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4 mulheres poderosas - e que fazem a diferença - para você se tornar fã hoje mesmo

Sim, o Girl Power está por todo o mundo. Na história, temos várias figuras femininas que conseguiram serem ouvidas e fizeram sua parte para melhorar suas realidades. Nomes como Marie Curie, Valentina Tereshkova e Princesa Diana são diretamente ligados às suas marcantes realizações. E existem muitas outras mulheres poderosas que podem nos inspirar todos os dias. Por isso, o Só Delas veio contar mais sobre 4 dessas personalidades que fazem a diferença. Prepare-se para virar fã!
 

Shakira

 

A artista não conquista atenção apenas cantando e dançando nos palcos. Shakira é mais uma famosa que usa sua posição para lutar por causas importantes. Ela é uma importante embaixadora do Unicef, estando à frente de várias lutas e projetos. No site da organização, a cantora divulgou a primeira foto de seu segundo filho para a campanha “World Baby Shower”. O projeto busca ajudar crianças carentes em nível de extrema pobreza. Além disso, ela é fundadora da Piez Descalzos Foundation, que visa ajudar na educação e alimentação de crianças na Colômbia, seu país de origem.

 

Winnie Harlow

 

O verdadeiro nome da canadense é Chantelle Brown-Young, mas é conhecida por todos como Winnie. Atualmente, ela é uma modelo famosa que tem uma característica bem diferente. Aos 4 anos, foi diagnosticada com vitiligo. A doença fez com que ela sofresse bullying na escola e, mesmo assim, ela manteve as manchas. Apesar de muitos falarem para ela desistir, ela conquistou seu sonho de ser modelo. Winnie estampa as campanhas de marcas famosas, como Diesel e Desigual, se apresentando como realmente é. Ela conseguiu quebrar tabus sobre a beleza e superou o preconceito.

 

Malala Yousafzai

 

Ser a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz é apenas um dos momentos marcantes na vida de Malala. Desde pequena, a paquistanesa lutou pelos direitos das mulheres à educação. E sua luta levou o grupo no poder, os talibãs, a tentarem calar sua voz. Malala levou um tiro na cabeça com apenas 14 anos. Noticiários do mundo inteiro acompanharam sua história. Após o ataque, ela e sua família se mudaram para a Inglaterra. Malala já discursou na ONU e continua lutando pelo acesso à educação.

 

Aung San Suu Kyi

 

A birmanesa não é muito conhecida aqui, mas pode inspirar muito você. A luta de Aung San está ligada à política de seu país, atual Mianmar. Em 1990, seu partido conquistou a maior parte dos votos, fazendo-a virar a primeira ministra local. Porém, para não assumir o cargo, Aung San foi colocada em prisão domiciliar por quase 15 anos. Graças à pressão internacional, ela foi libertada em 2010, tornando-se uma das mais conhecidas prisioneiras políticas do mundo. Não desistindo da carreira política e em ter voz nesse meio dominado por homens, Aung San conseguiu ser eleita deputada em 2012.

Beleza, moda e autoestima: conheça o canal do Youtube feito pela blogueira Jú Romano

Diversidade é uma das palavras que estão mais em alta na nossa sociedade. Antigamente, tanto mulheres quanto homens só eram bonitos se seguissem um determinado padrão de beleza. Porém, com o passar do tempo, essa realidade foi mudando e entendemos que as diferenças é que fazem com que as pessoas se tornem bonitas. Essa mudança social só foi possível por conta de pessoas como a blogueira Jú Romano, que há mais de nove anos lutaram para isso acontecer, provando que diferenças não são defeitos, e sim qualidades! Conheça mais sobre o site “Entre Topetes e Vinis” e se inspire com a narrativa forte dessa blogueira!


Quem é Juliana Romano?

 

Além de jornalista, Juliana Romano é uma blogueira plus size que já passou por diversas redações de moda e hoje possui mais de 124 mil inscritos em seu canal.  Além de mandar super bem incentivando várias meninas a aceitarem seu próprio corpo e a se amarem mais, a paulistana aproveita para dar diversas dicas de moda, sejam elas relacionadas à maquiagem e roupas, que são algumas das paixões da blogueira. Com uma narrativa super forte e cheia de bom humor, ela ensina diversas meninas pelo Brasil a se aceitarem por não pertencerem ao padrão que é imposto pela mídia e pelo mercado.

 

 

Sobre topetes e vinis  

 

Além do seu canal super famoso no youtube , Jú tem um site chamado “Entre Topetes e Vinis” que está no ar desde 2009. Com diversas abas que falam sobre seus looks, moda para meninas com pernas mais grossas e beleza, a sua principal proposta é ajudar as meninas, principalmente as plus sizes, a se livrarem das regras que a sociedade impõe no momento em que estamos nos vestindo.  

