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Menstruação

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Os perigos do excesso de remédio para cólicas. Ginecologista comenta sobre o uso consciente destes medicamentos

A cólica é um incômodo que atinge meninas e mulheres de todas as idades após a primeira menstruação. O sintoma pode surgir em diferentes graus e, por isso, requer avaliação médica para que o profissional possa investigar se a dor está associada a algum problema ou pode ser resolvida com medicamentos mais leves. Por ser um sintoma rotineiro na vida das mulheres, a automedicação acaba se tornando comum. Quem nunca pediu um remédio de cólica para a amiga? A ginecologista Fernanda Mauro comenta sobre o perigo do excesso de remédios para cólica.


Por que o excesso de remédio para cólicas é considerado ruim?

 

Todo remédio em excesso pode trazer efeitos colaterais para o organismo. De acordo com a ginecologista Fernanda Mauro, “analgésicos leves como escopolamina e dipirona podem ser usados ao longo do período menstrual (5 - 7 dias) sem muito prejuízo”. No entanto, o excesso pode causar náusea e constipação. Anti-inflamatórios, muitas vezes utilizados para dor de cabeça na TPM, não são indicados para uso prolongado pelo risco de distúrbios no estômago e modificação do funcionamento intestinal.

 

Qual é a forma correta de utilizá-lo?

 

“Caso sabidamente a paciente tenha cólicas menstruais intensas, vale tomar no início da dor, nunca deixar a dor chegar no auge para começar a medicação, recomenda. Para a médica, o analgésico pode ser utilizado de 6/6 horas em caso de dor. Já o anti-inflamatório, depende do composto. “Pode ser 12/12 ou 8/8 e não se estender por mais de 5 dias por conta dos efeitos colaterais”, alerta. É muito importante consultar seu ginecologista antes de escolher o remédio que irá utilizar.

 

Segundo a especialista, a avaliação do médico também pode ajudar a descobrir se a cólica menstrual intensa, principalmente se o remédio não estiver conseguindo resolver, está associada a algum problema mais sério ou se apenas medicação resolve o problema da paciente. 
 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

Menstruar é saudável! Entenda por que este processo é importante para o seu corpo

O período do sangramento pode ser um processo difícil. Ter que lidar com todas as alterações hormonais que mexem com o físico e emocional é uma tarefa mensal. Nesses dias, tudo que desejamos é ficar quietinha no canto até que todos esses processos passem. Por mais que há quem pense que o ciclo faz mal a você, a verdade é que menstruar é saudável. E aceitar isso é a forma mais simples de saber lidar melhor com tudo isso - ou ao menos tentar. A ginecologista e obstetra Paula Bortolai explica como que o processo menstrual é importante para o corpo da mulher. Confira!

 

Saiba quando sua menstruação está saudável

 

As características de uma menstruação saudável podem variar de mulher para mulher. Mas, em comum, segunda a Dra. Paula, ela “ocorre com intervalos regulares (normalmente 28 dias), com fluxo menstrual normal (30 a 80 ml) e duração média de 4-5 dias”, cita. A cólica também, por incrível que pareça, é um sintoma comum na menstruação saudável. Apenas em casos de muita dor que ela deve ser analisada com mais calma por um profissional.

 

O que é a menstruação?

 

A menstruação consiste na descamação da camada interna do útero que foi estimulada pelos estrogênios e recebeu as modificações preparatórias para gestação da progesterona. Quando a gestação não ocorre, esta camada se rompe e sangra”, explica a médica. Em outras palavras, o sangramento representa o óvulo que não foi fecundado para uma possível gravidez. E, então, o corpo elimina esses restos por meio da menstruação.

 

Menstruar é saudável!

 

A menstruação é um sinal de uma saúde boa! Ela faz parte da vida de todas as mulheres e é uma reação que todo corpo feminino apresenta. “Demonstra o bom funcionamento do útero, ovário e dos hormônios reguladores do ciclo menstrual”, confirma Paula.

 

Existem formas de evitá-la?

 

Sim! Existem métodos com os quais se torna possível controlar os dias de sangramento, ou ainda evitá-lo por completo. Paula explica: “Temos métodos seguros para fazer a mulher menstruar quando desejar (por exemplo, as pílulas com pausa intermitente), ou não menstruar, se assim for melhor para o seu dia a dia”, explica. Mas, para isso, é muito importante ser consultada por um profissional ginecologista. Somente ele pode recomendar pílulas anticoncepcionais e determinar qual que vai ter um melhor funcionamento direcionado ao seu corpo e suas peculiaridades. A automedicação é sempre contraindicada.

