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Conheça a história de Marie Curie, a 1ª mulher a ganhar um Prêmio Nobel e que vai ganhar filme em 2020

Conheça a história de Marie Curie, a 1ª mulher a ganhar um Prêmio Nobel e que vai ganhar filme em 2020

Em uma época em que mulheres ainda eram vistas como o “sexo frágil” e não tinham direitos, a polonesa Marie Skłodowska Curie nascia em 1867 para mudar a história, e, principalmente, a ciência. Marie foi a primeira mulher a ser admitida na Universidade de Paris e a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel em física e química. Só por isso já podemos ver que a história dela tinha tudo para virar filme e ser um sucesso!

 

Marie Curie:  infância e adolescência 

 

Marie era a caçula de 5 filhos de um casal de professores poloneses que faliu por causa da sua luta a favor da independência da Polônia. O pai, professor de matemática e física, foi o maior incentivador para que ela seguisse a carreira científica, mesmo em uma época em que mulheres não eram aceitas em universidades. Por isso, estudou na Universidade Volante, uma instituição clandestina que, para desafiar as autoridades russas  permitia a matrícula de alunas mulheres. Para bancar seus estudos, Marie trabalhou como governanta na mesma época que conheceu seu marido, Pierre Curie. 

Já em Paris, Marie se formou em física e matemática pela Sorbonne 

 

Marie Curie: casamento e ciência caminharam lado a lado 

 

Marie e Pierre Curie foram apresentados por um amigo polonês e, como ela descreve em sua autobiografia, os dois primeiros anos foram “os melhores anos de minha vida”. Ele se dedicava a dar aula e a pesquisar sobre cristais enquanto ela estava imersa em um trabalho sobre propriedades magnéticas em diversos tipos de aço e suas propriedades químicas. Mesmo com o nascimento de sua filha, Marie não deixou a ciência de lado. Anos depois, se tornou a segunda mulher com título de doutora em toda a Europa. 

 

Em 1896, Marie se interessou pela descoberta do francês Antoine-Henri Becquerel, a de que os sais de urânio emitiam raios-x e penetravam na matéria. Impulsionada pela curiosidade científica, ela baseou a sua tese em medir esses raios e checar se outros elementos além do urânio também eram capazes de produzir radiações. Ainda no início de suas pesquisas, descobriu que o tório e seus compostos também tinham as mesmas propriedades do urânio. Passando para uma nova fase da pesquisa, usou um aparelho inventado por Pierre para medir a intensidade da corrente gerada pelos compostos de urânio e tório.  

 

Depois de diversos experimentos e resultados, ela concluiu o que seria o seu grande feito científico: provou que a radiação não era causada por átomos e que essa é uma característica de alguns elementos químicos. Pierre largou as pesquisas com cristais e começou a se dedicar aos átomos. Após alguns experimentos, chegaram a uma substância 330 vezes mais radioativa que o urânio que, em homenagem ao país natal de Marie, chamaram de polonium, ou polônio. 

 

Todos esses experimentos e descobertas custaram a saúde do casal. O cansaço constante e inexplicável, dores e rachaduras nas pontas dos dedos eram alguns efeitos da exposição frequente à radioatividade. Mas mesmo assim não pararam as pesquisas e, de volta ao laboratório, descobriram uma nova substância 900 vezes mais radioativa que o urânio, a qual chamaram de rádio. Em 1892, Marie chegou ao peso de um átomo de rádio, Ra=225,92. As experiências com as descobertas das propriedades desse elemento indicavam que ele seria útil no combate ao câncer. Em 1903, o casal Curie recebeu o prêmio Nobel de Física. Anos depois, em 1906, Pierre foi atropelado por uma charrete e morreu aos 47 anos. Depois da insistência da Universidade de Sorbonne, Marie aceitou ocupar a cadeira que era de seu marido. Em 1911, Marie recebeu seu segundo prêmio Nobel. Dessa vez em Química, pela descoberta do rádio e do polônio. 

 

Na Primeira Guerra, em 1914, ela criou uma rede de raios-x para melhorar o atendimento de saúde no front francês. Com o fim da guerra, voltou a se dedicar ao seu laboratório, realizar conferências ao redor do mundo (inclusive no Brasil). Ao longo de sua trajetória no meio científico, ficou amiga de Albert Einstein. Foi ele, inclusive, quem defendeu Marie contra a imprensa sensacionalista que tentou difamar a cientista após os dois Prêmios Nobel de física e química.  Aos 66 anos, em 1934, ela morreu vítima de uma leucemia que acredita-se ter sido causada pelo contato direto com substâncias radioativas. Mas, a família Curie ainda continuou se dedicando à ciência. Sua primeira filha, Iréne, e seu genro, Frederic Joliot receberam o terceiro Prêmio Nobel de Física da família Curie. 

 

Veja também: 5 mulheres cientistas que revolucionaram o mundo com seus projetos

 

A história de Marie Curie é tão inspiradora que rendeu um filme sobre ela 

 

Como vocês perceberam, além de inspiradora, a história de Marie Curie tem tudo para ser um sucessos nas telas de cinema. O filme sobre a história da cientista e seu marido foi adaptado do livro “Radioactive: Marie e Pierre Curie, a tale of love and fallout”, de Lauren Redniss. Quem dará vida a Marie será a atriz Rosamund Pike e Sam Riley fará o papel de Pierre Curie. O recorte do filme dará destaque à luta de Marie ser escutada e respeitada pela comunidade científica da época. O casamento e a parceria científica com seu marido, incluindo a descoberta da radioatividade, rádio e polônio também serão retratados. Acompanhe para saber a data de lançamento no Brasil e se inspirar em uma história de uma mulher a frente do seu tempo que mudou o rumo da ciência no mundo. 

 

Veja também: 5 mulheres brasileiras que representam a força do feminismo

 

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