 

Com todo esse incentivo , Jú dá um show de autoestima e explora um lado super criativo da moda, deixando para trás aquele mito de que há modelos de roupas que são destinados para um tipo específico de corpo, limitando o uso dessa peça para apenas um padrão de pessoa.  

 

Show de autoestima
 

Jurro já deu muito o que falar na internet. Além do seu site e de seu canal no youtube, a blogueira fez o que ninguém esperava. Elas foi a primeira mulher plus size a fazer um ensaio sensual para a revista playboy e deixou claro que todas os tipos de corpo devem ser apreciados.  

 

Em suas fotos, Jú aparece mostrando seu lado sensual apenas de lingerie - e o melhor, sem edição nas suas fotos - e mesmo que ela nunca tenha se imaginado como uma modelo da revista, ela viu o quanto era importante esse convite para representar diversas meninas do país que nunca se enxergaram sexys ou desejadas.  

"Mulher não pode". Mas por que não? A importância de debater o direito das mulheres e como os tabus prejudicam o dia a dia

Diversos são os tabus em nossa sociedade que tentam ditar o que as mulheres podem ou não fazer. E mesmo que hoje elas tenham mudado o cenário em algumas áreas da sociedade e se igualado nos direitos e deveres, ainda há muito o que ser feito. O debate deve ser continuado para promover uma reflexão sobre esses pensamentos ultrapassados, que mesmo que em pequenas quantidades, podem acabar influenciando uma grande parcela da população feminina, principalmente meninas em famílias mais conservadoras.


Precisamos falar sobre feminismo sim!

 

Quando falamos sobre feminismo, precisamos ressaltar que esse é o momento de enaltecer todas as batalhar pelas quais nós mulheres travamos ao longo da nossa história e deram resultados significativos ao longo de alguns anos. Assim que nascemos, percebemos que algumas regras são impostas para nós e que elas definem o que é ou não ser menina. Com o tempo, passamos a nos questionar se realmente precisamos seguir essas “regrinhas” para sermos consideradas verdadeiras meninas.

 

A história do feminismo começa antes do que possamos imaginar , sabemos que um dos seus principais marcos foi em lá 1486, quando algumas mulheres começaram a ser caçadas por serem consideradas como bruxas. Por mais que muitas tenham morrido nessa época, o espírito de resistência serviu de inspiração para muitas outras que vieram depois. Separamos alguns outros marcos que foram super importantes para a história das mulheres. Veja só:

 

- 1852: Primeiro jornal feminino é criado;

 

- 1919: Resolução de salários iguais para homens e mulheres é aprovada;

 

- 1934: Mulheres conquistam o direito de votar;

 

- 1979: Mulheres são autorizadas a praticar qualquer esporte;

 

- 2010: É eleita a primeira mulher Presidente do Brasil




 

Sair sozinha para qualquer lugar

 

Muitas vezes escutamos dos nossos pais e até mesmo de alguns namorados que sair sozinha é errado e que precisamos da companhia de um homem para certas atividades. É importante entender que não existem atividades que são apenas destinadas para mulheres ou para homens e que, independente de qual seja seu programa, você pode sim executá-lo sozinha.  Então, não deixe de sair para jantar ou pra pegar um cineminha por que você acredita que esses programas são apenas de casais, ok?!

 

Usar roupa do comprimento que quiser

 

Algumas pessoas ainda associam que as mulheres precisam usar roupas de determinados comprimentos para não serem vista como “vulgares”. O comprimento de uma roupa não está associada de maneira nenhuma com o caráter de uma mulher, por isso, tira esse pensamento da cabeça. Somos livres para usar a roupa que bem entendermos.


 

Ser dona de um negócio

 

Para muitos, por sermos consideradas como o “sexo frágil” as mulheres não podem e não devem ocupar cargos de chefias em grandes empresas ao até mesmo serem donas de seu próprio negócio. Além disso, ainda existem carreiras que são extremamente machistas onde além de serem minorias, as mulheres infelizmente são muito sexualizadas. Entre elas temos: Piloto de avião, mecânica, militar e bombeiro.


Um exemplo bem explícito do machismo que ainda está presente em nossa sociedade é o do Corpo de Bombeiros do Paraná que foi criado em 1912 e só aceitou a primeira mulher na equipe em 2005, quando uma lei estadual permitiu a entrada de bombeiros militares do sexo feminino. Dá para acreditar?




