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Ovários policísticos provocam infertilidade? Tire 6 dúvidas sobre o assunto!

Ovários policísticos provocam infertilidade? Tire 6 dúvidas sobre o assunto!

O desenvolvimento de ovários policísticos é um problema muito comum entre as mulheres, sabia? É bem provável que você tenha uma ou mais amigas passando por esse transtorno! O quadro faz com que o organismo aumente a produção de hormônios masculinos e é capaz de provocar alterações na ovulação e no ciclo menstrual. O diagnóstico da doença pode ser feito através de uma ultrassonografia ou até mesmo por meio de um exame clínico realizado em uma consulta de rotina. Já que esse desequilíbrio hormonal é bem recorrente entre as mulheres, o Só Delas listou as principais dúvidas a respeito da condição. Confira!

 

1) Ovários policísticos X Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP): quais são as diferenças? 

 

Um quadro de ovários policísticos se caracteriza simplesmente pela presença de diversos folículos em cada ovário. Essa condição provoca um desequilíbrio hormonal capaz de interferir na ovulação e, em alguns casos, pode causar dores agudas. Já a Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio endocrinológico provocado, principalmente, pela alta produção de hormônios masculinos no organismo feminino e pode estar acompanhado ou não de ovários policísticos.  

 

2) Cistos no ovário e ovários policísticos significam a mesma coisa? Não!

 

Outro engano bastante comum entre as mulheres é confundir a existência de cistos no ovário com o desenvolvimento de ovários policísticos. Na verdade, a grande diferença está no tamanho e na quantidade do material. A mulher que apresenta diversos cistos (geralmente entre 10 a 20) de aproximadamente meio centímetro de diâmetro pode assumir que possui ovários policísticos. Mas, se os cistos forem individuais e maiores (medindo de 3 a 10cm) significa que o quadro é outro. É provável que a mulher tenha alguma alteração no controle da função ovariana, o que poderia ocasionar o aparecimento desses cistos.  

 

3) Quais são os sintomas dos ovários policísticos? 

 

Uma mulher com ovários policísticos pode sentir algumas influências da condição em seu corpo. O principal sintoma provocado pelo transtorno são as alterações menstruais. As menstruações passam a ser bem espaçadas, podendo chegar a apenas três ou quatro episódios menstruais por ano. O problema também pode se manifestar de outras formas, incluindo: o crescimento de pelos no rosto, nos seios e no abdômen, obesidade e o aumento da oleosidade da pele.  

 

4) O único tratamento para os ovários policísticos é o uso da pílula anticoncepcional?

 

A solução mais procurada para tratar os ovários policísticos é, com certeza, o uso da pílula anticoncepcional. Isso porque o medicamento inibe a função ovariana e é muito eficiente na redução do hormônio masculino. Sem contar que ajuda a melhorar outros sintomas da condição, como o crescimento de pelos e a produção de sebo na pele. Porém, algumas mulheres podem ter condições específicas que não permitem a utilização do anticoncepcional. Assim como a vontade de engravidar, que também não combina com o método contraceptivo. Nestes casos, o que fazer?  

 

Existem algumas alternativas para controlar o problema. O uso da metformina, um medicamento comumente utilizado no tratamento de diabetes, por exemplo, é uma opção. A substância reduz os hormônios masculinos e regula a insulina, que pode estar em níveis elevados graças aos ovários policísticos. Outra possibilidade é o uso de um diurético chamado espironolactona, que também diminui os hormônios masculinos e estimula a ovulação.  

 

Além disso, a mudança de hábitos alimentares, reduzindo o consumo de carboidratos, a prática da acupuntura e a fitoterapia também podem trazer efeitos positivos. Caso você não esteja familiarizada com o conceito deste último, o Só Delas te explica: o tratamento fitoterápico consiste no uso de duas plantas, o arbusto vitex adnus castus e o yam mexicano (uma espécie de inhame selvagem), que podem equilibrar os hormônios do ciclo menstrual e funcionar como uma progesterona natural, respectivamente.  

 

É claro que todas essas soluções devem ser indicadas e acompanhadas por um(a) médico(a) especialista de sua confiança. Cada caso é um caso e as mulheres possuem organismos, reações e necessidades diferentes.  

 

5) Ovários policísticos e a infertilidade: existe uma relação?

 

Infelizmente, os ovários policísticos podem, sim, interferir na fertilidade da mulher. Com o excesso de hormônios androgênios, como a testosterona, a ovulação pode acabar sendo prejudicada. Essa desregulação no período ovulatório atrapalha o processo de engravidar. Porém, esse fator não precisa ser motivo de desespero. 

 

Quando os ovários policísticos são o único obstáculo impedindo a fecundação, as chances de gravidez são excelentes. Existem algumas maneiras de corrigir esse distúrbio ovulatório e a escolha mais adequada vai depender do quadro clínico da paciente. A maior parte das mulheres reage muito bem ao tratamento. Além disso, não podemos esquecer da possibilidade de realizar uma fertilização in vitro, que também pode ser uma luz no fim do túnel.  

 

6) Quem sofre com os ovários policísticos tem mais chances de desenvolver diabetes?

 

Sim, a relação entre ovários policísticos e o desenvolvimento de um quadro de diabetes realmente existe. Em condições normais, as células do organismo respondem à ação da insulina e absorvem glicose suficiente para gerar energia ou armazenamento. Quando a mulher possui ovários policísticos, essas células precisam de mais insulina para conseguir absorver a mesma quantidade da substância. 

 

O comportamento recebe o nome de resistência insulínica, que tem como consequência uma maior produção de insulina no corpo. Afinal, a sensibilidade das células em relação ao hormônio diminui consideravelmente. Essa é a explicação para o fato de que mulheres com ovários policísticos apresentam maiores chances de adquirir diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente.

 

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