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Documentário Nosso sangue, Nosso corpo está disponível em capítulos online. Essa é a chance para quem ainda não viu

O documentário “Nosso sangue, nosso corpo” está aí para quebrar todos os tabus sobre a menstruação! Você já teve vergonha de comprar um absorvente ou pedir emprestado para as amigas? São questões dessa natureza que o documentário aborda. Apresentado pela Sempre Livre e produzido pelo FOX LAB, o documentário foi transmitido pelo canal FOX e contou a história de 5 meninas de diferentes países sobre suas relações com a menstruação. Se você por acaso perdeu ou gostaria de rever, ele está disponível no próprio site da campanha. Não deixe de assistir!

 

5 meninas contam, questionam e lidam com sua menstruação

 

O documentário conta a trajetória de 5 meninas gente como a gente! Natália é baiana e quer ser modelo e influenciadora digital. Ela defende a quebra de vários tabus, como o feminismo e a discriminação racial. Super animada e expressiva, Natália contou que sua menarca foi assustadora, mas hoje já se sente bem melhor! Miche é sul africana e quer ser atriz. Ela luta principalmente por melhores condições de vida para as mulheres da região onde mora. Ela conta que a menstruação não muda quem somos! “Ainda somos as mesmas meninas presas em corpos adultos”, fala.

 

Aranya é indiana e poeta. Você conhece o slam poetry? É a mistura entre a leitura de poemas e rap! Com essa arte, a menina solta sua voz, colocando em cheque questões de gênero que a incomodam. Para ela, as mulheres devem menstruar sentindo-se orgulhosas. Já a argentina Candela é prova viva de que as meninas podem se vestir da forma que quiserem! Desde pequena, não entendia o tabu em volta de nosso sangramento. Ela conta que, durante a escola, colou absorventes na lousa como um questionamento. Por fim, Luciana também é sul africana e tem uma relação mística com o seu corpo. Ela acredita que devemos entender que a menstruação como algo saudável e lindo. “É o que seu corpo faz e ele está te lembrando que você está viva!”, conta.

 

Vamos falar abertamente sobre menstruação?

 

Usando as vozes dessas 5 meninas, o objetivo do documentário é mostrar que falar abertamente sobre menstruação é, na verdade, uma coisa boa para todos! Com as histórias pessoais delas, vemos como elas passaram por todas as novidades da menarca. Apesar de serem de países diferentes e terem crescido em culturas distintas, as experiências que as mulheres passam podem ser muito parecidas. Isso mesmo, você não está sozinha nisso! Então, sempre que se sentir à vontade, converse com as suas amigas sobre isso ou até procure um ginecologista para tirar suas dúvidas.

 

Documentário ou capítulos: você escolhe!

 

O documentário é uma ótima oportunidade para tentar saber como lidar com tudo que acontece no momento da primeira menstruação. Por isso que ele pode e deve ser assistido por todas as meninas! Quem perdeu a oportunidade de assistir pela televisão, pode assistir pelo próprio site da campanha ou pelo vídeo no YouTube. E tem uma surpresinha! Quem não tiver tempo para assistir o doc completo uma única vez, pode assistir o conteúdo por capítulos. São 5 episódios que dividem o filme em, mais ou menos, 10 minutos ;) Bem tranquilo, né?

 

 

Você sabia que a menstruação dá sinais de que está chegando? Isso mesmo! Por conta de algumas alterações hormonais, sentimos os sintomas da TPM. Por isso, conseguimos dizer se o seu período menstrual está perto. Faça o teste e descubra!

Será que sua menstruação está chegando? Faça o teste e descubra se você conhece todos os sinais

Seios inchados e doloridos é um sintoma da TPM?

