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Quais são os efeitos colaterais do DIU de cobre?

Quais são os efeitos colaterais do DIU de cobre?

O DIU de cobre é um método contraceptivo de longa duração que tem chamado cada vez mais a atenção das mulheres pelo fato de não ser composto por hormônios. Embora não cause muitas alterações no funcionamento do organismo quando comparado aos anticoncepcionais hormonais, ainda assim é possível perceber alguns efeitos colaterais após sua colocação. Os mais conhecidos são o aumento do fluxo menstrual e a duração da menstruação, mas outros sintomas não tão conhecidos também podem surgir com o uso do método.

 

Conheça os 5 principais efeitos colaterais do DIU de cobre e até que ponto eles são considerados normais.

 

 

1. Aumento do volume do fluxo e período menstrual mais longo 

 

O efeito colateral mais comum após a inserção do DIU de cobre é o aumento da menstruação, tanto no que diz respeito à duração como na intensidade do sangramento. Isso acontece porque o método age liberando íons de cobre que causam alterações no endométrio - tecido que reveste o útero - a fim de torná-lo inóspito para a implantação de um possível embrião fertilizado. Essa ação aumenta o processo inflamatório local e provoca mudanças vasculares no tecido endometrial, que passa a crescer mais espesso. 

 

Devido a esse efeito colateral, o DIU pode não ser a melhor opção para mulheres que já apresentam um  padrão menstrual de fluxo intenso.

 

 

2. Cólicas menstruais podem ficar mais intensas 

 

O aumento do volume da menstruação pode deixar as cólicas mais intensas. Isso porque as contrações do útero para expelir o sangue menstrual acabam sendo mais fortes e, consequentemente, liberam mais substâncias inflamatórias, provando o desconforto. Por esse motivo, o DIU de cobre não é indicado para pacientes que já possuem histórico de cólicas intensas. 

 

 

3. Período menstrual com maior cansaço e fadiga

 

Algumas pacientes que fazem uso do DIU de cobre costumam relatar que sentem mais fraqueza e cansaço durante o período menstrual. Esses sintomas geralmente ocorrem nos dois primeiros dias de sangramento menstrual, quando o fluxo está mais intenso. A justificativa também tem relação com o aumento do volume da menstruação que leva a uma perda maior de ferro. Em alguns casos, a mulher pode até chegar a ficar anêmica, mas não necessariamente por causa do fluxo aumentado. Quando isso acontece, ela já está com deficiência de nutrientes no organismo e o sangramento menstrual acaba se tornando um fator colaborativo para a anemia. 

 

 

4. Aumento do risco para a Doença Inflamatória Pélvica

 

O uso do DIU de cobre pode aumentar as chances de infecções, entre elas a DIP (Doença Inflamatória Pélvica). A condição ocorre quando bactérias presentes na flora vaginal se proliferam na região pélvica, atingindo órgãos como útero, trompas e ovários. Seus sintomas incluem febre, calafrios, dor na hora do sexo, corrimento atípico e sangramento fora do período menstrual. 

 

O tratamento da DIP é feito com acompanhamento ginecológico e medicação específica, que pode ser antibióticos via oral ou injetável. Como prevenção, é imprescindível manter uma boa higiene íntima e uso de preservativo durante as relações sexuais. 

 

 

5. Presença de miomas e cistos uterinos


As alterações no endométrio provocadas pelo DIU de cobre podem levar ao surgimento de cistos e miomas uterinos. Ambos os casos são tumores benignos provocados pelo crescimento do tecido, levando ao acúmulo de uma pequena massa no útero. Geralmente, esses nódulos tendem a diminuir até desaparecer espontaneamente, mas é importante manter o acompanhamento ginecológico.  Em determinadas situações, cistos e miomas podem provocar dores e até a expulsão do DIU.

 

Veja também: Qual é a diferença entre DIU e SIU? Entenda como funcionam os métodos contraceptivos

 

 

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