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Menstruação

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Fazer atividades físicas enquanto está menstruada: veja recomendações e cuidados

Adotar uma rotina de treinos é algo muito beneficente para a saúde. Treinar, correr, nadar e praticar qualquer exercício físico, às vezes, é até viciante. Quando se consegue finalmente encaixá-lo na rotina, é difícil de tirá-lo. A menstruação, no entanto, pode ser um desses fatores para algumas. Praticar exercícios menstruada tem sido cada vez mais comum; mas é importante, antes de sair por aí gastando calorias, ter os cuidados recomendados bem alinhados com o que se está fazendo. Pensando nisso, o Só Delas entrevistou o ginecologista Gustavo Pereira para saber mais sobre as recomendações deste momento.


 

Fazer atividades físicas menstruada é prejudicial?

 

Não mesmo! Não se deixe parar, continue com sua rotina de exercícios físicos como se fosse qualquer outro dia. Se quiser se sentir ainda mais segura, procure as diferentes opções disponíveis, seja de absorvente interno ou externo, para usar durante os exercícios e se sentir protegida e confortável.

 

O único alerta é para quando a mulher não esteja se sentindo disposta. Isso acontece porque, durante a menstruação, há uma perda significativa de sangue no organismo. “Não há contraindicação à realização de atividades físicas, desde que a mulher não apresente alterações no fluxo menstrual que possam gerar alterações sistêmicas, tais como a anemia”, explica Gustavo.

 

Os exercícios físicos podem ajudar a menstruação!

 

Isso mesmo, a prática de atividades físicas pode ajudar a mulher durante esses dias. “Os exercícios, principalmente os aeróbicos, tendem a aliviar os sintomas menstruais, tais como as cólicas e sensação de inchaço”, comenta ele. Durante o treino, o organismo libera diversas substâncias naturais. “Elas dão a sensação de bem-estar, aliviam a dor e diminuem a retenção hídrica”, completa.

 

Recomendações e cuidados

 

Não há nada que nós, mulheres poderosas, não possamos fazer durante a menstruação. O único cuidado importantíssimo é prestar atenção com o limite do seu corpo! Não se exceda durante os exercícios e respeite o que o seu corpo estiver pedindo. Não é fraqueza nenhuma parar por 5 minutinhos e dar uma respirada.

 

Entre outras dicas estão também fazer exercícios leves quando estiver se sentindo indisposta ou com cólicas intensas. Pode ser uma caminhada ou até mesmo o seu treino comum, desde que com a intensidade diminuída. Existem também recomendações em relação à alimentação. ”Evite alimentos ricos em sal, para não agravar a sensação de inchaço e mantenha-se bem hidratada”, finaliza Gustavo.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

O que explica períodos de atraso ou ausência de menstruação?

Menstruação atrasada ou, até mesmo, ausência dela logo levanta a suspeita das mulheres que têm relações sexuais frequentes de uma possível gravidez. No entanto, nem todo atraso ou ausência de fluxo menstrual é sinal de uma gestação. Fatores emocionais, como ansiedade e longo período de estresse também pode provocar essa alteração, assim como alguns tipos de pílula anticoncepcional e causas relacionadas à patologias. Não deixe de ir ao ginecologista para investigar o que está acontecendo!


 

O que pode causar períodos de atraso e até ausência da menstruação?

 

Mulheres com sintomas severos de TPM e fluxo intenso costumam recorrer a métodos contraceptivos hormonais para reduzir ou cessar totalmente a menstruação, como a pílula contínua ou o DIU hormonal. Para a ginecologista Mariana Conforto, se a mulher não estiver em uso de métodos contraceptivos hormonais, todo atraso menstrual deve ser investigado. “Gravidez, distúrbios da tireóide, alteração na prolactina e até mesmo a Síndrome de Ovários Policísticos podem ser a causa (do atraso ou ausência da menstruação)”, completa a médica.

