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Dia do ginecologista: 8 perguntas mais comuns que eles escutam no consultório, respondidas

Dia do ginecologista: 8 perguntas mais comuns que eles escutam no consultório, respondidas

No dia 30 de outubro é comemorado o dia do ginecologista. A data foi criada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia como forma de homenagear o profissional responsável pelo cuidado da saúde da mulher e o tratamento e prevenção de doenças no sistema reprodutor feminino. Por isso, é muito importante realizar consultas periódicas e sempre compartilhar com seu médico qualquer alteração, desconforto ou sintoma que chame a sua atenção. Para celebrar a data, nós conversamos com as médicas Paula Paula Bortolai Martins Araújo, Mariana Conforto e Juliana Vargas, e procuramos saber quais as perguntas que ela mais escutam das pacientes. Confira na matéria e aproveite para tirar algumas dúvidas também.

 

1) “Tenho sempre uma secreção vaginal na calcinha, como saber se é normal?”

 

A Dra. Paula Paula Bortolai Martins Araújo conta que uma das perguntas que mais escuta das suas pacientes é em relação a secreção vaginal, conhecida pelos médicos como  secreção vaginal fisiológica. A médica explica que essa secreção é normal e natural e nem sempre é um sinal de infecção. “Tem coloração esbranquiçada, sem odor, sem prurido, sem ardência e  pode ser produzida em volume variável de acordo com a fase do ciclo em que a pessoa se encontra. No período da ovulação, ela pode ser parecida com uma clara de ovo”, descreve a profissional. 

 

Para algumas mulheres, a secreção vaginal pode ser um incômodo, mas na verdade, ela é uma grande aliada na hora de perceber que algo não está certo com a sua saúde íntima.Segundo a dra Paula, quando estamos com algum problema, as características e aspectos desse líquido se alteram. “Se houver qualquer mudança neste padrão o ginecologista deve ser procurado”.

 

A secreção vaginal é produzida durante todo o ciclo menstrual. Sua função é lubrificar é manter vivas as células da parede vaginal e microorganismos responsáveis que protegem a vagina de infecções. Além disso, ela também proporciona a lubrificação do órgão sexual feminino, principalmente durante as relações sexuais.

 

Veja também: Corrimento e secreção natural: entenda as diferenças

 

2) “O que é síndrome dos ovários policísticos e como saber se eu tenho?”

 

A síndrome do ovário policístico é um distúrbio que aumenta o tamanho dos ovários e provoca alterações nos níveis hormonais no sangue. A Dra. Paula Bortolai comenta que muitas pacientes chegam ao consultório com dúvidas sobre o assunto e como identificar o problema. “A síndrome dos ovários policísticos é um conjunto de sinais e sintomas relacionados a um distúrbio hormonal, ovulatório e metabólico associados a um aspecto multi folicular dos ovários”.  A médica explica que o de desequilíbrio hormonal causa um aumento dos hormônios masculinos (andrógenos), aumentam e formam múltiplos pequenos cistos nos ovários, o que leva à ausência de ovulação. 

 

Os principais sintomas são irregularidade menstrual, aumentos dos pelos no corpo  e da oleosidade da pele. A síndrome do ovário policístico é um problema comum nas mulheres que têm dificuldade de engravidar e, se não for tratada corretamente pode causar infertilidade. “O ideal é que seja tratada o mais precocemente possível para evitar consequências mais graves futuras da síndrome metabólica, da anovulação e problemas de espessamento endometrial”. 

 

A síndrome não impacta somente o funcionamento dos órgãos do sistema reprodutor feminino, mas também pode causar hipertensão, problemas cardiovasculares, aumento do pelo e acúmulo de gordura localizada. Isso porque a síndrome do ovário policístico está associada ao aumento da resistência à insulina, hormônio responsável pelo metabolismo da glicose. Uma vez que o corpo não consegue ter os níveis necessários desse hormônio no organismo, a produção de testosterona cresce bastante, bloqueando a ovulação. 

 

3) “Como posso saber se terei dificuldades para engravidar?”

 

A dificuldade de engravidar é outro motivo que leva muitas mulheres a procurarem um ginecologista. Para a Dra Paula, a primeira coisa na hora de avaliar se uma paciente tem problemas reprodutivos, é considerar o tempo de tentativas frustradas. “ É possível avaliar é se a paciente ovula naturalmente, se a cavidade uterina é saudável (excluindo malformações uterinas, septos, miomas, pólipos), e avaliar a reserva ovariana por meio do hormônio antimulleriano (AMH) e contagem de folículos antrais”, explica. 

 

A médica aproveita para esclarecer que a capacidade reprodutiva não é exclusiva das mulheres, mas que problemas de fertilidade também podem ser identificado nos homens. “Quando falamos em dificuldade para engravidar devemos lembrar que sempre estamos falando de um casal e não de um indivíduo separadamente”. Por isso, é sempre importante avaliar as carteiras de vacina e os exames de rotina dos dois.  

 

4) “Posso colocar um DIU, mesmo sem ter tido filhos?”

 

Para a Dra Mariana Conforto, as perguntas que ela mais escuta das suas pacientes estão relacionadas a métodos contraceptivos. Uma das dúvidas mais frequentes é se o DIU pode ser colocado em mulheres que nunca tiveram filhos. “Essa ideia de não colocar o Dispositivo Intra Uterino em pacientes que nunca engravidaram, é mito. O DIU de cobre ou hormonal pode ser utilizado em mulheres que nunca engravidaram sim”. 

