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Infecção vaginal depois do sexo: quais são as causas e como evitar

Infecção vaginal depois do sexo: quais são as causas e como evitar

A infecção vaginal por fungos é uma das grandes responsáveis por levar as mulheres ao consultório ginecológico em busca de tratamento. O problema é bastante comum e pode se apresentar de diversas maneiras, dependendo do agente envolvido. Entre os principais tipos, estão: candidíase, vaginose bacteriana e tricomoníase. É muito importante identificar quais são as causas da infecção para evitar o surgimento da mesma. Embora a condição não seja considerada sexualmente transmissível, é possível que o fungo causador se dissemine através do contato orogenital (contato entre a boca e o órgão genital de outra pessoa). Portanto, caso surja alguma coceirinha ou irritação após a relação sexual, preste atenção na duração e se está acompanhada de algum outro sintoma. Apesar de ser mais comum do que você imagina, é importante procurar um ginecologista para o rápido diagnóstico e tratamento adequado. Vale ressaltar que as infecções causadas por fungos não devem ser confundidas com as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), como herpes genital, sífilis, gonorreia e HPV, por exemplo. Para entender melhor essa e outras questões sobre o assunto, confira a seguir:

 

Infecção vaginal por fungos ou DST: entenda a diferença!

 

As Doenças Sexualmente Transmissíveis podem ser causadas por vírus e bactérias e são propagadas, principalmente, através do contato sexual. Além disso, o contágio de uma DST também pode acontecer da mãe para a criança, seja durante a gestação, o parto ou a amamentação. Entre as mais conhecidas, podemos citar: HPV, herpes genital, sífilis e gonorreia. 

 

Já no caso das infecções vaginais causadas por fungos, o processo é um pouco diferente. Na maioria das vezes, o transtorno acontece quando há um desequilíbrio na flora vaginal, facilitando a proliferação de bactérias e fungos. Diferente das DSTs , a condição pode ser provocada por simples hábitos do dia-a-dia. Incluindo o uso de roupas molhadas, falta de higiene íntima, entre outros. 

 

Por que as infecções vaginais por fungos acontecem? 

 

Uma vagina saudável possui várias bactérias e um número pequeno de células fúngicas, responsáveis por manter o equilíbrio da flora vaginal. Basta algum fator interno ou externo alterar essa harmonia para que as chances de proliferação de um fungo, bactéria ou levedura aumentem consideravelmente.  

 

Além disso, o ato sexual também pode ajudar o problema a dar as caras com mais rapidez. Isso porque, durante a relação sexual, é natural que haja uma descamação da pele no interior da vagina, facilitando o surgimento da condição. Os tipos mais comuns de infecção vaginal causada por fungos são:

 

  • Candidíase: provocada pelo fungo candida, seus sintomas incluem coceira, vermelhidão, corrimento vaginal branco e dor durante o sexo.  

  • Vaginose bacteriana: é causada principalmente pela bactéria Gardnerella Vaginalis e apresenta sintomas como corrimento acinzentado e odor vaginal. 

  • Tricomoníase: provocada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, pode causar o surgimento de outras condições, como uretrite, vaginite e cistite. 

 

Infecção vaginal: quais são as causas e como evitar?  

 

Já entendemos que, na maioria das vezes, as infecções urinárias são provocadas pelo desequilíbrio da flora vaginal, certo? Sendo assim, é muito importante saber identificar e, se possível, evitar os comportamentos que incentivam essa desarmonia no nosso organismo.  

 

Pensando nisso, o Só Delas separou alguns dos principais fatores responsáveis pelo aparecimento do problema ginecológico. Veja a seguir: 

 

  • Uso de antibióticos; 

  • Gravidez ou terapia hormonal; 

  • Diabetes não controlada; 

  • Imunidade baixa; 

  • Duchas vaginais com muita frequência; 

  • Lubrificação inadequada; 

  • Umidade constante no local; 

  • Falta de higiene íntima. 

 

Ou seja, pequenos hábitos presentes na sua rotina já serão fortes aliados na hora da prevenção. Confira algumas recomendações essenciais:  

 

  • Tenha uma dieta equilibrada; 

  • Após ir ao banheiro, sempre limpar a área genital fazendo um movimento de frente para trás (nunca do ânus em direção à vagina); 

  • Evite roupas muito justas, que superaquecem a região; 

  • Dê preferência a roupas íntimas de algodão e evite tecidos sintéticos; 

  • Não fique muito tempo com roupas molhadas após exercícios físicos ou atividades na água; 

  • Não use perfumes na área genital. 

 

Como reconhecer os sintomas de uma infecção vaginal por fungos? 

 

Os sintomas de uma infecção vaginal por fungos são facilmente percebidos. Na maioria das vezes, os indícios são:  

 

  • Coceira; 

  • Irritação; 

  • Sensação de queimação (principalmente durante o sexo ou ao fazer xixi); 

  • Inchaço e vermelhidão; 

  • Dor vaginal; 

  • Corrimento branco, espesso e sem cheiro. Sua aparência é associada ao aspecto do queijo cottage.  

 

Já em casos mais graves, em que as infecções sejam recorrentes (quatro ou mais por ano), os sintomas podem se intensificar, causando vermelhidão excessiva, inchaço e o aparecimento de fissuras e feridas na vagina.  

 

Infecção vaginal por fungos: qual é o tratamento? 

 

A notícia boa é: na maioria das vezes, infecções vaginais causadas por fungos são facilmente corrigidas. Após realizar a confirmação da doença através de um exame clínico, o médico já pode iniciar o tratamento.  

Caso os sintomas ainda se manifestem de forma leve, com episódios esporádicos, é bem provável que o(a) seu(a) médico(a) recomende uma destas opções: 

 

  • Utilização de um creme antifúngico, que pode ser de aplicação única ou durante alguns dias;

  • Dose única de um remédio antifúngico oral.

 

Se os sintomas persistirem mesmo com o uso dos remédios ou voltarem após poucos meses, a medicação pode ser prolongada. Se, ainda assim, a infecção permanecer ou se tornar recorrente (ocorrendo até quatro vezes ao ano), é provável que o(a) ginecologista recomende o uso de um medicamento contínuo. Além disso, seu parceiro ou parceira também deverá recorrer ao tratamento. 

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