Já sentiu os seios inchados e levemente doloridos? Se sim, você pode ter esquecido de notar em qual fase do ciclo menstrual isso aconteceu. Mas é muito importante fazer essa observação para analisar se o sintoma está apenas indicando que você está passando pela TPM ou se está alertando a presença de um possível problema de saúde. Por isso, fique ligada nesse detalhe! Ele pode ser pequeno, mas faz toda a diferença. Por isso, pedimos ao ginecologista Rogério Leão para explicar quais são os outros sintomas da TPM e em quais momentos sentir qualquer alteração no peito é sinal de alerta.


Quais são os sintomas da TPM?

 

Físicos ou emocionais: os sintomas da TPM são muitos! Isso acontece principalmente porque eles podem aparecer de formas diferentes para as mulheres. Então, pode ser que você não experience os que vamos listar aqui, mas, no geral, as manifestações são parecidas. “Entre os físicos estão inchaço, aumento de peso, alteração do hábito intestinal, dor de cabeça e dor nas mamas”, lista o especialista. Já em relação aos emocionais é comum sentir alteração de humor e apetite, ansiedade, nervosismo e redução do libido. Segundo o profissional, pode acontecer de essas mudanças atingirem a menina de forma mais intensa do que as físicas.

 

Seios inchados são sim sintoma da TPM!

 

Sim! É comum sentir, uma ou duas semanas antes da menstruação chegar, os seios um pouco doloridos e diferentes do habitual. Tudo isso porque, durante essa fase, há uma maior produção de estradiol e progesterona, dois hormônios femininos. Assim, a ação deles pode provocar uma maior retenção de líquidos que, por sua vez, causam edemas. “Isso ocorre em especial na mama, sendo comum  inchaço, aumento de sensibilidade e formação de nódulos e muitas vezes dor”, explica. Mas fique tranquila! Apesar dos nomes complicados, toda essa situação é natural, desde de que o sangramento esteja para descer.

 

Seios doloridos também podem ser um sinal de doenças

 

Seios inchados e doloridos durante o período anterior à menstruação não apresentam qualquer risco, nem tampouco, indicam doenças. É normal sentir-se assim em ciclos ovulatórios, quando há a presença dos óvulos. Mas, quando a menina notar esses sintomas longe da TPM, é bom investigar se a dor pode ser um sinal da mastite, uma dolorosa infecção na região. “Nesses casos, a dor é mais intensa e acompanhada de vermelhidão, aumento de temperatura e pode ocorrer até mesmo febre”, comenta ele. Diferente da dor antes do sangramento, essa não passa com a menstruação e ocorre em maior frequência em mulher grávidas ou naquelas que fumam. O tratamento normalmente é bem simples, mas precisa do acompanhamento de um profissional.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:

Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)

CRM: 104.152

O ciclo menstrual pode trazer mudanças no cabelo. Mito ou verdade?

Cabelo e período menstrual têm relação? De acordo com a dermatologista Ana Carolina Sumam, mudanças podem acontecer nos nossos fios, dependendo dos dias do mês em que estamos. Loucura, né? Na verdade, nem tanto. Afinal, são muitas as alterações que podemos sentir por conta do ciclo. Quem nunca sentiu mudanças de humor durante a TPM? Para explicar mais como a saúde do nosso cabelo pode mudar no período fértil tiramos as principais dúvidas com a profissional!


Por que o cabelo muda com o ciclo menstrual?

 

Durante o ciclo menstrual, os níveis dos nossos hormônios, estrogênio, progesterona, FSH e LH, podem alterar com uma certa frequência. Na verdade, é por conta deles que o ciclo funciona! Quando estamos na TPM, por exemplo, enquanto os níveis de um cai o outro sobe. Assim, temos aqueles sintomas chatinhos, como as alterações de humor e a erupção de algumas acnes. “Essas alterações de aumento e queda do hormônio feminino acabam refletindo não só na pele, quanto no cabelo”, comenta a profissional.

 

Como fica o cabelo durante o período fértil?