 

Já para o ginecologista Raphael Leão, a ausência da menstruação também pode ser resultado de um ciclo anovulatório: “O que faz com que os ciclos menstruais sejam regulares é a ovulação. Se a mulher tem um ciclo menstrual sem ovulação, a próxima menstruação pode atrasar ou mesmo não vir”, diz. Essa característica é comum em mulheres com Síndrome de Ovários Policísticos (SOP). Nesse caso, procurar o ginecologista é fundamental para que ele possa avaliar outros sintomas comuns relacionados a essa complicação e fechar ou excluir o diagnóstico da paciente. Hipertireoidismo, baixo peso ou obesidade também são causadores da anovulação.

 

Como regularizar a ovulação?

 

O tratamento para a anovulação deve ser específico para a causa. “Pílulas anticoncepcionais podem ajudar a regularizar o ciclo. Mas é fundamental identificar a causa do atraso e corrigir adequadamente”, explica Dra Mariana. Quando a causa é obesidade, a perda de peso ajuda a normalizar a ovulação. As pílulas hormonais podem ajudar mulheres com ovários policísticos e, em alguns casos, pode ser necessário o uso de indutores da ovulação. Converse com seu ginecologista!

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Mariana Conforto - Ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 5296454-9

 

Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

Comer ovo durante a menstruação pode fazer mal?

Desde pequenas ouvimos uma série de mitos sobre o período menstrual. “Não pode ir à praia, não pode andar descalça, comer manga, não pode lavar o cabelo…”, são os mais comuns. Acredita-se até que não se deve comer ovo durante a menstruação, pois isso causaria mau cheiro ou odor mais intenso no fluxo da menina. De acordo com a ginecologista Carolina Ambrogini, não existe comprovação científica de que o consumo de ovo ou produtos derivados durante o período menstrual podem fazer mal. O ovo é rico em proteínas e vitaminas e é um excelente aliado da saúde capilar e das unhas.


 

Alimentos não recomendados durante o período menstrual

 

De modo geral, a médica explica que os alimentos não interferem no período menstrual. “Alguns alimentos podem piorar a TPM, como o café, chocolate e alimentos com muito sódio. Mas eles não interferem na menstruação aumentando o fluxo, cólicas ou qualquer outro sintoma”, diz Dra Carolina.

 

Mas é importante atentar-se a alguns alimentos, a fim de evitar a formação de gases que podem causas dores abdominais e intestinais misturadas à cólica uterina, são alimentos como batata doce, repolho, feijão e outras sementes. No entanto, isso não significa que eles fazem mal à saúde, a recomendação deve ser levada em conta principalmente por mulheres que sofrem com gases no dia a dia.

 

Não pode andar descalça quando está menstruada?

 

Você provavelmente já ouviu sua avó dizer que você não podia fazer um monte de coisas por estar menstruada. Mas, nem todos esses conselhos são verdadeiros. Ir à praia ou piscina nesses dias, por exemplo, não é mais um problema. Com o absorvente interno você pode curtir o dia de sol sem preocupação. O produto possui canais curvos que direcionam o fluxo menstrual para dentro do absorvente e mantém você protegida enquanto estiver na água.

 

Também não há nenhum problema em lavar o cabelo, comer manga ou andar descalça, exceto em dias muito frios, pois o piso pode ficar muito gelado e ao entrar em contato com seus pés pode prejudicar a cólica se você já estiver com dor.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

É possível ter ciclo regular sem ovulação?

É comum as mulheres acharem que um ciclo menstrual regular é o que chega sempre na mesma data. Mas, não é por aí… O ciclo é considerado regular quando possui duração entre 21 a 35 dias, sendo mais comum o intervalo de 28 dias. O fluxo menstrual regular, por sua vez, normalmente dura de 3 e 7 dias. Vale ressaltar que a menstruação da mulher com ciclo regular pode chegar com 2 dias de antecedência ou atraso sem que haja alguma alteração para isso acontecer.


A ovulação é um processo muito importante no ciclo e normalmente está ligado à regularidade da menstruação, principalmente para mulheres que desejam engravidar. É no período ovulatório que o óvulo é liberado para fecundar um espermatozóide e dar início à gravidez. Quando a fecundação não ocorre, a menstruação desce alguns dias depois.  
 

