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Menstruação

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Menstruação de um jeito descomplicado: tudo o que você precisa saber sobre o sangramento

O assunto menstruação é algo presente na vida de toda menina. Após a menarca, você aprende várias novidades sobre seu corpo nesse novo momento. Mas, algumas dúvidas sobre o assunto ainda ficam na cabeça e podem fazer com que a menstruação pareça complicada. Pensando nisso, o Só Delas conversou com a ginecologista Andréia Gozzi para descomplicar essas questões. Veja tudo que você precisa saber!



 

Você sabe o que é menstruação?

 

Assim como define a médica, a menstruação nada mais é do que a descamação que ocorre no endométrio. Ela é o sangramento resultado do óvulo não fecundado, ou seja, quando não há gestação. “Devido às alterações hormonais cíclicas, o endométrio fica espesso para se preparar e receber uma gestação, e quando esta não ocorre, a queda da progesterona faz com que ele descame, e este sangramento é a menstruação”, esclarece ela. Sem mais dúvidas agora, né?

 

O corpo muda quando estamos menstruadas?

 

Por conta da alterações dos hormônios durante os dias menstruada, é comum que a menina perceba algumas mudanças no seu corpo. “Ocorre uma retenção maior de líquidos neste período, e um inchaço que pode se localizar mais na região pélvica e membros inferiores”, cita a especialista. E ainda, outros fatores são o aumento da vascularização pélvica e contração uterina. Segundo Dra. Andréia, é comum que esse último sintoma também interfira no hábito intestinal, deixando-o mais solto.

 

É verdade que não podemos fazer atividades físicas menstruadas?

 

É muito comum que durante os dias que antecedem e durante a menstruação, a menina abra mão de qualquer tipo de atividade, mas não precisa ser bem assim. De acordo com a médica, a menstruação não impede você de nada, sua rotina pode continuar normalmente também nesses dias. “O que acontece é que algumas mulheres ficam indispostas neste período devido ao fluxo aumentado ou cólicas, mas se a mulher estiver se sentindo bem, pode realizar as suas atividades normalmente”, comenta a ginecologista. Ou seja, tudo bem se você realmente não estiver legal e com pique para isso, mas quando estiver, os exercícios físicos não vão prejudicar seu ciclo menstrual.

 

Existe uma cor certa da menstruação?

 

De acordo com as explicações da médica, o sangue menstrual apresenta uma variação de coloração ao longo do período. “Nos primeiros dias o sangramento é vermelho vivo, no meio do ciclo fica mais escuro, e pode ficar amarronzado (borra de café) nos últimos dias”, diz ela. Se você percebeu alguma alteração nessas características, não fique preocupada imediatamente. O recomendado é marcar uma consulta para verificar como está sua saúde íntima e tirar as dúvidas.

 

É verdade que o sangramento tem odor?

 

Todo sangramento tem um odor característico, quando a paciente notar uma alteração deve procurar um ginecologista para investigar patologias endometriais ou infecções genitais”, alerta Dra. Andréia. Por isso, é importante conhecer bem seu corpo, pois quando qualquer alteração acontece você é capaz de perceber logo no início. Esse cuidado é um diferencial para os tratamentos, quando necessários.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Período fértil e ovulação são a mesma coisa? Entenda cada fase do seu ciclo menstrual

Quando o assunto é ciclo menstrual, muitas garotas percebem que ainda possuem muitas dúvidas. Além de ser composto com fases diferentes, cada uma delas tem sua função e atuação diferente no corpo feminino. Por exemplo, você sabe o que é período fértil? E ovulação? Para diversas pacientes, eles são a mesma coisa. Para dar uma ajuda e esclarecer as fases do ciclo menstrual, veja as respostas da ginecologista Dra. Amanda Volpato Alvarez.

 

Entenda a diferença entre período fértil e ovulação

 

Segundo as definições da profissional, o período fértil é o momento do ciclo menstrual com maior chance de gravidez. Ele acontece nos cinco dias que antecedem a ovulação, e também os dois dias após a mesma. Enquanto isso, a ovulação acontece, em geral, no meio do ciclo menstrual. Quando a fecundação não ocorre, o endométrio descama e resulta na menstruação, que marca o início de um novo ciclo.

 

É relevante alertar sobre a liberação do óvulo, já que fica viável de 12 a 24 horas. “Apesar do curto período de viabilidade do óvulo, o intervalo fértil é bem mais longo, pois, dependendo da qualidade do sêmen masculino, os espermatozóides podem ficar viáveis dentro do sistema reprodutor da mulher por até 5-7 dias”, explica Dra. Amanda.

