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Cheiro da vagina: o que toda mulher precisa saber sobre isso

Cheiro da vagina: o que toda mulher precisa saber sobre isso

Já passou da hora de desconstruir os tabus em torno do cheiro natural da vagina. O odor vaginal é resultado de uma combinação de fatores, como a eliminação de secreções vaginais, o processo fisiológico de renovação celular e a transpiração das partes íntimas ao longo do dia. Esse cheiro na vagina é normal e não deve ser considerado desagradável ou anti-higiênico, por mais que existam muitas inverdades sobre esse tema.

 

A higiene íntima feminina feita cuidadosamente evita odores desagradáveis. No entanto, é preciso ficar atenta a infecções vaginais que podem ter o odor forte na vagina como principal sintoma.

 

A seguir, reunimos 6 curiosidades sobre o odor na vagina que vale à pena conhecer. Veja só:  

 

  1. O cheiro da vagina é uma característica comum a todas as mulheres

 

O cheiro da sua vagina não é igual ao cheiro de nenhuma outra. Assim como todas as pessoas têm odores corporais diferenciados, cada mulher tem um odor vaginal único. Esse cheiro vem das secreções vaginais, da transpiração e do processo de renovação celular da região e, por isso, é diferente para todas as mulheres. 

 

  1. O cheiro da vagina costuma mudar ao longo do ciclo menstrual

 

As alterações hormonais características do ciclo menstrual podem alterar o odor da vagina. Próximo à ovulação, por exemplo, os níveis de feromônio (um hormônio sexual) aumentam e é normal notar a vagina com cheiro forte e afrodisíaco. Antes e durante o período menstrual o cheiro vaginal também costuma ficar diferente.

 

  1. Cuidado com o uso excessivo de perfumes ou desodorantes íntimos

 

A essa altura do campeonato, você já deve ter entendido que ter um cheiro na vagina é normal e não deve ser motivo de vergonha. Mas, se mesmo assim, você quiser apostar em perfumes e desodorantes íntimos, a dica é: use com moderação. 

 

Esses produtos podem mascarar um possível mau cheiro nas partes íntimas que indique a presença de doenças e infecções vaginais. Ou seja, atrapalharia o diagnóstico e atrasaria o tratamento. Além disso, algumas fórmulas têm substâncias que podem causar alergias ou irritações. Por isso, dê preferência àqueles com a palavra “hipoalergênico” na embalagem. 

 

  1. Tanto a falta, quanto o excesso de higiene íntima podem causar mau cheiro vaginal

 

A higiene íntima feminina deve ser feita na medida certa: nem muito, nem pouco. Não higienizar ou higienizar excessivamente a região íntima pode alterar o pH vaginal e favorecer o surgimento de infecções associadas ao mau cheiro na vagina. 

 

O ideal é lavar a região íntima com um sabonete íntimo líquido de uma a duas vezes por dia. E lembre-se: concentre a limpeza na vulva (parte externa do órgão genital feminino). A vagina (parte interna) tem propriedades autolimpantes e não precisa - e nem deve - ser lavada internamente. 

 

  1. Relação sexual sem camisinha pode alterar o cheiro da vagina

 

O contato do sêmen com a vagina altera o pH da vagina e, por isso, pode modificar o cheiro vaginal. Além disso, por desequilibrar a flora vaginal, a relação sexual sem proteção favorece o desenvolvimento de infecções (sem contar nas IST’s) capazes de causar o cheiro ruim na vagina. Então, já sabe: use preservativo (masculino ou feminino) em todas as relações sexuais. 

 

  1. Junto com outros sintomas, o odor forte na vagina pode ser sinal de infecção


Se o cheiro forte nas áreas íntimas surgir acompanhado de coceira, ardência, vermelhidão e/ou inchaço na vulva, recomenda-se buscar uma avaliação médica. Nessas circunstâncias, o sintoma costuma ser indicativo de infecções vaginais como a candidíase, vaginose bacteriana e a tricomoníase (sendo essa última transmitida através da relação sexual sem proteção). O tratamento, geralmente, é feito por meio de medicamentos antibióticos ou antifúngicos.

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