O que pode causar ausência de ovulação?

 

De acordo com o ginecologista Raphael Leão, a ausência de ovulação é comum quando a menina começa menstruar e quando mulher chega próxima à menopausa, logo,  nesta fase podem haver ciclos sem ovulação e isso não necessariamente é um problema. “Na mulher em idade fértil, uma das principais causas de ausência de ovulação é a síndrome dos ovários policísticos”, diz o médico, citando também a obesidade e IMC abaixo do ideal como fatores que podem causar anovulação.

 

É possível ter o ciclo regular e sem ovulação?

 

Para a ginecologista Fernanda Mauro, pode acontecer da mulher ter o ciclo regular e não ovular, mas não é uma característica nem um pouco comum. A maioria das mulheres possuem como primeiro sinal da anovulação os ciclos irregulares. “Caso a paciente esteja na idade fértil, não é certo ela não ovular. Logo, deve ser investigada pelo ginecologista e, caso necessário, realizar algum tratamento”, finaliza a médica.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:
Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

 

Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

Menstruação com coágulos pode indicar alterações hormonais. Veja o que fazer

O que é uma menstruação com coágulos de sangue? Explicando de uma maneira mais simples, é quando o sangue desce em pedaços. Você já deve ter visto e até se assustado com a presença de coágulos no seu absorvente, mas fique tranquila, nem sempre isso significa que há algo errado. No entanto, se isso não é comum na sua menstruação e começar a ser recorrente, é recomendado procurar seu ginecologista para relatar o que tem acontecido. O profissional poderá indicar os exames necessários e fazer o diagnóstico. O Só Delas conversou com dois ginecologistas para entender por que isso acontece e até onde é considerado normal.

 

É normal que a menstruação desça com o sangue coagulado?

 

De acordo com o ginecologista Raphael Leão, a presença de coágulos é sinal de aumento do fluxo menstrual: “Isso pode ser normal ou pode ser sugestivo de alguma patologia que aumente o fluxo menstrual, como por exemplo, o mioma uterino”, explica. A menstruação com coágulos também pode acontecer por conta de alguma alteração hormonal no ciclo, o que pode engrossar as paredes do útero (endométrio), levando o fluxo sair com “pedaços” quando o endométrio se desfaz em forma de menstruação. Vale lembrar que o hormônio responsável pelo revestimento do útero é o estrogênio.

 

O que esse quadro pode indicar sobre a saúde da mulher?

 

Na maioria das vezes a menstruação com coágulos (ou pedaços de sangue) pode ser normal e não necessitar de tratamento. No entanto, para a ginecologista Fernanda Mauro, o principal é notar se houve uma modificação do ciclo menstrual, principalmente um aumento do volume tanto do sangramento quanto dos coágulos. “Essa modificação pode ser sinal de alguma doença estrutural como mioma, pólipo, inflamação ou até modificações hormonais e vitamínica”, alerta.

 

Nesses casos, vale a investigação junto ao ginecologista e, caso necessário, tratamento específico para a complicação. Caso isso pareça anormal no seu ciclo e aconteça em dois ciclos seguidos, pode ser necessário o profissional solicitar um exame de sangue de coagulação ou um ultrassom após a menstruação.
 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:

Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

Por que a libido da mulher aumenta no período menstrual?

Junto com o sangramento, as alterações nos hormônios femininos chegam também durante o período menstrual. Essas alterações acabam se expressando em desejos e vontades na mulher. Quimicamente, a mulher sente sim mais vontade de transar nesse período. Então se alguma vez você já percebeu isso acontecendo com você, saiba que não está sozinha!

 

Mas é importante lembrar que isso não é regra: nem toda mulher sente um aumento da libido. Isso vai depender da intensidade dos sintomas. Além disso, não há problema algum em aproveitar a libido e manter relações sexuais no período menstrual, desde que a mulher se sinta confortável e faça uso de métodos preservativos, como a camisinha. ;)

 

Para entender os principais sinais de um aumento da libido e por que isso acontece, leia o que os ginecologistas Raphael Leão, Andréia Gozzi e Fernanda Mauro explicaram sobre isso!

