moda com marcas pessoais de cada artista. O resultado? Alcançar um conjunto com diferentes estilos, originalidade e autenticidade.

 

 

 

O projeto foi para as ruas
 

Nascido em 2013, o Projeto Gaveta já coleciona diversas conquistas. Até agora já aconteceram quatro edições, nas quais mais de 22 mil peças foram trocadas entre 600 participantes. Entretanto, um ponto percebido foram sobre as peças não selecionadas. O fluxo normal era a doação dessas para instituições de caridade e pessoas que precisam. A falta de contato com quem recebia as roupas fez surgir uma nova ideia.

 

O Gaveta na Rua surgiu em 2016 que, com parcerias importantes, deu origem a uma loja com diversas araras e cabines para moradores de ruas e quem mais necessita. Aconteceu no Minhocão, em São Paulo. A dupla tinha como objetivo dar o poder de escolha para essas pessoas, e não só receberem as doações. Dessa maneira, a autoestima delas consegue ser resgatada nesse momento de seleção. É olhar para quem precisa e dar um pouco de carinho. Faz a diferença, né? Além disso, o evento deu origem a um mini documentário do Coletivo Tripé.

Quem é Madama Brona? Um raio-x da astróloga que conquistou todas nós no Instagram

Signo, ascendente, lua, vênus… Se você se interessa pelo assunto é muito provável que já tenha ouvido falar de Madama Brona. A influencer e astróloga é um dos grandes sucessos do Instagram na atualidade. O assunto que está cada vez mais em alta entre os jovens pode chegar a ficar um pouco desgastado. Mas é aí que está o diferencial da gaúcha, pois ela consegue abordar o tema de forma original com uma combinação genial: astrologia e memes! Não é a toa que ela já conquistou mais de 90 mil seguidores nas redes. Ficou curiosa? Venha descobrir mais sobre ela!


 

O interesse pela astrologia começou como um hobby

 

Apesar de estudar astrologia há 7 anos, isso era apenas um hobby na vida de Bruna Palomo, ou Madame Brona, como prefere ser chamada. Nascida em Porto Alegre, ela estudou Direito na Universidade de Passo Fundo e atuou na área de Direitos Humanos. Em 2017, se mudou para São Paulo e fez um curso de astrologia. O que ela não imaginava era que o que começou como hobby passaria a ser sua principal ocupação. Hoje, além do sucesso no seu Instagram, no qual faz posts sobre os astros e posta previsões no seu stories, a influencer também leva os signos para outros meios. Ela participa de colunas e programas mensais, além de trabalhar como taróloga e fazer análise de mapa astral.

 

Combinação perfeita: signos e memes

 

Com um estilo nada convencional, uma linguagem leve e característica das redes sociais, Madame Brona fala sobre astrologia, mas também sobre espiritualidade e cultura. Ela torna a linguagem do horóscopo mais descontraída e interessante. Além disso, a rainha dos memes usa esse recurso para complementar cada previsão, caracterizando de forma engraçada o estado de espírito de cada signo. Afinal, o melhor jeito de entender as consequências do mercúrio retrógrado é o textão vir acompanhado de um meme que pode traduzir tudo em uma imagem, né?

 

 

Um novo olhar sobre a astrologia

 

Ao contrário do que acontecia nos horóscopos tradicionais, as análises astrológicas de hoje se preocupam menos com previsões específicas do futuro e focam em realizar análises mais profundas. Em vez de dizer se você vai receber uma notícia ruim ou se o crush vai mandar mensagem, a análise dos céus passa a ser usada como um meio de buscar o autoconhecimento.

 

Ficou interessada em conhecer mais sobre a Madama? Siga o trabalho dela no Instagram e fica de olho nas próximas previsões!