 

Quando procurar um ginecologista?
 

O ideal é fazer consultas de rotina de 6 em 6 meses com um ginecologista que já conhece seu corpo e o funcionamento dele. Procure-o quando acontecer qualquer mudança em sua menstruação regular e quando quiser tirar dúvidas. Também é importante ir ao médico na menarca, ou seja, na primeira vez em que há sangramento no corpo de uma mulher e inicia-se o ciclo e a vida menstrual.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

Dor de cabeça na TPM é comum?

Pior que a TPM só os efeitos que ela traz! Ninguém merece ter que esperar a menstruação chegar e ainda sofrer por isso. É dor de cabeça, estresse, cansaço e emoções para todos os lados. Fala para gente, quem aqui já quis muito deitar na cama e esperar tudo passar?





E quem já descontou no maravilhoso chocolate?





Chorar por tudo? Quem? Eu?



Tudo isso é normal e, na maioria dos casos, não tem com que você se preocupar. A TPM, ou tensão pré-menstrual, é um grupo de sintomas que representam exatamente esse momento que mulheres, também conhecidas como divas poderosas, têm que passar. Nenhuma está livre, acredite! Entre esses sintomas está a dor de cabeça como um dos sintomas mais comuns da TPM. Confira nossa conversa com a ginecologista Fernanda Mauro para tirar todas as dúvidas.
 

Por que tenho dor de cabeça na TPM?
 

A cefaleia, nome médico para a dor de cabeça, durante o período antes da menstruação está relacionada às loucuras hormonais desse período. O estrogênio é um dos hormônios que apresenta uma queda drástica. Por ele ser responsável também pelos níveis de alguns neurotransmissores (substâncias comunicadoras com os neurônios), sua queda afeta o humor e o comportamento das mulheres, como o prazer ou a disposição. É basicamente por isso que temos dores de cabeça.

 

Não sabe quais remédios tomar?
 

Chega de sofrer! Hoje em dia, existem remédios para tudo e isso pode até confundir o consumidor. Por isso, Fernanda recomenda o uso de analgésicos comuns como dipirona, paracetamol e anti-inflamatórios. O tratamento vai aliviar os sintomas e deve ser iniciado um pouco antes da menstruação chegar. A ginecologista lembra: “Algumas pacientes se beneficiam com o uso de anticoncepcionais. Determinados tipos deles costumam diminuir os sintomas pré-menstruais”. Se o seu caso for de dores constantes e extremas, consulte um profissional ginecologista para saber mais a respeito dos anticoncepcionais e seus benefícios.

 

Quando a dor de cabeça para?
 

Dra. Fernanda alerta que a dor de cabeça pode começar alguns dias antes da menstruação, podendo ser leve ou moderada. “Ela costuma desaparecer com o retorno da elevação dos hormônios, logo após a menstruação”, explica. Por isso, durante a TPM ou a menstruação, o normal é tomar os remédios recomendados que os sintomas logo desaparecem.

 

Devo procurar um médico?
 

Nos casos que a dor de cabeça não passa de jeito nenhum, o mais recomendado é procurar um médico. “Caso seja incapacitante, vale a pena procurar um especialista para saber se não tem algo associado, como cefaleia tensional ou enxaqueca”, diz a ginecologista. Certifique-se de que você está saudável, procurar ajuda médica nunca é demais.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

O anticoncepcional pode regular uma menstruação desregulada?

Para começar a tomar o anticoncepcional é essencial ir ao ginecologista, fazer os exames ideais e descobrir qual é a melhor para o seu caso. Diferente do que muitas garotas relacionam, o método não é apenas para evitar a gravidez indesejada. A pílula anticoncepcional pode, por exemplo, ser indicado como tratamento de doença, como a síndrome do ovário policístico. Pensando nisso, é verdade que o item também pode regular a menstruação que é desregulada? Conversamos com o ginecologista Dr. Ricardo Diniz sobre o assunto, entenda!

 

É verdade que o anticoncepcional pode regular a menstruação desregulada?

