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Mudar anticoncepcional pode atrasar menstruação?

Mudar anticoncepcional pode atrasar menstruação?

Você sabia que mudar anticoncepcional pode atrasar a menstruação ou até mesmo provocar irregularidades durante o período de adaptação? Isso acontece porque a troca do contraceptivo costuma ocasionar algumas alterações no ciclo menstrual devido a sua composição hormonal. Contudo, deve-se ficar atenta se o atraso menstrual não é um indício de gravidez. Se a troca do anticoncepcional não for feita da maneira correta, as chances de falha aumentam. O ideal é que a mulher comece a tomar o anticoncepcional novo no mesmo dia que iniciaria o anterior. Para que não haja dúvidas, é fundamental que a mudança seja feita com orientação médica para garantir a eficácia do método e a certeza de que a paciente escolheu a pílula adequada e adaptou-se bem à medicação.

 

Nós conversamos com a ginecologista Rafaela Bastisti para esclarecer como a troca do anticoncepcional pode causar atraso menstrual. 

 

 

Troca do anticoncepcional pode causar irregularidade no ciclo menstrual 

 

Todo método contraceptivo possui um período de adaptação que dura, em média, 3 a 4 meses. Segundo a Dra. Rafaela, nesse tempo é normal que a mulher perceba algumas mudanças no seu organismo e no padrão de regularidade do seu ciclo reprodutivo. “Quando mudamos o método anticoncepcional escolhido, essa alteração envolve na maioria das vezes o uso de hormônios que alteram nosso ciclo menstrual e nosso equilíbrio hormonal. Dessa forma é muito comum nos primeiros meses ocorrer irregularidades menstruais”, explica a médica. 

 

O atraso menstrual é um efeito colateral comum da troca do anticoncepcional. “Quando estamos com um determinado método anticoncepcional, estamos com um certo equilíbrio hormonal. Ao mudar de método, iremos estabelecer um novo equilíbrio”, comenta a ginecologista. Por esse motivo, a menstruação atrasada após a mudança do contraceptivo não chega a ser considerada uma preocupação, pois a tendência é que o ciclo normalize com o tempo. Entretanto, caso isso não aconteça, a irregularidade do ciclo pode ter relação com outros fatores. 

 

 

Troca do anticoncepcional pode provocar falha do método se não for feita da maneira correta

 

Existe uma dúvida entre as mulheres de que o período de troca do anticoncepcional aumenta os riscos de gravidez. De acordo com a Dra. Rafaela existe uma possibilidade de falha, mas ela depende da forma como a mudança é feita. “A mudança do método e dos costumes muitas vezes geram falhas de uso e assim aumenta o risco de gestação por uso inadequado”, afirma. 

 

Para saber como trocar de anticoncepcional sem correr o risco de engravidar, o ideal é consultar o ginecologista. Além disso, começar a tomar uma medicação com composto hormonal exige uma série de avaliações e critérios para saber qual a melhor opção. No caso da pílula anticoncepcional, a recomendação é iniciar a nova cartela logo após o último comprimido ativo da cartela antiga, ou seja, no dia seguinte. Quando a mulher começa a tomar a pílula com um intervalo de dias entre cada cartela, as chances de engravidar aumentam, pois quanto maior o atraso, mais desprotegida ela estará. 

 

Quando a mudança é de método, ou seja, tipos diferentes de contraceptivos, os ginecologistas orientam a começar o novo anticoncepcional no 1º dia da menstruação. Em todos os casos, para reforçar os cuidados, o mais indicado é usar preservativos durante o primeiro mês do novo anticoncepcional. 

 

 

Troca do anticoncepcional provoca efeitos colaterais nos primeiros 3 meses de adaptação

 

A Dra. Rafaela explica que todo método contraceptivo possui um período de adaptação de, pelo menos, 3 a 4 meses, em média. Sendo assim, durante esse tempo, podem surgir sintomas e efeitos colaterais que a troca de anticoncepcional pode ocasionar no ciclo menstrual e no organismo da mulher. A médica cita que o mais comum de se observar é a irregularidade menstrual ou escape menstrual. “Com sangramento de pequena quantidade por um período maior que o esperado. Isso não significa que o método escolhido não está fazendo efeito desejado”, esclarece. 

 

A ginecologista ainda cita outros possíveis efeitos colaterais que a mudança de anticoncepcional pode causar na mulher. São eles: 

- oleosidade de pele e cabelo; 

- acne; 

- alterações de humor. 

 

A Dra. Rafaela, no entanto, afirma que deve-se ficar atento à duração desses efeitos colaterais. “Orientamos no geral aguardar de 3 a 6 meses após a troca para uma adaptação completa. Embora algumas mulheres já se adaptem nos primeiros dias”, esclarece. Se os sintomas persistirem, a médica afirma que é preciso investigar outras possíveis causas. “Temos que ficar sempre atentas ao risco de gestação, menopausa precoce ou outras alterações hormonais como distúrbio de tireóide ou hiperprolactinemia (aumento da produção do hormônio do leite)”, finaliza.  

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:

Dra Rafaela Batisti, ginecologista e obstetra da Perinatal

CRM RJ 52-109.017-8

 

 

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