Medium / Instagram

 

Moda pé no chão: Ana Soares, do "Hoje Vou Assim Off", ensina a consumir moda com mais consciência

A Ana Soares é carioca, consultora de estilo e escreve sobre moda acessível desde 2008, quando criou o “Hoje Vou Assim Off”, uma versão garimpeira inspirada em outro blog da mesma época, o “Hoje Vou Assim”, da jornalista Cris Guerra. Tudo começou com uma brincadeira, mas, Ana sempre teve preocupações relacionadas ao consumo consciente, um tema em alta nos dias de hoje em que discutimos sobre sustentabilidade. Dessa forma, o site cresceu, desdobrou-se em cursos, palestras, podcasts e eventos, e continua crescendo com a ideia de que é possível ser feliz (e estilosa) com o que se tem no armário, sem gastar muito!


 

 

Blog, workshop, palestras: Ana trabalhando a mil!

 

Se você começou a acompanhar a Ana Soares agora, não se assuste com o tanto de coisas que ela faz ao mesmo tempo. A consultora está sempre com a cabeça em um novo projeto. Além do conteúdo do blog com postagens sobre dicas de como reaproveitar roupas do seu armário fazendo novas combinações, truques de styling e garimpos de moda, Ana também roda o Brasil promovendo palestras sobre armário-cápsula, consumo consciente, empreendedorismo, entre outros temas.

 

Além disso, ela também criou o workshop “Conheça suas Cores”, seu principal projeto atualmente, para ajudar mulheres que ainda não encontraram seu estilo pessoal e ainda se perdem ao fazer compras, o que muitas vezes acaba resultando em um armário cheio de roupas com pouco ou nenhum uso, muito dinheiro desperdiçado e a sensação de nunca ter o que vestir. E aguardem, porque em breve virá um curso online…
 


Moda pé no chão: o podcast sobre moda consciente

 

As plataformas de conteúdo se inovam a cada dia e, com tantas ideias boas para compartilhar, Ana Soares não poderia ficar de fora do podcast. A publicação em áudio foi uma forma que ela encontrou de falar sobre sustentabilidade acessível a todos, sempre incentivando práticas que podem nos levar a consumir com mais consciência e sem hipocrisia.

 

No “Moda Pé no Chão” você encontra dicas sobre como escolher tecidos e a importância do reuso, moda plus size, banalização dos 100 reais (que pagamos em qualquer peça de roupa), guarda-roupa e proporção, como comprar em brechós e armário-cápsula. E fique ligada, porque ela está sempre atualizando o podcast! O “Moda Pé no Chão” também virou um grupo bombado no Facebook, onde as leitoras e a consultora de estilo conversam sobre moda da vida real.

 

Girl power: conheça 5 mulheres plus size que falam sobre autoaceitação

A aceitação é um poder incrível que todas nós temos dentro do coração, mas é preciso estimular esse sentimento para que ele seja expressado na autoestima. É um caminho longo, de muitas transformações, mas totalmente possível. Mas como começar esse processo? Ter referências de mulheres com as quais você se identifica sempre pode ajudar. Que tal trocar padrões da sua timeline por mulheres gordas ocupando diversos espaços? Fizemos uma lista com 5 maravilhosas que você precisa conhecer e ouvir o que elas têm a dizer. ;)

 

Mariana Rodrigues

 

A Mariana é jornalista, gorda e apaixonada por moda. Foi assim que criou o blog “Aquela Mari”, onde ela escreve sobre moda plus size, dá dicas de como achar tamanhos maiores em lojas que ainda não mergulharam tanto no universo acima do 46 e ainda traz novas marcas para as leitoras conhecerem. Além disso, a Mari posta diversas reflexões sobre seu processo de aceitação e como ela faz para amar seu corpo gordo cada dia mais. No Instagram dela também tem muito look do dia inspirador!

 

 

Alexandra Gurgel

 

Você já deve conhecer a Alexandra (ou Xanda, como é chamada pelo seguidores) por conta da maratona de body positive que bombou no canal dela no Youtube, o “Alexandrismos”. Mas, quem não conhece, tá esperando o que? Amor-próprio é o assunto preferido da youtuber e no canal ela discute sobre diversos temas que abrangem a vivência de uma mulher gorda, de autoestima a relacionamentos.

