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Menstruação

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Quais mudanças acontecem no corpo nos dias em que você está menstruada?

Muitas mulheres percebem mudanças no corpo no período pré-menstrual até os primeiros dias da menstruação. Elas são causadas principalmente pela oscilação da progesterona, um hormônio produzido na fase lútea do ciclo menstrual. Retenção de líquidos e inchaço das mamas são alguns dos efeitos comuns a essa alteração. Saiba quais são as mudanças que podem ocorrer no seu corpo durante a menstruação e como reduzir os incômodos causados pela flutuação hormonal.

 

Inchaço e sensibilidade mamária: conheça as principais mudanças e como amenizá-las  

 

De acordo com a ginecologista Lívia Migowski, as principais mudanças que acontecem no corpo feminino durante a menstruação estão relacionadas a queda do hormônio progesterona: “Pode levar a retenção de líquido, que se reflete em aumento do peso, mudança do padrão das evacuações, aumento de medidas, aumento das mamas e maior sensibilidade mamária”, diz. É possível acrescentar também alterações de humor, como irritabilidade, tristeza repentina e cansaço.

 

Para a médica, a melhor maneira de amenizar essas alterações é com uma alimentação saudável e atividade física: “Essas duas medidas comprovadamente funcionam! Casos mais limitantes podem ser conduzidos de forma farmacológica pelo ginecologista, entretanto, merecem avaliação minuciosa”, recomenda.

 

Alterações no intestino e excesso de gases

 

A produção hormonal também pode influenciar no funcionamento do intestino da mulher. A prostaglandina, substância que age como hormônio na expulsão do endométrio, é a responsável por causar um desequilíbrio intestinal, causando um aumento na frequência e na consistência das evacuações. Além disso, a progesterona, que também está em ação, pode provocar um aumento de gases. Contudo, não há muito com o que se preocupar com isso, após a menstruação irá normalizar. A recomendação para esse período é ingerir alimentos mais leves e beber bastante água para não deixar o corpo desidratar.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Livia Migowski, ginecologista e obstetra da Perinatal
CRM: 52.90682-4

Dicas simples para driblar os sintomas da TPM. Veja se funcionam com você!

Meninas, convenhamos: nós somos muito poderosas! Todo mês passamos dias de TPM e, depois disso, mais alguns de menstruação. É, sabemos bem que lidar com os sintomas que aparecem antes do sangramento pode ser chato. E se contássemos que existem formas de diminuir e até driblar esses efeitos da Tensão Pré-Menstrual? Bem, não é como um passe de mágica, mas, com as dicas do ginecologista Carlos Moraes, descobrimos algumas formas de amenizar os sintomas da TPM!

 

Os sintomas da TPM são variados

 

Os sintomas da TPM costumam ser bem variados, já que eles mexem com muitas partes do organismo. Além disso, cada mulher os sente de uma forma. Mas, no geral, o mais comum é a alteração de humor que acontece devido às mudanças hormonais, como o aumento dos níveis da progesterona e da testosterona. Algumas mulheres também experienciam fadiga, retenção de líquido, estresse, fome excessiva e também perda de apetite.

 

Praticar exercício físico é uma boa pedida

 

Sair do cobertor quentinho e colocar uma roupa confortável para fazer exercício pode parecer difícil, mas vai te ajudar muito, principalmente durante a TPM. “O exercício não só alivia o corpo, com a diminuição de dores e inchaços, como também o emocional, pois libera hormônios ligados ao prazer, aliviando a ansiedade e a irritabilidade”, explica o profissional. Durante esse período, atividades mais leves são recomendadas, como caminhadas, natação ou yoga.

 

Tenha cuidado com a sua alimentação

 

Tudo no organismo está conectado! E isso inclui os sintomas da TPM e a alimentação. Por isso, Dr. Carlos também indica comer de forma mais saudável. “É importante ter uma alimentação equilibrada no dias anteriores ao ciclo, evitando cafeína e muito sal”, recomenda. Legumes e frutas, por exemplo, ajudam a diminuir as constantes alterações de humor. Enquanto alimentos com muito sódio, como macarrão instantâneo e alimentos congelados, podem causar inchaço.

