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DST tem cura? Veja quais são os sintomas, tratamentos e prevenção

DST tem cura? Veja quais são os sintomas, tratamentos e prevenção

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), como a tricomoníase, gonorreia e clamídia, têm cura quando recebem o tratamento adequado. Porém, existem algumas exceções. É o caso da AIDS que é provocada pelo vírus HIV e ainda não possui cura definitiva, embora os medicamentos antirretrovirais (ARV) possam controlar a multiplicação do vírus. Outro exemplo de DST que não tem cura é a herpes genital, cujo vírus causador não consegue ser completamente eliminado do corpo. Conversamos com a ginecologista Carolina Ambrogini para entender quais são os sintomas mais comuns das principais DST e como devem ser feitos o tratamento e a prevenção.

 

Veja também: DST: ginecologista comenta quais são as doenças mais perigosas e como se prevenir

 

Confira a seguir as principais DST’s que têm cura!

 

Tricomoníase: infecção sexualmente transmissível pode ser tratada com antibiótico

 

A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível desencadeada por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis. Essa doença pode ser assintomática, ou seja, não apresentar sintomas, o que pode atrasar o diagnóstico e, consequentemente, a cura. Por essa e outras razões, é essencial manter os exames ginecológicos sempre em dia. Quando a infecção emite sinais, sua manifestação mais comum é um corrimento esverdeado e com mau cheiro. Além disso, a mulher também pode sentir dor na região pélvica, incômodo durante o sexo, inchaço, vermelhidão e coceira na vagina. O tratamento da tricomoníase é feito com antibióticos via oral e vaginal, lembrando que o(a) parceiro(a) também deve ser tratado(a).  

 

Veja também: Tricomoníase: saiba o que é e como prevenir essa DST

 

Clamídia: infecção bacteriana sexualmente transmissível tem o antibiótico oral como principal tratamento 

 

A clamídia é uma infecção vaginal provocada pela bactéria Chlamydia trachomatis e pode acometer tanto homens quanto mulheres. O sexo sem proteção não é a única forma de contágio, pois a transmissão da clamídia também pode ser vertical, ou seja, passada da mãe para o bebê durante a gestação. Grande parte das mulheres infectadas não apresenta nenhum tipo de sintoma. Porém, quando aparecem, os sinais mais frequentes são: corrimento amarelado, sangramento vaginal, dor ao urinar e dor no baixo ventre. A infecção pode atingir os órgãos genitais, uretra, ânus, faringe e até mesmo os olhos. A melhor forma de curar a clamídia é através de medicamentos antibióticos específicos, comprados apenas com prescrição médica.   

 

Veja também: Clamídia: o que é, sintomas, causas e tratamento da DST

 

Gonorreia: a infecção bacteriana sexualmente transmissível é curada com antibiótico

 

A gonorreia é uma infecção bacteriana transmitida pelo contato íntimo sem camisinha com uma pessoa contaminada. A doença também pode ser transmitida durante a gravidez (da mãe para o filho) e, raramente, através do compartilhamento de roupas e objetos íntimos contaminados. Os primeiros sintomas da infecção bacteriana costumam aparecer entre 2 a 10 dias após a contaminação e incluem corrimento vaginal amarelado e com mau cheiro, ardência ao urinar, sangramento fora da menstruação e dor abdominal e pélvica. Normalmente, o tratamento escolhido para curar a gonorreia é feito com antibióticos por uma a duas semanas, de acordo com o quadro da paciente. 

 

Sífilis: infecção bacteriana sexualmente transmissível necessita de antibióticos no tratamento 

 

Sífilis é uma infecção bacteriana geralmente transmitida através de relações sexuais desprotegidas com uma pessoa contaminada. O primeiro estágio da doença provoca uma ferida indolor e pode evoluir. Outra maneira mais rara de contaminação se dá através de transfusões de sangue e compartilhamento de determinados objetos, como uma agulha infectada.

 

A sífilis pode ser primária (é a primeira fase da infecção e tem como principal sintoma uma lesão genital conhecida como cancro duro), secundária (capaz de afetar todo o corpo e gerar ínguas inflamadas, dor de cabeça, febre, entre outros) e terciária (estado mais grave da doença). Essa DST tem cura, mas o tratamento varia de acordo com o tipo e o nível de gravidade da infecção. 