 

 

Raissa Galvão

 

A Ray, como vocês podem ver, é a rainha dos looks baphônicos. Ela fez faculdade de moda e sempre se incomodou com o fato de pouquíssimas marcas disponibilizarem tamanhos grandes. Assim, começou a customizar algumas peças do jeitinho que ela gostaria de vestir. No Instagram ela desconstrói padrões e prova que não é preciso ser magra para ser estilosa.

 
 

 

Bia Gremion

 

A Bia é modelo plus size desde os 19 anos e já desfilou na semana de moda de São Paulo, o SPFW. Ela arrasa no Instagram com visuais incríveis, faz diversos trabalhos como modelo e inspira mais de 27 mil seguidoras no Instagram com seus conselhos.

 

 

Preta Rara

 

Joyce Fernandes, mais conhecida na internet como Preta Rara, é cantora de rap e suas músicas contam com temas que enaltecem as mulheres, especialmente as mulheres negras, e recentemente entrou para o universo do Youtube também. Joyce é, sem dúvidas, uma mulher inspiradora em toda sua arte.

 

Tatuagens bem delicadas: 7 tatuadoras brasileiras para seguir no Instagram

Fazer tatuagem é uma decisão que precisa ser tomada com muita responsabilidade, já que ela será permanente em sua pele. Além dos cuidados básicos, como escolher um bom profissional que trabalhe com materiais de confiança e que tenha um bom traço, é preciso pensar bem no desenho que você quer fazer.

 

Um estilo de desenho que tem se destacado hoje em dia é o minimalista, onde os desenhos são mais delicados, pequenos, com linhas cruas e traços finos. Se você gosta desse tipo de tattoo, separamos uma listinha com tatuadoras que, com toda a certeza, vão te encantar!

 

Michaella Schorr

 

Com traços finos e desenhos que esbanjam delicadeza, o trabalho da paulista Michaella Schorr pode ser uma opção se você curtir desenhos mais cleans.

 
 

 

Carina Caiê

 

Se você gosta de tatuagens com estilos mais florais e com bastante sombreados, vale a pena conferir o trabalho da artista Carina Caiê. Seu estúdio fica em Florianópolis e você pode fazer um orçamento com ela via instagram. 

 

 

Luiza Fontes

 

Para as meninas que desejam tatuagens com traços mais fortes e cores mais vibrantes, a dica é dar uma olhada no trabalho da tatuadora carioca Luiza Fortes. Além disso, desenho realista também é uma característica marcante dessa artista.

 

 

 

Gabriela Droguett

 

Se o seu foco é tatuar frases ao longo do corpo, a dica é que você confira o trabalho de Gabriela Droguett. A artista é de Salvador e uma de suas especialidades são os letterings.

 

 

 

Fernanda Prado

 

Quando o assunto é coloração preta e cinza e desenhos minimalistas, a paulista Fernanda Prado é uma especialista. Além disso, ela mistura desenhos minimalistas com desenhos geométricos.

 

 

 

Ivy Saruzi

 

Seu trabalho possui linhas sutis e desenhos super femininos! Que tal prestigiar o trabalho de Ivy? Seu estúdio fica em Porto Alegre - RS.

 
 

 

BellaTatua

 

Linhas super finas e geométricas, o trabalho de Isabella Galvão é perfeito para quem curte desenhos autorais e  com um ar mais estético.

 

 

Público feminino é cada vez maior no futebol. Conheça a história de 3 meninas apaixonadas pelo esporte

Falando de futebol numa mesa de bar ou um grupo de Whatsapp criado exclusivamente para esse assunto. Cenário comum nas amizades masculinas, não é? Mas a boa notícia é que esse papo, hoje em dia, não diz respeito apenas a eles. A torcida entre mulheres tem crescido e, hoje em dia, elas não só torcem, como comentam lances, vão aos estádios e até se arriscam num futebolzinho de fim de semana. O Só Delas preparou uma matéria especial com 3 meninas que encontraram no futebol uma paixão e elas contam agora como tudo começou.

