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coceira na vagina, o que pode ser? Veja causas e tratamentos

coceira na vagina, o que pode ser? Veja causas e tratamentos

A Coceira na vagina pode ser provocada por diversas razões, desde uma simples alergia a quadros mais sérios, como infecção vaginal ou DSTs. Quando a coceira vaginal é uma reação alérgica, ela costuma se concentrar mais na área externa e ocorre devido a irritação que pode ser causada por produtos ou substâncias químicas em contato com a vulva. A coceira também pode ser provocada por depilação íntima, uso de absorvente íntimo ou roupas muito apertadas. Entretanto, se o desconforto é dentro da vagina, é provável que esteja associado a quadros de infecção vaginal, causada pela presença de algum agente infeccioso na região íntima, como vírus, fungos e bactérias. Nesses casos, além do prurido, a mulher também manifesta outros sintomas como corrimento, ardência ao urinar e dor durante o sexo.

 

A melhor maneira de prevenir a coceira vaginal é manter uma boa higiene íntima e fazer visitas regulares ao ginecologista, assim como mudar determinados hábitos que causem irritação na região íntima. Até nos casos de coceira mais leve, o incômodo pode causar alterações no ambiente natural da vagina, como desequilíbrio da flora vaginal e desregulação da acidez do pH da região.  Saiba mais sobre o que pode ser coceira na vagina e como identificar e tratar o problema. 

 

6 possíveis causas para coceira na vagina e na vulva

 

1. Alergias 

 

A coceira na vulva costuma ter relação com quadros de alergia ou irritação na pele da região íntima. O incômodo se dá pela reação da pele com substâncias química, muitas vezes presentes em produtos como sabonete, papel higiênico, sabão em pó, cremes, lenços e absorventes. A reação também pode acontecer devido ao mau uso desses produtos, como se limpar com força, exagerar na quantidade de sabonete íntimo durante a limpeza e ficar muito tempo com o mesmo absorvente. O recomendável é não ultrapassar o tempo de quatro horas com o mesmo absorvente, seja ele interno ou externo. 

 

Para evitar a coceira na vulva, é importante ficar atenta aos produtos utilizados na região íntima, principalmente os que têm contato direto com a pele. Dê preferência aos hipoalergênicos, como sabonete íntimo líquido com pH neutro e papel higiênico sem aromatizante e com toque suave. Outra recomendação é  evitar usar lenços umedecidos, cremes hidratantes ou ítens perfumados na região íntima. A vulva e a vagina possuem um cheiro característico, que costuma ser leve e quase imperceptível. Em casos de odor na vagina, não recorra a produtos perfumados para disfarçar ou reduzir o cheiro. Procure um ginecologista para descobrir a origem de possívei odores. 

 

Outra recomendação importante é prestar atenção em resíduos de sabão e amaciante que podem ficar na calcinha após a lavagem. As peças íntimas têm contato direto com a pele da vulva e a forma como a lavamos reflete diretamente na saúde da nossa região íntima. Lave as calcinhas apenas com água corrente e sabão neutro, sem necessidade de recorrer a amaciante. 

 

2. Infecção vaginal 

 

A coceira quando ocorre na área interna, ou seja, no canal vaginal,  quase sempre tem relação com alguma infecção vaginal. Essas infecções ocorrem devido a pela presença de agentes infecciosos, como fungos e bactérias,  e suas causas vão desde higiene íntima inadequada a baixa imunidade. Uma das infecções vaginais mais comum entre as mulheres é a candidíase,  ocasionada pela proliferação exagerada do fungo Candida albicans, que normalmente está presente na flora vaginal saudável, mas em pequenas quantidades . Além da na vagina e na vulva, a candidíase também provoca sintomas como corrimento branco pastoso,  dor durante o sexo, ardência ao urinar, inchaço e vermelhidão na vulva. 

 

A vaginose bacteriana é outra infecção vaginal muito comum que também pode provocar coceira na vagina. Assim como a candidíase, a vaginose ocorre devido ao desequilíbrio na flora vaginal, entretanto, ela é é provocada por bactérias e não fungos. Outra diferença entre as duas infecções, é que a candidíase causa uma coceira mais intensa, enquanto a vaginose bacteriana está relacionada a coceira mais leve e mau cheiro na região íntima. 

