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Injeção, adesivo e pílula anticoncepcional: saiba a diferença entre estes métodos contraceptivos

Injeção, adesivo e pílula anticoncepcional: saiba a diferença entre estes métodos contraceptivos

A pílula anticoncepcional é o primeiro nome que vem à cabeça quando o assunto é método contraceptivo hormonal, não é mesmo? Porém, outros medicamentos também exercem o mesmo papel de impedir a gravidez através da liberação de determinados hormônios no organismo da mulher. É o caso do adesivo e da injeção anticoncepcionais! A grande diferença entre as técnicas está na dosagem e no tipo de substância presente nas fórmulas de cada uma. Além disso, a maior praticidade de um ou outro produto também está entre os quesitos avaliados pelas mulheres na hora de escolher o melhor método contraceptivo. Entenda melhor como cada anticoncepcional funciona!

 

Veja também: Tipos de anticoncepcional: em infográfico, listamos as pílulas mais utilizadas 

 

A injeção anticoncepcional pode ser mensal ou trimestral e deve ser aplicada, de preferência, no primeiro dia da menstruação

 

A injeção anticoncepcional tem ganhado fama nos últimos tempos e, como todos os outros métodos contraceptivos, visa impedir a gravidez. A técnica libera doses hormonais e age no organismo feminino ao inibir a ovulação e tornar o muco do colo do útero mais espesso, impossibilitando a fecundação. Esses hormônios podem ser uma combinação de estrogênio e progesterona ou apenas progesterona, dependendo do tipo de injeção escolhido. 

 

O grande atrativo da injeção anticoncepcional é a praticidade de administração do medicamento, que pode ter periodicidade mensal ou trimestral. Mulheres que têm uma rotina atribulada ou que não conseguiram se adaptar à ingestão diária da pílula anticoncepcional, por exemplo, são ótimas candidatas para a aplicação da injeção. Outra vantagem é o fato de não sobrecarregar o fígado, afinal, sua utilização não é via oral (por meio de comprimidos). Portanto, a injeção anticoncepcional pode ser uma boa solução para pacientes com histórico de doenças hepáticas ou que já fazem uso de outras medicações fortes. 

 

Veja também: Injeção anticoncepcional: 9 dúvidas respondidas por um ginecologista

 

Para aumentar a eficácia do método contraceptivo, recomenda-se que sua primeira aplicação seja feita no primeiro dia da menstruação e, consequentemente, do ciclo menstrual. A injeção deve ser aplicada via intramuscular e por um(a) profissional capacitado(a). Quando realizado corretamente e dentro da programação, sem nenhum tipo de atraso, as chances de falha do anticoncepcional é inferior a 1%. 

 

No geral, a injeção anticoncepcional passa a fazer efeito em, aproximadamente, 7 dias após a sua aplicação. Vale ressaltar que estamos falando de um método contraceptivo que não impede a transmissão de DST’s. Por isso, o uso da camisinha continua sendo indispensável! Veja as principais diferenças entre as injeções anticoncepcionais mensal e trimestral:

 

  • Injeção anticoncepcional mensal conta com estrogênio e progesterona em sua composição

 

Como o próprio nome sugere, a injeção anticoncepcional mensal deve ser tomada a cada 30 dias. Sua fórmula é composta por uma combinação dos hormônios estrogênio e progesterona, por isso, também é conhecida como método contraceptivo injetável combinado. Embora provoque o bloqueio da ovulação, esse tipo de anticoncepcional não interrompe a menstruação da mulher, que permanece acontecendo de forma contínua. Entre os principais sintomas ocasionados pelo uso da injeção mensal, podemos citar: sensibilidade mamária, náuseas, vômitos, dor de cabeça, tontura, fraqueza e ganho de peso. Cada organismo reage de uma forma ao medicamento, portanto, esses efeitos colaterais podem variar. 

 

  • Injeção anticoncepcional trimestral tem como grande vantagem a aplicação a cada 90 dias

 

Diferente da injeção anticoncepcional mensal, que é composta por estrogênio e progesterona, a injeção anticoncepcional trimestral conta apenas com o hormônio progesterona em sua fórmula. Por esse motivo, este tipo de método contraceptivo pode ser mais indicado para mulheres com contraindicação ao estrogênio, como pacientes com histórico de doenças cardiovasculares e tromboses. Outra distinção é que, no caso do anticoncepcional trimestral, a menstruação da mulher é interrompida. Para muitas pessoas, isso é considerado uma vantagem. 