 

Segundo os esclarecimentos do médico, na grande maioria das vezes a pílula anticoncepcional é capaz de regular a menstruação da paciente. Dessa maneira, é possível compreender a importância de se consultar com o ginecologista, para que tenha uma avaliação correta do quadro e seja indicado sobre a melhor opção. “O mais importante é a utilização da pílula correta para o seu perfil”, orienta ele.  Além disso, outros fatores também são levados em consideração, como tabagismo e casos de trombose, para mensurar as possíveis contradições.

 

É possível que a paciente pare de menstruar ao usar a pílula anticoncepcional?

 

Assim como explica Dr. Ricardo, episódios como este vão depender do tipo de pílula utilizada pela paciente. “Por exemplo, pílulas a base de progesterona tendem a fazer a paciente apresentar ciclos amenorreicos, ou seja, sem menstruação”, destaca. Com outras opções, como o uso sem pausas entre as cartelas de algumas pílulas combinadas, que são compostas por estrógeno e progesterona, também é comum apresentar esse efeito.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Ricardo Barbosa Diniz – Coordenador do serviço de Ginecologia e Obstetrícia e Diretor Clínico do Hospital América de Mauá
CRM: 83689

É verdade que absorvente interno causa cólica? Tiramos essa dúvida com uma ginecologista!

A cólica é um dos sintomas mais incômodos para as mulheres, embora ela faça parte de um processo natural do corpo feminino, que é a contração do útero para expulsar o endométrio e formar a menstruação. Durante o período menstrual, algumas meninas que tendem a sentir mais cólica naqueles dias ainda têm receio de usar absorvente interno com medo de piorar a situação. Mas, afinal, é verdade que o absorvente de uso interno pode causar essa dor? Consultamos uma ginecologista para esclarecer essa dúvida!

 

Absorvente interno pode causar ou aumentar a cólica?

 

Muitas mulheres ainda têm receio em usar o absorvente interno com medo que ele possa causar ou piorar a cólica menstrual. Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, não há risco deste item de higiene íntima causar a temida cólica. “Ao ser inserido, ele fica localizado na vagina apenas absorvendo o sangue que é expulso pelo útero, órgão que é o gerador das cólicas menstruais”, explica. Um cuidado importante, segundo os médicos, é não introduzir o absorvente profundamente, de modo que possa encostar no útero.

 

Sentir incômodo com o absorvente interno, sobretudo, é uma forma de verificar se você está colocando-o corretamente. Quando o absorvente interno está no lugar certo, você nem sente a presença dele em sua vagina. Se há dor, provavelmente a introdução não foi feita de forma correta.

 

Saiba como colocar o absorvente interno do jeito certo!

 

1) Com as mãos limpas, retire a parte de baixo do plástico protetor do absorvente interno puxando a fita colorida central;
 

2) Estique o cordão azul e comprove sua resistência;
 

3) Gire o cordão em movimentos circulares para abrir a base do absorvente interno;
 

4) Assim que a base estiver mais aberta, encaixe seu dedo indicador nela;
 

5) Com o dedo indicador já encaixado na base do absorvente interno, remova a parte de cima do plástico protetor.

 

Na hora de introduzir o absorvente interno, a dica é encontrar uma posição em que você possa ficar relaxada. Uma alternativa é que você fique de pé, com uma perna apoiada em um lugar mais alto, com as pernas separadas e flexionadas; ou então sentada, com os joelhos separados.
 

6) Com a mão que está livre, abra delicadamente os lábios da vagina, colocando a ponta do absorvente interno na abertura;
 

7) Bem relaxada, empurre o produto devagar até a vagina, usando todo o comprimento do dedo indicador.
 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista

CRM: 102706-SP

Tomar pílula anticoncepcional de forma contínua por um tempo pode alterar meu fluxo menstrual?

A pílula anticoncepcional é o método contraceptivo hormonal mais popular no Brasil. O baixo custo, fácil acesso e administração faz com que esse medicamento seja o mais indicado pelos médicos para prevenir a gravidez indesejada. No entanto, além de atuar na prevenção, a pílula também é o recurso utilizado por mulheres que desejam parar de menstruar ou reduzir o fluxo menstrual e sintomas da TPM. De acordo com os ginecologistas, não há nenhuma evidência que não menstruar prejudique a saúde da mulher. Mas, como será que a pílula utilizada de forma contínua altera o fluxo menstrual? Tiramos essa dúvida com um especialista em ginecologia.


