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Minipílula: o que é, como funciona e como tomar?

Minipílula: o que é, como funciona e como tomar?

A minipílula surgiu como uma alternativa a pílulas anticoncepcionais à base de estrogênio, hormônio capaz de provocar sérios efeitos colaterais em mulheres com histórico de saúde que favorece problemas cardiovasculares e trombose. O medicamento é composto apenas por progesterona e pode ser considerado uma tentativa bem-sucedida de diminuir o nível hormonal presente nas pílulas anticoncepcionais convencionais. A seguir, entenda melhor como este método contraceptivo funciona!

 

Minipílula anticoncepcional: o que é? 

 

A composição da minipílula (pílula de progesterona) apresenta somente um hormônio: a progestina, que é a forma sintética da progesterona. A ideia do produto, além de evitar possíveis gestações, é reduzir os efeitos colaterais da pílula combinada com estrogênio sem deixar de lado uma de suas principais vantagens: a praticidade de ingerir o anticoncepcional diariamente no formato de comprimidos e o baixo custo.  

 

Vantagens da minipílula: sem estrogênio, medicamento pode amenizar sintomas da TPM 

 

Um dos principais atrativos da minipílula é o fato de não vir acompanhada dos efeitos colaterais provocados por uma pílula anticoncepcional tradicional, ou seja, com adição do estrogênio na composição. É bem provável, inclusive, que você tenha descoberto o medicamento através de buscas por opções de métodos contraceptivos orais com um menor nível hormonal. Entretanto, esta não é a única vantagem do produto. A minipílula ainda oferece diversos outros benefícios.  

 

Além de diminuir os riscos de ter problemas como trombose ou doenças cardiovasculares (associados ao uso do estrogênio), o consumo da minipílula também pode amenizar alguns sintomas da TPM, incluindo cólicas menstruais fortes e fluxo de menstruação intenso. O medicamento é indicado principalmente para fumantes, mulheres que estão amamentando ou tiveram filhos recentemente e mulheres que já passaram por um AVC. Outra vantagem é a sua capacidade de ação imediata. Diferente do anticoncepcional tradicional, a minipílula já age evitando uma gravidez desde o uso do primeiro comprimido. Consulte seu ginecologista para saber se a minipílula é uma opção viável para você. 

 

Desvantagens da minipílula: medicamento à base de progesterona pode ser menos eficaz

 

Comparado com a pílula anticoncepcional combinada, a pílula de progesterona pode apresentar algumas desvantagens. A eficácia pode não ser completamente garantida, dependendo do tipo de minipílula. Além disso, uma pequena parcela das mulheres que optam pela minipílula relata alguns efeitos secundários como dores de cabeça, maior oleosidade da pele e dos cabelos, queda da libido, alterações de humor, retenção de líquido e possíveis escapes ao longo do mês.  

 

Tipos de minipílula: qual é a melhor? 

 

Atualmente, é possível encontrar três tipos de minipílula no Brasil: Noretisterona, Desogestrel e Linestrenol. Cada uma é composta por uma progestina diferente e tem suas próprias especificidades. As duas primeiras estão entre as mais populares, sendo a Desogestrel a mais indicada pelos ginecologistas. A Noretisterona, por sua vez, não tem sua eficácia completamente garantida e, por isso, é recomendada para pacientes com contraindicações, como mulheres que estão amamentando. 

 

Minipílula é eficaz? Saiba como funciona a pílula de progesterona 

 

A minipílula tem uma taxa de eficácia de 87% a 99%. Para a garantir o bom desempenho, a pílula de progesterona deve ser ingerida corretamente. Assim como a pílula anticoncepcional tradicional, a alternativa à base de progestina também impede que a ovulação aconteça. Entretanto, esse efeito é consideravelmente mais fraco em comparação ao anticoncepcional comum.   

 

A pílula de progesterona age no muco cervical tornando-o mais espesso, o que dificulta o acesso dos espermatozóides até às trompas e, consequentemente, impossibilita o seu encontro com o óvulo. Se, por algum motivo, o espermatozóide conseguir fecundar o óvulo, a minipílula ainda oferece outra forma de evitar a gravidez: o medicamento torna a parede interna do útero mais fina, o que prejudica a implantação do suposto óvulo fecundado.  

 

Como tomar a minipílula? Ter regularidade nos horários é muito importante!

 

A grande diferença entre o uso da minipílula e de outros anticoncepcionais tradicionais é a ausência de intervalo entre uma cartela e outra. O recomendado é ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia da menstruação e manter o uso diariamente, sempre no mesmo horário. Esse detalhe é muito importante para a garantia de eficácia do medicamento. 

 

Lembre-se de consultar seu(a) ginecologista antes de fazer uso de qualquer medicamento na sua rotina. O profissional saberá te indicar a melhor opção para as suas necessidades. 

 

Veja também: Como tomar anticoncepcional: um guia com tudo o que você precisa saber

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