 

O início de uma nova paixão

 

O interesse de Juli Marins pelo esporte veio de família e começou cedo, tendo seu pai como maior exemplo. Como ele trabalhava à noite e não tinha muito tempo para ficar com a jovem, eles usaram o futebol para estreitar seus laços afetivos. “Nas quartas-feiras, que sempre foram dias de futebol, eu passava a noite com ele assistindo às transmissões, independente de qual fosse o jogo. Era o único momento que eu tinha pra ficar perto dele e acho que foi daí que surgiu a minha paixão toda”, comenta.

 

Foto: Juli Marins

 

Mesmo seu pai sendo torcedor do Bahia e ela do Vasco, nada impediu a harmonia de assistir aos programas futebolísticos juntos. “Os amigos dele até acham engraçado (não deveriam né? qual a surpresa? rs), porque é comigo que ele fala sobre futebol, sou eu quem o acompanho nos jogos do Bahia aqui no Rio”,diz.

 

Vascaína desde criança
 

Elise Duque também conheceu o esporte bem cedo. Por volta dos 5 anos ela se tornou vascaína contrariando a lógica familiar, uma vez que 99,% eram tricolores e flamenguistas. Como Elise era muito pequena, ao sair para trabalhar, a mãe de Elise a deixava com sua irmã e com sua tia, que tinha uma filha vascaína. “Como consequência a gente acabava assistindo aos jogos do Vasco e foi quando despertou em nós a paixão pelo futebol e pela cruz-de-malta”, comenta a torcedora.

 

A torcedora conta que chegou a ter uma festa de aniversário dedicada ao time, dá pra acreditar!? “ Na época diziam que era festa de menino, mas como toda criança, isso de "coisa de menino e coisa de menina" não fazia sentido pra mim e eu tive a minha festa de aniversário!”, relembra.

 

Foto: Elise Duque 

 

Crescendo cercada pelo futebol, o ciclo de amizade de Elise acabou sendo feito através da paixão pelo esporte, mas a vascaína deixa claro que ela e suas amigas falam de tudo e que o Vasco é só uma das pautas diárias: “Conheci minhas melhores amigas por conta do Vasco,  e hoje somos comadres! Tudo começou nas arquibancadas de São Januário e em comunidades sobre nosso time no saudoso Orkut”, explica.

 

Amizades criadas pelo futebol

 

Já para a torcedora fanática do Botafogo, Juliana Azeredo, o futebol fez com que ela criasse laços com diversas meninas através do Twitter em comunidades e páginas dedicadas ao time. “Quase não converso sobre futebol na minha roda de amigas, mas acabei fazendo amizades com algumas meninas botafoguenses pelo Twitter que gostavam de comentar futebol na internet.  A gente costuma conversar por lá e vamos aos jogos juntas também”, diz.

 

Foto: Juliana Azevedo

 

Unidas contra o assédio

 

Mesmo que tenha se tornado um esporte comum entre as mulheres de diversas idades, ainda existe muito preconceito por parte de alguns homens. Muitos deles usam o machismo para afirmar que o esporte é majoritariamente masculino e alguns acreditam que as mulheres usam o futebol como uma forma de serem mais atraentes, dá pra acreditar?! “Já rolou de um  garoto achar que eu gosto de falar sobre futebol para atrair outros caras, dizerem que eu uso o esporte como forma de puxar assunto com homem”, comenta Juliana.

 

A fim de evitar situações como essa, Juli e suas amigas resolveram criar uma página no Facebook  chamada ‘Vascaínas contra o assédio’, para mostrar que as mulheres são livres para torcerem sem sofrer nenhum tipo de preconceito e relembrar que o lugar da mulher é onde ela quiser! “O projeto consiste em unir todas as mulheres vascaínas e derrubar um inimigo em comum: o machismo”, finaliza.

Ticas Futebol Clube: conheça o time feminino que nasceu em um campeonato no trabalho e virou paixão

Jogar bola depois do trabalho, ter um grupo do time no Whatsapp e entender de futebol. Visualizar essa cena é pensar num grupo de meninos quase que automaticamente, né? Mas aí é que muitos se enganam. A mulherada também está super por dentro do esporte e investindo sério. O Só Delas vai te contar um pouco do Ticas Futebol Clube, grupo de futebol entre meninas que nasceu para disputar uma competição, mas acabou rendendo muitos dribles, amizade e histórias depois.

