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Gonorreia: o que é, quais são os sintomas e como tratar a IST

Gonorreia: o que é, quais são os sintomas e como tratar a IST

A gonorréia é uma doença sexualmente transmissível provocada por uma bactéria, que pode atingir homens e mulheres. Corrimento amarelo-esverdeado, dor e ardor ao urinar são os principais sintomas da infecção. No entanto, em alguns casos, a gonorreia pode ser assintomática, o que torna o diagnóstico mais demorado.

 

A gonorreia é transmitida pelo contato íntimo sem proteção ou verticalmente, ou seja, quando a mãe portadora da bactéria passa para criança durante a gestação ou parto. Estima-se que essa seja uma das ISTs (Infecção Sexualmente Transmissível) de maior recorrência no mundo. Felizmente, a gonorreia tem cura e, com um tratamento adequado, é possível acabar com a infecção e seus sintomas sem causar nenhum prejuízo à saúde. Saiba mais sobre o que é a gonorreia, sintomas e como tratar a IST. 

 

 

Gonorreia é provocada por bactéria e acomete uretra, colo do útero, pele e garganta 

 

 

A gonorreia é uma infecção causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que atinge especialmente a uretra, canal que liga a bexiga ao meio externo. Ela também pode infectar outras regiões como colo do útero, reto e garganta. Em algumas pessoas, até as articulações e córneas podem ser afetadas pela doença, caso a bactéria se dissemine pela corrente sanguínea. 

 

A principal via de transmissão da gonorreia é por meio do contato sexual sem proteção na prática do sexo vaginal, anal e oral. A doença afeta homens e mulheres e também pode ser transmitida para o bebê durante a gestação ou no momento do parto. 

 

 

Corrimento amarelado com pus e ardor ao urinar são os principais sintomas da gonorreia 

 

 

O tempo de incubação da bactéria no organismo é de, aproximadamente, uma semana. Após esse período, os sintomas podem começar a se manifestar entre 24 horas a 14 dias e variam de acordo com o órgão atingido. 

 

Na região íntima, a infecção provoca corrimento amarelado e purulento (com presença de pus), dor durante a relação sexual e ardência ao urinar devido à inflamação no canal da uretra. No reto, os sintomas incluem obstrução do canal anal, coceira, sangramento e secreção amarelada com pus. 

 

A gonorreia quando atinge a garganta causa sintomas semelhantes a faringite, como dor e inflamação, e também é possível perceber alterações na fala. Quando não tratada corretamente, a infecção pode afetar a pele e dar origem à manchas avermelhadas e erupções cutâneas. Em casos graves, chega às articulações e provoca dores, inchaço e endurecimento muscular.

 

 

Tratamento da gonorreia é feito com antibiótico e deve incluir o(a) parceiro(a) 

 

 

A gonorreia é uma doença curável e, caso não tenha se espalhado pela corrente sanguínea, não costuma provocar sequelas. O diagnóstico da infecção é feito por um exame clínico em que se colhe uma amostra da secreção vaginal. O material é encaminhado a um laboratório para análise. A presença da bactéria confirma o diagnóstico positivo para a infecção. 

 

O tratamento da gonorréia consiste no uso de antibiótico, que pode ser via oral ou injetável, dependendo da indicação do(a) médico(a). O período de uso da medicação oral é de, aproximadamente, uma semana e a injeção costuma ser dose única. Também pode ser realizada uma combinação entre os dois métodos de tratamento de acordo com cada caso.

 

É muito importante que o tratamento inclua os(as) parceiros(as) sexuais que tiveram contato com a pessoa infectada recentemente. O objetivo é evitar uma futura transmissão da doença. 

 

Durante o tratamento, deve-se evitar relações sexuais mesmo com camisinha. Com a doença já curada, os médicos costumam permitir que o paciente volte a ter relações somente 7 dias após o desaparecimento de todos os sintomas. 

 

 

Uso de camisinha é a principal forma de prevenção contra a gonorreia 

 

 

A principal forma de prevenção de qualquer IST é o uso de camisinha em todas as relações sexuais, inclusive no sexo oral. Essa é a forma mais eficiente de evitar o contágio pela bactéria. Mesmo não sendo uma doença grave, quando ocorrem repetidos episódios, a gonorreia pode causar problemas mais sérios como infecções generalizadas, processo inflamatórios, enfraquecimento do sistema imunológico e infertilidade. 

 

Outra recomendação importante é manter sempre os exames ginecológicos em dia. Em raros casos, a gonorreia pode ser uma infecção silenciosa ou demorar mais tempo para manifestar sintomas. Com acompanhamento médico regular é possível ficar por dentro de como anda a sua saúde. 

 

Não deixe de procurar assistência médica ao primeiro sinal de alterações como corrimento ou secreção com pus, coceira ou ardor ao urinar. 

 

 

Gonorreia na gravidez traz riscos à saúde do bebê

 

 

Mulheres grávidas que contraem gonorreia correm o risco de transmitir a infecção para o bebê durante o parto. Os casos mais frequentes são de recém nascidos que que desenvolvem conjuntivite neonatal. Alguns quadros também podem manifestar sintomas como inchaço e dificuldade de abrir os olhos, podendo levar até a cegueira quando não tratada adequadamente. 

 

Além do contágio do bebê no parto, a gonorreia durante a gestação pode levar ao rompimento da bolsa antes do tempo previsto. Isso porque a bactéria pode infeccionar o líquido amniótico, fazendo com que a criança nasça prematura. 

 

O tratamento da gonorreia durante a gestação é feito com antibióticos indicados por um ginecologista e obstetra. Para evitar que a criança manifeste sintomas após o nascimento, os enfermeiros costumam aplicar colírio no recém nascido e acompanhá-lo de perto. 

 

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