 

Veja também: O que é sífilis? Saiba quais são as causas e como é o tratamento da IST”

 

O vírus HPV não é eliminado por nenhum medicamento, mas pode ser naturalmente extinto do organismo

 

A contaminação do HPV (Papiloma Vírus Humano) pode acontecer por meio de qualquer contato sexual, incluindo penetração vaginal, anal e sexo oral. Geralmente, os primeiros sintomas surgem em forma de lesões e verrugas na região íntima, além de possíveis manchinhas e coceira no local. 

 

Em alguns casos, o vírus do HPV pode ser eliminado pelo próprio organismo da pessoa infectada. Porém, é importante entender que ainda não existe nenhum medicamento capaz de destruir o microrganismo. Na maioria das vezes, a paciente convive com a doença pelo resto da vida. No geral, o tratamento vai depender do tipo de infecção e do vírus.  

 

Veja também: HPV: 9 informações que você precisa saber sobre a DST

 

AIDS e herpes genital são DSTs que não têm cura e o tratamento visa melhorar a qualidade de vida da paciente

 

Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, algumas DST’s ainda não apresentam cura. “O HIV não tem cura ainda. Herpes genital também não tem cura, mas tem controle com uso de medicações”, aponta. Veja mais detalhes sobre cada uma:

 

- Herpes genital não tem cura, mas sintomas podem ser controlados com medicamentos antivirais 

 

Herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível que provoca feridas genitais e dor. O vírus HSV tipo 2 é o responsável por essa doença e pode ser transmitido sempre que houver contato sexual sem proteção com uma pessoa infectada. Vale ressaltar que o(a) parceiro(a) contaminado(a) não precisa apresentar lesões na região genital para ser capaz de propagar a doença. Mesmo que a pessoa deixe de manifestar os sintomas, que incluem feridas íntimas, dores, irritações e manchas vermelhas, o vírus continua presente no organismo. 

 

Embora não haja cura para a herpes genital, medicamentos antivirais podem diminuir a taxa de replicação do agente causador e prevenir as erupções da pele. “As [pessoas] que têm herpes, precisam fortalecer a imunidade e podem tomar o antiviral no momento da crise”, orienta a médica. 

 

Veja também: Herpes genital: o que é a doença, sintomas e como tratar?

 

- AIDS: não existe cura para o vírus HIV, porém, o tratamento é capaz de reduzir a progressão da doença 

 

A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, em português) é uma doença viral sexualmente transmissível que diminui a capacidade do organismo de combater infecções. O vírus HIV pode ser transmitido pelo contato sexual sem proteção, através do contato com o sangue infectado ou de mãe para filho (a) durante a gravidez, caso a mãe seja portadora. 

 

Embora o vírus HIV (causador da AIDS) não tenha cura, de acordo com a doutora Carolina, uma pessoa contaminada pode ter uma boa qualidade de vida caso possua um acompanhamento médico adequado. O tratamento não oferece uma cura para a doença, porém, podem reduzir significativamente a progressão da infecção. 

 

Geralmente, as primeiras manifestações surgem cerca de um ou dois meses após a contaminação e são parecidas com os sintomas de um simples resfriado (febre, mal estar, dor nos músculos, entre outros). Estes sinais podem desaparecer espontaneamente por vários anos. É possível fazer o teste de HIV na rede pública e em hospitais particulares. 

 

Veja também: Sintomas de DST: saiba quando é necessário fazer exames

 

Uso da camisinha e vacinas específicas são grandes aliadas na prevenção de DST  

 

A maneira mais simples e eficaz de prevenir DST é utilizar a camisinha (masculina ou feminina) em todas as relações sexuais, desde as preliminares. Porém, em alguns casos, também existem outras alternativas disponíveis. “Para algumas doenças, como a hepatite B e o HPV existem vacinas. Para o HIV existe o PREP, medicamento que ajuda a proteger do contágio”, conta a especialista. 

 

Mesmo com esses recursos, a ginecologista ressalta: “o preservativo é a única ferramenta que protege sozinho contra todas as DST’s”. Portanto, jamais deixe de usar a camisinha! Até porque, nem todas as pessoas podem fazer uso das vacinas. “Os alérgicos a vacinas têm contraindicações e toda vacina pode dar efeitos colaterais, como febre e mal estar”, acrescenta.
 

Esta publicação teve a contribuição do especialista:

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista 

CRM: 102706-SP

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