 

A história do Ticas Futebol Clube

 

A ideia surgiu não por acaso. Na empresa multinacional em que as meninas trabalham rola um torneio global de futebol. E, segundo elas, os homens sempre se organizam e se preparam superbem para a disputa. Já as mulheres, em menor número quando assunto é futebol, sempre ficam intimidadas e acham que não têm capacidade “futebolística” para participar.

 

Para reverter esta situação, Luiza Yang, de 30 anos, reuniu e recrutou a mulherada da empresa para entrar na brincadeira: “A gente pensou: já fazemos de tudo por aqui, trabalhamos igual, e muitas de nós se desdobram com carreira e filho. Por que não jogar bola também?”, diz a especialista em Comunicação.

 

Elas contrataram um técnico e quatro meses antes do torneio começaram a treinar. Ninguém jogava nada. Nadinha. Mas todo o esforço e preparação valeu a pena. “Ficamos em 3° lugar de 9 times! Nos divertimos muuuuito e passamos a amar futebol”, conta. O time é formado por Lígia Camargo, Luiza Yang, Flávia Pimenta, Monike Demarch (todas do setor de Sustentabilidade), Taísa Costa (Jurídico), Bruna Paixão (Recursos Humanos), Maria Helena Padilha (Comunicação Interna) e Ingrid Santos (Tecnologia).

 

O nome do time é uma homenagem à seleção da Costa Rica

 

A inspiração para o nome do time surgiu inusitadamente: Tico é uma gíria usada na Costa Rica semelhante ao “cara”, que usamos no Brasil. Nos jogos mundiais de 2014, a seleção da Costa Rica foi o azarão do campeonato. Ninguém apostaria neles, a menos que dessem a volta por cima. E foi o que aconteceu. O time foi a sensação daquele ano e conseguiu chegar até às oitavas de final. Um final feliz e inesperado como o time feminino criado São Paulo, que também chegou às oitavas no campeonato da empresa. Sendo assim, a mulherada resolveu fazer uma homenagem nomeando o time de Ticas Futebol Clube.

 

O futebol rendeu boas amizades e uma nova paixão

 

O campeonato acabou. Mas a amizade e a “pelada” depois do trabalho continua acontecendo sempre que elas encontram um horário livre em comum. Se valeu a pena substituir o ambiente de academia, cross fit e todas essas atividades que normalmente procuramos para ficar mais saudáveis, por um time de futebol feminino? Ô se valeu. “Descobrimos que o futebol é muito mais legal e coletivo. Passamos a entender mais sobre estratégia e naturalmente a gostar mais do esporte”, finaliza Luiza.

Conheça “Contramão”, o novo clipe de Pitty que promete revolucionar o universo feminino da música!

Sempre cheia de atitude, a cantora Pitty mais uma vez deu um show fora dos palcos. Após um tempo afastada sem lançar novas músicas, foi divulgado na última terça-feira seu novo single “Contramão” com uma narrativa empoderada e contando com a presença de nomes como Emmily Barreto, Tássia Reis e Judith Belfer. A produção feminina em peso faz com que o vídeoclipe tenha tudo para ser um verdadeiro hit. Ficou curiosa sobre a história por trás dessa música? Explicamos tudo direitinho para você, desde a criação até sua importância para a indústria musical brasileira.

 



 

Como surgiu essa ideia?

 

Quando Pitty escreveu a letra de “Contramão’’ ela já sabia que essa seria uma música especial. Em entrevista, a cantora comentou que esperou certo tempo para gravá-la, pois acreditava que essa música precisava de mais vozes para ser cantada, já que trata de um assunto super sério relacionado à representatividade e a padronização feminina.  