 

Lembre-se de se divertir

 

O principal é não deixar de viver sua vida normalmente! A TPM passa em alguns dias e você não precisa ficar deitada na cama. Saia com suas amigas, vá ao cinema ou à praia. Se preferir ficar em casa, ler um livro que te acalme ou assistir uma série ou filme que te faça rir também pode ajudar bastante! Podem parecer coisas pequenas, mas esses pequenos comportamentos podem melhorar seu humor pelo resto do dia. ;)

 

Se preciso, vá ao ginecologista

 

Quando os sintomas estiverem muito fortes, vale dar uma conferida com o ginecologista para se certificar de que está tudo dentro da normalidade. Você pode também conversar com ele sobre a possibilidade de aliviar os sintomas de forma médica. “Nos casos de sintomas mais acentuados, pode-se recorrer ao uso de anticoncepcional, sempre orientado pelo médico”, comenta. Pílulas anticoncepcionais têm propriedades que fazem os sintomas da TPM ficarem mais brando e também regulam o período e fluxo menstrual. Verifique com o seu ginecologista essa opção.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Carlos Moraes - Ginecologista
CRM-SP - 72068

Menstruação ou escape? Saiba diferenciar os sangramentos

Quando aparece um sangramento na calcinha antes do período menstrual é certo de rolar uma preocupação. “Será que estou grávida? Minha menstruação está desregulada? Devo procurar a ginecologista?” são diferentes perguntas que passam pela cabeça nessas horas. Mas, nem todo sangramento é um fluxo menstrual. Quem explica a diferença entre eles para nós é o ginecologista Marcos Tcherniakovsky.

 

O que é o escape?

 

“Chamamos de escape quando uma mulher tem um sangramento, geralmente em pequena quantidade fora do período da menstruação”, explica o médico. Os escapes são caracterizados por um sangramento, na sua maioria das vezes, em pequena quantidade, de uma coloração avermelhada menos viva, ou seja, mais escura em comparação à menstruação. O seu tempo de duração não é prolongado, pois pode durar apenas alguns dias ou tão somente um único dia. O sangramento às vezes é em tão pouca quantidade que apenas deixa uma pequena mancha na calcinha.

 

Por que o escape não é a mesma coisa que menstruação?

 

“A menstruação é caracterizada por um sangramento vermelho mais vivo, com um período determinado (normal entre 3 á 7 dias) e em momentos esperados do ciclo menstrual, quando não ocorre a gravidez”, esclarece o ginecologista.

 

Uma das formas mais clássicas para diferenciarmos estes sangramentos é o fato de a menstruação ocorrer de forma regular, esperada e fisiológica, sem estar naquele momento em uso de medicações hormonais. Já os escapes podem ocorrer em momentos não esperados: “Sangramentos em início de gestação, sangramentos que ocorrem no meio de uma cartela de anticoncepcional e sangramentos que ocorrem na pós-menopausa”, exemplifica Marcos.

 

O escape deve ser uma preocupação?

 

Caso os escapes sejam em pequena quantidade, pode-se aguardar uns dias com muita tranquilidade, pois muitos desses escapes cessam de forma espontânea e acabam sendo situações normais ocasionadas por estresse, atividades físicas ou baixa de imunidade. Contudo, não deixe de ficar alerta. “Em casos de persistência ou sangramentos em maior quantidade é importante contatar o seu ginecologista para orientações”, finaliza Dr. Marcos.
 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Marcos Tcherniakovsky - Ginecologista e Obstetra, Especialista em Endometriose
CRM: 69445 SP

É normal ter coágulos na minha menstruação?

Junto ao sangramento, aparecem também muitas alterações no organismo da mulher durante a menstruação. É barriga inchada, cansaço, TPM e também coágulos! Isso mesmo, são pequenas bolinhas no absorvente que representam algo de diferente no ciclo menstrual feminino. Seu aparecimento é atrelado a alterações hormonais e, em alguns casos, pode estar dentro da normalidade. Mas, geralmente, esse não é o caso. “A presença de coágulos na menstruação não pode ser considerado uma situação normal”, o ginecologista Marcos Tcherniakovsky dá o ultimato. Marcos ainda tira algumas dúvidas. Veja o que fazer quando isso acontecer!


O que são os coágulos?
 

Coágulos são pedacinhos de sangue que variam entre 5 milímetros e 4 centímetros. Normalmente, seu aparecimento é ligado a um aumento do nível de estrogênio, hormônio que durante o sangramento costuma ficar baixo. Quando isso acontece, o endométrio (mucosa que se descama para gerar a menstruação) se torna mais rígido e difícil de ser rompido. “Significa um sangramento mais excessivo, uma descamação do endométrio em maior quantidade”, explica Marcos. Assim, os coágulos que saem junto do sangue são uma forma do corpo se proteger contra possíveis feridas.

 

É normal ter coágulos na menstruação?
 