 

Apesar de nos sentirmos mais confiantes e animadas durante o período fértil, a Dra. Ana Carolina conta que com os cabelo acontece o contrário. Segundo ela, depois da ovulação, o nível de estrogênio dá uma caída e há um aumento do hormônio masculino, a testosterona. “Com isso, o couro cabeludo fica mais oleoso, mas o fio pode ficar um pouco mais ressecado”, esclarece. Mas, nem todas as mulheres passam por isso. Aquelas que tomam o anticoncepcional podem não sentir tantas dessas mudanças, sem notar qualquer diferença na qualidade do fio.

 

E nos outros momentos do ciclo?

 

A fase folicular é a primeira do ciclo. Ela acontece um pouco depois da menstruação terminar e é caracterizada pela espera da formação do embrião, quando o espermatozóide entra na vagina. “Nesse momento, acontece o aumento do estrogênio e o cabelo tende a ficar mais bonito e mais hidratado”, indica ela. Durante o período fértil, há uma queda na qualidade. Assim, aos poucos, os fios se recuperam!

 

Queda de cabelo durante a menstruação é normal?

 

Não. É normal que isso aconteça moderadamente durante a TPM, por conta dessas mesmas alterações hormonais. Mas, durante a menstruação, perder cabelo não é normal. “Isso não vai virar de acordo com o ciclo menstrual, mas sim de acordo com a intensidade da menstruação”, explica a profissional. Se o sangramento estiver muito intenso, pode acabar ocasionando uma queda de ferratina, o estoque de ferro do organismo. A dermatologista explica que os fios do cabelo precisam dessa substância para controlar o metabolismo das células dele. Por isso, quando há uma deficiência de ferro, o cabelo pode sim cair. Mas a situação não é saudável, sendo o mais indicado procurar um profissional da área para investigar o caso.

 

Este artigo tem a contribuição da especialista:

Dra. Ana Carolina de Simoni Sumam - Dermatologista

CRM:52-72030-5

O que é TPM e como amenizar seus sintomas

O que é a TPM? Toda menina sabe bem que o período pode ser bem estressante! Mas você sabe por que ela acontece? Sim, tem um motivo! Não é a toa que sentimos todos os diferentes sintomas. A TPM é importante para o nosso ciclo menstrual e, para convivermos um pouquinho melhor com ela, podemos recorrer a algumas formas de aliviar suas manifestações. Conversamos com a ginecologista Maria Elisa Noriler para saber quais são as principais dicas para amenizar esses sintomas.


Como a TPM acontece?

 

Você conhece o estrogênio e progesterona? São os dois principais hormônios femininos. Eles são responsáveis por muitos dos momentos da mulher, como o período fértil. Assim, durante todo o ciclo menstrual e dependendo da fase, seus níveis vão variando e alterando. Como as células nervosas são diretamente ligadas à produção de hormônios, toda essa alteração pode trazer mudanças significativas em nosso humor, comportamento e, até mesmo, aparência. Assim que acontece a TPM.

 

Os sintomas da TPM podem ser diferentes para cada uma

 

Com as alterações hormonais, muitos podem ser os sintomas. A serotonina, por exemplo, é o hormônio responsável por dar a sensação de bem-estar. É por conta de sua queda que, durante a TPM, nos sentimos cansadas e, no geral, desanimadas. Mas os sintomas podem aparecer de formas diferentes em cada mulher. “Cólicas, alterações de humor e retenção de líquido são alguns dos sintomas que podem surgir, porém eles dependem muito de mulher para mulher, e podem ser muito evidentes em algumas ou muito discretos em outras”, explica a médica.

 

4 dicas para aliviar a TPM

 

De acordo com a especialista, existem algumas formas de passar por esses dias sem muito estresse. Ela listou 4, veja a seguir:

 

Praticar exercícios físicos: Saia um pouco de casa e faça uma corrida ou pratique algum esporte com seus amigos! Os exercícios físicos são ótimos porque liberam hormônios que dão uma sensação de bem-estar. “Outra dica é realizar atividades de alongamento como yoga, que auxilia na normalização dos níveis de adrenalina e no controle da ansiedade”, recomenda a profissional!