 

A letra aborda a singularidade de cada mulher e fala sobre o desafio que é vivermos com um determinado padrão sendo imposto a todo momento. Seja pelas mídias sociais e televisivas, ou pelos conceitos antigos relacionados às mulheres que ainda estão entranhados em nossa sociedade. Com uma pegada de Pop, Rock e um pouco de Rap, a música conta com a participação de nomes como Emmily Barreto, da banda Far From Alaska, e a rapper Tássia Reis.

Divulgação

 

O outro lado da estética

 

O conjunto das três cantoras presentes no videoclipe faz com que seja desafiado o padrão estético do qual o telespectador já está acostumado. Além disso, ele mostra a outra face da estética com o qual não estamos muito acostumados e faz com que  consigamos abrir os olhos para belezas e opções que existem além do que é vendido e mostrado pela mídia.

 

Esse conjunto só prova que a beleza, o caráter e a proatividade da mulher não estão nem próximos de serem definidos pela sua aparência ou pela maneira como se vestem, provando que o que nos deixa mais bonitas são as diferenças biológicas que possuímos. Afinal, qual seria a graça de sermos todas iguais, né?

 

A importância da produção de Contramão para o universo feminino

 

Mesmo estando no século XXI, sabemos que muitas profissões ainda possuem cargos que são majoritariamente ocupados por homens e, infelizmente, a indústria musical não fica fora dessa estatística. A produção do clipe “Contramão” é um marco para a história do feminismo no Brasil. Isso tudo porque todas as chefes de equipe do clipe são mulheres, entre esses cargos temos: Diretora de produção , fotografia e direção de arte.

 

Em entrevista para a página “Quebrando o Tabu”, a diretora Judith Belfer, que já dirigiu mais de 25 short filmes que podem ser encontrados em sua página no site da Vimeo, afirma que a intenção é reafirmar a quebra dos padrões estéticos-sociais, o que é muito bem representado no trabalho das três cantoras.

 

Girl Power mostrando sua verdadeira força

 

É importante ressaltar o quanto é interessante encontrarmos mulheres ocupando lugares na indústria que geralmente elas não ocupam. A igualdade entre os sexos está aumentando, mas mesmo assim, ainda existe muita coisa que  precisa ser mudada.

 

A reflexão que esse clipe deixa é que, se a falta de mulheres em determinadas cargos e indústrias se justifica pela falta de experiência, é preciso entender que a falta de oportunidade é o que contribui para esse cenário. Com isso, muitas meninas não conseguem desenvolver suas habilidades e investir em oportunidades de emprego na área que tanto sonham. É preciso mudar essa realidade, não é mesmo?

4 mulheres poderosas - e que fazem a diferença - para você se tornar fã hoje mesmo

Sim, o Girl Power está por todo o mundo. Na história, temos várias figuras femininas que conseguiram serem ouvidas e fizeram sua parte para melhorar suas realidades. Nomes como Marie Curie, Valentina Tereshkova e Princesa Diana são diretamente ligados às suas marcantes realizações. E existem muitas outras mulheres poderosas que podem nos inspirar todos os dias. Por isso, o Só Delas veio contar mais sobre 4 dessas personalidades que fazem a diferença. Prepare-se para virar fã!
 

Shakira

 

A artista não conquista atenção apenas cantando e dançando nos palcos. Shakira é mais uma famosa que usa sua posição para lutar por causas importantes. Ela é uma importante embaixadora do Unicef, estando à frente de várias lutas e projetos. No site da organização, a cantora divulgou a primeira foto de seu segundo filho para a campanha “World Baby Shower”. O projeto busca ajudar crianças carentes em nível de extrema pobreza. Além disso, ela é fundadora da Piez Descalzos Foundation, que visa ajudar na educação e alimentação de crianças na Colômbia, seu país de origem.

 

Winnie Harlow

 

O verdadeiro nome da canadense é Chantelle Brown-Young, mas é conhecida por todos como Winnie. Atualmente, ela é uma modelo famosa que tem uma característica bem diferente. Aos 4 anos, foi diagnosticada com vitiligo. A doença fez com que ela sofresse bullying na escola e, mesmo assim, ela manteve as manchas. Apesar de muitos falarem para ela desistir, ela conquistou seu sonho de ser modelo. Winnie estampa as campanhas de marcas famosas, como Diesel e Desigual, se apresentando como realmente é. Ela conseguiu quebrar tabus sobre a beleza e superou o preconceito.