Sim e não. É um caso considerado comum quando os coágulos acompanham um aumento do fluxo. Nessas ocasiões, há uma alteração hormonal no organismo da mulher que, por sua vez, produz as pequenas bolinhas como mecanismo de defesa. Mas o Dr. Marcos alerta para esses casos. “O coágulo tem que chamar a atenção da mulher, como também do seu ginecologista, a fim de se afastar algumas causas que podem ser responsáveis por este maior sangramento”, comenta.

 

Mas nem sempre é comum. Marcos explica que a coagulação por si só não pode ser considerado normal. “Os coágulos na menstruação podem ser provocados por distúrbios hormonais devido a problemas com os ovários, tais como cistos ou alteração na produção de hormônios”, explica. A única forma de ter certeza de que tudo está dentro da normalidade é por meio da consulta médica. Então não esqueça de marcar essa visita!

 

Coágulos e doenças

 

Acompanhados da coagulação, as mulheres podem ainda ter alguns sintomas em casos como anemia, cansaço e algumas doenças. Na verdade, o coágulo pode ser o sinal de algumas patologias. “Podem ser provocados por causas orgânicas, como miomas e/ou pólipos endometriais; alterações anatômicas; inflamações ou infecções dentro do útero”, alerta ele. Entre eles, a endometriose é o caso mais comum. O tratamento é feito com hormônios e com uma possível cirurgia. Mas apenas ginecologistas profissionais podem fazer as recomendações adequadas.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Marcos Tcherniakovsky - Ginecologista e Obstetra, Especialista em Endometriose
CRM: 69445 SP

 

Posso fazer exame de urina durante a menstruação?

O exame de urina é um teste de rotina na vida das mulheres. Ele ajuda a detectar possíveis infecções no trato urinário e complicações nos rins. Antes de realizar o exame, no entanto, é necessário seguir a orientação de preparo dos médicos. Por isso, é sempre bom estar atenta ao ciclo menstrual antes de marcar a data. Será que a menstruação pode ser um problema na realização do exame de urina? Tiramos essa dúvida com uma ginecologista.

 

Não é indicado fazer o exame de urina menstruada
 

De acordo com a ginecologista Maria Elisa Noriler, o exame pode ser feito durante a menstruação se houver urgência, mas não é indicado: “Pode, mas vai apresentar excesso de hemoglobina na urina. A paciente precisa sinalizar ao médico que ela está menstruada. Além disso, o ideal é que o exame não seja feito durante os dias de fluxo mais intenso”, diz. Caso haja necessidade de fazer o exame no mesmo dia, a solução é fazer uma boa higiene da região íntima e utilizar um absorvente interno para não deixar o sangramento misturar com a urina.

 

Outros exames que não são indicados fazer durante a menstruação


Além do exame de urina, outros exames importantes para a saúde feminina não são indicados durante o período menstrual, como o estudo urodinâmico (indicado para diagnosticar tipos de incontinência urinária). A ultrassonografia transvaginal também possui uma contraindicação relativa. Em casos de exame rotina, a orientação dos ginecologistas é realizar o ultrassom após a menstruação. “Caso seja necessário fazer um ultrassom de urgência (quando se suspeita de gravidez nas trompas, cisto ovariano torcido ou hemorrágico), mesmo que a paciente esteja sangrando terá indicação de fazer o exame de ultrassonografia transvaginal”, indica a médica.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Maria Elisa Noriler -  Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. É Médica Preceptora de Ginecologia e responsável pelo setor de Ginecologia Endócrina InfantoPuberal e Climatério do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha
CRM: 99557  

Quem faz uso de pílula anticoncepcional contínua também tem TPM?

A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é um processo natural do ciclo reprodutivo da mulher causado por oscilações hormonais em determinada fase do mês. E algumas das consequências dessas alterações são incômodos velhos conhecidos das mulheres, como dor de cabeça, cólica, oscilação de humor, desejo por doces, inchaço, entre outros efeitos. Ela acontece normalmente nos dias que antecedem a menstruação, podendo também provocar sintomas durante o período menstrual.

 

Cuidados indicados para alívio das cólicas

 

Além de ser um método contraceptivo, as pílulas anticoncepcionais hormonais podem ser uma linha de tratamento para controle de sintomas de TPM. “Podem ser usados isoladamente ou em associação com medicamentos do tipo ansiolíticos”, explica a ginecologista Bárbara Murayama.

