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5 curiosidades sobre o canal vaginal

5 curiosidades sobre o canal vaginal

“O que é canal vaginal?", “É normal sentir coceira no canal vaginal?”, “Qual o tamanho do canal vaginal?”. São muitas as perguntas sobre o assunto e que, infelizmente, muitas ainda têm vergonha de perguntar abertamente. Gerações marcadas por tabu e falta de educação sexual deixaram uma série de desinformações que precisam ser combatidas até hoje. Um exemplo de algo que ainda gera muitas dúvidas é a anatomia do aparelho genital feminino. Muitas pessoas usam o nome ''vagina'' para se referir ao todo, mas, na verdade, vagina é apenas o órgão interno que dá início ao canal vaginal. A região externa é a vulva, que é composta pelos pequenos e grandes lábios.

 

Veja também: É verdade que a vagina faz autolimpeza?

 

Agora que você está melhor situada, continue a leitura para saber mais sobre qual o tamanho do canal vaginal, como é o canal vaginal e outras curiosidades sobre esse órgão tão fascinante!

 

  1. A excitação expande o canal vaginal em até 200%

 

Cada vagina é única e o tamanho do canal vaginal varia de mulher para mulher. Em média, o canal da vagina, que liga a entrada da vagina até o colo do útero, tem 8 centímetros de profundidade. Mas o mais interessante é o poder de expansão. A vagina é muito elástica, e quando a mulher está excitada, o canal vaginal pode aumentar em até 200% de tamanho, ficando com aproximadamente 16 centímetros. 

 

  1. O clitóris tem contato direto com as paredes da vagina

 

Muitas pessoas ainda acham que o clitóris é apenas a ''pontinha'' que aparece no topo da vulva. A boa notícia é que esse órgão, que existe única e exclusivamente para o prazer, é muito maior do que se vê! O clitóris e suas 8 mil terminações nervosas se estendem por cerca de 10 centímetros que acompanham as paredes do canal vaginal. 

 

Na prática, isso significa que o orgasmo vaginal, que pode ser atingido via penetração, também é um orgasmo clitoriano. O tão famoso e questionado ponto G não passa de uma região do canal da vagina que tem contato direto com o clitóris. O ''corpo'' do clitóris é envolto por um tecido erétil que incha de sangue com a excitação, aumenta a lubrificação no canal vaginal e potencializa o estímulo e a sensibilidade.  

 

  1. O canal vaginal é autolimpante

 

Não há tecnologia de ponta que substitua o sistema autolimpante do canal vaginal. Não é incrível que o corpo tenha esse poder? A flora vaginal é composta por lactobacilos que têm a função de manter a acidez do pH e matar os fungos e bactérias nocivas. É claro que ter uma boa higiene íntima continua sendo essencial, mas o sabonete deve ser usado apenas na vulva, que é a parte externa. E ainda assim, o produto precisa ter uma fórmula com pH ácido igual o da vagina para não desequilibrar a flora. 

 

Já as duchas, que bombeiam água para dentro do canal da vagina, são totalmente contraindicadas. Elas não limpam, apenas botam a saúde íntima em risco ao levar os microorganismos danosos para o fundo do canal vaginal. A flora desarranjada é um dos principais causadores de doenças e infecções. Ao notar sintomas como fortes odores, ardência e coceira no canal vaginal ou na vulva, procure um ginecologista.

 

  1. Os músculos da vagina também podem ser exercitados

 

A popularização do pompoarismo é mais uma vitória do empoderamento feminino! A técnica de exercícios trabalha os músculos da vagina, períneo e assoalho pélvico com movimentos de contração que podem ser feitos com ou sem ferramentas específicas. O fortalecimento da musculatura do canal vaginal ajuda no autoconhecimento sexual e potencializa os orgasmos com penetração. Sabemos que os benefícios são tentadores e a vontade é começar a praticar já, mas é importante ter o acompanhamento de uma profissional especializada, principalmente em mulheres que experienciam dor no canal vaginal.

 

  1. A vagina se comunica com você através dos fluidos


Por falar em autoconhecimento, uma forma de ler os sinais que o próprio corpo emite é sabendo identificar os diferentes tipos de fluidos cervicais. Popularmente conhecido como corrimento, o muco cervical sofre alterações na cor, textura, volume e odor de acordo com as fases do ciclo menstrual - pode ficar mais translúcido ou mais esbranquiçado, mais espesso ou mais líquido, por exemplo. Entender esse processo não apenas promove um contato com o seu organismo, mas também te prepara para saber identificar quando algo está errado e é hora de procurar um ginecologista.

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