 

Beber sozinha ou com as amigas

 

E quem disse que bebidas alcoólicas são de exclusividade masculina? Nada disso! Não existe nada de errado em você sair para um bar e tomar uma cerveja, ou qualquer outro drink com suas amigas , ou até mesmo sozinha. Nada de se intimidar quando falam que “mulheres que bebem são masculinas ou que é feio mulher beber”. Esse pensamento é extremamente ultrapassado e somos livres sim, para tomar aquela bebidinha sempre quando tivermos vontade. Só cuidado com os excessos, tá? Porque aí pode prejudicar sua saúde. ;)


Artista brasileira transforma muros brancos em arte com um mix de culturas. Conheça a Camila Gondo!

A paulistana Camila Gondo é designer e ama um bom café. Seu hobbie preferido é reproduzir histórias de pessoas conhecidas ou não em arte. Aos 27 anos, a artista utiliza aquarela, tinta acrílica, nanquim, marcadores e técnicas digitais para criar desenhos que misturam formas e cores. Talentosa, ela conseguiu se aperfeiçoar dentro e fora das aulas e até participou de um desfile de moda em Portugal. Colorindo a cidade, Camila conta que, para ela, desenhar se tornou muito mais do que uma forma de relaxar.

 

Quem é Camila Gondo?

 

Ela nasceu no Brasil e logo se mudou para o Japão, onde passou quatro anos da infância. Anos depois, ela se mudou para Portugal, onde iria cursar seu mestrado de moda. E foi lá que conseguiu desenvolver melhor as técnicas de aquarela em suas obras. Acreditando que somos a soma de todas as nossas vivências, Camila diz que suas principais influências são os três países por quais ela passou e que ajudaram ela a se transformar na mulher que é hoje.  

 
 

 

 

A busca pelo estilo próprio

 

Em 2013, quando Camila estava em Lisboa cursando o mestrado, ela dividia uma casa com oito meninas de países diferentes. Por possuir traços mais orientais, muitas meninas questionavam a nacionalidade brasileira de Camila. Depois de contar a história de como seus antepassados chegaram ao Brasil, ela começou a pesquisar bastante sobre a culturas e sobre as línguas dos locais pelo os quais ela já tinha morado.  

 

Todas as perguntas sobre sua nacionalidade a levaram a um questionamento mais fundo sobre quem ela seria de verdade. Após muito se perguntar, ela finalmente entendeu que descobrir quem ela era seria um grande desafio da sua carreira. Esse tema acabou servindo de inspiração para diversos trabalhos de durante a faculdade de Design de Moda, expressando assim todo o conhecimento cultural que estava absorvendo.

 

Até hoje Camila explica que muitos dos seus desenhos autorais possuem influências de temas desses países, que estão longe de ter uma real ligação, mas que acabaram se relacionando dentro do seu trabalho como um estilo próprio.   

 

 

 

O processo de criação

 

Com o tempo, pintar e desenhar foram se tornando muito mais que um simples passatempo e hoje são as formas de expressão da paulistana. Como artista, ela possui diversas formas de inspiração, de uma simples música a filme ou um lugar novo que ela tenha visitado, tudo que desperta um sentimento merece ser representado em forma de pintura.  

 

 

 

Para que qualquer pintura seja elaborada, tudo precisa começar com um processo criativo. Quando Camila precisa trabalhar em um projeto novo, ela cria um roteiro em sua cabeça e ele obviamente começa com um bom café e seu caderninho de anotações. A elaboração de um projeto tem duas fases: na primeira ela escreve e revisa as anotações de seus clientes e coloca uma música para se concentrar. Depois desse momento mais íntimo e introspectivo, é hora de bolar o plano de ataque e traduzir todas as suas ideias em artes relendo os briefings.   

 

Veja mais do trabalho incrível da artista no Instagram!

Convidamos a youtuber Carol Moreira e mais três apaixonadas por livros para mostrar como organizam suas estantes de livros. Inspire-se!

A leitura digital facilita muito nossa vida, não dá para negar. Mas, para quem é apaixonado por livros, tê-los em um tablet não é o suficiente. É preciso comprar a versão física, se apaixonar pela capa e colecionar. Além disso, muitos cuidam deles com um tratamento especial, como organizá-los na estante de forma diferenciada. Os amantes de literatura adoram criar maneiras próprias de ordenar suas obras e garantem que isso facilita na hora de encontrá-las mais facilmente. Para te inspirar a arrumar sua estante de um jeito especial, conversamos com quatro mulheres que provam que organização ideal é a que faz mais sentido para você!