 

Entendendo a pílula contínua

 

A pílula utilizada de forma contínua não é diferente da pílula usada com pausa, ambas possuem o mesmo objetivo, que é bloquear a ovulação. Ao usar a cartela sem pausa, o sangramento que deveria ocorrer neste intervalo não irá mais acontecer. Em alguns casos, a mulher pode ter pequenos escapes que não representam o fluxo menstrual.  

 

É importante saber que para cada mulher existe um tipo mais adequado e isto deve ser avaliado junto ao ginecologista. Algumas pílulas possuem 21 e outras 28 comprimidos. As mais conhecidas são composta por estrógeno e progesterona (pílula combinada), mas também há a pílula que contém somente progestogênio, normalmente indicada para mulheres que estão amamentando ou possuem restrição ao estrogênio.

 

Cada paciente recebe uma indicação de pílula de  acordo com seu perfil

 

Segundo o ginecologista, cada pílula possui uma indicação de uso. Existem várias composições de pílulas no mercado e a indicação delas pelo profissional dependerá muito do perfil de cada paciente. “Temos pacientes que desejam ter um ciclo menstrual previsível, outras que preferem não menstruar, pacientes portadoras de ovários policísticos e as que estão amamentando. Para cada perfil de paciente teremos um tipo de pílula”, explica o médico.

 

Converse com seu ginecologista!

 

Antes de começar a usar a pílula de forma contínua, converse com seu ginecologista sobre o desejo de parar de menstruar. Após a conversa, ele poderá prescrever a medicação correta (anticoncepcional via oral) e você deve fazer uso de acordo com as orientações recebidas por ele.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Ricardo Barbosa Diniz – Coordenador do serviço de Ginecologia e Obstetrícia e Diretor Clínico do Hospital América de Mauá
CRM: 83689

Menstruação e escapes: qual é a diferença entre esses sangramentos?

Já apareceu algum sangramento leve na sua calcinha fora do período menstrual? Isto é o que os ginecologistas chamam de escape. Apesar de muitas vezes confundido com uma menstrual fraca, o escape não tem relação com o fluxo menstrual e pode ter diversas causas. Nem sempre significa algum problema. Em geral, pode estar relacionado com métodos contraceptivos hormonais, mas é necessário ficar alerta sempre!


 

Escape é a o mesmo que menstruação?

 

“Escape são sangramentos em pequena quantidade, fora do período menstrual. Geralmente duram no máximo dois, três dias, e o sangramento geralmente não é vermelho vivo, tem uma cor mais acastanhada”, explica a ginecologista Amanda Volpato.  

 

Quando o escape acontece? Pode ser sinal de algum problema?

 

Segundo a médica, o escape pode acontecer principalmente por alterações hormonais causadas durante o uso de pílula anticoncepcional ou devido ao uso do DIU hormonal. Neste caso, não é necessário se preocupar. Ter sangramentos leves quando se usa anticoncepcional é comum e não significa que a medicação esteja fraca. Porém, se persistir por vários meses pode ser necessário trocar a pílula. Converse com seu ginecologista para avaliar a necessidade.

 

Para a especialista, algumas mulheres apresentam escapes durante a nidação do embrião, ou seja, durante a fase de implantação do embrião no útero, indicando uma gravidez (geralmente 2 ou 3 dias depois da relação sem proteção). Em caso de suspeita de gestação, o ideal é esperar um atraso menstrual superior a 15 dias para então fazer o exame de sangue.

 

Miomas e pólipos endometriais também podem ser a causa do sangramento leve, por isso, fique alerta: sempre na presença desses tipos de sangramento é indicado procurar seu ginecologista!

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Amanda Volpato Alvarez - Medicina Reprodutiva – Ginecologista – Obstetra
Faz parte da equipe médica do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia)
CRM: 122447

Quanto tempo dura o ciclo menstrual? Conheça suas fases!

A duração do ciclo menstrual varia para cada mulher. De acordo com ginecologistas, pode-se dizer que um ciclo regular dura em torno de 21 a 35 dias, sendo considerado a média de 28 dias o mais comum. Para mulheres que sofrem com irregularidades menstruais, o ciclo pode levar até 45 dias para ser reiniciado. Para facilitar o entendimento, muitos médicos dividem o ciclo reprodutivo em fases. Conhecendo as características de cada uma fica muito mais fácil entender como seu corpo funciona, além de ajudar a identificar o período fértil e ovulatório e quando a próxima menstruação vai chegar.