 

Por que a confusão entre período fértil e ovulação?

 

“Para que a mulher tenha um período fértil, é necessária a ovulação, portanto, se ela não está ovulando, não tem período fértil, o que causa a confusão”, esclarece a especialista. Além disso, essa incerteza sobre ambas as fases provoca um erro de alguns métodos, como o de tabelinha. Isto acontece porque é preciso levar em consideração o tempo que o espermatozóide fica viável no sistema reprodutor feminino. “Tanto que as maiores chances para que ocorra a fecundação é quando já há espermatozoides presentes antes da ovulação”, alerta ela.

 

O que caracteriza cada fase do ciclo menstrual?

 

O ciclo menstrual tem duração de 28 dias, em média, e é dividido em 3 fases, conforme caracterizou a médica:

1- Fase Folicular: “ocorre a ação do FSH - Hormônio Folículo Estimulante, que vai estimular o desenvolvimento do folículo dominante até a ovulação”, explica ela;

2- Ovulação: é caracterizada pela liberação do óvulo pelo ovário;

3- Fase Lútea: “vai ocorrer a produção principalmente de progesterona pelo corpo lúteo, com o objetivo de atuar no endométrio e auxiliar na implantação do embrião”, comenta. Quando não acontece a fecundação, o endométrio sai em forma de menstruação.

 

Saiba como identificar a fase do ciclo que você está

 

Como foi explicado acima, o momento da ovulação é que determina a divisão entre a fase folicular e a lútea. Alguns sinais podem ser observados próximo à ovulação, como o surgimento de um muco cervical claro, a mulher pode perceber um corrimento bem claro, como uma clara de ovo”, diz Dra. Amanda. Já no período ovulatório, há um aumento da temperatura basal, em até 0,5 graus. E ainda, outra maneira é verificar as doses hormonais no sangue ou urina com a ajuda de kits vendidos nas farmácias.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Amanda Volpato Alvarez - Medicina Reprodutiva – Ginecologista – Obstetra
Faz parte da equipe médica do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia)
CRM: 122447

É possível menstruar sem ter ovulação?

A menstruação é o marco do fim da puberdade para as garotas. E então, diversos novos assuntos começam a fazer parte da vida delas, em especial com relação à sua saúde íntima, como a ovulação.. “A ovulação é a liberação de um óvulo pelo ovário, após o pico de um hormônio chamado LH (Hormônio Luteinizante). Este óvulo é liberado para a trompa e depois para dentro do útero”, define a Dra. Andréia Gozzi. Quando o óvulo não é fecundado, o resultado é ser eliminada como a menstruação. Pensando nisso, muitas garotas já se perguntaram: é possível menstruar sem ovular? Veja as explicações da ginecologista!


 

Entenda a relação da ovulação com a menstruação

 

O ciclo menstrual é composto por diversas fases, cada uma com sua função. A ovulação, por exemplo, quando o óvulo é liberado, é um marco para o início da fase lútea. Essa etapa tem uma duração média de 14 dias. “Nesta fase, a progesterona atinge um pico e depois cai, e nesta queda hormonal é que ocorre a menstruação, portanto 14 dias após a ovulação”, explica a médica. Por isso, é possível perceber como esses ambos acontecimentos, a ovulação e menstruação, estão relacionados.

 

É possível menstruar sem ovular?

 

Os casos de pacientes que menstruam sem ovular são denominados como ciclos anovulatórios. Segundo a profissional, estes podem acontecer em qualquer época da vida da mulher. A maioria dos casos são percebidos logo após a entrada na puberdade e depois da perimenopausa, que marca o fim da reprodutividade feminina e precede a menopausa.

 

“Existe uma patologia que chamamos de ‘sangramento disfuncional anovulatório’, mais comum nestas duas fases da vida, onde a paciente apresenta um sangramento”, destaca ela. Entretanto, esse quadro não é cíclico e, por não ter descamação do endométrio, não pode ser chamado de menstruação.

 

Quais são os tratamentos indicados para quem não ovula?

 

De acordo com Dra. Andréia, a principal causa dos quadros de anovulação em adultas está ligada a Síndrome do Ovário Policístico (SOP). “É uma síndrome com tratamento específico e que exige acompanhamento ginecológico regular”, esclarece. Já os casos em que a paciente deseja engravidar e não ovula, a ginecologista destaca que há medicamentos que podem estimular a ovulação. Nessas situações, não deixe de manter o acompanhamento ginecológico, pois é um cuidado essencial.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Escapes durante o uso de anticoncepcional contínuo são normais?