 

Temas e cores são os critérios da estante da Youtuber Carol Moreira

 

Carol Moreira é referência quando o assunto é mundo geek, cinema e séries. Com 562 mil inscritos no canal, Carol conversou com a gente sobre seu amor pelos livros. E, como boa apaixonada por literatura, ela tem uma maneira de organização das obras na estante bem pessoal. “Separo por cor, temas e deitados na horizontal por ordem de tamanho”, conta.

 


Foto: Carol Moreira/Arquivo pessoal

 


​Foto: Carol Moreira/Arquivo pessoal

 

O gênero favorito dela são os de não-ficção, já que gosta de explorar histórias reais ou se aprofundar em diferente temas. Pensando nisso, Carol indicou “Religião para Ateus”, do Alain de Botton, que é o livro que está lendo no momento. E ainda, ressalta que seu jeito de organizar não é difícil de entender. “Eu separo por temas (como cinema) e depois vejo dentro deles as cores parecidas para deixar agrupado!”, diz a youtuber.

 


Foto: Carol Moreira/Arquivo pessoal

 

Os nichos servem para organizar de tudo um pouco

 

Bárbara Gonçalves é super apegadas aos seus livros, ainda mais quando se apaixona pela história. Ela contou que sua estante possui três nichos, como uma forma de organizar por assuntos as obras. “No primeiro nicho é não-ficção e os livros da Sophie Kinsella, que são todos do mesmo tamanho e formam uma pilha organizada”, explica. Enquanto isso, no segundo nicho estão os livros de young adult e chick lit (ficção feminina que aborda temas da mulher moderna), que são os tipos mais lidos por ela. Já no terceiro, Bárbara deixa para temas variados, como coleções maiores e assuntos mais sérios.
 

A estudante de Comunicação Social ainda comenta que organiza cada nicho por altura e prioriza deixar as séries juntas. “Como a estante é funda, vou jogando para trás os que gostei menos mas não quero me desfazer ainda”, explica.

 


Foto: Bárbara Gonçalves/Arquivo pessoal

 

Uma estante que mais parece obra de arte

 

Já imaginou como deve ser a estante de uma artista plástica? Pois é! Mary Dutra é artista, empreendedora e também é apaixonada por livros. Em sua sala tem duas estantes de ferro com livros de arte, museus e exposições que já visitou. São os tipos de obras que ela mais compra. E isso fez com que ela criasse uma rica biblioteca de inspiração. Mas, para ler sem compromissos, Mary conta que gosta de assuntos relacionados a modelos de negócios e empreendedorismo. A estante reflete claramente seu gosto e profissão, já que organiza os livros por cor e mantém as tonalidades em cada pilha.

 


Foto: Mary Dutra/Abstrato Azul

 

“São 2 prateleiras bem altas com oito andares. Então criei uma transição em grupos assim: preto > branco > amarelo e laranja > vinho e vermelho > rosa, roxo e azul > verdes > marrons e beges > coloridos misturados”, explica. Não conseguiu visualizar? Então dá uma olhada nessas fotos!

 


Foto: Mary Dutra/Abstrato Azul 

 

Para complementar a decoração, Mary inclui objetos com a mesma cor das obras. Assim, ela diz que encontra o livro só de lembrar a cor da capa. “Antes organizava por assuntos e demorava muito mais tempo para encontrá-los, pois os temas sempre se misturam”, relata.

 

Atualmente, a artista plástica está lendo três livros e compartilhou com a gente: “A Ordem do Tempo”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres” e "Extraordinárias - Mulheres que Revolucionaram o Brasil" são os títulos que ela recomenda.

 

Autores, editoras e tamanhos: essa é a dica da Izabela! 

 

As histórias de romances reúnem uma legião de fãs e Izabela Lopes, de 23 anos, é uma delas. E só de entrar em sua casa já dá para perceber seu amor por livros. Iza tem três estantes lotadas com os mais diferentes obras e faz questão de ordená-las da sua maneira. “Gosto de organizar os livros por autores, editoras e/ou tamanhos. Também tento deixar os que são de estilos parecidos perto um do outro”, explica. A decoração bom bonecos e ursinhos de pelúcia é uma fofura à parte. E ainda tem uma mesa para sentar e ler ali mesmo. Não é que parece mesmo uma biblioteca? 

 

 

Em sua cabeça, os livros posicionados nas duas prateleiras do meio para cima são os que chamam mais atenção, já que estão na altura do olhar. “Então, nessas prateleiras, normalmente estão os meus favoritos. Harry Potter está sempre em uma delas, por exemplo”, diz Iza.