 

Como saber que minha libido aumentou?

 

Às vezes, pode ser difícil perceber alterações no corpo. “Os sinais que o organismo mostra, além do aumento do desejo sexual, são o aumento da lubrificação, a apuração dos sentidos, o bem-estar e o relaxamento”, comenta Fernanda.

 

A libido aumenta conforme os níveis de progesterona ficam baixos. O hormônio responsável pelo desejo sexual, a testosterona, por outro lado, se mantém mais elevada em relação aos outros. “Devido ao aumento da circulação pélvica nesta fase, o clitóris fica mais vascularizado e mais sensível à estimulação, sendo mais fácil atingir o orgasmo”, explica Andréia.

 

Posso transar durante a menstruação? Quais cuidados devo ter?

 

Claro! Se tiver vontade, a mulher deve explorar seus desejos. Para aquelas que não sentem confortáveis de manter relações enquanto menstruadas, Andréia sugere transar durante o banho ou quando o fluxo for mais baixo.

 

Mas é importante nunca deixar os cuidados de lado! Transar nessa época também pode fazer com que a mulher engravide. O risco é pequeno, mas existe. Além disso, a mulher deve ter muita atenção com as DSTs, já que o sangue facilita a transmissão dessas doenças. Proteja-se!

 

Por que a libido cai?

 

“A libido é muito relacionada à saúde física e mental da mulher”, explica Raphael. Estresse, desmotivação, baixa autoestima e fatores negativos podem influenciar mentalmente o comportamento da mulher na hora H e atrapalhar a transa. “A volta da progesterona da segunda fase do ciclo menstrual, em algumas mulheres, está relacionada à queda da libido”, cita Raphael como outro fator para a queda da libido.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Dra. Fernanda Mauro - Ginecologista e Obstetra da Perinatal
CRM: 52-995185

Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (
www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

Toda mulher tem ovulação? Tiramos a dúvida com uma ginecologista!

A ovulação acontece durante os dias mais férteis do ciclo reprodutor feminino, normalmente no meio do ciclo, levando em conta que ele começa no primeiro dia da menstruação. É no período ovulatório que o útero libera o óvulo, que chega até as trompas de falópios pronto para ser fecundado pelo espermatozóide. “Quando ocorre a gravidez, ele é fecundado, e quando não ocorre ele é eliminado junto com a menstruação”, explica a ginecologista Andréia Gozzi.


Depois do período ovulatório começa a fase lútea do ciclo, com duração média de 14 dias. É nessa fase que a progesterona alcança um pico, provocando os sintomas da TPM, e em seguida, cai. “Nesta queda hormonal é que ocorre a menstruação, portanto 14 dias após a ovulação”, esclarece a médica.

 

Toda mulher tem ovulação?

 

Nem todas as mulheres conseguem ovular de forma regular todo mês. De acordo com a médica, a principal causa de anovulação em idade reprodutiva é a Síndrome de Ovários Policísticos (SOP), um distúrbio hormonal que causa um aumento da produção de hormônios masculinos, como a testosterona, e tem como sintomas o aumento da oleosidade da pele, irregularidade menstrual (levanto até à ausência de fluxo em alguns casos), excesso de pelo em áreas mais comuns aos homens, queda de cabelo, dificuldade para emagrecer e para ovular regularmente.  

 

A SOP não é considerada uma doença e, sim, um síndrome com tratamentos direcionados aos sintomas. Segundo a médica, para as pacientes que querem engravidar e não ovulam, existem também medicamentos que podem ser usados para estimular a ovulação. Converse com a sua ginecologista para saber quais são as alternativas para regularizar essa função.

 

É possível menstruar sem ovular?