 

As características e acontecimentos de cada fase

 

Alguns médicos preferem dividir o ciclo menstrual em três fases: folicular (início da menstruação), ovulatória (período fértil) e lútea (quando chega a TPM). O ginecologista Raphael Leão prefere explicar o ciclo menstrual da mulher em duas fases: a primeira é chamada de proliferativa, quando o útero se prepara para receber o embrião e o hormônio estrogênio é produzido em maior quantidade para engrossar a parede do útero. “Nos primeiros 2 a 6 dias dessa fase ocorre a menstruação e, logo após, o útero se prepara para receber o embrião”, explica o médico. Nessa fase o útero fica mais receptivo ao espermatozoide.

 

Por volta do 14° dia após início da menstruação ocorre a ovulação, quando se inicia a segunda fase do ciclo menstrual, a secretora, e a mulher está fértil. O hormônio dominante nesse período é a progesterona. “Essa fase tem duração fixa de 14 dias e após isso, se a mulher não engravidar, ocorre a menstruação novamente (início de outro ciclo menstrual)”, esclarece o especialista. Nessa fase, devido ao predomínio do hormônio progesterona, muitas mulheres sofrem com os sintomas da TPM, sendo eles normalmente oscilações de humor, cólica, dor de cabeça, irritabilidade e cansaço.

 

Como saber em qual fase do ciclo estou?

 

Para ter controle do seu ciclo menstrual é muito importante que você conheça as características de cada fase. Quando você está no período fértil, por exemplo, é comum aumentar o volume de secreção vaginal, além de sentir a libido em alta, se sua ovulação estiver normalizada. Já no período que antecede a menstruação, podemos perceber os sintomas já conhecidos da Tensão Pré-Menstrual, como cólicas, dor de cabeça, cansaço excessivo, inchaço, entre outros.

 

“Se a mulher tem o ciclo de 28 dias, que é o mais comum, nos primeiros 14 dias após o primeiro dia da menstruação, ela encontra-se na primeira fase do ciclo menstrual e nos próximos 14 dias ela estará na segunda fase do ciclo menstrual”, finaliza o médico.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

Quem tem fluxo intenso pode colocar DIU? Tiramos essa dúvida com uma ginecologista!

O DIU é um pequeno objeto em formato de T que é inserido no útero para impedir a passagem dos espermatozoides e, assim, prevenir a gravidez. O contraceptivo pode ser encontrado em duas versões, sem hormônios e hormonal. O dispositivo intrauterino muitas vezes é o método escolhido por mulheres que desejam reduzir o fluxo menstrual. No entanto, só o que contém hormônios consegue reduzir a menstruação e até levar à amenorréia. Entenda!

 

Quem tem fluxo intenso pode colocar DIU de cobre?

 

Segundo a ginecologista Mariana Conforto, o DIU não-hormonal (de cobre) pode aumentar o fluxo menstrual: “Isto não é regra para todas as pacientes, mas faz parte de possíveis efeitos colaterais”, diz. Ter um fluxo aumentado não é um fator limitante para colocar o DIU de cobre, mas, segundo a médica, é importante que isso seja avaliado entre a paciente e a ginecologista.

 

O DIU hormonal ajuda a reduzir o fluxo menstrual

 

O DIU hormonal contém o hormônio levonorgestrel, um tipo de progesterona sintética, que vai sendo liberada aos poucos no útero após a inserção do dispositivo. De acordo com a médica, esta versão do contraceptivo pode atender a necessidade de algumas mulheres em reduzir o fluxo menstrual e contribuir para o alívio das cólicas e a redução do risco de câncer do endométrio.  

 

o DIU não-hormonal não reduz o fluxo menstrual, ele mantém o fluxo existente e pode até gerar um aumento no volume de sangramento.

 

É necessário investigar o motivo do aumento do fluxo

 

Antes de decidir colocar o DIU com hormônio (que ajudará a reduzir o fluxo) é importante investigar o que levou ao aumento do sangramento. Muitas vezes essa mudança está ligada a alguma alteração hormonal ou problemas no útero, como a já conhecida endometriose e os miomas. “Cada caso deve ser avaliado individualmente. No caso de miomas, dependendo da localização, ele pode até ser uma contra indicação ao DIU. No caso de endometriose o DIU hormonal está mais indicado em preferência ao não-hormonal”, explica a ginecologista.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 5296454-9

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