Skip to main content

Header Social Network

SIGA NOSSAS REDES!
Home

Header Right Logoes

INSPIRADO POR:

Corrimento vaginal: quando não é normal?

Corrimento vaginal: quando não é normal?

É normal ter corrimento vaginal quando o fluido é transparente ou esbranquiçado, não tem cheiro e não surge acompanhado de outros sintomas, como coceira, ardência, inchaço e vermelhidão na vulva. Nesses casos, o que é interpretado como corrimento é, na verdade, uma secreção vaginal fisiológica e natural do ciclo menstrual.

 

Dependendo da fase do ciclo reprodutivo em que a mulher se encontra, essas secreções podem mudar de aspecto e volume em função das variações hormonais. Por isso, é importante estar familiarizada com os seus tipos de corrimento vaginal considerados normais. Ao notar mudanças na tonalidade, consistência e/ou odor da secreção, é válido buscar uma avaliação médica. O episódio pode ser indicativo de infecções vaginais, IST’s ou, em casos mais raros, até mesmo um câncer no colo do útero. 

 

Características do corrimento vaginal normal

 

Toda mulher tem secreção vaginal. Essa secreção fisiológica é uma combinação de células mortas da vagina, bactérias naturais da flora vaginal e muco cervical, que é um fluido produzido naturalmente no colo do útero. A produção do muco cervical é sensível a estímulos hormonais e, por isso, é absolutamente normal observar mudanças na aparência, consistência e quantidade da secreção ao longo do ciclo reprodutivo.

 

Veja a seguir as possíveis variações de uma secreção vaginal saudável. 

 

  • Cor: a secreção vaginal pode ser transparente ou esbranquiçada, dependendo da fase do ciclo menstrual. Durante a ovulação e o período fértil, é normal observar um corrimento transparente. Já na TPM, a mulher pode notar um corrimento branco antes da menstruação descer. O episódio é resultado do aumento de progesterona e da umidade natural da vagina nessa etapa do mês. A secreção vaginal também pode se tornar amarelada após entrar em contato com o oxigênio e secar na calcinha;
     

  • Consistência: a textura do corrimento vaginal varia de acordo com as mudanças na produção do muco cervical. O corrimento branco pastoso antes da menstruação é comum. Por ser mais grosso e espesso, ele é expelido com mais dificuldade e, muitas vezes, a mulher nem nota a sua presença. No período fértil e ovulação, a secreção se torna mais elástica e espessa. Caso haja sangramento de ovulação, a mulher pode perceber esse corrimento clara de ovo com sangue;
     

  • Volume: durante a menstruação, a secreção vaginal é pouca e praticamente imperceptível (além de estar misturada ao fluxo menstrual). Após o fim do período menstrual, o volume começa a aumentar, tornando-se mais abundante no período ovulatório. Com o término da ovulação e o início da fase lútea (quando ocorre a TPM), a quantidade de corrimento diminui novamente;
     

  • Cheiro: o corrimento normal tende a ser inodoro ou ter um cheiro suave, que não deve ser considerado desagradável. A falta de higiene na região íntima da mulher pode influenciar o seu cheiro na calcinha. O corrimento com odor forte não é natural e deve ser investigado;

 

O que é corrimento vaginal anormal? Saiba como reconhecer o sintoma

 

Corrimento é o nome dado à secreção vaginal patológica, ou seja, aquela que está relacionada a problemas de saúde. Notar o corrimento com mau cheiro e/ou corrimento com tonalidade diferenciada é sinal de infecções vaginais, principalmente se o incômodo surgir em conjunto com outros sintomas, como ardência ao urinar, desconforto ao praticar relação sexual, inchaço, vermelhidão e coceira na vulva. 

 

Conheça as alterações mais comuns e saiba quando ficar atenta:

 

  • Corrimento branco leitoso: ter esse tipo de corrimento antes da menstruação pode ser normal. Entretanto, quando o corrimento branco e pastoso é muito abundante e/ou surge acompanhado de coceira, vermelhidão e sensação de queimação na vulva, é sinal de infecção vaginal, sendo a candidíase e a vaginose bacteriana as mais comuns;

 

  • Corrimento amarelo: o corrimento amarelo claro pode ser natural, em especial, após secar na calcinha. Porém, se o corrimento amarelado tiver textura diferenciada ou surgir junto a outros sintomas, é provável que a mulher esteja com problemas ginecológicos. Apresentar corrimento amarelo com pequenos coágulos (semelhante a leite coalhado) e coceira é sinal de candidíase. Outra possibilidade é a presença de Infecções Sexualmente Transmissíveis, como a tricomoníase e a clamídia;  

 

  • Corrimento verde: o corrimento esverdeado ou amarelo-esverdeado não é considerado normal. Notar o corrimento esverdeado com odor fétido, irritação vaginal, coceira, ardência ao urinar e desconforto ao praticar relação sexual pode indicar um quadro de tricomoníase ou vaginose bacteriana. O corrimento vaginal verde também pode representar uma vulvovaginite (nome dado à inflamação que acontece na vagina e na vulva simultaneamente);

 

  • Corrimento amarronzado: o corrimento vaginal marrom geralmente representa um escape menstrual. Esse tipo de corrimento “borra de café” é ainda mais frequente em mulheres que tomam a pílula anticoncepcional. Em outras circunstâncias, notar o corrimento marrom antes da menstruação ou o corrimento marrom após menstruação pode ser apenas o início ou o finalzinho do fluxo menstrual. Quando o fluxo é muito leve, o sangue demora mais a descer e ganha essa tonalidade escura. O corrimento marrom só deve gerar preocupação quando é acompanhado de outros sintomas, como dor, ardência ao urinar e/ou mau cheiro. Nesses casos, o episódio pode ser sinal de doenças sexualmente transmissíveis como a gonorreia. 