 

Os ciclos anovulatórios podem ocorrer em qualquer época da vida, mas são mais comuns logo que a menina entra na puberdade e depois na perimenopausa. Segundo a especialista em ginecologia, existe uma patologia que chamamos de "sangramento disfuncional anovulatório", mais comum nestas duas fases da vida: “A paciente apresenta um sangramento, mas ele não é cíclico e não podemos chamar de menstruação, pois não há uma descamação do endométrio”, explica.


 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Mudança climática pode causar alterações no ciclo menstrual?

O ciclo menstrual é regulado pelo sistema endócrino e é responsável por diversas alterações fisiológicas na mulher. No entanto, alguns fatores externos também são capazes de alterar o funcionamento cíclico. Estresse, ansiedade, dieta restritiva, mudança de fuso horário e, acredita-se até que a mudança climática pode influenciar na menstruação. Será verdade? O Só Delas conversou com um ginecologista para descobrir o que a temperatura pode causar no período menstrual.


O clima pode influenciar na intensidade da cólica

 

O ciclo menstrual pode sofrer alterações por algumas alterações externas. Uma delas é a mudança climática. Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, nos dias frios a cólica menstrual pode ficar um pouco mais intensa. Mas, para entender como isso acontece, vamos lembrar qual é a origem dessa dorzinha. A cólica é o resultado da liberação de prostaglandina, uma substância que é liberada quando o útero começa a contrair para expelir o endométrio. Com isso, os vasos sanguíneos também se contraem causando ondas de dor na região chamada baixo ventre.

 

Quando nosso corpo fica mais frio devido à temperatura externa, os vasos sanguíneos se estreitam, prejudicando a circulação sanguínea e acentuando a cólica menstrual. Por conta dessa dificuldade de irrigação, a eliminação da prostaglandina pelo fluxo sanguíneo também demora mais tempo a sair do corpo, o que acaba prolongando a dor no período menstrual.

 

Como melhorar a cólica nos dias frios

 

Tendo em vista a sensibilidade dos nervos responsáveis pela dor em períodos com temperaturas baixas, a médica diz que estimular o calor corporal e se aquecer pode ajudar a melhorar: “Por isto, recomendamos bolsa de água quente para melhorar as cólicas”, explica. Além disso, também é recomendado usar roupas que aqueçam o corpo, andar calçada e tomar um banho quente relaxante. Exercícios físicos também podem auxiliar nesse momento.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista
CRM: 102706-SP

 

TPM: o que é, quando acontece e quais são seus principais sintomas da Tensão Pré-Menstrual

TPM significa Tensão Pré-Menstrual, que é o período que antecede a menstruação e causa diversos sintomas físicos e psicológicos na mulher. Mas, afinal, por que esses sinais aparecem? Todas as alterações acontecem devido a flutuações hormonais durante o ciclo menstrual. “Quando a mulher menstrua, os hormônios estão em níveis baixos, da menstruação até o meio do ciclo eles se elevam, o que pode deixar a mulher irritadiça”, explica o ginecologista Alessandra Scapinelli. A efeitos da TPM podem continuar até o terceiro ou quarto dia após a menstruação. Entenda como esse processo acontece no corpo feminino!


Quando a TPM acontece

 

O ciclo menstrual considerado regular tem de 21 a 35 dias de duração, mas 28 dias é a média indicada pelos médicos. Durante esse tempo, o corpo feminino passa por diversas alterações hormonais e fases reprodutivas, lembrando que o ciclo começa no primeiro dia da menstruação. Nos primeiros 14 dias ocorre a ovulação, período em que há o pico de fertilidade da mulher. Os níveis de estrogênio se elevam e, com isso, é possível sentir uma sensação de bem-estar e boa autoestima.

 

Após esse período, digamos que do 15° para frente, o estrogênio começa a cair e a taxa da progesterona aumenta. Quando essa alteração é muito brusca, começam a aparecer os clássicos sintomas da TPM: ansiedade, inchaços, mudanças de humor, cólicas, entre outros. Passados esse período de, em média, duas semanas, o endométrio (parede do útero que protege o embrião) começa a descamar, já que não houve fecundação (gravidez), e com isso acontece outra queda hormonal até serem normalizados com o início da menstruação. Devido a esse curto espaço de tempo para os hormônios se adaptarem, para algumas mulheres os sintomas da Tensão Pré-Menstrual podem ficar ainda mais intensos durante o período menstrual.  