 

Atualmente, as leituras da professora de inglês estão mais focadas nos estilos new adults e chick-lits desse gênero. “São livros leves e, normalmente, com temas bem atuais e gostosos de ler”, conta. 

 

E aí, qual é seu estilo preferido? O que não falta é inspiração agora! 

Os cabelos da cantora Halsey: selecionamos os melhores visuais para você se inspirar

Com um visual super moderno e despojado, a cantora norte-americana Ashley Nicolette Frangipane, mais conhecida como Halsey, tem como marca registrada os diferentes tipos de cabelos que vem aderindo ao longo da carreira. Com apenas 21 anos, ela tem feito sucesso no mundo todo, inclusive em solo brasileiro. Sua primeira vinda ao Brasil foi em 2016, no Lollapalooza, e, dia 6 e 7 de junho de 2018, fará a segunda passagem pelo país com shows no Rio de Janeiro e São Paulo. Se você curte o som dessa musa, e está pensando em dar uma modificada no seu visual, separamos algumas mudanças capilares adotadas por ela para você se inspirar!

 

Halsey já teve diversas cores de cabelo 

 

Desde o início de sua carreira, Halsey adotou diversos tons fantasia no cabelo, seja com mechas ou coloração total. Em entrevistas, a cantora já contou que azul é sua cor favorita, por isso apostou durante algum tempo nessa coloração para seus fios, longos ou curtos. Mas não foi só pela coloração azul que ela se aventurou, o rosa também é uma cor adorada pela cantora.

 

 

 

 

Uma publicação compartilhada por halsey (@iamhalsey) em

 

 

Penteado é o que não falta no estilo da cantora!

 

Uma outra característica do seu estilo são os variados tipos de penteados. Ela adora usar o rabo de cabelo bem alto e com aplique (marca registrada da Ariana Grande), texturização de penteados nos fios curtos, além das tranças que ela já usou para renovar o visual.

 

 

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Halsey também já usou sidecut hair

 

Halsey é super fã de cabelos bem curtinhos, do estilo totalmente raspado ao sidecut, que é o corte em que apenas a lateral do cabelo é raspada. A cantora mostra que o comprimento do nosso cabelo está longe de decidir o quanto somos femininas, e até usou o corte para se fantasiar no Halloween de Eleven, personagem da série “Strange Things”.  E aí? Tem coragem de aderir esse estilo mais radical?

 
 
 

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A cantora também é fã de cabelos cacheados

 

Durante um bom tempo, a cantora usou os cabelos cacheados e decidiu fazer permanente em seus fios para deixá-los bem enroladinhos, aproveitando também para brincar com diversas colorações.

 

 

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Após prêmio de melhor roteiro no Emmy, atriz Lena Waithe quer dar visibilidade a causas importantes

Na premiação do Emmy Award, conhecido como Oscar da TV, Lena Waithe conseguiu marcar a história. A norte-americana é atriz, produtora e roteirista, com destaque para seu trabalho na série da Netflix “Master of None”. Na noite de prêmios, Lena foi a primeira mulher negra a conquistar o Emmy de melhor roteiro de comédia pelo episódio “Thanksgiving”. Além do discurso emocionante, a atriz tem como objetivo dar visibilidade a causas importantes. Saiba mais sobre esses planos!

 

 

‘Aquilo que nos faz diferente é nosso superpoderes’

 

Ser uma mulher negra e estar subindo ao palco do Emmy para receber um prêmio foi um sonho tornando-se realidade. Nos poucos minutos de discurso, Lena emocionou a plateia presente e espectadores da transmissão do evento. No episódio vencedor, Denise, personagem da atriz, está se descobrindo lésbica e sendo aceita pela família. A emoção ao assistir é inevitável, além de conter inspiração autobiográficas. Em seu discurso, Waithe reforçou a importância de estar na premiação, da história contada e o respeito às diferenças.

 

Lena continua engajada em dar visibilidade a causas importantes

 

Receber o Emmy fez com que novas oportunidades surgissem para a atriz. Em uma entrevista, ela contou que a confiança dos outros em seu trabalho aumentou, além de ter marcado a história como vencedora mulher e negra. E o engajamento nos diversos projetos continua. Inclusive, ela lançou a nova série “The Chi”, sobre a vida de um menino negro, junto aos seus amigos, na zona pobre de Chicago. Lena quer mostrar que esses personagens precisam ser humanizados e que suas vidas também valem a pena. A produção já tem a segunda temporada confirmada, mas ainda não estreou no Brasil.

 

E a militância não para!

