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Candidíase é transmissível? Ginecologista tira dúvidas sobre a infecção vaginal

Candidíase é transmissível? Ginecologista tira dúvidas sobre a infecção vaginal

A candidíase é uma infecção vaginal muito comum na vida das mulheres. O problema é ocasionado pela proliferação do fungo Candida albicans, que também é encontrado na flora vaginal saudável, mas, se multiplica quando há um desequilíbrio no pH da vagina. Várias pessoas se perguntam se a candidíase é transmissível. Ao contrário do que muitos acreditam, a infecção não é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível). Porém, o uso da camisinha nas relações sexuais é indispensável, pois ela pode ser transmitida entre parceiros.

 

A região genital feminina possui características como umidade e calor, que tornam o ambiente muito mais propício para a multiplicação do fungo. Geralmente, o surgimento da candidíase é associado a problemas de imunidade baixa, uso de antibióticos e outros fatores que possam desequilibrar a flora vaginal.  

 

Entre os principais sintomas da candidíase feminina, podemos citar: coceira, secreção, surgimento de um corrimento esbranquiçado e espesso, incômodo ao urinar e desconforto ao praticar relações sexuais. Para tirar essa e outras dúvidas, conversamos com a ginecologista Livia Migowski para saber mais sobre a doença vaginal.  

 

O que é candidíase: saiba tudo sobre a infecção vaginal

 

A candidíase é uma infecção que acomete a região vaginal da mulher. É importante enfatizar que o fungo Candida albicans, responsável por provocar o problema, também está presente na flora vaginal saudável sem gerar sintomas. O verdadeiro problema acontece quando os microrganismos se multiplicam e ocasionam sintomas como corrimento branco, coceira, inflamação e, às vezes, ardência para urinar. Essa proliferação pode ser favorecida por diversos fatores, incluindo estresse, baixa imunidade, higiene inadequada, uso diário da calça jeans ou roupas que apertam e abafam a região íntima, ficar com biquínis e maiô úmidos por muito tempo e o uso prolongado de antibióticos.  

 

A candidíase é uma DST (Doença Sexualmente Transmissível)?  

 

Não! Segundo a Dra. Livia, “a candidíase não é uma DST, já que podemos encontrar esse fungo como parte da microbiota vaginal normal”. Assim como as mulheres, os homens também possuem a presença do fungo em seu organismo, portanto, a infecção é perfeitamente capaz de se manifestar sem nenhum tipo de contato sexual. Ainda assim, fique atenta: é possível transmitir a doença através da relação sexual sem camisinha.  Há quem acredite que a candidíase é transmissível pelo vaso sanitário, o que dificilmente irá acontecer.

 

Candidíase feminina pode ser transmitida para o homem? 

 

A infecção não é necessariamente transmissível sexualmente, mas pode, sim, ser disseminada através do sexo. Embora a incidência da doença seja menos comum entre os homens, é possível desenvolver o problema após se relacionar com uma parceira infectada.  

 

Vale ressaltar que alguns homens podem entrar em contato com o fungo e não desenvolver a doença. A anatomia genital masculina dificulta a reprodução do fungo. Entretanto, homens com prepúcio (aquela camadinha de pele extra que cobre a ponta do pênis) e com o sistema imunológico enfraquecido têm mais chances de contrair a infecção.   

 

Fatores de risco para candidíase

 

Na maioria das vezes, o surgimento da candidíase está associado ao desequilíbrio da flora vaginal. Gestantes e mulheres que se encontram com o sistema imunológico enfraquecido ou estão passando por algum tipo de tratamento com antibióticos estão mais suscetíveis a desenvolver a infecção. 

 

“Os principais fatores de risco são: imunodeficiência (pessoas com o sistema imune debilitado) e diabetes. Podemos citar outros, como: uso de roupas sintéticas e apertadas, verão ou lugares quentes e úmidos, estresse, uso de corticoides ou de antibióticos, obesidade e outros”, acrescenta a especialista. 

 

Além dos fatores já mencionados pela ginecologista, o sexo sem proteção também é um grande responsável por transmitir a doença. Essa forma de contágio existe porque o fungo consegue sobreviver em ambos os organismos (feminino e masculino). Por isso, jamais abra mão do uso da camisinha (preservativo) e, de preferência, espere o fim do tratamento para retomar a vida sexual. Até porque a região íntima costuma ficar sensibilizada devido à infecção e pode provocar alguns desconfortos durante o sexo.  

 

Candidíase: quais são os sintomas e a forma de tratamento?

 

Os principais sintomas da candidíase são: 

 

  • Coceira; 

  • Corrimento branco e espesso; 

  • Ardência ao urinar; 

  • Inflamação na vagina;

  • Desconforto durante a relação sexual; 

  • Inchaço; 

  • Vermelhidão; 

 

A boa notícia é que o tratamento para a candidíase vaginal é relativamente simples. Na maioria das vezes, ginecologistas recomendam o uso de medicamentos locais, como creme vaginal, e antifúngico via oral. Sem contar, é claro, na mudança dos hábitos que favorecem a infecção. 

 

Como prevenir a candidíase: evitar roupas justas e preferir calcinhas de algodão pode ajudar

 

Algumas medidas podem ser tomadas para tornar a região genital feminina um ambiente menos propício para a proliferação do fungo Candida. “A candidíase pode ser evitada com o uso de calcinha de algodão, evitando vestuários apertados e sintéticos, com um melhor controle da diabetes e procurando ter uma vida equilibrada e com uma boa alimentação”, aconselha a profissional. Veja as principais formas de se proteger da infecção: 

 

  • Fuja de roupas muito justas (calça jeans apertada, por exemplo); 

  • Evite umidade na região íntima; 

  • Invista em uma dieta equilibrada; 

  • Tenha bons hábitos de higiene íntima diariamente; 

  • Use preservativo em todas as relações sexuais; 

  • Evite duchas vaginais; 

  • Prefira calcinhas de algodão; 

  • Não use biquínis e maiôs molhados por muito tempo; 

  • Reforce a imunidade e diminua o estresse. 

 

Este artigo tem a contribuição do especialista: 

Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal 

CRM: 52.90682-4 

 

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