 

Controlar a alimentação: Você pode sim recorrer ao chocolate, mas que tal optar por um meio amargo? Ainda assim, seu consumo deve ser controlado. Por isso, aposte na aveia, abacate e banana. Esses alimentos são ricos em magnésio, ajudando a relaxar o sistema nervoso e muscular. Além deles, os verdinhos, de preferência escuros, ajudam a aliviar a cólica! Mágico, não é?

 

Beba muita água: Bebidas alcóolicas provocam uma retenção de líquido, alterando o ciclo do sono e aumentando a irritabilidade. Por isso, beba muita água nesse período.

 

Procurar carboidratos integrais: Grãos, cereais, massas e pães estão liberados. Mas eles têm de ser integrais! Eles vão ajudar a combater a prisão de ventre e em alguns incômodos gastrointestinais, naturalmente acentuados durante a TPM.

 

TPM tem tratamento?

 

Sim e não. É importante pensar que a TPM é um momento natural do ciclo menstrual. Mas, não é nem por isso que as meninas devem aguentar as dores, sem fazer nada. Uma das saídas é recorrer a medicamentos, como analgésicos, capazes de aliviar o incômodo. “A escolha do tratamento vai de acordo com as queixas da paciente, às vezes, é necessário prescrever anti-inflamatórios ou tratamentos hormonais”, comenta ela. Uma outra opção é iniciar o uso de pílulas anticoncepcionais. Além de prevenir contra a gravidez, elas diminuem as cólicas e regulam o ciclo. Mas para tomar qualquer um desses medicamentos, é preciso conversar com um ginecologista para que ele avalie o caso. Não esqueça de marcar uma consulta ;)

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Maria Elisa Noriler - Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. É Médica Preceptora de Ginecologia e responsável pelo setor de Ginecologia Endócrina InfantoPuberal e Climatério do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha
CRM: 99557
 

 

Queda de pressão no calor: a menstruação pode ter alguma relação?

Dias muito quentes e ambientes abafados no geral podem causar uma queda na pressão arterial. Para mulheres com tendência a ter pressão baixa, a recomendação é tomar algumas medidas preventivas antes que os sintomas possam evoluir para um desmaio. No período menstrual, há uma ideia de que a menstruação pode colaborar para a queda da pressão. Conversamos com a ginecologista Paula Bortolai para saber se existe alguma relação entre o fluxo menstrual, as altas temperaturas e a pressão do corpo da mulher.


A menstruação pode colaborar para a queda de pressão nos dias muito quentes?


De acordo com a médica, nos dias quentes existe uma tendência maior para a queda da pressão devido à vasodilatação provocada pelo calor. “Ocorre dilatação dos vasos sanguíneos para facilitar a perda de calor corporal para o meio ambiente. Essa vasodilatação faz a pressão cair. Se associado a isso a paciente estiver sangrando, esse fluxo pode, sim, colaborar para a queda da pressão e para o mal-estar”, esclarece.

 

Como identificar e tratar os efeitos da pressão baixa?


A queda de pressão pode aparecer de surpresa ou pode dar sinais como sonolência, tonturas, dor de cabeça e, em alguns casos, desmaios. Segundo a ginecologista, quando os primeiros sintomas forem percebidos, o mais indicado é procurar um local ventilado, se hidratar tomando bastante líquido, elevar as pernas procurando uma posição em que elas fiquem mais altas do que o tronco e ingerir um pouco de sal embaixo da língua ou frutas. “Em longo prazo também é bom evitar roupas quentes e apertadas, praticar exercícios físicos e fazer uma nutrição adequada. Esse cuidados também colaboram para que isso não volte a acontecer”, acrescenta a médica.

