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Como descobrir se tenho síndrome do ovário policístico?

Como descobrir se tenho síndrome do ovário policístico?

A Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio que afeta a ovulação feminina e causa alterações hormonais. Os níveis de hormônios masculinos (andrógenos) aumentam e formam múltiplos pequenos cistos nos ovários. Tais alterações provocam o surgimento excessivo de pelos em determinadas áreas do corpo, aumento da oleosidade da pele, irregularidade menstrual, acne e outros sintomas. Saiba como identificar esse e o que fazer para reverter a situação!

 

Quais os sintomas da Síndrome dos Ovários Policísticos?

 

Um dos principais sintomas da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é a irregularidade menstrual. Com ela, pode haver um aumento do sangramento menstrual, infertilidade, acne no rosto e no corpo, oleosidade na pele e no cabelo, além do aumento de pelos. Segundo a ginecologista Livia Migowski, esses sintomas são decorrentes do aumento de hormônios masculinos, como a testosterona, e da dificuldade de ovulação, que são características da síndrome.

 

Como identificar se tenho SOP?

 

De acordo com a médica, não existe nenhum exame que isoladamente faça o diagnóstico da síndrome. Nesse caso, o ginecologista busca no histórico da mulher a presença de irregularidade no ciclo menstrual e sinais decorrentes do aumento dos androgênios, como acne e pelos. “O ultrassom ajuda no diagnóstico com a visualização de pequenos folículos periféricos no ovário, mas esse achado não pode ser visto de forma isolada. Ele é apenas um complemento no diagnósticos”, explica, completando que algumas mulheres podem não ter essa alteração no ultrassom e ter a síndrome ou vice e versa.  O diagnóstico da SOP é de exclusão, portanto, o médico deve afastar outros diagnósticos diferenciais.

 

Qual o tratamento mais recomendado?

 

Para a ginecologista, o tratamento adequado dependerá das queixas de cada mulher. O que mais te incomoda: o excesso de pelos pelo corpo e a acne? A irregularidade menstrual? Tudo isso deve ser levado em conta na hora de escolher o melhor medicamento. “As insatisfações relacionadas com aumento do androgênios normalmente melhoram com o uso de pílulas anticoncepcionais, principalmente as que contêm ciproterona e drospirenona em sua composição”, diz a médica.

 

Além disso, a profissional alerta para dois pontos muito importantes: “A prática de uma atividade física e a perda de peso são essenciais no tratamento da SOP, principalmente nos casos de infertilidade e para diminuir o risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão e diabetes”.

 

Segundo a especialista, já foi comprovado que mulheres que perdem pelo menos 10% do seu peso, muitas vezes já conseguem recuperar a sua função ovulatória. “A metformina é uma medicação que pode ser prescrita nas mulheres que apresentam aumento da insulina ou resistência insulínica. Por fim, mulheres que desejam engravidar podem precisar de indutores da ovulação”, esclarece.

 

Existe algum tratamento indicado para quem não pode tomar pílula? 

 

Apesar de ser um método muito popular, nem toda mulher pode fazer uso de pílulas combinadas, que são compostas por progesterona e estrogênio, como as que risco de ter trombose, estão em período de amamentação ou fazem uso de tabaco. “O tratamento para quem não pode usar pílulas que contenham estrogênio deve ser feito apenas com métodos que contenham progesterona, como minipílulas, DIU de levonorgestrel e implante de progesterona”, diz. Além disso, a médica reforça que a atividade física e a dieta são fundamentais para a evolução do tratamento.

 

É possível ter uma vida normal com SOP?

 

O Só Delas perguntou à ginecologista uma dúvida que preocupa muitas meninas ao descobrir que possuem Síndrome dos Ovários Policísticos. Afinal, é possível ter uma vida normal e saudável com a SOP? “Sim, é possível. Mas como toda doença crônica, o paciente deve compreender a importância do seu tratamento. Além de seguir com acompanhamento médico regular, controlar o ganho de peso, manter as atividades físicas e tomar a pílula corretamente”, finaliza.

 

Dra. Livia Migowski, ginecologista da Perinatal.

CRM: 52906824

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