 

Os efeitos colaterais associados à injeção anticoncepcional trimestral, que deve ser aplicada a cada 90 dias, incluem irritabilidade, dor de cabeça, desconforto abdominal, alterações de peso, depressão, redução da libido, tonturas, enjoo, queda de cabelo, oleosidade da pele, corrimento vaginal, sensibilidade mamária e retenção de líquidos. Além disso, mulheres que optam pela injeção trimestral devem ter consciência de que o retorno da fertilidade pode demorar até 7 meses após a última aplicação. Por essa razão, pacientes que pretendem engravidar a curto prazo costumam preferir a injeção mensal. 

 

Adesivo anticoncepcional libera doses hormonais através da pele

 

Mulheres que já tiveram experiências com a pílula anticoncepcional tradicional devem encontrar facilidade para se habituar ao adesivo anticoncepcional, já que suas formas de funcionamento são bem parecidas. A grande diferença é que, no caso do adesivo, a combinação entre os hormônios estrogênio e progesterona é absorvida pelo organismo através da pele. Seu índice de eficácia é de 99%, desde que seja utilizado corretamente, é claro. 

 

Sua aplicação é bem simples! Basta colar o adesivo na pele, no primeiro dia da menstruação, e trocar após uma semana. Esse processo, que deve ser repetido por mais duas semanas, será seguido de um intervalo de 7 dias. Ou seja, a mulher utiliza três adesivos e faz uma pausa (caracterizada pela chegada da menstruação, na maioria das vezes). No caso de dúvidas, converse com o(a) seu(a) ginecologista para entender melhor como o adesivo deve ser colocado!

 

Durante os dois primeiros meses de adaptação ao método contraceptivo, é normal que o ciclo menstrual fique desregulado. Outros efeitos colaterais esperados são: irritação na pele, sangramento vaginal, retenção de líquidos, manchas escuras na pele, enjoo, sensibilidade mamária, cólica, irritabilidade, depressão, queda de cabelo e tontura. 

 

Pílula anticoncepcional pode ser encontrada em três tipos: monofásica, multifásica e minipílula de progesterona

 

A pílula anticoncepcional mais popular é a monofásica tradicional. Também conhecida como pílula combinada, a medicação leva esse nome porque combina os hormônios estrogênio e progesterona. Porém, também existem outros dois tipos menos conhecidos: a minipílula e a pílula multifásica, distintas em relação à dosagem ou aos hormônios presentes em suas fórmulas. Veja as particularidades de cada uma:

 

  • Pílula anticoncepcional combinada (monofásica): composta por estrogênio e progesterona na mesma dosagem, essa pílula previne a gravidez e ajuda a regular o ciclo menstrual. Esse tipo de método contraceptivo conta com uma cartela de 21 ou 28 comprimidos, cuja unidade deve ser ingerida diariamente, preferencialmente no mesmo horário. Ao final da cartela, recomenda-se uma pausa, período em que a menstruação costuma descer. A pílula anticoncepcional combinada inibe a ovulação e torna o muco cervical um ambiente hostil para o espermatozoide. Algumas mulheres relatam a redução da cólica e da oleosidade da pele ao utilizar esse tipo de método contraceptivo. Porém, os sintomas variam de organismo para organismo. Efeitos colaterais negativos como sensibilidade mamária, enjoo e dor de cabeça, também podem ser observados. Fumantes, pacientes com histórico de derrame, trombose e infarto devem fugir do anticoncepcional com estrogênio. 

 

  • Pílula anticoncepcional multifásica: a pílula multifásica também compartilha dos mesmos hormônios (estrogênio e progesterona) da pílula combinada tradicional, porém, em dosagens diferentes. Este tipo de método contraceptivo visa reproduzir a produção hormonal natural do corpo em cada fase do ciclo menstrual. Por isso, sua cartela apresenta 24 comprimidos em cores diferentes. O recurso é utilizado para indicar quando cada pílula deve ser ingerida. É muito importante respeitar essa ordem! Mulheres que fazem uso da pílula multifásica permanecem com a capacidade de menstruar. Geralmente, o período menstrual acontece durante os 4 dias de pausa entre uma cartela e outra. Por ter dosagens hormonais menos agressivas, esse tipo de anticoncepcional gera menos efeitos colaterais e pode, inclusive, ajudar a reduzir os sintomas da TPM. 

 

  • Minipílula de progesterona: diferente das duas pílulas citadas acima, a minipílula de progesterona, como o próprio nome já diz, é constituída apenas pelo hormônio progesterona. Mulheres com contraindicações em relação ao estrogênio costumam optar por este método. A administração deste tipo de pílula exige bastante atenção e responsabilidade. Graças a sua baixa dosagem hormonal, qualquer esquecimento pode comprometer sua eficácia. Embora os efeitos colaterais associados à minipílula sejam menos comuns, é possível observar o aparecimento de alguns, como uma maior retenção de líquido e a ocorrência de escapes ao longo do mês. O fluxo menstrual também sofre uma redução considerável, podendo levar a mulher à amenorreia (ausência da menstruação).

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