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HPV: o que é? Veja causas, sintomas e tratamentos

HPV: o que é? Veja causas, sintomas e tratamentos

O HPV é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) que pode acontecer em homens e mulheres de todas as idades. Por isso, é muito importante entender quais são as causas, os sintomas e o tratamento da doença que é sinônimo de pesadelos para muita gente.

 

Veja também: HPV: 9 informações que você precisa saber sobre a DST

 

Felizmente, a infecção tem cura e, se tratada desde o início, dificilmente evolui para algo mais grave, como um câncer. Diferente do vírus Herpes, por exemplo, o HPV pode ser completamente eliminado do organismo. Quer saber mais detalhes sobre a DST? Confira: 

 

HPV (Papilomavírus Humano): o que é? 

 

A sigla HPV vem do inglês e significa Papilomavírus Humano. O vírus, que pertence à família dos Papovaviridiae, pode ser de vários tipos e é transmitido pelo contato com a pele e/ou mucosas (oral, genital e anal). Sua principal forma de contágio é através da relação sexual sem proteção. A boa notícia é que mais de 90% das pessoas que entram em contato com o HPV conseguem eliminá-lo naturalmente sem nenhuma manifestação clínica.  

 

Veja também: HPV: saiba quais são as causas e como evitar essa doença sexualmente transmissível

 

HPV e câncer: qual é a relação? 

 

Uma das grandes preocupações de quem é infectado pelo HPV é o risco de desenvolver um câncer. Isso porque, nos casos em que o vírus não é devidamente diagnosticado e tratado, os sintomas podem acabar evoluindo e se tornando um problema oncológico. Quando associadas ao HPV, algumas partes do corpo estão mais sujeitas a desenvolver a doença, incluindo: colo do útero, vagina, vulva, ânus, orofaringe, boca e pênis, no caso dos homens.  

 

Entretanto, é importante entender que o surgimento de um câncer não acontece de uma hora para outra! Existem vários tipos de HPV e, entre os já identificados, apenas 14 podem causar lesões precursoras do câncer. É muito importante estar sempre atenta aos sinais do seu corpo e, uma vez que a infecção estiver confirmada, seguir à risca o tratamento indicado pelo(a) médico(a).  

 

Além dos cuidados básicos, alguns fatores podem alterar a resposta imunológica do organismo e favorecer o risco de câncer em pessoas infectadas pelo HPV. Saiba quais são: 

 

•  Múltiplas gestações; 
 

•  Uso de contraceptivos orais de alta dosagem por tempo prolongado; 


•  Tabagismo; 


• Infecção pelo HIV;  


• Tratamento com quimioterapia, radioterapia e/ou imunossupressores; 


• Presença de outras infecções, como herpes e clamídia. 

 

Como posso contrair HPV? Saiba as formas de transmissão

 

O HPV é considerado uma DST (Infecção Sexualmente Transmissível) porque até 98% das transmissões da doença são consequência do contato sexual. Porém, é importante enfatizar que a contaminação pode acontecer mesmo sem a troca de fluidos. Basta o contato do pênis com a vagina, por exemplo, para que a pessoa se torne exposta à doença. Portanto, o uso do preservativo é indispensável, mesmo quando não há o risco de gravidez.  

 

Veja também: Camisinha feminina: entenda como esse produto te protege de DSTs

 

Outras formas de contaminação, embora mais raras, não devem ser descartadas. Como, por exemplo, o compartilhamento de roupas íntimas, o contato com as verrugas da pele e a transmissão vertical (da mãe para o feto), que também podem ser responsáveis pela propagação do vírus HPV.  

 

Pessoas com uma vida sexual ativa devem tomar bastante cuidado com essa e outras infecções transmitidas pelo contato íntimo. Para isso, é muito importante conhecer os fatores de risco e saber como evitá-los. Confira alguns dos principais: 

 

• Sexo sem proteção;

• Múltiplos parceiros; 


• Vida sexual precoce; 


• Desprezar exames de rotina; 


• Problemas no sistema imunológico. 

 

Veja também: Saiba como fortalecer a imunidade e evitar gripes, resfriados e infecções vaginais

 

Sintomas do HPV: verrugas, manchinhas e possíveis coceiras 

 

O HPV pode se manifestar de diferentes maneiras, mas, na maioria das vezes, os primeiros indícios aparecem na região genital da pessoa infectada. No caso das mulheres, é comum o aparecimento de lesões na vulva, na vagina e no colo do útero. Além disso, partes do corpo como ânus, garganta, boca, pés e mãos também podem ser atingidas.  

