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Toda mulher tem secreção vaginal. Entenda porque isso é normal!

Toda mulher tem secreção vaginal. Entenda porque isso é normal!

Se você é uma mulher em idade reprodutiva (ou seja, já teve a primeira menstruação e ainda não passou pela menopausa), é bem provável que observe - com certa frequência - a presença de uma secreção vaginal na calcinha ou no protetor diário. Isso é absolutamente natural. Ter secreção vaginal é normal e não representa nenhum problema de saúde, desde que o fluido não venha acompanhado de sintomas como cor e odor diferenciados, coceira, inchaço e/ou vermelhidão na vagina.

 

Veja também: Corrimento x secreção vaginal: você sabe diferenciar?

 

A seguir, saiba mais sobre o que é secreção vaginal, como ela é formada e qual é a sua função no organismo feminino. 

 

Secreção vaginal: o que é? 

 

A secreção vaginal fisiológica é um muco formado pela combinação de células mortas da vagina, bactérias naturais da flora vaginal e muco cervical (que é um fluido produzido pelas células do colo do útero). 

 

A quantidade e o aspecto da secreção vaginal são influenciados pelos níveis de estrogênio no corpo. Por isso, fatores como o uso de anticoncepcionais à base de estrogênio e a própria fase ovulatória da mulher (que é um período em que a produção de estrogênio aumenta) podem levar a uma saída mais abundante da secreção. 

 

Como é o aspecto da secreção vaginal natural? 

 

Geralmente, a secreção vaginal não tem cheiro e é levemente pegajosa e transparente, podendo se tornar esbranquiçada ou amarelada ao entrar em contato com o ar ou secar no fundo da calcinha.

 

Durante o período fértil e a ovulação, que acontecem cerca de 10 a 16 dias após a última menstruação, é normal notar algumas alterações no aspecto da secreção vaginal. Além de se tornar mais abundante, o muco cervical da mulher fica mais espesso e elástico (semelhante a uma clara de ovo). 

 

Isso é uma consequência do aumento do hormônio estrogênio nessa fase do mês e, como tudo no corpo humano, não acontece por acaso! A textura mais elástica da secreção vaginal funciona como um mecanismo reprodutivo do período fértil, pois auxilia na mobilidade do espermatozóide até as tubas uterinas e, dessa forma, facilita a gravidez. 

 

Qual é a função da secreção vaginal?

 

Além de facilitar ou dificultar a mobilidade do espermatozóide no sistema reprodutivo feminino (dependendo da fase do ciclo menstrual), a secreção vaginal tem outras funções. Ela cria um ambiente saudável para o crescimento dos lactobacilos (bactérias benéficas) na flora vaginal e ajuda a proteger a vagina contra infecções. De quebra, a secreção vaginal também funciona como um lubrificante natural (não à toa, costuma aumentar nos momentos de excitação da mulher). 

 

Como lidar com a secreção vaginal? 

 

Embora seja um comportamento natural do organismo, a secreção vaginal pode deixar a calcinha úmida e causar uma sensação desagradável ao longo do dia, principalmente durante o período fértil e a ovulação. Para evitar a sensação de calcinha molhada e prolongar a vida útil da sua peça íntima, a boa é investir no uso de um protetor diário

 

O CAREFREE® TodoDia é feito com microporos e material respirável e consegue absorver a transpiração da região íntima e as secreções vaginais sem comprometer a circulação do ar no local. Com ele, você mantém a calcinha sempre seca e ainda se livra de possíveis odores desagradáveis que possam surgir ao longo do dia. 

 

Quando a secreção vaginal não é normal? 

 

A secreção vaginal patológica, ou seja, aquela que está associada a doenças e infecções, é conhecida como corrimento vaginal. O corrimento vaginal, geralmente, tem tonalidade e odor diferenciados, podendo surgir como uma secreção esverdeada, amarela, cinza ou branca pastosa. Outro sinal de que algo está errado é observar a presença do corrimento em conjunto com outros sintomas, como coceira, ardência, inchaço e vermelhidão na vulva. 


Nestas circunstâncias, recomenda-se procurar uma avaliação ginecológica individualizada. O quadro pode indicar infecções comuns, como a candidíase e a vaginose bacteriana, ou até mesmo IST’s, como a tricomoníase.

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