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Clamídia: o que é, sintomas, causas e tratamento da DST

Clamídia: o que é, sintomas, causas e tratamento da DST

A clamídia é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) conhecida por acometer homens e mulheres. A doença atinge, principalmente, a uretra e os órgãos genitais e provoca dor e sangramento durante a relação sexual, dor ao urinar e corrimento amarelo. Porém, também pode afetar outras regiões do corpo, como o ânus, a faringe e os olhos. A maior parte dos casos de clamídia não apresenta sintomas, por isso, a condição também pode ser chamada de IST (Infecção Sexualmente Transmissível). Essa terminologia vem sendo adotada para descrever infecções que podem ser assintomáticas, ou seja, não manifestam sinais (mesmo que por um determinado período de tempo).

 

Veja também: DST: ginecologista comenta quais são as doenças mais perigosas e como se prevenir

 

O que é a clamídia: infecção vaginal é transmitida no sexo 

 

A clamídia é uma IST provocada pela bactéria Chlamydia trachomatis e tem como principal forma de transmissão a relação sexual sem o uso do preservativo. A doença também pode ser congênita, ou seja, a mulher infectada é capaz de transmitir a condição para o filho durante a gravidez. 

 

Entre os grandes perigos da infecção, podemos citar o risco de infertilidade. Na ausência de tratamento adequado, a bactéria responsável pelo desenvolvimento da clamídia pode atingir as tubas uterinas da mulher, provocando a Doença Inflamatória Pélvica (DIP). A DIP, por sua vez, é responsável por gerar inflamações no útero, no ovário e nas trompas de falópio. Em casos mais graves, esse fator inflamatório pode bloquear a passagem do espermatozóide pelas tubas uterinas, impedindo a fecundação ou dando origem a uma gravidez ectópica (fora do útero). 

 

Os principais sintomas da clamídia são corrimento amarelo, sangramento durante o sexo e dor ao urinar 

 

Em 80% dos casos, a clamídia não apresenta nenhum sintoma. Porém, isso não significa que a doença não tenha manifestações características. Quando acontecem, esses sinais costumam aparecer cerca de uma a três semanas após a exposição à bactéria responsável por causar a enfermidade. É importante ter isso em mente caso surja a suspeita de clamídia. 

 

Os sintomas mais comuns entre as mulheres incluem: 

 

  • Corrimento amarelado ou de tonalidade mais clara;

  • Sangramento espontâneo ou durante o sexo;

  • Dor ao urinar;

  • Dor no baixo ventre (pé da barriga);

  • Desconforto durante as relações sexuais;

 

Em casos mais graves, quando não há o tratamento adequado, a clamídia também pode provocar infertilidade ou dificuldade para engravidar, dor crônica na região pélvica e gravidez tubária (nas trompas). Vale ressaltar que o período de incubação (intervalo de tempo entre a exposição ao vírus e o aparecimento dos sintomas) é de aproximadamente 15 dias.

 

O diagnóstico da clamídia é feito pela avaliação dos sintomas clínicos e coleta de secreção 

 

Como a clamídia pode ser uma doença assintomática (não apresentar sintomas), o seu diagnóstico costuma ser feito através de exames periódicos. As especialidades capazes de diagnosticar a enfermidade são: clínica médica, infectologia, urologia (no caso dos homens) e ginecologia. Na consulta médica, tenha em mãos informações como histórico de doenças e o uso contínuo de algum medicamento, como a pílula anticoncepcional. Os principais testes utilizados para constatar a clamídia envolvem a coleta de amostras de secreções da uretra, do colo do útero ou até mesmo do reto (quando a paciente pratica sexo anal). 

 

A clamídia também pode ser transmitida pelo sexo oral e anal  

 

A clamídia é uma Infecção Sexualmente Transmissível, ou seja, é uma doença transmitida através do contato sexual. É primordial entender que o risco de contágio não se limita apenas às relações sexuais com penetração vaginal. Isso significa que a clamídia também pode ser difundida por meio do sexo anal e oral. As bactérias associadas ao transtorno estão presentes nas membranas mucosas, por isso, a ejaculação não é necessária para a contaminação.  

A infecção também pode ser disseminada de mãe para filho no momento do parto. Filhos(as) de mulheres infectadas pela clamídia ainda podem contrair conjuntivite neonatal e até mesmo pneumonia. Por esse motivo, gestantes que sofrem com a enfermidade devem redobrar os cuidados e jamais deixar o acompanhamento médico de lado. Algumas pessoas acreditam que a clamídia pode ser transmitida por intermédio da transfusão sanguínea. Entretanto, isso não é verdade.

 

Clamídia na gravidez: quais são as possíveis complicações?

 

Grávidas infectadas pela clamídia estão mais suscetíveis a ter partos prematuros e abortos espontâneos. Além disso, a doença também pode ser transmitida para o bebê durante o parto. Veja outras possíveis consequências da infecção na gravidez: 

 

  • Inflamação na camada interna do útero;

  • Infecção pós-parto (caso a clamídia seja contraída durante a gestação);

  • Conjuntivite neonatal no bebê (se não for tratada, pode levar à cegueira);

  • Pneumonia no bebê;

 

Prevenção da clamídia: o que fazer para evitar a doença?

 

A forma mais segura de se proteger contra a clamídia é o uso da camisinha em todas as relações sexuais. O preservativo, tanto feminino quanto a masculino, deve ser usado durante todo o sexo, não apenas no momento da penetração.   

 

O tratamento da clamídia é feito com antibiótico prescrito por um médico

 

Clamídia tem cura. Com um tratamento apropriado, a bactéria responsável por provocar a infecção pode ser erradicada do organismo feminino. Geralmente, a melhor forma de tratar a IST é através do uso de antibióticos específicos, que só podem ser comprados com prescrição médica. Veja quais são as substâncias:

 

  • Azitromicina;

  • Doxiciclina;

  • Eritromicina;

  • Minociclina;

 

Para garantir a eficiência dos remédios, o ideal é não praticar relações sexuais durante o tratamento. Caso a mulher possua um(a) parceiro(a) fixo, ele(a) também deve ser tratado(a) para evitar uma nova contaminação. Afinal, os medicamentos não agem como uma vacina e, portanto, não garantem nenhum tipo de imunidade contra a doença. 

 

Gestantes infectadas pela bactéria causadora da doença devem fazer o acompanhamento pré-natal habitual e seguir à risca as orientações médicas, incluindo a realização de todos os exames prescritos dentro da data prevista.

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