Atualmente, existem diversas opções de métodos anticoncepcionais, o que é uma grande vantagem para mulheres, pois podem escolher um que melhor se adaptam. Entre os mais populares está a pílula anticoncepcional, que também apresenta vários tipos. O de uso contínuo é a escolhida por muitas garotas, que são tomadas diariamente, sem aquele tempinho de pausa, fazendo com que a menstruação não desça. Entretanto, apresentar escapes durante o uso dela é normal? A ginecologista Andréia Gozzi trouxe explicações sobre isso.


 

A pílula de uso contínuo provoca mudanças no corpo?

 

As mulheres que são indicadas a usar a pílula de uso contínuo não possuem contraindicações de anticoncepcionais hormonais, podendo então fazer o esquema de continuidade. Segundo a especialista, a mudança que acontece, sendo a única diferença, é que a paciente não irá menstruar. “É um esquema muito benéfico para mulheres atletas, por exemplo, em que o período menstrual pode atrapalhar o seu desempenho, ou para aquelas mulheres que sofrem muito com as cólicas e sangramento aumentado”, esclarece ela.

 

É importante explicar também que, o sangue da menstruação não fica “preso” no organismo. Assim como destaca a médica, ele, na verdade, nem é produzido porque não acontece uma queda hormonal, que ocorre na pausa da pílula.

 

É normal acontecer escapes durante a pílula de uso contínuo?

 

De acordo com a profissional, a presença de escape, de poucos dias, ocorre normalmente no meio da cartela. Esse episódio de sangramento discreto não apresenta problema algum. “É muito comum no início do uso de uma nova pílula, e a tendência é melhorar com o tempo”, comenta Dra. Andréia. A ginecologista explica que, na maioria das vezes, o escape acontece porque o endométrio fica mais finos e os vasos sanguíneos mais expostos. Casos como este podem ser observados quando a pílula anticoncepcional é de baixa dosagem, por exemplo.

 

Existe uma solução para os escapes?

 

Para a maioria dos quadros, os escapes tem a tendência de melhorar com o passar do tempo. “Mas mulheres que têm escape com frequência, orientamos fazer a pausa a cada 3 cartelas por exemplo, o que ajuda a diminuir os escapes”, orienta a médica. Por outro lado, já as pacientes que apresentam um escape que não cesse, ou evolua para um sangramento vermelho vivo, a indicação da profissional é fazer uma pausa do uso da pílula imediatamente. Após os 4 a 7 dias sem tomá-la, a mulher pode iniciar uma nova cartela. Vale destacar que a eficácia do método não é comprometida.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner
CRM: 153790

Ciclo menstrual de 21 dias e suas fases. Como calcular?

Como indica o nome, o ciclo menstrual é um processo que ocorre repetidamente e vai se desenvolvendo ao longo de todos os meses. A menarca, nome dado para a primeira menstruação, costuma acontecer por volta dos 12 anos de idade, e dura até que aconteça a menopausa. Apesar de acontecer sempre e durante tanto tempo, muitas vezes não sabemos muito bem como ela funciona. Eles costumam ter em torno de 28 dias, mas isso pode variar para cada mulher. Caso você tenha um ciclo mais curto, não se preocupe, isso não é um problema para fazer o seu cálculo!


 

O ciclo pode ser dividido em dois momentos: antes e após a ovulação

 

Segundo a ginecologista Haydée Castro Neves, o ciclo menstrual pode ser dividido em dois momentos: a fase proliferativa, que ocorre antes da ovulação, e a secretória, que acontece depois dela. Seu início deve ser contado a partir do dia em que a menstruação “desce”.  

 

Descubra quanto tempo dura o seu ciclo menstrual

 

Para calcular o seu ciclo, a primeira coisa que deve ser feita é marcar o dia em que sua menstruação começou. A partir disso, você pode descobrir quanto tempo seu ciclo dura contando até o dia da próxima menstruação. Normalmente o ciclo costuma durar 28 dias, mas isso pode variar. “De uma forma geral considera-se normal que dure entre 21 e 35 dias”, afirma o especialista Vamberto Maia Filho. Se você tem um ciclo de 21 dias, portanto, não precisa se preocupar! No entanto, caso o seu ciclo fuja dessa margem, é ideal conversar com seu ginecologista e investigar a existência de possíveis problemas.

 

Meu ciclo dura 21 dias. Como calcular cada fase?

