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Candidíase: 10 fatos esclarecedores sobre o corrimento vaginal

Candidíase: 10 fatos esclarecedores sobre o corrimento vaginal

A candidíase é uma infecção vaginal bastante comum entre as mulheres. A doença é provocada pela proliferação excessiva do fungo Candida albicans, que já está presente em pequenas quantidades na flora vaginal saudável. A multiplicação significativa desse microrganismo na região íntima feminina pode ser desencadeada pelo desequilíbrio do pH vaginal, causado por diversos fatores. O corrimento branco pastoso e abundante está entre os principais sintomas da candidíase e pode vir acompanhado de ardência ao urinar, coceira e inchaço na vagina.

 

Veja também: Sintomas da candidíase: aprenda a identificar a infecção vaginal

 

Entender quais hábitos têm a capacidade de favorecer ou evitar o desenvolvimento da condição é muito importante para prevenir a candidíase. Preparamos 10 fatos esclarecedores sobre a infecção vaginal. Confira!

 

1) Sistema imunológico enfraquecido favorece o aparecimento da candidíase

 

Quando a imunidade da mulher está enfraquecida, as chances de haver desequilíbrio da flora vaginal e, consequentemente, a proliferação excessiva do fungo responsável pela infecção são maiores. Uso de alguns medicamentos contínuos, diabetes descompensada e alimentação inadequada estão entre os possíveis responsáveis por essa queda na imunidade. Para evitar o problema, recomenda-se uma rotina de hábitos saudáveis e um acompanhamento médico regular. 

 

Veja também: Saiba como fortalecer a imunidade e evitar gripes, resfriados e infecções vaginais

 

2) A candidíase não é uma DST, mas pode ser transmitida sexualmente 

 

De fato, a candidíase não é considerada uma DST (Doenças Sexualmente Transmissível). Afinal, a infecção é provocada por um microorganismo que já habita a flora vaginal da mulher. Entretanto, é preciso estar ciente de que a candidíase pode, sim, ser transmitida através da relação sexual sem proteção. A Candida albicans é um fungo que atinge homens e mulheres. Portanto, fazer sexo com uma pessoa infectada pode ser o suficiente para ocasionar a doença. Ou seja, o uso da camisinha masculina ou feminina é indispensável em todas as relações sexuais não apenas para se proteger contra DST, como também para impedir o desenvolvimento da candidíase. 

 

3) Falta de higiene íntima ou higiene em excesso também está entre as causas da candidíase

 

Fazer a higiene íntima corretamente e com a frequência adequada (no máximo, duas vezes por dia) é essencial para se manter livre da candidíase. A limpeza da vulva deve ser realizada com um sabonete íntimo líquido e sem o uso de qualquer apetrecho, como esponjas agressivas ou duchas vaginais (esses objetos podem agredir ou diminuir as defesas naturais do organismo). 

 

Vale lembrar que, assim como a falta de higiene, o excesso também pode ser prejudicial à saúde da mulher. Lavar a vulva muitas vezes pode remover a mucosa protetora dessa região e desequilibrar o pH vaginal, favorecendo o aparecimento da candidíase e outras infecções. 

 

4) Calcinhas de tecido sintético abafam a região íntima e devem ser evitadas

 

O calor e umidade característicos da região íntima fazem com que a vagina seja um ambiente perfeito para o crescimento exacerbado de fungos e bactérias. Calcinhas de tecidos sintéticos, como a lycra, por exemplo, impedem a circulação de ar e elevam a temperatura do local. Por isso, aposte em calcinhas de algodão. Esse tipo de tecido permite que a área íntima da mulher respire e pode se mostrar um ótimo aliado contra a candidíase. 

 

5) Calças jeans apertadas também aumentam o calor e umidade na região íntima

 

Seguindo a mesma linha de raciocínio das calcinhas de tecido sintético, usar roupas e calças jeans muito justas também favorece o aparecimento da candidíase. Peças apertadas geram um aumento na temperatura e na umidade da região, especialmente em dias quentes, e propiciam a multiplicação excessiva do fungo Candida albicans. 

 

6) Passar muito tempo com o biquíni molhado favorece a proliferação do fungo causador da candidíase 

 

Você já ter ouvido esse conselho da sua mãe ou do(a) próprio(a) ginecologista: nunca use um biquíni ou maiô molhado por muito tempo. A recomendação está corretíssima e não deve ser ignorada, ok? Ao sair do mar ou da piscina, troque a roupa de banho por uma calcinha seca. Dessa forma, você não mantém a região íntima úmida e corre menos riscos de desenvolver um quadro de candidíase.

 

7) Excesso de açúcar na alimentação pode piorar o quadro da candidíase

 

Alguns alimentos podem intensificar o processo de proliferação do fungo causador da candidíase. Mulheres que sofrem com a candidíase recorrente devem estar ainda mais atentas à alimentação. O açúcar é considerado um inimigo da infecção vaginal, pois a glicose serve como uma espécie de combustível para a multiplicação do microrganismo, portanto, tenha cautela ao consumir. No geral, o mais indicado é não abusar de doces, carboidratos, bebidas fermentadas e frutas ácidas (que podem interferir no pH vaginal). 

 

8) Trocar o absorvente com frequência é muito importante para manter a saúde vaginal em dia

 

Fazer a troca do absorvente dentro de um intervalo de tempo adequado é fundamental. O contato prolongado da vulva com a menstruação pode alterar o pH da região. Por isso, passar muitas horas com o mesmo absorvente não é nada saudável e ajuda no desenvolvimento da candidíase. Vale lembrar que essa frequência de troca vai depender, principalmente, do fluxo menstrual da mulher. Portanto, observe o padrão do seu ciclo menstrual para chegar à rotina mais adequada para as suas necessidades.

 

9) O estresse diminui a imunidade e favorece o surgimento da candidíase 

 

Lembra como a imunidade baixa pode favorecer o crescimento do fungo responsável pela candidíase? Então! O estresse têm influência direta no sistema imunológico e, por essa razão, também incentiva o desenvolvimento da infecção vaginal. Tente relaxar sempre que possível e fuja de sentimentos como estresse e ansiedade. Exercícios físicos liberam endorfina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar e prazer, e podem te ajudar nessa tarefa. 

 

10) Tratamentos caseiros para candidíase não são recomendados por ginecologistas

 

A internet está cheia de receitas caseiras e fórmulas milagrosas para acabar com a candidíase. Porém, ginecologistas não recomendam esse tipo de tratamento. Utilizar soluções caseiras pode agravar ainda mais a situação. Portanto, ao notar a presença de quaisquer sintomas, procure um médico especializado. A candidíase é tratada com medicamentos fungicidas, que podem ser em forma de pomadas, cremes e até comprimidos via oral.

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