 

A lesão clínica mais associada ao vírus HPV é o surgimento de verrugas, que podem ser únicas ou em grande quantidade, de tamanhos e formas variados. Manchinhas brancas e/ou acastanhadas também podem indicar a presença da infecção. Em alguns casos, é possível que os ferimentos provoquem coceira no local.  

 

Veja também: Fique atenta: sintomas que podem representar uma DST na mulher

 

HPV: como diagnosticar? 

 

Muita gente não sabe, mas os sintomas do HPV podem demorar até 20 anos para se manifestar! Por isso, é praticamente impossível dizer com exatidão como ou quando a pessoa foi infectada pelo vírus. O mais comum é que a doença seja descoberta através de algum exame de rotina, como o preventivo, no caso das mulheres. 
 

Quando uma lesão é encontrada, o próximo passo é fazer uma biópsia de parte do tecido. Alguns testes, como o PCR (que mede a dosagem da proteína C reativa), conseguem disponibilizar informações como o tipo de HPV e se o vírus é ou não oncogênico, ou seja, pode ser tornar um câncer.   
 

Além disso, existem testes genéticos que também são capazes de detectar a presença da infecção no organismo. O exame, mais conhecido como teste do HPV, costuma ser recomendado para mulheres acima de 30 anos de idade. Nesta fase da vida, a mulher já teve a chance de eliminar os vírus possivelmente adquiridos no início de sua trajetória sexual. 

 

Veja também: Vacina para HPV: quando tomar?

 

HPV tem cura? Entenda como é o tratamento! 

 

Sim, o vírus do HPV tem cura! O tratamento mais indicado para a condição vai depender do tipo de vírus e do nível de gravidade da infecção. As soluções costumam variar entre: 

•  Uso de cremes – quando as lesões são pequenas e se localizam na parte externa do órgão genital, é provável que o(a) médico(a) indique o uso de cremes e ácidos. Produtos que melhoram a imunidade local também são uma boa opção, embora sejam usados por um período de tempo maior.  


•  Retirada da lesão - uma boa alternativa é retirar a lesão através da cauterização a laser. Outras formas de realizar essa retirada são a crioterapia (com gelo seco), cauterização com ácidos e o uso de radiofrequência. 

 

Além disso, o parceiro ou parceira sexual da pessoa infectada também deve fazer uma visitinha ao consultório médico para descartar (ou confirmar) uma possível contaminação por contato.  

 

E se o HPV não se manifestar? 

 

É possível que o os sintomas do HPV não se manifestem. Ainda assim, os pacientes devem redobrar alguns cuidados específicos e sempre manter o acompanhamento médico em dia. Para isso, é necessário fazer os exames de rotina com mais frequência e prezar por hábitos saudáveis, como não fumar, ter uma alimentação equilibrada e usar preservativo durante o sexo. Vale lembrar que cerca de 90% das pessoas infectadas com o vírus do HPV conseguem alcançar a cura completa.  

 

Prevenção do HPV: vacina e camisinha 

 

A cada dia que passa, a medicina descobre novas maneiras de prevenir algumas doenças. Felizmente, com o HPV, não foi diferente! A vacina que previne a infecção pelo vírus foi lançada recentemente e, na verdade, pode ser encontrada em dois modelos diferentes: 

 

• Vacina quadrivalente – protege contra o HPV dos tipos 6, 11, 16 e 18; 


• Vacina bivalente – protege contra o HPV dos tipos 16 e 18. 


A vacina quadrivalente é distribuída gratuitamente pelo SUS para algumas pessoas, incluindo: 

 

• Meninas de 9 a 14 anos; 


• Meninos de 11 a 14 anos; 


• Pessoas infectadas pelo vírus HIV; 


• Pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos. 

 

O uso do preservativo também é uma ótima forma (se não a mais indicada) de se proteger contra o HPV e não deve ser deixado de lado. A camisinha feminina, inclusive, é uma ótima aliada contra a infecção. Portanto, mantenha sempre em mente: sexo seguro previne inúmeras doenças, além de uma gravidez indesejada.

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