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Câncer no colo do útero: como se desenvolve, sintomas e tratamento

Câncer no colo do útero: como se desenvolve, sintomas e tratamento

O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) é uma doença de evolução lenta que pode ser descoberta em seus estágios iniciais através de exames de rotina, como o exame papanicolau (popularmente conhecido como exame preventivo). O transtorno, que tende a acometer mulheres acima dos 25 anos de idade, é comumente associado à infecção pelo vírus HPV. No entanto, outras condições como início precoce da vida sexual, tabagismo e presença de doenças imunossupressoras também são consideradas fatores de risco para o câncer no colo do útero.

 

Veja também: Colo do útero: 6 fatos que você precisa conhecer sobre ele

 

Os sintomas de câncer de colo do útero e o seu tratamento dependem do estágio da doença. Veja mais detalhes a seguir. 

 

Câncer do colo do útero: o que causa?

 

A principal causa associada ao desenvolvimento do câncer de colo do útero é a infecção persistente do papilomavírus humano (HPV). A melhor forma de prevenção é utilizar camisinha (feminina ou masculina) em todas as relações sexuais. Vale ressaltar que, embora existam mais de 100 tipos diferentes do vírus HPV, apenas alguns têm potencial oncogênico e estão ligados ao câncer de colo do útero. São os seguintes: 

 

  • Tipos de HPV de alto risco: 16, 18, 45 e 56;

  • Tipos de HPV de risco intermediário: 31, 33, 35, 51 e 52;

  • Tipos de HPV de baixo risco: 6, 11, 41, 42 e 44;

 

Além disso, outros fatores são considerados de risco e podem ter relação com o aparecimento do câncer de colo do útero. Tais como o início precoce da atividade sexual, tabagismo, imunidade baixa e uso prolongado da pílula anticoncepcional. 

 

De acordo com o National Institute of Health (principal órgão de Saúde dos Estados Unidos), o risco de desenvolver um câncer de colo do útero é 10% maior em quem faz uso da pílula anticoncepcional por até 5 anos e 60% maior em mulheres que utilizam o método contraceptivo hormonal em 5 e 9 anos. As chances dobram para pacientes que usam a pílula há 10 anos ou mais. A boa notícia é que o risco volta a diminuir após parar de tomar anticoncepcional. 

 

Câncer de colo do útero: sintomas incluem sangramentos irregulares e corrimento vaginal

 

Os sintomas do câncer de colo do útero variam de acordo com o estágio da doença. Na sua fase inicial, ele pode até mesmo não apresentar não apresentar nenhum sintoma significativo. Nos casos mais avançados, as manifestações mais comuns são: 

 

  • Sangramento vaginal irregular (em especial, após as relações sexuais);

  • Corrimento vaginal amarelado, que pode ter odor desagradável;

  • Dor no baixo ventre; 

  • Dor na região lombar;

  • Anemia;

  • Alterações urinárias e intestinais;

  • Massa palpável no colo do útero; 

  • Perda de apetite e peso;

 

Câncer de colo do útero tem tratamento 

 

O tumor pode levar alguns anos para se tornar maligno. Antes disso, ele passa por uma fase de pré-malignidade, conhecida como NIC (Neoplasia Intraepitelial Cervical), que é classificada de acordo com a gravidade do caso: graus I, II, III e IV.  

 

Quando o diagnóstico identifica lesões precursoras do câncer, que ainda se limitam ao colo do útero e não são consideradas malignas, a doença tem grandes chances de cura. Nestas circunstâncias, o tratamento pode ser feito através de uma eletrocirurgia. 

 

Por essa e outras razões, é importantíssimo fazer o exame preventivo (ou papanicolau) com a frequência recomendada pelos ginecologistas. O exame deve ser realizado por todas as mulheres entre 25 a 64 anos de idade que já tenham a vida sexual ativa. Inicialmente, ele deve ser feito uma vez a cada ano. Após dois exames consecutivos com resultados normais, o intervalo indicado passa a ser de três anos. 

 

Em casos de malignidade, o câncer de colo do útero pode ser tratado por meio de procedimentos cirúrgicos, radioterapia, quimioterapia e/ou braquiterapia. A melhor abordagem deve ser determinada pelo(a) médico(a) e costuma ser definida com base em alguns fatores, como o estágio de evolução da doença, a idade da paciente e o desejo (ou não) de ter filhos no futuro.

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