 

Saiba como fazer a higiene menstrual em dias de muito calor

 

Em épocas de muito calor, o cuidado com a higiene íntima durante a menstruação merece uma atenção especial. Como a transpiração é elevada nessa região nos dias quentes, as trocas de absorventes precisam ser mais frequentes, para evitar que o contato do sangramento com a umidade íntima provoque um desequilíbrio na flora vaginal e, consequentemente, a proliferação de microrganismos causadores de infecções vaginais. Vale lembrar que a higiene deve ser feita no banho com sabonete íntimo, com pH ideal para manter a acidez da vagina. Deve-se evitar fazer a higienização com duchas d’água - o famoso chuveirinho - porque o jato forte pode remover a mucosa protetora da vagina e deixá-la mais vulnerável a infecções.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dra. Paula Bortolai Martins Araujo, Ginecologista-obstetra do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia
CRM: 127.101

Posso emendar a pílula anticoncepcional no verão? Veja como ela funciona e se a prática é segura

Menstruação desceu e você estava se arrumando para praia? São por episódios como esse que muitas meninas desejam “parar” a menstruação no verão e, para isso, usam pílula anticoncepcional contínua, ou seja, emendam uma cartela na outra. Após tomar a última de uma cartela, elas começam direto a próxima no dia seguinte sem fazer as pausas indicadas ou tomar os comprimidos em placebo. Será que essa prática é recomendada pelos ginecologistas? A profissional Carolina Ambrogini diz que sim! Não há nenhum problema em fazer isso. O cuidado maior é para ficar de olho na dosagem hormonal do medicamento. Por quê? Calma, contamos com a ajuda da profissional para explicar isso tudo melhor ;)


‘Posso emendar o anticoncepcional no verão?’

 

Sim! Segundo a ginecologista, emendar o contraceptivo não causa prejuízo algum ao organismo da mulher. “No geral, se ela já usa a pílula, não há maiores problemas”, completa. Assim, qualquer uma que faz o uso dos anticoncepcionais pode facilmente evitar o sangramento durante o verão. Afinal, o tamanho da cartela não faz nenhuma diferença nesse momento! Mesmo que a cartela tenha apenas 21 dias ou seja aquela de 24 comprimidos. Para todas, a regra é a mesma: depois do último dia, continue tomando como o habitual. Apesar do uso contínuo, lembre-se de não mudar o horário de tomar sua pílula anticoncepcional. Atrasos  podem acabar comprometendo a eficácia do medicamento.

 

Fique atenta às minipílulas!

 

Dra. Carolina sugere apenas que a menina comunique seu ginecologista que pretende emendar o uso para que o profissional também esteja ciente. Essa recomendação é feita principalmente porque alguns dos medicamentos não eliminam por completo a menstruação. “Pílulas de menor dosagem não são feitas para serem emendadas, pois geram sangramento de escape, aquele em borra de café”, alerta ela. Segundo a médica, por menor que seja, esses escapes atrapalham os dias de verão tanto quanto o sangramento de costume. Por isso, é importante ficar de olho na quantidade hormonal, se tiver dúvidas converse com o seu ginecologista. A minipílula é o tipo com menor presença de hormônios. 

 

‘Devo tomar os comprimidos de placebo?’

 

Não! Algumas meninas não sabem, mas existem cartelas com comprimidos que não surtem efeito algum. Geralmente, essas pílulas têm uma coloração diferente das outras, elas são as últimas 7 ou 4 da cartela. Na hora de emendar a menstruação, as meninas não devem tomá-las. “Eles devem ser puladas e a mulher deve ingerir os comprimidos ativos da cartela seguinte”, indica a médica. Para “pular” a menstruação, o mais indicado é emendar o último comprimido, que não placebo, diretamente no outro do próximo ciclo. Assim, você pode aproveitar todos os seus dias de verão sem nenhuma preocupação e com a garantia de que não está fazendo nenhum mal ao seu corpo! Só não se esqueça de falar com o profissional para ter certeza de que está tudo certo, ok?

 

Esta publicação teve a contribuição do especialista:

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista

CRM: 102706-SP

Tomar antibiótico altera a data da menstruação?