 

No entanto, o tratamento também necessita de ações complementares para melhorar qualidade de vida: “Atividade física regular, alimentação rica em fibras, legumes, verduras e frutas, e não menos importante, redução de doce e gordura”, recomenda a médica, acrescentando também que atividades como meditação e outras técnicas como acupuntura e psicoterapia também podem auxiliar no controle dos sintomas.

 

Quem usa pílula de forma contínua também podem sentir os sintomas da TPM?

 

A principal função da pílula anticoncepcional é bloquear a ação do ciclo menstrual. Dessa forma, ao usar um método hormonal contínuo, espera-se que os sintomas sejam amenizados ou até mesmo deixem de acontecer. Para avaliarmos se essa é a melhor maneira de reduzir os efeitos da TPM, Dra. Bárbara diz que é necessário fazer uma avaliação do histórico clínico, a menstruação e os diversos sintomas que a mulher apresenta nessa fase e ao longo do tratamento para avaliar continuamente se houve melhora do quadro.

 

Se a paciente interromper a pílula, os sintomas da TPM podem ser maiores?

 

Faz parte do tratamento de TPM avaliar a vida da mulher e seu ambiente para sugerir possíveis mudanças de hábitos. “Quando uma mulher interrompe o tratamento com medicação, seja anticoncepcional ou outra, e não realiza mudanças de estilo de vida, a tendência é que em algum tempo volte as queixas de sintomas”, explica a ginecologista. O estresse, a vida corrida, o sedentarismo, excesso de álcool, privação de sono também são fatores que podem agravar a TPM.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Menstruação muito longa pode ser sinal de problemas? Saiba o que fazer

Já sabemos que cada corpo é um corpo. Com suas próprias características e peculiaridades, o organismo de cada menina pode funcionar de maneiras diferentes. Isso inclui o período menstrual. O normal é que a menstruação dure entre 3 a 7 dias. Ninguém determina de quanto será esse tempo, já que ele pode ser genético e também variante de acordo com os hábitos e estilo de vida da mulher. Mas qualquer período diferente da média considerada normal pelos ginecologistas deve ser analisado. O sangramento que passa de uma semana precisa ser analisado por um profissional. A ginecologista Tania de Fátima explica mais.

 

A menstruação pode durar de 3 a 7 dias

 

Qualquer variação dentro disso é considerada normal. De acordo com a médica, quando o período menstrual for prolongado e ultrapassar o limite, a mulher já deve considerar a consulta no ginecologista. Vale lembrar que algumas ocasiões, dentro da normalidade, podem fazer com que a menstruação passe desse esperado, como deixar de tomar pílula anticoncepcional ou estar perto da menopausa.

 

Alguns problemas de saúde podem estar provocando a menstruação longa

 

Existem algumas doenças que podem ter a menstruação longa como efeito. “Pode ser alteração hormonal ou anatômica como, por exemplo, miomas uterinos”, comenta Tania. Miomas uterinos fazem a menstruação ficar intensa. Esse problema indica a presença de tumores benignos no útero que simplesmente se desenvolvem durante a vida da mulher. Uma outra possível situação é a endometriose. Ela representa o crescimento anormal de tecido fora do útero e pode causar muita dor e incômodo nas pacientes.

 

Além disso, a própria menstruação prolongada pode gerar um certo mal-estar. Por conta do sangramento intenso, as meninas perdem muito sangue. Com uma alta queda de ferro, o organismo sente fadiga, tontura e, principalmente, fraqueza, caracterizando um quadro de anemia. O tratamento envolve, entre outros cuidados, a ingestão de ferro e da vitamina B12.

 

O tratamento só pode ser feito com um especialista

 

Se suas últimas menstruações foram mais longas que de costume, é necessário procurar o atendimento médico. “O tratamento depende da causa e por isso a paciente deve sempre ser orientada por um especialista”, comenta. As opções mais comuns para resolver o sangramento muito longo, quando não foram ocasionadas por alguma doença, envolvem o uso da pílula anticoncepcional ou de anti-inflamatórios e suplementos de ferro.

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:
Dra. Tania de Fátima Alves – Ginecologista do Hospital Santa Clara
CRM: 19893

Posso transar menstruada usando um absorvente interno?

Muitas mulheres não abrem mão de ter relações sexuais quando estão menstruadas. Algumas dizem até sentir mais prazer sexual nesse período. De fato, não há problema em transar durante o período menstrual, mas há cuidados importantes que devem ser tomados antes e depois da relação. Uma dúvida comum sobre esse assunto é se o absorvente interno pode ser uma alternativa nessas horas. Podemos considerar isso certo ou errado? Tiramos essa dúvida com uma ginecologista.

