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Sangramento de escape: o que é, causas e como parar

Sangramento de escape: o que é, causas e como parar

O sangramento de escape é caracterizado por um sangramento fora do período menstrual, ou seja, quando acontece entre menstruações. Também conhecido como escape menstrual ou spotting, esse tipo de sangramento intermenstrual costuma descer em pouca quantidade e durar cerca de 2 dias. Em alguns casos, o seu volume pode ser o suficiente para manchar a calcinha. Quando não surge acompanhado de outros sintomas e não acontece com frequência, o sangramento de escape marrom é considerado normal.

 

Veja a seguir mais detalhes sobre o que é sangramento de escape, quais são as possíveis causas do incômodo e quando procurar tratamento médico.  

 

Sangramento de escape ou menstruação: saiba diferenciar 

 

As principais diferenças entre o sangramento de escape e a menstruação são: a intensidade do fluxo, a duração do sangramento e o período do mês em que ele acontece. A menstruação costuma durar de 2 a 7 dias e desce em quantidade suficiente para que seja necessário o uso de um absorvente externo ou interno. Além disso, ela geralmente tem data prevista para acontecer. Já o escape menstrual é um sangramento leve, com duração de até 2 dias, que ocorre de forma inesperada e fora do período menstrual. 

 

Ou seja, se você tiver um sangramento borra de café hoje e amanhã ou depois de amanhã ficar menstruada, é bem provável que o episódio represente o seu primeiro dia de fluxo menstrual. Nessas circunstâncias, não configura um sangramento de escape. 

 

O mesmo raciocínio se aplica a sangramentos leves após o período menstrual. O que parece ser um sangramento de escape depois da menstruação costuma ser, na verdade, um resto do seu fluxo menstrual que levou mais tempo para descer.

 

Sangramento de escape é mais comum em usuárias da pílula anticoncepcional

 

O sangramento de escape tomando anticoncepcional é comum, principalmente durante o processo de adaptação do organismo feminino às doses hormonais da pílula. O episódio também é frequente quando a mulher já utiliza o método contraceptivo há muito tempo ou tem o hábito de emendar as cartelas. 

 

Isso acontece porque a pílula anticoncepcional interrompe a produção hormonal dos ovários e inibe a ovulação. Como reflexo desse mecanismo, o endométrio (tecido que reveste as paredes internas do útero e, todos os meses, se descama e é expelido em forma de menstruação) recebe menos estímulos hormonais e se torna mais fino. Com a camada endometrial atrofiada, alguns vasos sanguíneos da região podem ficar expostos e acabar gerando sangramentos fora de hora. 

 

Embora seja um efeito comum do anticoncepcional, o escape menstrual recorrente deve ser informado ao(a) ginecologista. O(a) médico pode optar por trocar a fórmula da pílula ou substituir o contraceptivo oral por outro método. 

 

Vale lembrar que mulheres que fazem uso do DIU hormonal, do implante contraceptivo, da injeção anticoncepcional e da minipílula (pílula de progesterona) também estão sujeitas a ter sangramento de escape.

 

Outras causas para o sangramento de escape

 

  • Miomas e pólipos uterinos: o sangramento de escape é um dos principais sintomas de miomas e pólipos uterinos. Os miomas são tumores benignos localizados no músculo do útero e também podem causar aumento do fluxo menstrual, hemorragias e cólica menstrual muito forte. Já os pólipos são um crescimento anormal de tecido na parede intrauterina e, além do escape menstrual, têm como sintomas a irregularidade na menstruação e o fluxo aumentado. Ambos têm tratamento, que vai depender do estágio da doença e das necessidades da paciente;

 

  • Endometriose: é um distúrbio caracterizado pelo crescimento do endométrio fora do útero, em partes do corpo como ovários, trompas, bexiga e/ou intestino. Os seus sintomas incluem sangramento de escape, menstruação irregular, fluxo menstrual intenso, cólica muito forte e dores na região pélvica. O tratamento para endometriose pode ser cirúrgico ou feito através de medicamentos hormonais. É importante buscar ajuda médica o quanto antes pois, quando não tratada, a endometriose pode levar à infertilidade;

 

