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Pólipo endometrial: o que é, sintomas e como tratar

Pólipo endometrial: o que é, sintomas e como tratar

Os pólipos endometriais são nódulos benignos, formados pelo acúmulo de células endometriais no interior do útero. Na maioria dos casos, os pólipos são assintomáticos, mas, quando manifestados, podem provocar sintomas como irregularidade na menstruação, sangramento fora do período menstrual e aumento do fluxo menstrual. Os pólipos podem aparecer como uma lesão única ou em diferentes regiões no endométrio.

 

A formação de pólipos ocorre com mais frequência em mulheres que estão prestes a entrar na menopausa, mas eles podem se desenvolver durante toda a idade reprodutiva. Entenda o que é pólipo endometrial, quais os sintomas, como identificar e tratar o problema.

 

Principal causa de pólipo endometrial é a produção excessiva de estrogênio

 

Segundo o Dr. Ricardo, as causas de pólipos endometriais ainda estão em estudo. “Alguns trabalhos científicos sugerem que eles podem se desenvolver a partir de traumas provocados no endométrio, em decorrência de alterações hormonais e fatores genéticos”.  As alterações hormonais que provocam os pólipos normalmente estão relacionadas com a  produção excessiva de estrogênio pelos ovários. O hormônio estimula o crescimento do endométrio e um desequilíbrio leva ao aumento células endometriais, dando origem aos pólipos. A maioria dos pólipos são benignos e raramente evoluem para algo mais grave. 

 

O médico conta que os pólipos endometriais são mais frequentes em mulheres que estão perto da menopausa. No entanto, eles podem se desenvolver no útero em qualquer fase da vida da mulher em idade fértil. Mulheres com distúrbio hormonal, Síndrome do Ovário Policístico (SOP) e menstruação irregular são mais propensas a desenvolver o problema durante a vida reprodutiva. 

 

Mulheres que fazem uso de medicação hormonal com estrogênio, como pílula anticoncepcional combinada, terapia de reposição hormonal e tamoxifeno, utilizado em  tratamento de câncer de mama também estão mais suscetíveis a desenvolver pólipos no endométrio. Portadoras de obesidade, diabetes e hipertensão também têm risco aumentado para o crescimento de pólipos no útero.

 

Tratamento do pólipo endometrial é feito com medicação oral ou procedimento cirúrgico

 

O diagnóstico do pólipo endometrial é feito através da ultrassonografia transvaginal. Com o diagnóstico, o médico deverá avaliar o tamanho do pólipo e do risco de evolução maligna. O padrão para o tratamento dos pólipos endometriais é a histeroscopia cirúrgica, onde é realizada a retirada desse pólipo por um procedimento chamado de polipectomia, que permite a retirada da lesão”. 

 

Durante a histeroscopia, o médico insere uma câmera é inserida no canal vaginal para retirar o tumor com uso de uma tesoura ou pinça. “O tratamento cirúrgico é importante porque a gente só vai ter a certeza se esse pólipo é maligno ou benigno após a retirada e análise anatomopatológica dessa biópsia”, explica o médico. 

 

Embora a maioria dos pólipos sejam benignos, existem situações em que os nódulos se tornam malignos. “Diferente dos miomas que na sua totalidade não se tem mioma maligno, o pólipo pode ter uma hiperplasia (aumento do tecido) e se tornar maligno”, diz o médico. Por isso, vale ressaltar a importância do diagnóstico e do tratamento adequado dos pólipos, principalmente em mulheres que já estão na menopausa. “Esse pólipo que pode se desenvolver e evolua para um câncer, é mais comum de aparecer em mulheres com idade entre 40 a 55 anos. São mulheres que normalmente já estão na pós-menopausa”, finaliza.

 

Saiba o que fazer e quando procurar ajuda

 

Como foi informado pelo médico, em muitos casos, os pólipos não manifestam sintomas. Por isso, a melhor forma de se prevenir é ir ao ginecologista anualmente e fazer todos os exames de rotina. O exame preventivo não é a principal forma de diagnóstico, mas pode ajudar a rastrear alguns indícios de alterações hormonais e encaminhar a paciente para um procedimento mais completo. 


Fique sempre atenta à sintomas como sangramento vaginal fora do período menstrual, cólica forte, aumento do fluxo repentino e  menstruação irregular. Não deixe de se consultar com o seu médico de confiança pelo menos uma vez ao ano, inclusive se já estiver na menopausa.

 

Veja também: Você conhece todas as partes da sua região íntima e os cuidados que deve ter?

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:
Dr. Ricardo Modinez
Ginecologista/Obstetra/Parto Adequado/Menopausa
CRM 108087 l RQE: 50624

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