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Pílula do dia seguinte causa sangramento? Saiba tudo sobre o anticoncepcional

Pílula do dia seguinte causa sangramento? Saiba tudo sobre o anticoncepcional

A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência que pode causar uma série de efeitos colaterais. Um dos mais comuns é a ocorrência de sangramento nos dias posteriores à ingestão do comprimido. Como a pílula é constituída por uma alta dosagem hormonal, dependendo do momento do ciclo em que é administrada, a sua ação é capaz de provocar alterações no ambiente do útero e estimular a descamação do endométrio. Por esse motivo, a pílula do dia seguinte pode causar sangramento fora do período menstrual, muitas vezes acompanhado de cólicas e outros sintomas, como enjoos, dor de cabeça e sensibilidade nos seios.

 

Para saber mais sobre como funciona a pílula do dia seguinte, separamos os fatos mais importantes sobre o contraceptivo e os cuidados necessários para o seu uso. 

 

Veja também: Mitos e verdades sobre a pílula do dia seguinte que você precisa saber

 

 

Como funciona a pílula do dia seguinte e qual a sua função no organismo?  

 

A pílula do dia seguinte é um medicamento composto por altas doses de progestagênios, substâncias artificiais com propriedades semelhantes à progesterona. O comprimido é vendido sem receita médica nas farmácias e serve como um contraceptivo de emergência, indicado nos casos de relações sexuais sem proteção durante o período fértil ou quando ocorre alguma falha no anticoncepcional. 

 

A pílula do dia seguinte funciona no organismo de duas maneiras. Dependendo da fase do ciclo menstrual em que é ingerida, ela pode atrasar a ovulação ou causar alterações endométrio com o objetivo de deixá-lo pouco receptivo para a gestação. O comprimido também deixa o muco cervical mais espesso, dificultando que o espermatozóide consiga alcançar o óvulo. 

 

Vale a pena frisar que a pílula do dia seguinte não é abortiva. Ela age para impedir a fecundação, ou seja, o encontro do óvulo com o espermatozóide. Seu objetivo é evitar a formação de um embrião e não impedir o seu desenvolvimento. 

 


 

Como tomar a pílula do dia seguinte: comprimido deve ser ingerido o mais rápido possível

 

A pílula do dia seguinte deve ser ingerida até 72 horas após a relação sexual desprotegida. Contudo, o ideal é que o comprimido seja tomado nas primeiras 24 horas seguintes, pois a sua eficácia diminui conforme os dias passam. O medicamento é vendido em dose única e dupla e as duas versões possuem a mesma composição hormonal. A única diferença é que quando se opta pela opção com dois comprimidos, é indicado um intervalo de 12 horas entre uma dose e a outra. Entretanto, algumas pessoas preferem tomar as duas pílulas de uma só vez, o que não provoca nenhum efeito adverso. 

 

Além de comercializada nas farmácias, a pílula do dia seguinte também pode ser adquirida de forma gratuita em hospitais e postos de saúde vinculados ao SUS (Sistema Único de Saúde). Uma informação importante é que a pílula do dia seguinte só deve ser utilizada em situações de emergência e nunca como um método contraceptivo contínuo. Além disso, o contraceptivo não tem efeito cumulativo, ou seja, não garante proteção o mês inteiro. Se a mulher tiver relações desprotegida após o uso da pílula, ela volta a correr o risco de engravidar. 

 

 

Efeitos colaterais da pílula do dia seguinte incluem alterações no ciclo menstrual e sangramento 

 

Existe uma crença de que tomar pílula do dia seguinte desregula o ciclo menstrual. De fato, a ingestão do medicamento provoca alterações no ciclo que podem atrasar ou adiantar a menstruação. Tudo depende da época em que o comprimido é ingerido. Por exemplo, se a pílula é tomada em um período próximo do início da menstruação, é provável que o fluxo desça mais cedo que a data estipulada. Isso acontece porque a ação hormonal do contraceptivo acelera a descamação do endométrio.

 

Quando a pílula é tomada no meio do ciclo, a mulher pode sofrer uma perda sanguínea que não chega a ser considerada menstruação. Esse efeito colateral da pílula do dia seguinte está associado a desequilíbrios hormonais causados pelas altas doses hormonais do medicamento. Por isso, é comum associar o sangramento depois de tomar pílula do dia seguinte como um indicativo de que o comprimido fez efeito. Entretanto, a presença ou ausência de fluxo não é suficiente para confirmar se o medicamento foi eficaz ou não. 

 

 Além do sangramento irregular e alterações no ciclo, a pílula do dia seguinte também provoca outros efeitos colaterais como: 

 

  • Dor de cabeça; 

  • Dor abdominal;

  • Náuseas ou vômitos; 

  • Cólicas; 

  • Fadiga; 

  • Tontura. 

 

Por essa razão, o uso da pílula do dia seguinte deve ser feito com muita cautela. A recomendação é recorrer ao medicamento somente em casos de emergência e não como método contraceptivo de rotina. 

 

Veja também: Como tomar anticoncepcional: um guia com tudo o que você precisa saber 

 

 

A pílula do dia seguinte possui contraindicação? 

 

A pílula do dia seguinte não pode ser tomada por mulheres com histórico de com distúrbios metabólicos, hipertensão, problemas cardiovasculares e tromboembolismo. Outra contraindicação é ingerir o medicamento quando já se faz uso de algum método contraceptivo hormonal. As altas doses da pílula do dia seguinte combinadas com outro anticoncepcional podem causar disfunções no organismo da mulher e efeitos colaterais mais agressivos. 


 

 

Pode tomar pílula do dia seguinte estando menstruada? 

 

Tomar a pílula do dia seguinte durante a menstruação não apresenta nenhum risco para a saúde da mulher. Na verdade, o uso do comprimido não é indicado durante o período menstrual porque, em tese, a mulher não corre riscos de engravidar nessa época do ciclo. A menstruação é o momento em que o endométrio está descamando, logo, o útero não tem condições de acolher um embrião. Além disso, a mulher só tem chances de ficar grávida no período fértil, ou seja, quando há a liberação do óvulo, o que só acontece na fase ovulatória. Sendo assim, não é preciso tomar pílula do dia seguinte menstruada. 

 

A época indicada para tomar a pílula é nos dias seguintes ao fim do período menstrual. Nessa fase, o corpo da mulher está se preparando para a fase ovulatória, momento de maior fertilidade no ciclo. 

 

 

A pílula do dia seguinte não deve ser utilizada com frequência

 

Tomar a pílula do dia seguinte com frequência provoca desbalanço hormonal. Além disso, o uso recorrente reduz a eficácia das doses seguintes. A recomendação dos médicos é que a mulher espere um intervalo de, pelo menos, três meses para fazer uso da medicação novamente. 

 

Mulheres com vida sexual ativa que não querem correr o risco de engravidar devem dar preferência ao uso de contraceptivos regulares. Esses métodos são produzidos para que o corpo reaja de maneira menos agressiva e são adequados para uso contínuo. Como exemplo, podemos citar camisinha, pílula anticoncepcional, DIU, injeção mensal ou trimestral, entre outros. Consulte um(a) ginecologista para saber qual o melhor método contraceptivo de acordo com as suas necessidades. 

 

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