 

Outra participação importante de Lena é no movimento Time’s Up, que tem ganhado visibilidade encorajando mulheres da indústria cinematográfica a denunciarem abusos e lutar pela igualdade de cachês. Ao lado da diretora Ava DuVernay, a atriz levanta a bandeira de que o movimento é para todas as mulheres, para além do cinema e cor da pele. Ela afirma que o Time’s Up também é uma luta com outras correntes, como o racismo, homofobia e qualquer outra minoria que necessite de voz. Assim, as demais atuantes no movimento, como Lena, buscam transformar o trabalho em um lugar seguro e que a mulher possa crescer em sua profissão.

Os desafios e vitórias de mulheres que trabalham em ambientes majoritariamente masculinos

Em pleno século XXI, ano de 2018, ainda existem muitas diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Algumas profissões ainda são vistas como masculinas por serem ocupadas majoritariamente por homens. Além disso, salários desiguais entre cargos semelhantes, assédio e desvalorização profissional são queixas constantes de mulheres que trabalham em ambientes masculinos. O Só Delas convidou três mulheres entre 20 e 28 anos, para compartilhar a experiência de trabalhar em empresas com mais funcionários do sexo masculino e comentar, sob o ponto de vista delas, as dificuldades e os aprendizados desse ambiente.

 

Mulheres em ambiente masculino criam rede de apoio

 

Para algumas meninas, trabalhar em um território onde temos em peso a presença masculina pode ser um pouco desconfortável. Mesmo que a sociedade venha evoluindo em seus conceitos e venha quebrando os tabus de que as mulheres são o sexo frágil, ainda precisamos de muitas mudanças relacionadas ao mercado de trabalho. Hoje com três anos de experiência como Analista de Projetos em uma empresa de tecnologia em Barcelona, na Espanha, a jornada para chegar até onde Camila Nabuco chegou não foi a das mais fáceis.

 

Camila já tinha passado por dois anos de estágio na primeira empresa e um ano e meio na segunda, onde hoje é contratada. E conta que as duas experiências foram muito diferentes. “Na primeira, eu fui delegada a tarefas relativamente fracas. Já na segunda, onde tive uma chefe mulher, foi totalmente diferente. Com ela eu aprendi que para ser respeitada, eu precisava seguir à risca o planejamento”, diz. Com o passar do tempo, ela percebeu que seguir às regras gerava um desconforto entre os homens, pois muitas coisas eles faziam do jeito deles e ela precisava impor o jeito "certo", de acordo com o procedimento.

 


Camila Nabuco, de 28 anos, é Analista de Projetos / Foto: @bauducca

 

Apesar da dificuldade no início da sua adaptação, hoje ela consegue ver a situação com outros olhos. “Posso dizer que as pessoas se adaptam a tudo, mas percebi que as poucas mulheres que estão nesse ambiente se juntam e fazem sua própria rede de apoio. Mesmo assim, percebi que os assuntos mudam um pouco, muita coisa que eu me interesso hoje, eu conheci convivendo com o sexo oposto!”, comenta.

 

É preciso repreender todo tipo de assédio

 

Quando Eliza Alves, de 20 anos, começou a trabalhar em uma fábrica de montagens, logo percebeu a diferença entre um ambientes diversificado e um onde possuem mais homens do que mulheres. “Às vezes é complicado, porque nem sempre eles respeitam as mulheres. Geralmente acontece uma piadinha ou outra desagradável, mas as meninas do setor sempre repreendem”, diz. Apesar dos inconvenientes, Eliza comenta que nunca teve problema em estudar com mais homens do que mulheres e trabalhar em um ambiente majoritariamente masculino. Na hora de ajudar com o peso dos materiais, inclusive, ela conta com o apoio dos colegas para completar suas montagens e nesse momento, os meninos mandam super bem, ajudando sempre: “Em relação a isso, geralmente, eles não deixam a gente pegar peso. Se deixarem, o nosso chefe reclama depois, principalmente na área de reabastecimento, que é onde pegamos as caixas de motores pesadíssimas”, conta.

 


Elisa Alves, de 21 anos, é estudante de Ciência da Computação e trabalha como montadora / Foto: Facebook

 

A insegurança de quem está entrando no mercado de trabalho

 

A insegurança ao começar o primeiro emprego é motivo de nervosismo para muita gente. E é, claro, isso pode aumentar ainda mais quando se está procurando emprego em ambientes predominantemente masculinos. Apesar disso, Jhade Marinho, de 21 anos, nunca se intimidou. A estudante de Comunicação conseguiu um estágio em uma rádio onde a maioria dos funcionários são homens. Sabendo disso, ela não abaixou a cabeça seguiu com força total. “Minha maior insegurança relacionada ao mercado de trabalho era que muitas empresas não davam um feedback, ou quando mandavam, não diziam no que poderíamos melhorar. Trabalhar com homens nunca foi um sinônimo de insegurança para mim”,comenta.