 

Os principais sintomas da Tensão Pré-Menstrual

 

Nem todas as mulheres sentem os mesmos efeitos da TPM. No entanto, os principais são caracterizados por alterações do humor e do apetite, dor de cabeça, cansaço exacerbado, irritabilidade, baixa autoestima, sensibilidade, inchaço das mamas e região abdominal, entre outros. As sensações podem ser tão variadas, que atualmente muitos médicos dividem a Tensão Pré-Menstrual em grupos, classificamos como:

 

Tipo A: Ansiedade é o principal sintoma do tipo A, além de alterações do humor, irritabilidade, tensão e dificuldade para dormir. Normalmente isto acontece devido à queda do estrogênio - o hormônio que ajuda a controlar o estresse - e o aumento da adrenalina e cortisol.


Tipo C: Os sintomas do tipo C fazem referência à compulsão alimentar, por isso, podemos citar os desejos por doces em excesso ou comidas mais gordurosas.

 

Tipo D: A TPM tipo D agrupa os sintomas “depressivos” como mudança de humor drástica, baixa autoestima, dificuldade de concentração e irritabilidade sem razão.

 

Tipo H: Relacionado à hidratação, aqui encontra-se sintomas como sensibilidade nas mamas, retenção líquida e ganho de peso por conta do inchaço, tanto na região abdominal quanto nos pés e dedos.

 

Tipo O: Aqui encaixam-se outros sintomas como acne, náuseas e alterações no funcionamento intestinal da mulher.

 

Como lidar com o período menstrual

 

A TPM é um período delicado para as mulheres, então, é preciso ter paciência com você e não se culpar por essas mudanças. Lembre-se de que elas são passageiras e daqui a pouco tudo estará bem. Para ajudar no avílio dos sintomas físicos, como a cólica, dor de cabeça e inchaço, você pode contar com chás ou analgésicos indicados pelo seu ginecologista.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dr. Alessandro Scapinelli - Ginecologista, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

CRM:112810-SP

Incômodo ao transar menstruada? Veja algumas dicas para quebrar este tabu!

Transar durante o período menstrual ainda é um tabu para muitas mulheres. É claro que isso é uma questão de preferência individual, algumas se sentem incomodadas e outras não. No entanto, precisamos falar sobre os mitos que envolvem essa relação da mulher com o sangue. Do ponto de vista ginecológico, não há nenhum problema em ter relação menstruada, desde que o preservativo seja usado para evitar possíveis infecções. Conversamos com um ginecologista para entender quais são os cuidados necessários nesse momento.

 

Como tornar o sexo durante o período menstrual menos incômodo?

 

A dica do ginecologista Raphael Leão é sempre fazer a higiene íntima corretamente antes da relação sexual, para evitar que o sangramento seja um incômodo. O sabonete íntimo líquido é o produto mais indicado para essa limpeza, pois ele possui pH semelhante ao da vagina, que deve ser higienizada somente externamente. Não é recomendado usar ducha ou chuveirinho para limpar internamente, pois isso pode remover a camada protetora da vagina e deixá-la mais vulnerável a infecções.

 

Quais cuidados são importantes na hora do sexo?

 

Segundo o médico, a higiene do casal antes e após a relação é muito importante para evitar possíveis infecções, especialmente durante a menstruação. Após a relação, o ideal é tomar banho novamente e higienizar a vagina antes de colocar um novo absorvente. Vale lembrar que o sabonete íntimo é o mais adequado para essa lavagem e não é necessário que ela seja feita internamente, somente na parte externa da vagina.

 

O uso de preservativo também é fundamental! Além de prevenir a gravidez, ajuda na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, já que os métodos contraceptivos não garantem esta proteção.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Raphael Leão - Ginecologista do Instituto EndoVitta (
www.institutoendovitta.com.br)
CRM: 101549

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