 

Malala Yousafzai

 

Ser a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz é apenas um dos momentos marcantes na vida de Malala. Desde pequena, a paquistanesa lutou pelos direitos das mulheres à educação. E sua luta levou o grupo no poder, os talibãs, a tentarem calar sua voz. Malala levou um tiro na cabeça com apenas 14 anos. Noticiários do mundo inteiro acompanharam sua história. Após o ataque, ela e sua família se mudaram para a Inglaterra. Malala já discursou na ONU e continua lutando pelo acesso à educação.

 

Aung San Suu Kyi

 

A birmanesa não é muito conhecida aqui, mas pode inspirar muito você. A luta de Aung San está ligada à política de seu país, atual Mianmar. Em 1990, seu partido conquistou a maior parte dos votos, fazendo-a virar a primeira ministra local. Porém, para não assumir o cargo, Aung San foi colocada em prisão domiciliar por quase 15 anos. Graças à pressão internacional, ela foi libertada em 2010, tornando-se uma das mais conhecidas prisioneiras políticas do mundo. Não desistindo da carreira política e em ter voz nesse meio dominado por homens, Aung San conseguiu ser eleita deputada em 2012.

Beleza, moda e autoestima: conheça o canal do Youtube feito pela blogueira Jú Romano

Diversidade é uma das palavras que estão mais em alta na nossa sociedade. Antigamente, tanto mulheres quanto homens só eram bonitos se seguissem um determinado padrão de beleza. Porém, com o passar do tempo, essa realidade foi mudando e entendemos que as diferenças é que fazem com que as pessoas se tornem bonitas. Essa mudança social só foi possível por conta de pessoas como a blogueira Jú Romano, que há mais de nove anos lutaram para isso acontecer, provando que diferenças não são defeitos, e sim qualidades! Conheça mais sobre o site “Entre Topetes e Vinis” e se inspire com a narrativa forte dessa blogueira!


Quem é Juliana Romano?

 

Além de jornalista, Juliana Romano é uma blogueira plus size que já passou por diversas redações de moda e hoje possui mais de 124 mil inscritos em seu canal.  Além de mandar super bem incentivando várias meninas a aceitarem seu próprio corpo e a se amarem mais, a paulistana aproveita para dar diversas dicas de moda, sejam elas relacionadas à maquiagem e roupas, que são algumas das paixões da blogueira. Com uma narrativa super forte e cheia de bom humor, ela ensina diversas meninas pelo Brasil a se aceitarem por não pertencerem ao padrão que é imposto pela mídia e pelo mercado.

 

 

Sobre topetes e vinis  

 

Além do seu canal super famoso no youtube , Jú tem um site chamado “Entre Topetes e Vinis” que está no ar desde 2009. Com diversas abas que falam sobre seus looks, moda para meninas com pernas mais grossas e beleza, a sua principal proposta é ajudar as meninas, principalmente as plus sizes, a se livrarem das regras que a sociedade impõe no momento em que estamos nos vestindo.  

 

Com todo esse incentivo , Jú dá um show de autoestima e explora um lado super criativo da moda, deixando para trás aquele mito de que há modelos de roupas que são destinados para um tipo específico de corpo, limitando o uso dessa peça para apenas um padrão de pessoa.  

 

Show de autoestima
 

Jurro já deu muito o que falar na internet. Além do seu site e de seu canal no youtube, a blogueira fez o que ninguém esperava. Elas foi a primeira mulher plus size a fazer um ensaio sensual para a revista playboy e deixou claro que todas os tipos de corpo devem ser apreciados.  

 

Em suas fotos, Jú aparece mostrando seu lado sensual apenas de lingerie - e o melhor, sem edição nas suas fotos - e mesmo que ela nunca tenha se imaginado como uma modelo da revista, ela viu o quanto era importante esse convite para representar diversas meninas do país que nunca se enxergaram sexys ou desejadas.  

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