 


Jhade Marinho, de 21, faz estágio em uma rádio com mais homens e nunca se intimidou / Foto: @jhade.marinho___

 

Para as meninas que estão passando por esse momento, Jhade, que ficou mais de um ano procurando um estágio, dá uma dica para acalmar os corações: “ As meninas precisam entender que as coisas acontecem no tempo em que devem acontecer. Continue mandando currículo, continue acreditando que o momento de você ser contratada vai chegar, é só acreditar!”, finaliza. 

 

Quando paramos para contar nossas experiências, percebemos o quanto somos fortes e eficientes em dar a volta por cima! ;)

Transição capilar: conheça a história de meninas que assumiram o cabelo natural e estão amando o novo visual!

No início dos anos 2000 houve um grande “boom” de alisamentos capilares e até hoje existe uma variedade de escovas que prometem deixam nossos cabelos mais lisos e com menos volume. Com o passar do tempo, algumas meninas começaram a se questionar sobre o uso contínuo de produtos com químicas fortes e resolveram dar um basta nessa situação. De que forma? Assumindo seus cabelos da maneira que realmente são!

 

Marina Couto, Lívia D’Ambrosio e Ariel Borges são exemplos de algumas meninas que aderiram ao movimento de transição capilar e amaram ver o cabelo natural novamente. Se você está precisando de uma dose de coragem para assumir seus cachos, a experiência delas pode ser o empurrãozinho que faltava para você!

 

O que é transição capilar?  

 

Quando falamos em transição capilar é importante saber que não existe um tempo certo para nosso cabelo abandonar a química de tanto tempo. Tudo vai depender do quanto seu cabelo necessita para crescer e eliminar toda a química com um belo corte.

 

Marina resolveu adotar a transição capilar quando começou em um novo emprego como jornalista em um site de beleza. Como o site fala muito sobre esse tema, ela passou a se questionar sobre seus cabelos com química. “Como tinha muita pesquisa para fazer e se falava muito de transição capilar, percebi que não fazia sentido escrever sobre uma coisa, motivar as meninas a assumirem os fios naturais e não fazer o mesmo”, comenta.

 

O início da transição

 

As meninas que estão optando em realizar a transição capilar possuem duas opções: uma delas é aderir o corte big chop, que é quando cortamos o cabelo para tirar toda a química de uma única vez. É prático, sem dúvidas, mas é preciso estar preparada para uma mudança drástica. A outra alternativa é ir cortando os fios de forma gradual, conforme o crescimento da raiz.

 


Marina Couto, de 29 anos, ficou em transição capilar durante um ano e meio / Foto: acervo pessoal

 

Mesmo sendo natural, alguns momentos da transição são difíceis. Marina conta que no início as coisas eram complicadas já que ela tinha aderido os cabelos lisos durante anos. “Foi uma montanha-russa de emoções! Entre muitos choros, penteados improvisados para disfarçar as texturas diferentes, um ano e meio de transição e três cortes depois, finalmente estou com os meus cachinhos naturais.” comenta.  

 

Já para Lívia, o processo de transição capilar foi inspirado por outra situação. Ela foi incentivada por um momento difícil que passou com sua mãe e acabou usando a transição capilar como uma grande inspiração. “Minha mãe sempre insistiu muito para que eu voltasse a usar o cabelo cacheado, mas nunca tive nenhuma inspiração ou vontade para encarar esse desafio, até que ela descobriu o câncer. Quando soube que ela ia começar as sessões de quimioterapia e perder os cabelos, percebi que seria um momento muito difícil para ela.” comenta Lívia.

 


Livia D'Ambrósio, de 25 anos, ficou somente nove meses em transição / Foto: acervo pessoal 

 

A partir disso, ela decidiu assumir seus cachos e a mãe ficou super feliz com a decisão. Assim, as duas passaram juntas por um momento de transição com seus cabelos, sempre se apoiando nas mudanças. A transição capilar da Lívia demorou nove meses e hoje ela está superfeliz com o resultado.

 

Um banho de autoestima  

 

Precisando de uma mudança drástica para se ver com uma “outra cara”, Ariel usou o processo de transição capilar para buscar autoconhecimento. Ela conta que estava ficando cansada de precisar secar e pranchar constantemente os fios e tinha curiosidade de saber como era o cabelo de verdade, já que começou a alisar bem novinha.