 

Como parar o corrimento vaginal?

 

O tratamento para o corrimento vaginal vai depender da origem do problema. Por isso, para saber como acabar com o corrimento, o primeiro passo é agendar uma consulta com o(a) ginecologista. Após uma avaliação individualizada, o(a) profissional poderá prescrever os medicamentos mais indicados. 

 

Veja a seguir como tratar as causas mais comuns do corrimento vaginal: 

 

  • Candidíase: a candidíase é uma infecção vaginal provocada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans na flora vaginal. Por isso, o seu tratamento é feito através de medicamentos antifúngicos via oral (em comprimido) ou vaginal (pomadas e cremes). Em casos mais acentuados, o(a) ginecologista também pode prescrever medicações orais a base de corticoide;

 

  • Vaginose bacteriana: diferente da candidíase, a vaginose bacteriana é causada pela proliferação excessiva de bactérias. Para tratar a infecção, o(a) ginecologista costuma recomendar antibióticos, que também podem ser em forma de comprimido ou de pomada vaginal;

 

  • Tricomoníase: é uma IST causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. O tratamento consiste na prescrição de antibióticos como metronidazol, secnidazol ou tinidazol, que podem ser associados a cremes vaginais e outros medicamentos específicos para controlar os sintomas. O(a) parceiro(a) também deve ser tratado(a);

 

  • Clamídia: a IST é transmitida através da bactéria Chlamydia trachomatis. Para tratar a clamídia, são usados antibióticos específicos que só podem ser comprados com a prescrição médica, como azitromicina, doxiciclina, eritromicina e minociclina. Com o tratamento adequado, que também deve ser estendido ao(a) parceiro(a), a doença pode ser erradicada do organismo; 

 

  • Gonorreia: a IST é tratada através de medicamentos antibióticos via oral ou injetável. O(a) parceiro(a) também deve ser submetido ao tratamento e, durante esse período, não é recomendado ter relação sexual mesmo com camisinha;

 

  • Vulvovaginite: é caracterizada por uma inflamação que atinge a vagina e a vulva simultaneamente e pode ser causada por diferentes infecções, como a candidíase, a vaginose bacteriana e a tricomoníase, por exemplo. Tendo isso em vista, o tratamento vai depender do que está causando a inflamação. 

 

Como evitar corrimento vaginal: 15 dicas

 

Os fungos e bactérias causadores de infecções vaginais associadas ao corrimento se proliferam com mais facilidade em uma flora vaginal desequilibrada. Por isso, é importante adotar bons hábitos de higiene íntima e levar um estilo de vida saudável para manter o pH da vagina em equilíbrio e evitar possíveis problemas. Confira algumas dicas: 

 

  1. Tenha uma boa higiene íntima;

  2. Não lave o canal vaginal (parte interna do órgão genital feminino);

  3. Use um sabonete íntimo líquido; 

  4. Faça a higiene íntima com sabonete, no máximo, duas vezes ao dia; 

  5. Evite usar roupas muito justas e abafadas;

  6. Dê preferência a calcinhas de algodão e tecidos frescos;

  7. Não deixe a calcinha secando no box;

  8. Não fique por muito tempo com o biquíni ou maiô molhado;

  9. Evite ingerir doces em excesso;

  10. Tenha uma alimentação balanceada;

  11. Evite o estresse;

  12. Fortaleça o sistema imunológico;

  13. Use camisinha em todas as relações sexuais;

  14. Durante a menstruação, troque o absorvente com a frequência indicada;

  15. Não compartilha peças íntimas com outras pessoas.

semprelivre_bottom1_dance_new

  • SE CUIDA!
    Lavar a calcinha no box é ruim? Confira dicas para cuidar de suas roupas íntimas!
    Você costuma lavar a calcinha no box e nem sabe se isso faz mal? Então é bom ficar de o..
  • SE CUIDA!
    Conheça 6 hábitos que podem causar corrimento vaginal e você nem sabia
    Você sabe o que causa corrimento vaginal? Alguns costumes da nossa rotina podem ser os pr..
  • SE CUIDA!
    Marcou consulta com o ginecologista? Listamos 6 coisas que você deve saber antes de ir!
    Uma coisa é certa: ir ao ginecologista pelo menos duas vezes ao ano é fundamental para a..
  • SE CUIDA!
    Você sabe qual é a diferença entre CAREFREE® TodoDia Flexi e CAREFREE® Proteção? Descubra e use os produtos da forma certa!
    Atualmente é comum passarmos o dia todo fora, mas do trabalho até a volta para casa muit..
  • VER TODAS >

    ÚLTIMAS Novidades

  • Quiz
    Você conhece as principais ISTs? Faça o teste e descubra!
    As ISTs são um grupo de infecções que têm como principal via de transmissão o sexo. Elas...
    Você conhece as principais ISTs? Faça o teste e descubra!
  • Quiz
    Você conhece as principais ISTs? Faça o teste e descubra!
    As ISTs são um grupo de infecções que têm como principal via de transmissão o sexo. Elas...
    Você conhece as principais ISTs? Faça o teste e descubra!
  • Menstruação
    Sinto cólicas mas minha menstruação não desce. É normal?
    A cólica é um sintoma que normalmente é associado à chegada da menstruação. No entanto,...
    Sinto cólicas mas minha menstruação não desce. É normal?
  • Menstruação
    Sinto cólicas mas minha menstruação não desce. É normal?
    A cólica é um sintoma que normalmente é associado à chegada da menstruação. No entanto,...
    Sinto cólicas mas minha menstruação não desce. É normal?
  • VER TODAS >