  • DIP: A Doença Inflamatória Pélvica geralmente se desenvolve a partir de outras infecções, como as IST’s clamídia e gonorreia e a infecção por ureaplasma/mycoplasma. A DIP pode atingir órgãos como útero, tubas uterinas e ovários. A doença tem como sintomas fortes dores na região pélvica e a presença de corrimento vaginal anormal, que pode ser branco bolhoso ou amarronzado (facilmente confundido com escape menstrual). O tratamento é feito com o uso de antibióticos via oral ou, em casos mais graves, internação hospitalar; 

 

  • Síndrome dos Ovários Policísticos: é caracterizada pela formação de múltiplos cistos nos ovários, tendo as alterações hormonais como causa e consequência. Os principais sintomas da SOP são irregularidade menstrual, aumento da oleosidade da pele, maior crescimento de pelos pelo corpo, aumento de peso e escape menstrual. O tratamento é direcionado para cada sintoma. Caso você tenha contraindicações ao método contraceptivo hormonal, converse com o(a) ginecologista sobre outras alternativas; 

 

  • IST’s: algumas Infecções Sexualmente Transmissíveis podem causar sangramento de escape, inclusive, após as relações sexuais. Outros sintomas suspeitos são corrimento vaginal anormal, febre, dores na região pélvica, desconforto ao praticar relação e ardência ao urinar. Na dúvida, procure um(a) médico(a);

 

  • Estresse: o estresse pode influenciar o eixo hipófise-hipotálamo-ovário, associado à produção hormonal do organismo feminino, e, como consequência, gerar os escapes menstruais. Além disso, problemas emocionais como estresse e ansiedade podem causar outras alterações na menstruação, como atrasos menstruais, menstruação adiantada e/ou prolongada; 

 

Sangramento de escape pode ser gravidez?

 

Sim, o sangramento de escape pode ser gravidez. Em alguns casos, o episódio representa o sangramento de nidação, que pode acontecer (embora não seja obrigatório) quando o embrião se implanta na parede do útero. Outra justificativa são as alterações hormonais que ocorrem quando a mulher engravida. Na maioria das vezes, o sangramento de nidação é rosado, devido à mistura do sangue com a secreção vaginal natural. No entanto, ele também pode ter tonalidade amarronzada semelhante ao escape menstrual. 

 

Sangramento de escape: como parar? 

 

Se o incômodo acontece com frequência, é bem provável que você queira saber como parar sangramento de escape imediatamente. No entanto, o tratamento para o escape menstrual vai depender da origem do problema. O sangramento associado à pílula anticoncepcional pode ser resolvido com a troca do medicamento ou do tipo de método contraceptivo. Já o sangramento decorrente de doenças, como distúrbios uterinos e IST’s, deve ser avaliado individualmente para receber o tratamento adequado. Em casos de estresse e ansiedade, técnicas como o yoga, a meditação e a prática regular de exercícios físicos podem ajudar. 

 

Enquanto isso, vale usar um protetor diário para prevenir manchas de sangue na calcinha e manter a região íntima sempre sequinha. O CAREFREE® Proteção é perfeito para reter leves fluxos e pequenos escapes. Feito com uma película protetora, o item de higiene íntima também é capaz de prevenir 100% dos vazamentos de menstruação no início e finalzinho do período menstrual.

 

Sangramento de ovulação pode ser confundido com o sangramento de escape

 

O suposto sangramento de escape também pode ser, na verdade, um sangramento de ovulação. Ele não acontece com todas as mulheres e nem em todos os ciclos, mas, pode ocorrer de vez em quando. O sangramento na ovulação desce em pequena quantidade, dura no máximo 3 dias e costuma ter coloração rosada ou amarronzada (semelhante à menstruação “borra de café”). 

 

Ainda não se sabe com certeza qual é a justificativa para o episódio. Mas, algumas possibilidades são: a queda do hormônio estradiol durante a ovulação e o próprio rompimento do folículo dominante na hora de expulsar o óvulo maduro em direção à tuba uterina da mulher.  

 

Para saber se o sangramento de escape representa o sangramento da ovulação, observe o dia do mês em que ele ocorre. Em média, a ovulação acontece entre o 10º e o 16º dias do ciclo menstrual.  

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