Menstruação atrasada é um cenário comum para você? É verdade que, além de casos de ciclos menstruais irregulares, existem fatores que contribuem nesse desequilíbrio. Os antibióticos são medicamentos utilizados para combater infecções causadas por bactérias e outros microrganismos, exceto os vírus. Acredita-se, por exemplo, que seu uso prolongado, dependendo do tipo, pode causar alterações no ciclo menstrual e até atrasar a menstruação. Para tirar essa dúvida, conversamos com a ginecologista Carolina Ambrogini, que explicou melhor os efeitos do antibiótico no ciclo menstrual.


O antibiótico pode alterar a data da menstruação?

 

“Se a mulher não está fazendo uso de contraceptivo hormonal, não afeta, mas temos que levar em conta vários fatores, como a doença que a levou a usar antibióticos, grau de comprometimento da infecção, tipo do antibiótico, tempo de tratamento, internação hospitalar e grau de estresse”, explica a médica. Todos estes são fatores que podem levar a uma irregularidade menstrual, sem necessariamente ter sido diretamente causada pelo antibiótico.

 

Segundo a médica, não é possível evitar desequilíbrios causadas pelo antibiótico. “Na maior parte das vezes não irá afetar, no entanto, existem diversos fatores relacionados (como falado acima). Se tiver que afetar a regularidade menstrual, não há nada que a paciente possa fazer para evitar”, diz. No entanto, não é preciso de se preocupar. O mais comum é que a menstruação normalize no mês seguinte. Os principais medicamentos que podem alterar e atrasar a menstruação são os neurológicos e psiquiátricos.

 

Tomar antibiótico pode comprometer a eficácia da pílula anticoncepcional?

 

Para quem toma pílula anticoncepcional, o medicamento pode causar uma redução na eficácia? “Depende do tipo do antibiótico”, responde a ginecologista. Por isso é importante perguntar ao médico que prescreveu o remédio se aquele tipo tem alguma interferência na pílula anticoncepcional. “Alguns interferem no metabolismo da pílula, principalmente os usados para tratar tuberculose, deixando uma quantidade ativa do produto em menor quantidade no sangue”, acrescenta Carolina. Para não haver riscos, use sempre o preservativo nas relações sexuais em conjunto com o antibiótico durante o uso do antibiótico.

 

Esta publicação teve a contribuição da especialista:

Dra. Carolina Ambrogini - Ginecologista

CRM: 102706-SP

9 dicas de um ginecologista que podem ajudar a acabar com a cólica do período menstrual

O que é a cólica? Ouvimos falar desse incômodo desde pequenas, mas crescemos sabendo que ela é uma dor um tanto desagradável que começa na TPM e nos acompanha também durante a menstruação, embora nem todas as mulheres tenham cólicas menstruais mensalmente. Para esclarecer a origem desse efeito no nosso corpo de uma vez por todas e saber como lidar com as dores, o Só Delas conversou com o ginecologista Rogério Leão, que nos listou 9 dicas para aliviar a cólica no período menstrual.

 

O que é cólica menstrual e por que sentimos todo mês?

 

Quando dizemos que a cólica é um processo natural do corpo feminino você deve pensar: “por que meu corpo ia querer que eu sentisse dor todo mês?”. A explicação é bem simples: não é uma vontade voluntária do nosso corpo, a cólica menstrual é resultado da contração do útero e da liberação de prostaglandinas para expelir o endométrio (parede do útero) quando não há gravidez, o que dá origem ao fluxo menstrual. Vale lembrar que existe mais de um tipo de cólica e quando a dor abdominal estiver muito forte é importante consultar um ginecologista

 

1. Praticar exercícios físicos pode ajudar a reduzir a cólica menstrual

 

Segundo o médico, a prática de exercícios físicos pode realmente diminuir as cólicas menstruais por vários mecanismos: “O exercício libera beta endorfinas, que aumentam o prazer, melhoram humor e diminuem o estresse. Com isso, ocorre aumento no limiar da dor. Além do próprio efeito analgésico dessas substâncias”, explica.