 

O tratamento da vaginose bacteriana é feito com uso de antibióticos. A candidíase, por sua vez, é tratada com medicação antifúngica local ou oral.  Nos dois casos, o tratamento costuma durar cerca de sete dias. 


3. ISTs 

 

A coceira vaginal não é um sintoma recorrente de  Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). No entanto, algumas infecções podem provocar coceira tanto na vagina quanto na vulva. É o caso da tricomoníase, infecção provocada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que atinge o órgão genital e pode gerar inflamações que podem atingir a bexiga (cistite) e na uretra (uretrite).  Outros sintomas de tricomoníase incluem corrimento amarelo-esverdeado, ardência  ao urinar e dor nas relações sexuais. 

 

Além da  tricomoníase, doenças como clamídia, herpes, sífilis e gonorreia também podem causar coceira acompanhada da sensação de ardor, sobretudo por conta da presença de lesões, feridas, verrugas e vermelhidão na área genital. 

 

O tratamento de ISTs costuma ser feito com uso de antibiótico e acompanhamento médico. Além disso, para prevenir futuras contaminações, uso da camisinha é indispensável em todas as relações sexuais. 

 

4. Depilação íntima 

 

A depilação íntima, principalmente quando feita com cera ou lâmina, é uma das principias causas de alergia e coceira na vulva. Dependendo da forma como o procedimento é feito, a pele da vulva pode sofrer agressões como cortes, irritação, inflamação, ressecamento e surgimento de foliculite. 

 

Como a pele da região íntima é naturalmente mais sensível, é fundamental não abrir mão de cuidados antes e depois da depilação. Sendo assim, higienize bem a região antes de se depilar e depois do procedimento. Se a sua depilação for feita com lâmina, certifique-se de que a ela está limpa e com o corte preciso. A lâmina “cega” faz com que o pelo não saia por completo e você precise passar a lâmina mais uma vez, agredindo ainda mais a pele. Já a cera, tanto a quente quanto a fria, deve ser descartada logo após o uso. Se você perceber que a coceira na vagina não reduziu mesmo com os cuidados, talvez seja melhor consultar um ginecologista e dermatologista ou até mesmo considerar outro tipo de depilação. 

 

5. Alergia a camisinha 

 

A coceira na vagina após a relação sexual com uso de camisinha pode ser um indicativo de alergia ao látex. O material é usado na composição da maioria das camisinhas masculinas pode causar alergia e irritação no canal vaginal. Uma alternativa para quem tem alergia ao látex é buscar usar preservativos feitos com materiais hipoalergênicos, como o poliuretano. 

 

Também vale a pena prestar atenção ao lubrificante artificial utilizado. Alguns produtos podem provocar alergia no canal vaginal e na vulva. Nos caso de coceira na vagina após o sexo sem o uso de camisinha, o incômodo pode ter origem em alguma infecção já existente. 

 

Veja também: Qual é a diferença entre camisinha masculina e feminina

 

6. Higiene íntima inadequada 

 

A higiene íntima inadequada, ou a falta dela, pode ocasionar quadros de coceira na vaginal. Por isso, o recomendável é que a área seja higienizada duas vezes ao dia e após qualquer relação sexual. Ao se lavar, concentre a limpeza na vulva, incluindo as dobrinhas, os grandes e pequenos lábios, o ânus e a virilha.  Não é necessário fazer a limpeza na parte interna, ou seja, dentro do canal vaginal. Essa prática acaba retirando a proteção natural da vagina e provocar o desequilíbrio do pH vaginal, tornando a região íntima mais sensível e vulnerável a proliferação de microorganismos como fungos e bactérias. 

 

Ao terminar, seque bem a região para evitar a umidade. Quando for vestir uma calcinha, dê preferência às peças feitas de algodão. Elas são mais respiráveis e não causam abafamento da região íntima. O mesmo vale para as calças e shorts. Evite usar calça jeans todos os dias e invista nas roupas mais largas e com tecidos mais leves.  Quanto mais justos e apertados forem essas roupas, mais difícil fica a circulação de ar na área íntima. 

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