 

Nos primeiros dias do ciclo acontece a fase folicular, que começa junto com o sangramento da menstruação e dura até um tempo depois que ela acaba. Depois disso, vem a fase ovulatória, que acontece em torno do 14º dia de um ciclo de 28 dias. “Subtraia 14 do número de dias de duração do seu ciclo, esse é o dia em que você ovula”, explica o ginecologista Gustavo de Paula Pereira. No caso do ciclo de 21 dias, portanto, a ovulação ocorre em torno do dia 7. O período fértil é considerado com uma margem maior, correspondendo ao período de cerca de 3 dias antes até 3 dias depois da ovulação.

 

Depois disso, vem a fase lútea, em que há uma grande produção e progesterona e dura em média duas semanas. Essa costuma ser a fase mais constante do ciclo menstrual. Caso você queira uma ajudinha extra para fazer o cálculo, existem alguns sites e aplicativos que podem ajudar nessa tarefa!

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dr. Vamberto Maia Filho - ginecologista especialista em Reprodução Humana da Clínica Mãe, em São Paulo (www.mae.med.br)
CRM: 118.297-SP

Dr. Gustavo de Paula Pereira - Ginecologista
CRM: 119970 - SP

Dra. Haydée Castro Neves - Ginecologista
CRM:  52721328

Ciclo menstrual pode sofrer mudanças por fatores emocionais. Entenda!

Você já ter ouvido de algum médico que o seu psicológico é capaz de influenciar diversas funções do seu corpo. Semana de provas chegando? Aquela dor de cabeça já aparece. Nervosa para um encontro? A barriga já fica abalada. E por aí vai. Não é a toa que suas emoções também conseguem provocar mudanças no seu ciclo menstrual. Já parou para observar? Conversamos com a ginecologista Andréia Gozzi sobre o assunto. Entenda essa relação!

 

O ciclo menstrual pode sofrer mudanças

 

Assim como explica a médica, o ciclo menstrual pode ser influenciado e alterado por diversos fatores. Alguns deles são estresse, emagrecimento acentuado, atividade física em excesso (mulheres atletas), uso de medicações, cistos de ovários, perimenopausa, patologias uterinas e troca de anticoncepcional. Dessa maneira, conhecer o próprio corpo é um essencial.

 

A mulher que entende bem seu ciclo menstrual, logo percebe quando há alguma alteração. “Deve-se pensar se há algum fator novo que possa estar interferindo e tentar corrigi-lo”, orienta a profissional. A recomendação é procurar marcar uma consulta para investigar, caso essas modificações permaneçam depois de dois ciclos.

 

Como os fatores emocionais podem afetar o ciclo menstrual?

 

A rotina está corrida, as tarefas estão acumulando e sua cabeça está a mil. Por conta disso, é comum perceber diversas mudanças no corpo, tudo influenciado pelo seu emocional. “A condição psicológica pode ter um impacto muito grande sobre o organismo”, alerta a Dra. Andréia. Um estresse exacerbado, crise de ansiedade ou quadros de depressão podem ser destacados como exemplos que afetam o ciclo menstrual. “Eles podem afetar a liberação do principal hormônio que regula o ciclo menstrual, o GnRH, acarretando uma desordem hormonal que pode gerar um atraso ou a irregularidade menstrual”, esclarece.

 

Fique de olho no tratamento adequado

 

Segundo a ginecologista, o primeiro passo é a paciente procurar ajuda do profissional para acompanhar o desequilíbrio emocional. Trabalhando nessa área e organizando as emoções, é possível que o ciclo hormonal regularize sozinho, como acontece em muitos casos. “Quando não ocorre, deve procurar o seu ginecologista para uma investigação mais detalhada”, indica a especialista.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner

CRM: 153790

De quanto em quanto tempo minha menstruação deve vir?

A primeira menstruação, também chamada de menarca, ocorre por volta dos 10 a 15 anos, devido ao início da produção de hormônios pelos ovários. Depois dessa experiência é muito comum que a frequência do fluxo menstrual fique irregular nos primeiros dois anos, dificultando prever quando virá em cada mês. Mas, com o passar dos anos, é natural que o ciclo regularize e, assim, passe a ser possível calcular quando chegará a próxima menstruação.

 

É preciso entender que a menstruação é o primeiro dia do ciclo menstrual, portanto, ela chegará de acordo com a duração do ciclo de cada mulher. Quando ele é regular, pode-se dizer que dura de 21 a 35 dias, tendo como média 28 dias. Para saber quanto tempo dura o seu é necessário calcular do primeiro dia do fluxo até um dia anterior a menstruação do mês seguinte.  