 

O DIU é um método contraceptivo de longa duração com risco de falha muito baixos. Ele é inserido no útero por um ginecologista impedindo a passagem dos espermatozóides. Há dois tipos de DIU: o de cobre e o de mirena, também chamado de DIU hormonal. O primeiro não tem nenhum tipo de hormônio em sua composição e pode durar até 10 anos dentro do organismo da mulher. Já o DIU hormonal tem uma duração de 5 anos e uma das suas vantagens é reduzir o fluxo menstrual. Em ambos os casos, o DIU não causa infertilidade e a mulher pode fazer uso do método independente de ter filhos ou não. Aliás, o DIU de cobre pode ser colocado pouco tempo depois do parto sem problemas. 

 

5) “Até quando posso tomar a pílula do dia seguinte?”

Outra dúvida comum entre as pacientes da Dra Mariana é o limite de tempo para a eficácia da pílula do dia seguinte. A médica explica que o comprimido tem eficácia de até 3 dias, porém, ela vai diminuindo progressivamente. Ou seja, quanto mais você demora para tomar a pílula, menos chances você tem de que ela faça efeito. “A orientação é tomar o comprimido logo após a relação desprotegida, ou até nas primeiras 24 horas, pois quanto mais o tempo passa, menor é a eficácia. Nas primeiras 24h a eficácia gira em torno de 90%, podendo chegar até 58% no terceiro dia”. 

 

A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo emergencial e não deve ser tomado com muita frequência. Ela tem em sua composição altas doses de hormônio que desregulam o ciclo menstrual e uma série de efeitos colaterais como náuseas, vômito,  e inchaço. Além disso, tomar a pílula muitas vezes também diminui a eficácia das próximas doses, ou seja, o seu corpo pode não responder tão bem a ela como na vez anterior. 

 

6) “A pílula engorda?”

 

Já com relação a pílula anticoncepcional, a Dra Mariana cita que as maiores dúvidas das pacientes estão nos efeitos colaterais do método, sobretudo no corpo. Ela explica que, ao contrário do que a maioria das pessoas acreditam, a pílula não engorda, mas em algumas mulheres, pode causar retenção de líquido e, como consequência o inchaço corporal  “Os métodos hormonais, podem ter alguns efeitos colaterais como retenção hídrica. Mas, não está relacionado com o aumento de peso”. Para quem sofre de inchaço, uma boa opção é conversar com o ginecologista e escolher um outro tipo de pílula com baixa dosagem hormonal ou até mesmo contraceptivos não hormonais. Para a médica, outra forma de combater o inchaço é   sempre manter bons hábitos de saúde e reavaliar a escolha do contraceptivo a cada 3 meses. “Na maioria dos casos, este é o período de adaptação ao método escolhido”, finaliza. 

 

Veja também: Quando tempoleva para a pilula anticoncepcional fazer efeito

 

7) “Quero engravidar, como calculo meu período fértil?”

 

“O período fértil de uma mulher depende da duração do seu ciclo menstrual”, esclarece a ginecologista Juliana Vargas sempre que uma paciente a procura querendo saber como calcular o periodo para engravidar. Entender as diferentes fases do ciclo menstrual é o primeiro passo para para entender mais sobre o seu corpo, principalmente para as mulheres que fazem uso do método tabelinha. Dessa forma, ela consegue ter em mente quais os melhores dias para ter relações sexuais. Segundo a médica, para descobrir o dia mais provável de ovulação, basta subtrair  14 dias da duração média do ciclo. “Por exemplo, se seu ciclo dura 28 dias, o dia mais fértil será o décimo quarto dia do ciclo. E o período mais fértil corresponde a este dia mais dois dias antes e depois”. A ovulação, é o momento em que o óvulo é liberado dos ovários e está pronto para ser fecundado por um espermatozóide a qualquer momento. Diferente do que as pessoas acreditam, ovulação e período fértil não são a mesma coisa. O período fértil são em média os três dias antes e os três dias depois da liberação do óvulo. 

 

Veja também: Calendário Menstrual: saiba como calcular seu período fertil e a data da proxima menstruação 

 

8) “Sentir cólicas na menstruação é normal?”

 

A Dra. Juliana Vargas explica que a cólica é um sintoma que varia de mulher para mulher e que e pode estar presente durante o período menstrual numa intensidade de leve a moderada. “Quando alivia com medidas não farmacológicas ou analgésico provavelmente não significa um problema. Caso seja muito intensa, impedindo atividades do dia a dia, vale a pena uma investigação”. As cólicas podem ser divididas em duas categorias: as primárias e as secundárias. As cólicas primárias são as saudáveis, ou seja, não são causadas por nenhum grande problema, apenas  pela contração dos músculos da parede do útero pela liberação da menstruação. Nesse processo, o organismo acaba liberando uma substância chamada prostaglandinas, causando dor e desconforto abdominal. Já a cólica secundária é mais séria, e indica alguma irregularidade uterina, como miomas e até endometriose. Nesse caso, as dores são bem mais intensas e podem até ser resistentes à medicação. 

 

Ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano ajuda na prevenção de doenças do sistema reprodutor 

 

Os ginecologistas são profissionais fundamentais na vida da mulher em todas as fases da vida. É comum sentir vergonha logo nas primeiras visitas, mas com o tempo, é importante se sentir mais confortável e tirar dúvidas. Ir ao ginecologista com frequência também é a melhor maneira de conhecer o seu corpo e descobrir com antecedência problemas de saúde. Quando mais cedo um tratamento é iniciado, maiores as chances de cura. Por isso, nesse dia do ginecologista, que tal marcar uma consulta ou marcar na sua agenda a data para a próxima?   

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