 

Transar menstruada pode ser um risco para a saúde e possível gravidez?

 

Segundo a ginecologista Bárbara Murayama, transar menstruada não é errado, mas é preciso tomar medidas que a mantenham protegida: “Pode haver maior risco de contrair DST se a mulher menstruada tiver contato com uma pessoa portadora de DST”, explica. Muitas mulheres dizem sentir mais prazer nessa fase, pois o sangue pode ajudar na lubrificação vaginal. De acordo com a médica, o risco de engravidar é mais baixo nessa fase sim, mas não é nulo. O ideal é sempre usar preservativo para prevenir a gravidez e se proteger de doenças sexualmente transmissíveis em todas as relações sexuais.

 

Posso usar um absorvente interno para transar quando estiver menstruada?

 

Para a Dra. Barbara, usar um absorvente interno para transar quando estiver menstruada não é indicado: “Fazer isso pode machucar a mulher e aumentar de risco de infecções genitais”, diz. O absorvente interno deve ser retirado antes da penetração. O mais importante é fazer uma boa higiene íntima antes e depois da relação sexual para reduzir o contato com o sangramento. No entanto, muito cuidado com a ducha vaginal! Não é recomendado usar o chuveirinho para a higiene íntima, porque a força da água pode remover a proteção natural da vagina e deixar a região mais vulnerável aos microrganismos.

 

Recomendações e cuidados para a paciente que transar menstruada

 

“Os mesmos das relações fora do período. Fazer xixi logo após a relação, para prevenir infecção urinária, e higiene habitual após a relação”, recomenda a ginecologista sobre os cuidados que as mulheres devem ter ao fazer sexo durante o período menstrual. Sempre que for possível,  uma boa medida é tomar banho para fazer a higiene íntima após a relação e nunca utilizar a ducha para isso. Sabonete líquido íntimo é o produto mais indicado para essa higienização.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Bárbara Murayama - Ginecologista
CRM: 112527

Se seu O.B.® vazou, você pode estar fazendo algo errado... Entenda!

Um dos diferenciais de O.B.® para os outros absorventes internos é a tecnologia de canais curvos que direcionam o fluxo menstrual para dentro do absorvente, tornando a absorção mais rápida e evitando vazamentos. Se o seu absorvente interno está vazando com frequência, pode ser que você esteja fazendo algo errado, seja na colocação, na escolha do tamanho ideal ou da permanência com o produto. Listamos algumas dicas para você ficar de olho!

 

Tamanhos diferentes para você encontrar o seu

 

Sabia que muitas vezes o fluxo vaza porque o tamanho do O.B.® não está adequado para o volume do seu sangramento mensal? O produto é disponibilizado em três tamanhos (mini, médio e super) e você deve escolher o mais indicado para a quantidade de fluxo da sua menstruação. Se é leve a moderado, pode contar com o O.B.® Mini ou Médio, mas se for intenso ou super intenso, o O.B.® Super é o mais indicado.

 

Evite ficar muito tempo com o mesmo O.B.®

 

Outro fator que pode pegar a gente de surpresa e causar vazamento é passar muuuitas horas com o mesmo O.B.®. O produto se expande lateralmente e tem boa capacidade de absorção, no entanto, se você esquecer de trocar ao longo do dia, ele vai ficar muito cheio e pode ser que o fluxo vaze na sua calcinha. Para isso não acontecer, confira sempre a caixinha dos seus absorventes internos e respeite o tempo de troca indicado pelo fabricante.

 

A colocação correta faz toda diferença

 

Muitas vezes o problema com vazamento está na colocação incorreta. Por isso, se você ainda não está habituada a usar absorvente interno, aqui vai um passo a passo simples e rápido para não ter dúvidas:

 

1) Com as mãos limpas, retire a parte de baixo do plástico protetor de O.B.® puxando a fita colorida central;
 

2) Estique o cordão azul e comprove sua resistência;
 

3) Gire o cordão em movimentos circulares para abrir a base de O.B.®;
 

4) Assim que a base estiver mais aberta, encaixe seu dedo indicador nela;
 

5) Com o dedo indicador já encaixado na base de O.B.®, remova a parte de cima do plástico protetor;
 

6) Com a mão que está livre, abra delicadamente os lábios da vagina, colocando a ponta do O.B.® na abertura;
 

7) Bem relaxada, empurre o produto devagar até a vagina, usando todo o comprimento do dedo indicador. Pronto! :)


Este vídeo também pode te ajudar!
 

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