 

“Estudos já demonstraram que pacientes que fazem exercícios aeróbicos regulares ou pilates têm menor frequência de cólicas menstruais”, diz Rogério. Exercícios regulares nos dias anteriores à menstruação e durante aumentam a circulação pélvica, diminuindo o acúmulo local de prostaglandinas (substâncias inflamatórias liberadas no útero na menstruação e que causam a dor), levando a menor dor e encurtamento do período de dores.

 

2. Colocar uma bolsa de água morna na região abdominal diminui a dor

 

De acordo com o ginecologista, o uso de compressas ou bolsa de água quente sobre a região abdominal inferior também podem reduzir a cólica menstrual. Isso se deve ao fato de relaxar a musculatura abdominal e diminuir os espasmos musculares, que contribuem para a dor. Além disso, melhora a circulação pélvica, diminuindo o acúmulo de prostaglandinas.

 

3. A alimentação vai precisar de uma atenção extra

 

A alimentação equilibrada pode ser benéfica para diminuir as cólicas menstruais. “Evitar gordura animal (rica em ácido araquidônico, que leva à produção de prostaglandinas), incluindo carnes e derivados do leite. Além disso, deve-se evitar alimentos gordurosos e embutidos, que podem exacerbar a dor”, diz o especialista. Por outro lado, ingerir peixe, ovos, vegetais e frutas está associado a menor risco de cólicas menstruais. “Azeite de oliva e alimentos ricos em magnésio (abacate, grãos e sementes) diminuem a produção de prostaglandinas e têm efeito benéfico também. Dieta rica em fibras também contribui para menor dor”, recomenda Rogério.

 

4. Repouso contribui para reduzir a dor abdominal

 

O repouso leva a relaxamento e bem-estar, dois fatores que contribuem para diminuição da dor. Além disso, descansar relaxa a musculatura pélvica, contribuindo para a diminuição dos espasmos musculares.

 

5. Massagem para diminuir a cólica menstrual

 

Massagem pode ser benéfica tanto na região abdominal quanto nas costas. Nas costas, a massagem ajuda a relaxar, diminuindo a percepção de dor. No abdômen, por meio de compressão, ocorre um relaxamento da musculatura pélvica, diminuindo a dor. Em casos mais intensos, a fisioterapia pode ajudar. O fisioterapeuta pode não só utilizar essas massagens como utilizar calor local, exercícios de alongamento e relaxamento da musculatura pélvicos e utilizar um estímulo elétrico chamado TENS (transcutaneous electrical nerve stimulation ou neuroestimulação elétrica transcutânea). TENS é utilizado para diferentes tipos de dor, pois seu estímulo das terminações nervosas pode levar à analgesia.

 

6. Chá de camomila e gengibre possuem ativos que aliviam a cólica

 

“Mesmo não havendo evidência científica consistente que corrobora essa teoria, acredita-se que alguns chás podem ser benéficos por causa da ação analgésica, anti-inflamatória e de relaxamento”, sugere o médico. Entre os sabores, destaque para o chá de camomila, por sua ação antiespasmódica e relaxante; e  também o chá de orégano, gengibre e calêndula, pela ação anti-inflamatória (levando a uma menor produção de prostaglandinas).

 

7. Reduzir o estresse é fundamental nesse momento

 

Reduzir o estresse nos dias de hoje não é tão simples, porém, o médico recomenda evitar atividades que possam levar ou aumentar o estresse da rotina. Dessa forma o repouso, como já dito acima, tem efeito benéfico. Massagens também ajudam a relaxar o corpo, mas não esqueça de também buscar recursos que ajudem a aliviar a mente como a meditação, passeios prazerosos e encontros com pessoas queridas. Além disso, a prática regular de exercícios para liberação de endorfinas, leva à diminuição do estresse e produz uma sensação de bem-estar. Descubra quais são as atividades físicas que mais combinam com seu estilo de vida, faça aulas experimentais e assim talvez descubra qual é a ideal para você.

