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Não me adaptei ao anticoncepcional. O que devo fazer?

Não me adaptei ao anticoncepcional. O que devo fazer?

Atualmente, existem diversas opções de métodos anticoncepcionais, especialmente para o uso feminino. Vale lembrar que a camisinha é indispensável em qualquer relação sexual, pois é a única que protege você das DST’s. É importante conversar com seu ginecologista e então avaliar qual é a opção de anticoncepcional mais indicada para seu caso. Mas, pode acontecer da paciente não se adaptar ao método. Para entender o que fazer nesses casos, veja as orientações da ginecologista Dra. Bárbara Muyarama.


 

Há sintomas que indicam a não adaptação ao anticoncepcional

 

Da mesma maneira como acontece com qualquer outro remédio ou tratamento, há um período de adaptação do corpo com o novo composto, e o mesmo acontece com o anticoncepcional. Segundo a médica, esse tempo é em torno de três a quatro meses para a maioria dos métodos hormonais. No entanto, o corpo também dá sinais quando a pílula não está cumprindo com a proteção esperada.

 

“Os sintomas desagradáveis podem ser desde  enjoos, vômitos, dores de cabeça, dores nas pernas, questões vasculares como aumento de vasinhos nas pernas, também sintomas relacionados à queda da libido, sangramento irregular”, exemplifica a profissional. Outras possibilidades, dependendo do método, também podem ser acne e oleosidade, tanto do cabelo como da pele. A apresentação dessas características está relacionado diretamente a diversos fatores, como a combinação hormonal do anticoncepcional e estilo de vida.

 

O que deve ser feito se não houve adaptação ao anticoncepcional?

 

De acordo com Dra. Bárbara, quando não acontece a adaptação da paciente ao anticoncepcional indicado, o procedimento é o mesmo de qualquer outra medicação. Ou seja, é preciso que uma consulta seja agendada caso a mulher não esteja se sentindo bem. O ginecologista irá avaliar o quadro e descobrir o que está acontecendo.

 

“Nem sempre é necessário trocar a medicação, pois, frequentemente, orientações e algumas medicações ou outros tratamentos temporários podem ser suficientes”, destaca ela. Por outro lado, há situações em que é preciso sim suspender ou trocar o método. Converse com seu ginecologista para descobrir o melhor caminho.

 

Dra. Bárbara Murayama
Ginecologista

CRM: 112527

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