 

Depois de uma conversa com a sua melhor amiga, que estava aderindo esse processo, ela logo se encorajou e decidiu fazer o mesmo: “Minha melhor amiga começou antes de mim e sabendo que teria alguém bem próximo para trocar ideia e conversar quando batessem as dúvidas, eu me convenci de fazer o mesmo!”, completa.  Da última progressiva até o big chop foram seis meses de transição capilar. 

 

Ariel Borges, de 24 anos, aderiu ao big chop para acelerar a transição capilar / Foto: acervo pessoal)
 

Quer aderir a transição? Confira dicas de quem tem experiência

 

Se você se sentiu inspirada e está pensando em aderir um novo visual com as madeixas naturais, as meninas separam uma série de dicas para você lidar com esse processo.

Tenha paciência!

 

Passar pela transição não é moleza. “Muitas vezes você acorda não se sentindo bem com o seu cabelo ou com vontade de desistir, mas é importante seguir em frente e saber que valerá a pena”, explica Lívia.  

 

É preciso coragem!  

 

Depois de anos se submetendo a uma mudança que, muitas vezes, é imposta pela sociedade, mesmo que a gente não perceba isso, encarar o caminho de volta é pesado. “Sempre vai ter quem faça comentários desnecessários e te coloque pra baixo, mas tendo certeza de que é isso o que você quer, passar por cima dessas pessoas não vai ser impossível, mas você vai precisar ser corajosa pra sustentar isso.”, comenta Ariel.  

 

Se respeite acima de qualquer coisa!

 

Isso vale pra tudo na vida, incluindo para o seu cabelo. Se você tem vontade de mudar, quer assumir os cachos ou acha que ainda não está na hora, tudo bem, respeite o seu tempo e as suas vontades. “Não se deixe levar pelas pressões sociais ou pela opinião de pessoas que não agregam em nada na sua vida”, finaliza Marina.  

Você sabe apreciar sua própria companhia? Te damos bons motivos para isso e dicas do que fazer

Muitas vezes acreditamos que alguns tipos de programas precisam ser feitos a dois. Na maioria dos casos, quando não temos companhia para executá-los, acabamos deixando para lá. Mas precisa sempre ser assim? Em entrevista para o site Bustle, a atriz e futura princesa Meghan Markle comenta sobre uma lista que fez em seu blog sobre esses passeios que acreditamos que, necessariamente, precisam ser feitos em casal. Executando essas atividades sozinha, ela dá uma aula de amor-próprio e mostra que nem sempre estar sozinha é sinônimo de solidão. Para você se inspirar nessa linda, separamos uma lista de atividades para você fazer e aproveitar mais da sua própria companhia!


 

Vá ao cinema sozinha

 

Ir ao cinema é sempre encarado como sinônimo de que precisamos de uma companhia, seja de um amigo ou de um namorado. O que não reparamos é que sempre vemos filmes e séries sozinhas em casa mas nunca no cinema. Que tal mudar isso e comprar um ingresso para ver seu primeiro filme no cinema aproveitando da sua própria companhia, e depois correr  pra fazer aquele lanchinho?




 

Compre flores para você mesma
 

Dar flores para alguém sempre nos remete aos buquês de dia dos namorados. Mesmo que você tenha um namorado para te dar esse mimo, uma ótima ideia para reforçar nosso amor-próprio fazer isso por você mesma. Podem ser para decorar seu quarto, sua sala e até mesmo seu ambiente de trabalho. A ideia aqui é se amar muito!




 

Tire um tempo para cuidar de você

 

Cuidar de nós mesmas nem sempre está diretamente associado a tirar um tempo para cuidar da nossa beleza. Que tal você separar um momento de férias para fazer aquela viagem que você sempre quis e aproveitar para se conhecer melhor e entrar em harmonia com o mundo? Viver cercadas de companhias e amizades é sempre bom, mas de vez em quando, tirar um tempo para refletir sobre nossos pensamentos e nossas atitudes traz uma grande paz interior e muito aprendizados sobre você mesma!




 

Estar sozinha não é a mesma coisa que solidão

 

Precisamos entender que estar sozinha não significa que estamos solitárias. É bom passar um tempo com nós mesmas e apreciar a nossa própria companhia. Então não deixe de fazer o que você gosta por não ter companhia naquele momento. Meghan ainda dá uma aula sobre encontrar o assunto. “A verdadeira felicidade começa com o amor-próprio, e aproveitar sua própria companhia é uma ótima maneira de começar essa incrível aventura” comenta a futura princesa.


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