 

8. Evitar café e bebidas alcóolicas

 

Segundo o ginecologista, muitos estudos demonstram que mulheres que têm alto consumo de cafeína têm mais cólica menstrual. O motivo não está totalmente esclarecido, mas acredita-se que isso se deve à vasoconstrição, que leva a menor circulação pélvica, contribuindo para a dor. Além disso, esse consumo pode aumentar sintomas de ansiedade e irritabilidade, piorando o quadro. Álcool também deve ser evitado, pois pode aumentar a irritabilidade, além de causar desidratação, o que pode levar ao aumento da dor.

 

9. Beber muito líquido também pode ajudar

 

Beber muito líquido traz benefícios para o corpo como um todo. E uma boa hidratação ajuda a diminuir a concentração local de substâncias como as citadas prostaglandinas, que causam a dor durante a menstruação. Além disso, consumir muito líquido melhora o funcionamento do intestino que, quando não está adequado, pode contribuir para aumento das dores abdominais.

 

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

Bolsa de água quente ajuda mesmo a aliviar a cólica na TPM?

Nem toda mulher sente os sintomas da TPM ou sofre com cólicas menstruais todo mês. Mas, para as que sentem o incômodo no período menstrual, um velho truque que é passado por gerações de mulheres que acaba funcionando é a bolsa de água quente. O objeto normalmente é feito de silicone e tem um formato ideal para atender a região abdominal da mulher e aliviar as dores causadas pela liberação de prostaglandinas no útero durante o ciclo menstrual. Mas, fica aquela dúvida: a bolsa de água quente realmente pode ajudar no alívio da cólica? Como isso acontece e qual é a temperatura ideal? Tiramos essas dúvidas com os ginecologistas Cláudia Navarro e Rogério Leão.

 

A bolsa de água quente ajuda no alívio da cólica: mito ou verdade?

 

De acordo com Rogério, estudos científicos mostram que uso de compressas ou bolsa de água quente sobre a região abdominal inferior podem reduzir a cólica menstrual. Para Cláudia, isso ocorre devido a capacidade vasodilatadora e de relaxamento muscular que a água quente possui, contribuindo para diminuir os espasmos musculares que aumentam a dor e melhorando a circulação de sangue na região pélvica, diminuindo o acúmulo de prostaglandinas, a substância que ajuda na contração do útero para liberar o endométrio e dar origem ao fluxo menstrual.

 

Qual é a temperatura ideal da bolsa de água quente?

 

A gente aprende que a água deve ser quente para funcionar, mas será que é a temperatura ideal sem risco de queimaduras? “A temperatura pode variar de pessoa para pessoa. Mas, o ideal é o mais quente possível, desde que não queime a pele”, diz a médica. Portanto, o mais indicado é sentir se a temperatura está confortável para a sua pele e, se estiver muito quente, esperar mais um pouquinho antes de repousar no abdômen para não se queimar. A temperatura morna também pode trazer o benefício esperado.
 

Chás para cólica menstrual

 

Mesmo não havendo evidência científica consistente para comprovar essa teoria, muitos médicos acreditam que os chás de ervas naturais com ação anti-inflamatória e analgésica também podem reduzir a dor de cólica menstrual. Para Cláudia, o chá de canela é excelente devido ao efeito analgésico. Já Rogério recomenda o chá de camomila, por sua ação antiespasmódica e relaxante, e  também o chá de orégano, gengibre e calêndula, pela ação anti-inflamatória.

 

Este artigo tem a contribuição dos especialistas:

Cláudia Navarro - Ginecologista, especialista em reprodução assistida e diretora clínica da Life Search.
CRM-MG: 21198

 

Dr. Rogério Leão - Ginecologista e Obstetra do IPGO (Inst. Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP)
CRM: 104.152

 

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