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O que é endométrio fino x espessado: entenda as diferenças e porque elas ocorrem

O que é endométrio fino x espessado: entenda as diferenças e porque elas ocorrem

Você sabe o que é endométrio? Ele é o tecido que reveste a camada interna do útero. Sua espessura costuma variar ao longo do ciclo menstrual sob influência dos hormônios sexuais femininos, estrogênio e progesterona. Por isso, é normal que em determinadas fases ele esteja mais grosso e em outras, fique mais fino. No entanto, em alguns casos, as variações na grossura do tecido endometrial podem ser um indicativo para problemas no útero e dificuldade para engravidar. Para entender melhor sobre o assunto, nós batemos um papo com a ginecologista Bárbara Murayama sobre as mudanças que acontecem com o endométrio e quando elas se tornam um sinal de alerta.

 

O endométrio muda de espessura de acordo com a fase do ciclo menstrual

 

O endométrio é a camada interna do útero e sua principal função é abrigar o embrião. A Dra. Bárbara explica que o seu tamanho varia de acordo com cada fase do ciclo menstrual durante toda vida reprodutiva. “Ele se prolifera engrossando sua espessura para se preparar para receber um embrião a cada mês. Se isso não acontece, ele descama e sai em forma de menstruação”. 

 

Com o fim do período menstrual, o endométrio está com uma espessura fina e linear. Nessa fase, o estrogênio começa agir no organismo, estimulando a liberação do óvulo e, como consequência, o tecido endometrial começa a ficar mais grosso. Após a ovulação, os níveis de progesterona começam a subir bastante, justamente para fazer do endométrio o ambiente perfeito para o desenvolvimento do embrião. Nessa fase, o seu volume aumenta graças a irrigação dos vasos sanguíneos. 

 

Quando a fecundação não acontece, ocorre a baixa hormonal e o endométrio começa a perder nutrientes importantes. Aos poucos ele vai se desprendendo até sair como fluxo menstrual. 

 

Endométrio fino pode ser um indicativo de disfunção hormonal e chegada da menopausa

 

As mudanças de espessura do endométrio podem acontecer naturalmente a cada mês, mas outros fatores também podem contribuir para deixá-lo mais fino ou mais espesso. Segundo a Dra. Bárbara, a mais natural é a chegada da menopausa, em que a mulher tem uma redução significativa na produção de estrogênio e, por isso, deixa de menstruar. “Depois da menopausa, sem a influência hormonal, o endométrio deve ficar sempre fino, ou seja com espessura de no máximo 4-5 mm”. 

 

A médica também cita uso da pílula anticoncepcional, alterações hormonais e baixa vascularização como possíveis causas para afinamento do endométrio. “Em mulheres que usam bloqueio hormonal para tratar endometriose, adenomiose por exemplo a menstruação é bloqueada e o endométrio vai ficar fino”. Nesses casos, os principais sintomas são fluxo menstrual muito leve ou  ausência de menstruação. 

 

Endométrio espessado pode ser sinal de pólipos e lesão na parede uterina


 

O endométrio espessado é comum no período pré-menstrual, mas dependendo da densidade pode ser um sinal de alerta. Ele pode ser um sinal de  pólipo endometrial, hiperplasia (nódulos no tecido uterino), lesões e até câncer endometrial. A médica afirma que essas condições podem acontecer na fase reprodutiva, mas costumam ser mais frequentes depois da menopausa. 

 

Em alguns casos, a espessura do endométrio pode aumentar devido à alta exposição ao estrogênio. Mulheres com síndrome do ovário policístico ou que fazem reposição hormonal com uso de estrogênio são as que têm mais chances de ficarem com a parede interna do útero mais grossa. Obesidade, diabetes e doenças no fígado e nos rins também são fatores de risco. 

 

Os principais sintomas do endométrio espessado são fluxo menstrual intenso, sangramento uterino anormal e fora do período menstrual, dores abdominais e cólicas. 

 

Diagnóstico de útero fino ou espessado é feito com exame de imagem 

 

O diagnóstico de útero fino ou espessado é feito através de exames de ultrassonografia. Com uma câmera, o médico consegue identificar alterações na parede uterina e também no tamanho do útero. De acordo com a Dra. Bárbara, o tratamento depende da causa e da gravidade do problema. “Se for um pólipo endometrial, o tratamento geralmente é a simples retirada do pólipo através de procedimento chamado histeroscopia”, diz. Nas suspeitas de câncer, é realizada uma biópsia para confirmação. Em casos mais sérios, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

 

Já para o endométrio fino, o tratamento costuma ser mais simples, quase sempre feito com reposição hormonal. Na maioria das vezes, o caso é bem menos sério que o endométrio grosso, mas pode trazer complicações futuras, entre elas dificuldade para engravidar. Por isso, é importante manter sempre os exames em dia e ficar atenta a alterações no fluxo menstrual e a sintomas como escapes, cólicas fortes e pontadas na região pélvica e abdominal. 

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista 

CRM: 112527 

 

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