 

Como posso calcular o meu ciclo e descobrir o dia que ficarei menstruada?

 

Calcular quando será sua próxima menstruação é bem simples! Mas é importante lembrar que este método é confiável para mulheres que possuem o ciclo menstrual regular, ou seja, com sangramentos quase sempre na mesma data, sem atrasos ou antecipações. De acordo com a ginecologista Andréia Gozzi, deve-se contar quantos dias corridos entre o primeiro dia da menstruação de cada ciclo, por pelo menos 6 meses, para saber se o ciclo é regular, e assim se preparar cada mês para saber o dia em que irá menstruar.

 

Como posso saber o dia que minha menstruação irá descer?

 

Para a médica, a resposta para essa pergunta vai depender se a mulher faz uso de anticoncepcional ou não. “Quando se faz uso de anticoncepcional é normal a menstruação vir 3 a 5 dias após a pausa da pílula. Já para as mulheres que não fazem uso de hormônios, depende do ciclo menstrual, que o normal é de 21 a 35 dias, com média de 28 dias”, diz a especialista.

 

Quer uma dica? Comece a observar sua menstruação, anote essas informações em sua agenda e calcule nos próximos meses. Se preferir, hoje em dia também existem aplicativos de celular que ajudam a controlar o ciclo menstrual a partir dos registros que você colocar.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dra. Andréia Gozzi, ginecologista do Instituto Lerner

CRM: 15379

Sintomas da TPM antes da menstruação: saiba quais são e como aliviar

A Tensão Pré-Menstrual é um período de sintomas físicos e psicológicos que ocorrem normalmente dez dias antes do início da menstruação. Ela acontece pela descarga hormonal que o organismo recebe nesta fase do ciclo e está relacionada à fase lútea, ou seja, a que o organismo aumenta a produção do hormônio progesterona. Apesar da TPM ser muito comum, nem todas as mulheres apresentam os famosos sintomas. Algumas, por exemplo, percebem apenas mudanças de humor ou um cansaço a mais nesses dias.


Os diferentes tipos de TPM são classificados pelos sintomas

 

De acordo com o ginecologista Ricardo Diniz, normalmente a TPM ocorre dez dias antes da menstruação, contudo, isso pode variar bastante, assim como a intensidade dos sintomas. Algumas mulheres podem não apresentar nenhum tipo de sintoma ou apenas um ou outro, afinal, são diversas sensações que podem oscilar de acordo com o aumento ou queda de certos hormônios.

 

Existem diferentes tipos de TPM e muitos sintomas para classificar. Segundo o médico, os mais comuns são a cólica menstrual, dor de cabeça, cansaço, mamas doloridas e inchaço. “Algumas pacientes ainda podem apresentar alterações psíquicas que em geral desaparecem ao menstruar”, acrescenta.

 

Quanto à classificação, podemos dizer que a TPM é dividida em cinco tipos. Veja quais são:

 

Tipo A: a queda do estrogênio no período pré-menstrual reduz os níveis de adrenalina e cortisol, que ajudam a liberar o estresse, e isso influencia diretamente nas mudanças de humor.


Tipo C: O ‘C’ vem de craving, em inglês, que significa desejo. Sabe aquela vontade de comer doce e comidas mais pesadas ricas em carboidrato? Nesse grupo também é comum rolar dor cabeça.
 

Tipo D: irritabilidade, pouca concentração e baixa autoestima são alguns dos sintomas psíquicos causados pela baixa produção de serotonina e pela oscilação hormonal na TPM.


Tipo H: retenção de líquidos e o famoso inchaço no abdômen, mãos e pés, além da sensibilidade das mamas são comuns ao tipo H, que tem relação com a hidratação.

 

Tipo O: os sintomas menos comuns são agrupados no tipo O, de outros. Podemos citar a irregularidade intestinal desse período, cólica, aumento da frequência urinária, entre outros.

 

Como é possível aliviar os sintomas da TPM?

 

Os sintomas da TPM podem ser amenizados com atividade física, para a liberação de endorfina e redução do estresse, alimentação com menos gordura e carboidratos, para reduzir as retenções líquidas provocada pelo excesso de sódio nos alimentos industrializados, além de chás para aliviar a cólica e acalmar a ansiedade. Se os sintomas estiverem muito intensos, consulte seu ginecologista para ver possibilidades de medicamentos.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
 

Dr. Ricardo Barbosa Diniz – Coordenador do serviço de Ginecologia e Obstetrícia e Diretor Clínico do Hospital América de Mauá - CRM: 83689

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